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As Políticas de Promoção à Equidade no SUS são essenciais para reduzir as desigualdades no acesso e na qualidade dos serviços de saúde. Em relação a essas políticas, assinale a alternativa correta.
As ações de promoção à equidade no SUS devem ser conduzidas exclusivamente por meio de campanhas nacionais e ações centralizadas.
O SUS desenvolve políticas para grupos específicos como indígenas, quilombolas, população negra, pessoas em situação de rua e LGBTQIA+, visando reduzir desigualdades históricas e sociais.
As ações de equidade são temporárias e voltadas para momentos de crise sanitária, sendo descontinuadas após a normalização da situação.
A promoção à equidade no SUS limita-se à oferta de serviços de saúde, sem abarcar a atenção às condições de vida e trabalho dos grupos populacionais.
A promoção à equidade no SUS abrange apenas grupos populacionais específicos com baixa renda.
Conforme o Art. 6º da Lei nº 8.080/1990 e suas atualizações, o campo de atuação do SUS inclui a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico. Qual das alternativas a seguir NÃO é uma ação compreendida no campo de atuação do SUS conforme descrito no artigo?
Participação na ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde.
Execução de ações de vigilância nutricional e orientação alimentar.
Colaboração na proteção do meio ambiente.
Implementação de sistemas de educação para crianças e adolescentes.
Controle e fiscalização de serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde.
É competência da direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), exceto:
Participar na formulação e implementação das políticas de controle das agressões ao meio ambientes.
Acompanhar, controlar e coordenar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde e os sistemas de associação com a rede privada de saúde.
Coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica.
Definir e coordenar os sistemas de redes integradas de assistência de alta complexidade.
Formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição.
De acordo com a Lei Federal nº 8.080/1990, a articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as seguintes atividades, exceto o que se apresenta em:
Saúde do trabalhador.
Saneamento e meio ambiente.
Recursos humanos.
Ciência e tecnologia.
Vigilância sanitária e epidemiologia.
As Conferências Nacionais de Saúde desempenham um papel significativo na definição das políticas de saúde no Brasil, e ao considerarmos sua complexidade e a importância, elas são
realizadas a cada quatro anos, para revisar as diretrizes nacionais para a saúde, incluindo a avaliação dos planos de saúde de cada estado e município, bem como a proposição de ajustes nas políticas de saúde pública com base em indicadores de saúde nacionais.
realizadas bienalmente e têm como foco primário a avaliação e reestruturação das políticas de alocação de recursos financeiros no SUS, além de revisar as prioridades de saúde para cada biênio.
convocadas pelo Conselho Nacional de Saúde a cada três anos, dedicadas exclusivamente à elaboração de diretrizes para a atenção primária no SUS, focando na integração de serviços de saúde em nível local e regional.
convocadas a cada cinco anos pelo Presidente da República, têm como objetivo central a discussão sobre as políticas de saúde mental e a integração destas ao SUS, abordando as questões de financiamento, gestão e eficácia terapêutica.
sucedidas com periodicidade quadrienal, objetivando a elaboração e reformulação de políticas de saúde em âmbito nacional, debatendo temas emergentes na saúde pública, avaliando o desempenho do SUS e propondo diretrizes para a melhoria contínua do sistema.
Considerando a evolução das políticas de saúde no Brasil, qual ação reflete a transição para um sistema de saúde mais inclusivo e equitativo?
A fundação dos Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs).
A implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988.
A criação das Unidades Básicas de Saúde.
A instauração do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS).
A organização das primeiras campanhas sanitárias por Oswaldo Cruz.
Uma política nacional apresenta as competências de cada ente federativo. Com relação à Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo e da Floresta, analise as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA.
É de competência do Ministério da Saúde fortalecer a intersetorialidade, mediante articulação com órgãos e entidades governamentais e não-governamentais.
É de competência dos Estados fortalecer parcerias com organismos nacionais, internacionais, governamentais e não governamentais e sociedade civil organizada para o fortalecimento das ações de saúde para as populações do campo e da floresta.
