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Ao realizar a troca de fixação do cateter venoso periférico da Sra. M.A., o técnico em enfermagem observa eritema no local de inserção do cateter e a paciente refere ausência de dor nesse local. Para fins de acompanhamento de sua evolução, o profissional deve registrar, em sua comunicação escrita, ocorrência de flebite:
Sobre a técnica de acesso periférico, é correto observar:
é indicada quando há necessidade de via de acesso para infusão de soluções e/ou medicamentos.
para melhor visualizar a veia, garrotear 20 a 30 cm acima do local de inserção proposto – de preferência no membro superior.
introduzir o cateter venoso na pele, com o bisel voltado para baixo, a um ângulo de 15° a 30°, até a cateterização do vaso.
realizar a antissepsia do local com algodão embebido em álcool 70%, no sentido do distal para o proximal, três vezes.
O uso de dispositivos intravenosos é comum em ambientes de assistência à saúde e tem como principal complicação as infecções. Ao avaliar o local de inserção de um cateter periférico, o enfermeiro verifica os seguintes sinais: eritema, edema, endurecimento e cordão fibroso palpável de 1,5 cm, com drenagem purulenta e dor local referida. O grau de flebite corresponde a:
1.
2.
3.
4.
5.
O ritmo respiratório caracterizado por frequência e profundidade da respiração aumentada, e que representa a tentativa do corpo para diminuir a cetoacidose diabética, é denominado de
Kussmaul.
Taquipneia.
Cheyne-Stokes.
Biot.
O ângulo que deve ser utilizado para a inserção do cateter periférico para terapia intravenosa é de:
15 a 30º ao utilizar o método direto e de 30 a 45º ao utilizar o método indireto.
30 a 45º independentemente se for utilizar o método direto ou indireto.
30 a 60º ao utilizar o método direto e de 60 a 90º ao utilizar o método indireto.
30 a 45º ao utilizar o método direto e de 15 a 30º ao utilizar o método indireto.
60 a 90º ao utilizar o método direto e de 30 a 60º ao utilizar o método indireto.
A utilização do cateter totalmente implantável tem se tornado rotina nos centros de tratamentos oncológicos por conferir maior conforto para o paciente, durabilidade, menor risco de infecção e extravasamento de medicações que podem irritar e ferir o local de aplicação dos quimioterápicos. “São tubos flexíveis radiopacos feitos de silicone, poliuretano ou de teflon. Possuem uma câmara de titânio em uma das extremidades. A parte central dessa câmara é uma membrana de silicone chamada septo, na qual são realizadas as punções para acesso ao dispositivo.” (INCA). A punção e a coleta de sangue através deste dispositivo deverão ser efetuadas por enfermeiro treinado, com técnica totalmente asséptica. Sabendo que as veias cefálica, subclávia e jugulares são veias de escolha para a punção e o implante do cateter pode ter outras localizações como arterial, peritoneal ou intraespinhal, o reservatório puncionável de qualquer tipo de localização deve estar
apoiado na região do pescoço, logo acima da clavícula, alojado no tecido subcutâneo.
estar apoiado em uma protuberância óssea da região torácica alojada no tecido subcutâneo.
implantado no abdômen alojado no tecido subcutâneo na região do músculo reto abdominal.
apoiado em uma protuberância óssea da região torácica alojado abaixo do músculo do peitoral maior.
Sobre os cuidados com o cateter venoso periférico, assinale a alterantiva correta.
Deve-se utilizar luva estéril para puncionar o cateter venoso periférico.
Deve-se realizar degermação com PVPI degermante seguida de antissepsia com Clorexidina alcoólica antes da punção do cateter venoso periférico.
Deve-se utilizar cobertura estéril para proteger o sítio de inserção do cateter venoso periférico, podendo ser curativo semioclusivo ou membrana transparente semipermeável.
Deve-se estabilizar o cateter venoso periférico com micropore ou esparadrapo não estéreis.
Deve-se trocar a cobertura ou fixação com micropore do cateter venoso periférico em intervalos pré-estabelecidos.
Paciente grave em ventilação mecânica, com uso de droga vasoativa, palidez cutânea, PA:60/30mmHg, FC= 136 bpm, T= 37,1ºC, Hb=5,8g/dl. O médico puncionou um acesso venoso central de duplo lúmen e prescreveu 3 unidades de Concentrado de Hemácias (CH). Assinale a alternativa correta.
Não iniciar a infusão de CH, pois o paciente está com febre.
Pausar a droga para infusão do CH, pois hemocomponentes devem ser infundidos em via de administração única.
Infundir CH e a droga na mesma via, pois melhora a eficiência de ambas.
