Questões de Concurso sobre Multiplicador Keynesiano - Página 2 | Gran Questões

Questões de Concurso sobre Multiplicador Keynesiano

 
 
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Em uma economia fechada e sem governo, o multiplicador keynesiano

A
atinge seu máximo quando a propensão a poupar é igual à propensão a consumir.

B
aumenta quando a propensão a consumir diminui.

C
depende da propensão a consumir, mas não depende da propensão a poupar.

D
difere do multiplicador keynesiano em uma economia com governo.

E
não sofre alteração se houver abertura da economia.

Num modelo keynesiano simples para uma economia fechada, a propensão marginal a consumir é 0,8. Um aumento dos gastos do governo de $ 1 000 eleva o produto em $ 2 500. A carga tributária dessa economia é


A

10%.


B

15%.


C

25%.


D

30%.


E

40%.

Supondo o modelo keynesiano de determinação da renda com consumo, investimento e governo, a renda de equilíbrio será maior quando

A
a propensão marginal a consumir se aproximar da unidade.

B
a alíquota tributária se aproximar da unidade.

C
o consumo autônomo diminuir.

D
o investimento autônomo diminuir.

E
o gasto público autônomo diminuir.
Pela teoria Keynesiana da determinação da renda podese afirmar que:

A
O consumo não é uma função da renda.

B
A renda é uma função do consumo.

C
Uma mudança num componente autônomo da demanda agregada provoca uma mudança ainda maior na renda de equilíbrio.

D
A política fiscal não afeta a renda de equilíbrio.
Imagem associada para resolução da questão

A
uma elevação nos gastos públicos gera, por assim dizer, o mesmo efeito que uma variação nos investimentos, de magnitude igual ao montante de qualquer gasto vezes o multiplicador keynesiano.

B
o multiplicador da arrecadação de impostos será igual ao multiplicador dos gastos governamentais somente nos casos em que a arrecadação de impostos independe da renda.

C
um aumento dos impostos autônomos atua como um redutor da despesa autônoma da economia, sem que isso afete a grandeza do multiplicador keynesiano dos gastos.

D
haverá um impacto positivo sobre a renda em magnitude igual ao montante dos gastos públicos, mesmo o governo gastando exatamente o que arrecada, na hipótese de orçamento equilibrado.

Segundo o modelo keynesiano simples de determinação da renda, um aumento da propensão marginal a importar:


A

reduz a renda de equilíbrio da economia;


B

aumenta o multiplicador de gastos da economia aberta;


C

reduz as exportações;


D

torna o multiplicador do orçamento desequilibrado;


E

eleva o déficit da balança comercial.

Considerando uma economia fechada e sem governo, uma renda de equilíbrio de 550 e, simultaneamente, um multiplicador de investimentos de 2,5 são consistentes com investimento e função consumo dados, respectivamente, por

A
70 e C = 150 + 0,60y.

B
50 e C = 160 + 0,70y.

C
10 e C = 100 + 0,80y.

D
20 e C = 200 + 0,90y.

E
60 e C = 180 + 0,75y.
Considere uma economia com consumo C = 18 + 0,5 Yd, em que Yd seja a renda disponível, o investimento seja igual a R$ 12, os gastos autônomos do governo sejam de R$ 8 e os tributos cobrados, iguais a R$ 5. Se ocorrer, nessa economia, um aumento de R$ 6 nos gastos do governo, o efeito do multiplicador keynesiano será um aumento, na renda de equilíbrio, igual a cinco vezes o aumento nos gastos do governo.

C
Certo

E
Errado

Considerando o conceito do multiplicador keynesiano da renda, é correto afirmar que:


A

A participação do governo na economia, por meio da cobrança de impostos, não reduz o multiplicador de renda.


B

O multiplicador de renda ressalta o papel preponderante da oferta, que possui limitações de crescimento, na determinação da renda.


C

O multiplicador em economias, com maior propensão marginal a consumir, é maior do que em economias com maior propensão marginal a poupar.


D

A existência da propensão marginal a importar, em uma economia aberta, torna o multiplicador maior quando comparada a uma economia fechada.


E

Considerando uma economia fechada e sem governo, se a propensão marginal a consumir for igual a 0,4, então o valor do multiplicador será igual a 3.

Em um modelo keynesiano simples para uma economia fechada e sem governo, a propensão marginal a consumir (c) representa 20% da renda. Nesta economia, um aumento de 1.600 unidades monetárias em investimentos levará a um acréscimo na renda total de:

A
8.000 unidades.

B
6.000 unidades.

C
2.000 unidades.

D
4.000 unidades.
Considerando o modelo keynesiano, com consumo, investimento, governo e setor externo, um aumento na propensão marginal a importar e uma redução da propensão marginal a consumir,

A
têm efeito ambíguo sobre a renda de equilíbrio.

B
elevam a renda da economia pois o efeito do aumento das importações se sobrepõe à queda do consumo.

C
reduzem o nível de produção de equilíbrio, pois ambos tem efeito inversamente proporcional sobre a renda de equilíbrio.

D
afetam o multiplicador de gastos do governo, elevando o nível de renda pela ampliação da demanda.

E
elevam a demanda de não residentes por produtos feitos localmente, melhorando o saldo da balança comercial mas piorando a renda pela redução do consumo.
O resultado de um aumento de gastos do Governo, no mesmo montante do aumento dos tributos, pelo teorema do orçamento equilibrado, é

A
a permanência da renda no mesmo volume, ou seja, manutenção do equilíbrio.

B
uma redução da renda equivalente ao aumento dos gastos governamentais vezes a propensão a poupar.

C
uma redução da renda, em decorrência do multiplicador dos tributos.

D
um aumento da renda equivalente ao aumento dos gastos governamentais vezes a propensão a consumir.

E
um aumento na renda equivalente ao montante do aumento dos gastos governamentais.

Considere o modelo Keynesiano simples, expresso pelas seguintes equações:

Imagem associada para resolução da questão

onde C = consumo, Y = produto da economia, A = gastos autônomos de investimento (I) e de governo (G). Não há impostos, e a e b são parâmetros da função consumo. Supondo-se que b = 0,8, o multiplicador dos gastos autônomos será igual a


A
1,6

B
2,4

C
3,0

D
4,0

E
5,0
A propensão marginal a consumir consiste na suposição de que o aumento no consumo é proporcionalmente maior que o aumento da renda disponível para manter a demanda agregada aquecida.

C
Certo

E
Errado

Os deslocamentos adicionais na demanda agregada que ocorrem quando uma política fiscal expansionista aumenta a renda e, portanto, aumenta as despesas de consumo denominam-se


A

efeito multiplicador.


B

efeito estabilização.


C

efeito deslocamento.


D

efeito crawling-peg.


E

efeito Phillips.

   
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