É de competência dos Municípios promover a criação de espaços (comitês, áreas técnicas, grupo de trabalho, entre outros) de promoção da equidade para implementação da PNSIPCF de forma participativa.
É de competência do Ministério da Saúde promover a inclusão no Plano Nacional de Saúde das metas e prioridades para a organização das ações de saúde para as populações do campo e da floresta.
É de competência dos Municípios produzir dados estratificados sobre as populações do campo e da floresta e manter atualizados os sistemas nacionais de informação em saúde.
O trabalho articulado com outros setores da sociedade aumenta a capacidade de oferecer uma resposta mais adequada às necessidades de saúde da comunidade. Também favorece a consolidação de ações que fomentam o desenvolvimento da atuação Intersetorial por meio de parcerias e de recursos, favorecendo a integração de projetos sociais e setores afins orientados para a promoção da saúde. Sobre este tema, assinale a alternativa correta.
A intersetorialidade é instrumentalizada por meio da construção de contratos e/ou convênios entre os serviços de saúde existentes no território.
A intersetorialidade articula diferentes setores responsáveis por ações necessárias ao indivíduo e à coletividade, somando forças, formando parcerias, adicionando recursos financeiros e humanos, na busca de caminhos para alcançar um objetivo comum.
A intersetorialidade pressupõe a articulação entre os profissionais de saúde órgãos e instituições públicas interagindo de forma a resolver as questões relacionadas à comunidade de um território.
A intersetorialidade prevê planejamento de ações, avaliação de resultados e reorientação de condutas de forma dinâmica e integrada, sob a responsabilidade dos municípios.
A intersetorialidade favorece a resolução dos problemas presentes na comunidade, utilizando como base o saber científico e a ação dos profissionais de saúde.
No contexto da integração de ações na saúde pública, analise as afirmativas a seguir:
I. A abordagem interdisciplinar é essencial para a efetividade das ações de combate às endemias, integrando conhecimentos de diversas áreas.
II. A participação comunitária pode ser negligenciada em prol de decisões técnicas mais rápidas e eficazes.
III. O uso de tecnologias de informação e comunicação desempenha um papel relevante na gestão e monitoramento de ações de saúde pública.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões):
Apenas III;
Apenas I e III;
Apenas II e III;
Apenas II;
Apenas I.
De acordo com a NOB-SUS, a Programação Pactuada e Integrada (PPI) constitui um instrumento essencial de reorganização do modelo de atenção e da gestão do SUS, de alocação dos recursos e de explicitação do pacto estabelecido entre as três esferas de governo, pois envolve as atividades de
dispensa de medicamentos, auxílio nutricional e reeducação alimentar e fisioterapia.
assistência ambulatorial e hospitalar, vigilância sanitária e epidemiológica e controle de doenças.
avaliação física preliminar, ambulatório psicossocial e cobertura vacinal.
triagem para primeiro atendimento, suporte de enfermagem e orientação sanitária.
No que se refere às competências da direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa correta:
Formular, avaliar e apoiar políticas de redes integradas de assistência de alta complexidade.
Definir e coordenar os sistemas de saneamento básico.
Formular, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição.
Participar na formulação e na implementação das políticas de controle das programações do meio ambiente.
Definir e coordenar os sistemas relativos aos ambientes de trabalho.
As comissões intersetoriais de âmbito nacional, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, integradas pelos Ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil, têm por finalidade articular políticas e programas de interesse para a saúde, cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, abrangerá, em especial, as atividades relacionadas:
ao bem-estar social e à economia
à ecologia e ao meio ambiente
à cultura e à tecnologia
aos recursos humanos
ao esporte e ao lazer
De acordo com o Decreto nº 7.508/2011, sobre as disposições preliminares, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
____________ é o espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde.
Perímetro de Saúde
Área de Saúde
Zona de Saúde
Região de Saúde
A intersetorialidade auxilia numa relação entre setores da saúde com outros setores afim de alcançar resultado mais eficazes. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta.
