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Na busca de aperfeiçoamentos em uma estrutura tributária em um ambiente federativo, deve-se considerar que uma hipótese no modelo de Tiebout é que
os serviços públicos ofertados exibem economias ou deseconomias externas entre as comunidades.
o modelo desconsidera o tamanho de comunidade ótimo.
o modelo é comprometido se houver muitas jurisdições.
procura-se deixar a população constante no nível ótimo de tamanho das comunidades.
o modelo incorpora os impactos das restrições de oportunidades de emprego.
Em seus estudos a respeito da eficiência na provisão dos bens públicos, o economista Charles Tiebout
observa que os governos locais sempre irão estabelecer barreiras à chegada de novos moradores ao buscarem atingir a eficiência alocativa.
conclui que a centralização administrativa é a melhor resposta às demandas heterogêneas dos agentes por bens públicos.
ancora a construção de seu modelo teórico na premissa da não mobilidade dos agentes econômicos.
estabelece que não existe um tamanho ótimo para cada tipo de comunidade formada com base nas preferências por bens públicos e tributação.
utiliza o conceito de “bem público impuro”, não totalmente não excludente, nem totalmente não rival.
Considere os seguintes modelos teóricos de bens públicos: Lindahl, Tiebout, Samuelson e Musgrave.
Sobre as características e implicações de cada modelo, é correto afirmar que
o modelo de Lindahl propõe que o financiamento de bens públicos deve ocorrer através de um imposto fixo por indivíduo, independentemente do benefício marginal individual recebido.
no modelo de Tiebout, a mobilidade dos indivíduos entre diferentes jurisdições não contribui para a eficiência na provisão de bens públicos, pois não considera as preferências de consumo e disposição para pagar dos indivíduos.
o modelo de Samuelson é conhecido por propor que a provisão de bens públicos deve se basear no princípio do voto com os pés, onde os indivíduos se movem para diferentes regiões conforme suas preferências de consumo de bens públicos.
Musgrave, em seu modelo, destaca a importância do papel do governo na redistribuição de renda, na estabilização da economia e na alocação eficiente de recursos para a provisão de bens públicos.
no modelo de Lindahl, os preços dos bens públicos são determinados pela média das avaliações individuais, garantindo que todos paguem o mesmo valor pelo benefício marginal recebido.
O modelo teórico que parte do pressuposto que os indivíduos escolhem suas residências com base em suas preferências por bens públicos denomina-se:
Modelo de Pareto.
Modelo de Tiebout.
Modelo de Samuelson.
Modelo de Musgrave.
Modelo de Ramsey.


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Quanto maior for a covariância do ativo com a utilidade do consumo do agente, menor será o retorno esperado do ativo.
Em relação às formas de organização do Estado, pode-se dizer que:
pelo modelo de Tiebout, é possível induzir os agentes econômicos a revelarem suas preferências e disposições a pagar pela quantidade de bens públicos por meio da descentralização fiscal e livre mobilidade de pessoas entre os governos locais.
o modelo de Oats – cuja melhor organização do Estado se daria na forma de federalismo fiscal – assim como o modelo de Tiebout, faz uma análise da estrutura horizontal do setor público.
na análise de Roger Gordon, a descentralização completa do setor público é eficiente, pois permite que cada governo local tome suas decisões considerando os efeitos destas sobre outros governos locais.
a estrutura de governo descentralizada, com a presença de externalidades positivas, elimina a possibilidade de existência do problema do free rider.
a existência de “guerra fiscal” é uma possibilidade que surge devido a uma estrutura de governo totalmente centralizada.
A Companhia Gama apresenta os seguintes dados:
Valor de mercado do Capital de Terceiros: R$ 200.000,00. Valor de mercado do Capital Próprio: R$ 300.000,00. Taxa de juros paga pelo uso de capital de terceiros: 20% ao ano. Taxa de juros livre de risco: 8% ao ano. Prêmio por risco: 2% ao ano. Beta da empresa: 4. Utilizando-se o modelo CAPM para calcular o custo do capital próprio e supondo-se que a alíquota marginal dos tributos sobre o lucro da companhia é de 34%, o custo médio ponderado do capital (ao ano), em %, é igual a17,60.
16,00.
13,28.
15,25.
14,88.