Infundir a medicação e CH em vias separadas, para evitar hemólise.
Não infundir CH, pois o paciente está hipotenso.
Para a manutenção do cateter de inserção periférica é necessário avaliar os seguintes critérios:
Permeabilidade, integridade, presença de edema no local da inserção ou sangramento no curativo, ocorrência de complicações e ponta do cateter posicionada em artéria umbilical, constatada por imagem radiológica.
Permeabilidade, integridade, presença de exsudato ou sangramento no curativo, ocorrência de complicações e ponta do cateter posicionada em veia cava inferior ou superior, constatada por imagem radiológica.
Permeabilidade, integridade, presença de exsudato ou sangramento no curativo, ocorrência de complicações e ponta do cateter posicionada em átrio direito inferior ou superior, constatada por imagem radiológica.
Permeabilidade, integridade, presença de exsudato ou sangramento no curativo, ocorrência de complicações e ponta do cateter posicionada em veia pulmonar inferior ou superior, constatada por imagem radiológica.
Permeabilidade, integridade, presença de exsudato ou sangramento no curativo, ocorrência de complicações e ponta do cateter posicionada em artéria pulmonar direita superior, constatada por imagem radiológica contrastada.
A flebite resulta de causas clínicas, mecânicas ou bacterianas. De acordo com a escala de flebite, quando o paciente apresenta dor no local de acesso venoso, com eritema e/ou edema, formação de estrias e cordão venoso palpável, a flebite é classificada no grau
0.
1.
2.
3.
4.
Um enfermeiro solicitou que um técnico de enfermagem posicionasse um paciente para que ele pudesse realizar a retirada de um cateter venoso central.
Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a posição correta do paciente para a realização do procedimento.
decúbito lateral direito
decúbito lateral esquerdo
decúbito ventral
decúbito de Fowler
decúbito dorsal horizontal
No exame clínico, os padrões respiratórios são achados importantes para o planejamento da assistência ao cliente. A correta definição do padrão hipoventilação é
respiração lenta, frequência reduzida ou irregular.
respiração rápida e superficial.
respiração superficial e irregular.
aumento na frequência e na profundidade.
um ciclo em que as respirações aumentam gradualmente em frequência e profundidade e em seguida diminuem.
A punção venosa é feita para coletar sangue e administrar fluidos e medicamentos. Dentre as suas principais complicações, assinale a alternativa incorreta.
Infecção e sepse
Anemia hemolítica
Necrose do tecido perivascular
Celulite no tecido subjacente
Em relação à punção venosa, associe corretamente as colunas a seguir.
1. Região da mão.
2. Região dos membros inferiores.
3. Região dos membros superiores.
( ) Veias de última escolha: veia safena magna.
( ) Braço (cefálica e basílica), antebraço (cefálica, cefálico-acessória, basílica, intermediária do antebraço).
( ) Veia basílica, veia cefálica e veias metacarpianas dorsais.
A sequência está correta em
2, 3, 1.
2, 1, 3.
1, 3, 2.
1, 2, 3.
Sr. F.G.M.S., 57 anos, deu entrada na UPA, com diagnóstico de Acidente Vascular Encefálico (AVE), com quadro torporoso, reagindo a estímulos dolorosos, PA: 184 x 127 mmHg, FR: 26 ipm, Tax° 37,8° C, hemiplegia D, desvio de comissura labial e período de aumento e diminuição de hiperpnéia que se alternava com período mais curto de apnéia. Que padrão respiratório pode considerar para o paciente em questão?
Cheyne-Stokes.
Hiperventilação Neurogênica Central.
Apneustica.
Biot.
Kussmaul.
Considerando os tipos de acesso vascular para hemodiálise, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A fístula arteriovenosa autóloga é formada pela anastomose subcutânea entre uma veia e uma artéria, permitindo o fluxo de sangue direto da artéria para a veia e, consequentemente, oferecendo fluxo de sangue adequado para a circulação extracorpórea.
( ) O enxerto arteriovenoso é considerado o acesso de primeira escolha para hemodiálise, visto que as agulhas são inseridas na prótese tubular, sendo esta de material sintético, o que proporciona maior vida útil do acesso e menos complicações.
( ) O cateter venoso é indicado para necessidades agudas, como pacientes que apresentam lesão renal aguda ou aqueles com insuficiência renal em estágio terminal que necessitam de hemodiálise em caráter de urgência.
( ) A fístula arteriovenosa autóloga não pode ser utilizada imediatamente após a sua confecção, sendo necessário aguardar aproximadamente seis semanas para que ocorra a dilatação da artéria nutriente e da veia.
Assinale a sequência correta.
V, F, V, V
F, V, F, V
V, F, V, F
F, V, F, F