A intersetorialidade enxerga o cidadão na sua totalidade, com o trabalho conjunto com outros setores
O cidadão é visto nas suas necessidades individuais e coletivas
Demonstra que ações resolutivas em saúde requerem necessariamente parcerias
As parcerias como educação, trabalho, emprego, habitação, cultura, segurança não interferem na intersetorialidade somente a saúde tem relevância
A formação de enfermeiros(as), professores(as) enfermeiros(as) e de auxiliares e técnicos(as) de enfermagem tem relação com a manutenção e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) como política pública. Alguns aspectos podem ser relacionados à intenção de uma formação nessa direção – formar no e para o SUS. Assinale a alternativa correta.
Formar no e para o SUS é garantir a inserção dos estudantes estritamente na Estratégia Saúde da Família e nas Unidades Básicas de Saúde.
O SUS implica conhecimentos circunscritos às disciplinas de saúde coletiva.
A formação no e para o SUS implica assumir o SUS como um projeto de saúde e sociedade que trará implicações para o projeto político pedagógico e para a organização curricular.
Apenas no ensino de graduação, é fundamental privilegiar práticas que apoiem a formação para o trabalho em equipe interdisciplinar, já que os auxiliares e técnicos de enfermagem são supervisionados pelos enfermeiros.
Só faz sentido relacionar o SUS ao projeto de formação nas instituições escolares públicas, tanto de graduação como de educação profissional técnica de nível médio.
À direção nacional do Sistema Único da Saúde (SUS) compete:
I. formular, financiar, avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição;
II. participar na formulação e na implementação das políticas de controle das agressões ao meio ambiente, de saneamento básico e relativas às condições e aos ambientes de trabalho;
III. definir e coordenar os sistemas de redes integradas de assistência de alta complexidade, de rede de laboratórios de saúde pública, de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.
Analise os itens acima e assinale
se apenas os itens I e II estiverem corretos.
se apenas os itens I e III estiverem corretos.
se apenas os itens II e III estiverem corretos.
se todos os itens estiverem corretos.
O objetivo previsto no eixo estratégico intersetorialidade e diálogos multiculturais é:
criar práticas que oportunizem a formação de gestores na perspectiva da educação formal
qualificar a participação de profissionais de saúde nos processos de formulação, implementação, gestão e controle social das políticas públicas
fortalecer as práticas biomédicas de cuidado, no intuito de socializar tecnologias e perspectivas integrativas, bem como aprimorar sua articulação com o SUS
promover o encontro e a visibilidade dos diferentes setores e atores em sua diversidade, visando ao fortalecimento de políticas e ações integrais e integralizadoras
Esse programa trata a noção de acolhimento como:
uma postura ética que implica a escuta do usuário, o reconhecimento do seu protagonismo e a responsabilização pela resolução, com ativação de redes de compartilhamento de saberes
um mecanismo que permite o intercâmbio de informações e experiências, valorizando o processo de comunicação e permitindo constante troca de conhecimentos entre os atores envolvidos
a sobreposição entre diferentes sistemas discriminatórios como, por exemplo, racismo, sexismo, etarismo e opressão de classe
a inclusão de novos sujeitos nos processos de análise e decisão, ampliando as tarefas da gestão
Segundo as diretrizes desse programa, uma forma de enfrentamento às diversas formas de violências relacionadas ao trabalho na saúde é:
interromper a oferta de práticas integrativas e complementares para eliminar o estresse proveniente do trabalho na saúde
ampliar o etarismo, buscando evitar formas de discriminação sistemática contra as trabalhadoras por sua idade cronológica
ampliar metas de trabalho no primeiro mês após o retorno da licença-maternidade da profissional de saúde, visando à readaptação ao processo
promover o respeito aos direitos humanos atuando na eliminação do preconceito e da discriminação das mulheres transexuais, travestis no âmbito do trabalho na saúde
Indique a alternativa condizente a um dos objetivos da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS).
Desenvolvimento de estratégias de qualificação em Práticas Integrativas e Complementares para profissionais no SUS, em conformidade com os princípios e diretrizes estabelecidos para Educação Permanente.
Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável de comunidades.
Estímulo às ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral das ações.
Fortalecimento da participação social.
Garantia do acesso aos demais insumos estratégicos das Práticas Integrativas e Complementares, com qualidade e segurança das ações.