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Sobre finanças públicas analise as afirmativas abaixo.
I. O modelo de Tiebout de gastos públicos tenta mostrar que os dispêndios públicos em nível local elevam as probabilidades de alocação ótima de recursos quando comparado ao dispêndio em nível nacional, dada a maior aproximação dos indivíduos com os executores da política governamental.
II. A curva de Laffer mostra a relação ambígua entre aumentos de alíquota e aumentos de receita tributária, havendo um nível de alíquota que maximiza a receita. A partir desse ponto a elevação da alíquota é contraproducente, pois produz uma evasão e/ou um desestímulo às atividades formais em nível superior ao aumento da alíquota, resultando em perda de receita.
III. A elasticidade-preço da demanda mede a mudança percentual na quantidade demandada do bem em resposta a uma alteração percentual no preço. Quanto menos elástica a curva de demanda e mais elástica a curva de oferta, maior parcela dos impostos recai sobre os produtores.
IV. A elasticidade-preço da demanda mede a mudança percentual na quantidade demandada do bem em resposta a uma alteração percentual no preço. Quanto menos elástica a curva de demanda e mais elástica a curva de oferta, menor será o ônus tributário para os consumidores.
V. Por incidirem sobre o indivíduo, os impostos diretos estão associados à capacidade de pagamento de cada contribuinte. Os impostos indiretos, por sua vez, incidem sobre as atividades ou objetos, como consumo, vendas ou propriedades, independentemente das características do indivíduo que executa a transação ou é o proprietário.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
I, II e III
III e IV
II, IV e V
I, II e V
III e V
No modelo de precificação de ativos CAPM,
quanto maior o Beta do Título, menor o seu retorno esperado.
a diferença entre o retorno esperado do mercado e da taxa de juros livre de risco é normalmente negativa.
a inclinação da linha de mercado de títulos, medindo- se o coeficiente Beta na linha horizontal, é o inverso da diferença entre o retorno esperado do mercado e da taxa de juros livre de risco.
o Beta do título é calculado pela razão entre a covariância entre os retornos esperados do título e os retornos de mercado e a variância do mercado.
o beta médio da carteira de mercado é igual a zero.
Os consumidores estão dispostos a receber menor retorno do ativo com risco, caso este seja capaz de protegê-los contra um baixo consumo futuro.
Com base no modelo de Tiebout, é correto afirmar que
a elevação da taxa de inflação, tudo o mais constante, vai diminuir a carga tributária dos entes da federação, estimulando-os a procurarem outras hipóteses de incidência para seus tributos.
os impostos sobre vendas não cumulativos de competência dos entes da federação com alíquotas fixas favorecerão os estados cuja produção seja maior que o consumo.
a guerra fiscal entre estados pode ser evitada por meio da adoção do princípio da tributação no destino para os impostos sobre vendas não cumulativos de competência estadual.
as estruturas tributárias dos estados pertencentes a uma mesma federação vão ser semelhantes no longo prazo, devido à possibilidade de migração do cidadão de um estado para o outro sem perder sua nacionalidade.
a redistribuição da arrecadação dos impostos do ente confederado para os estados da federação deve ter como um de seus objetivos reduzir as disparidades regionais de renda.


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No modelo CAPM (capital asset pricing model), o coeficiente beta é utilizado para medir o risco sistemático, definido como o grau de suscetibilidade de um ativo às variações macroeconômicas que afetam o mercado de modo total.
De acordo com o modelo CAPM, a carteira de mercado de ativos pertence à fronteira eficiente, e o prêmio de risco dos ativos individuais será inversamente proporcional ao prêmio de risco da carteira de mercado.
No Capital Asset Pricing Model (CAPM), o coeficiente ¦Â ¨¦ uma estimativa da
taxa de juros vigente para o ativo livre de risco.
taxa de rentabilidade de longo prazo do ativo que está sendo precificado.
remuneração exigida pelos investidores para aplicarem seus recursos em um ativo que reproduza a carteira de mercado.
medida de aversão ao risco dos investidores atuantes no mercado do ativo que está sendo precificado.
magnitude do risco sistemático do ativo que está sendo precificado, comparativamente ao risco sistemático da carteira de mercado.
Na ausência de imperfeições de mercado, o valor de uma empresa independe de sua estrutura de capital.


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