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Faz parte da competência técnica do Auxiliar de Enfermagem coletar amostras de sangue para exames preventivos ou que ajudem a investigar alterações e/ou problemas nas pessoas.
Essa coleta de sangue é denominada
A equipe de enfermagem é responsável pela inserção e manutenção de acessos venosos periféricos. Realizam cuidados técnicos recomendados a fim de prevenir e reduzir o risco de aquisição de infecções primárias de corrente sanguínea. Com relação aos cuidados relacionados à inserção e manutenção de cateteres periféricos, é correto afirmar que:
a troca do cateter periférico em adultos deve ocorrer no período de 72 a 96 horas e, nos casos de dificuldade de novas punções, deve-se avaliar o cateter, a integridade da pele, a duração e o tipo da terapia prescrita para a manutenção do mesmo.
os cateteres selecionados devem ser de maior calibre e comprimento, por reduzirem o risco de flebite mecânica e permitirem a menor obstrução do fluxo sanguíneo dentro da veia.
a cobertura da punção deve ser estéril, podendo ser semi oclusiva ou membrana transparente semipermeável; a troca deve ser realizada a cada 24 horas e o sítio de inserção protegido com plástico durante o banho, independentemente do tipo de cobertura.
a permeabilidade dos acessos vasculares deve ser mantida com cloreto de sódio 20% antes e após a administração do uso para promover e manter o fluxo e prevenir a interação de medicamentos e soluções.
o cateter periférico instalado em situação de emergência e com comprometimento da técnica asséptica deve ser trocado em até 36 horas e, nos casos de suspeita de contaminação, complicações ou mau funcionamento, deverá ser retirado.
A obtenção de um acesso venoso periférico é um procedimento rotineiramente realizado pela equipe de enfermagem. Assinale a alternativa que relaciona corretamente as veias de primeira escolha para a punção venosa periférica em crianças.
Safena interna, safena externa, poplítea, arco dorsal e veias marginais interna e externa.
Ramos das veias cefálica e basílica e veias do arco venoso.
Temporal superficial, supraorbitária, occiptal, auricular posterior e facial posterior
Cefálica, basílica, mediana basílica, cefálica acessória, mediana cefálica e mediana antebraquial.
Jugular externa e axilar.
Os acessos venosos centrais são comuns na rotina do enfermeiro que trabalha na unidade de internação e de terapia intensiva, é muito importante o conhecimento das complicações desde a implantação desses cateteres. Assinale a alternativa correta.
O cateter que apresenta maior risco de complicações no momento da implantação é o cateter venoso central implantado por punção de veia jugular externa.
O cateter que apresenta maior risco de complicações no momento da implantação é o cateter venoso central implantado por punção de veia subclávia esquerda.
O cateter que apresenta maior risco de complicações no momento da implantação é o cateter venoso central implantado por flebotomia em membro inferior esquerdo.
O cateter que apresenta maior risco de complicações no momento da implantação é o cateter venoso central implantado por punção de veia jugular direita.
Responda Verdadeiro (V) ou Falso (F) sobre a inserção de cateter venoso periférico para medicações e os cuidados de enfermagem e assinale a alternativa que traz a SEQUÊNCIA CORRETA:
(__) Escolher o local para o acesso venoso periférico da porção mais proximal à distal, quando houver necessidade de inserções posteriores.
(__) Assegurar técnica asséptica durante todo o procedimento.
(__) Utilizar o mesmo cateter para cada tentativa de punção.
V – V – F.
V – F – F.
V – F – V.
F – V – F.
F – F – V.
Em relação ao controle de frequência respiratória, a bradipneia: indica:
Frequência respiratória acima do normal
Parada respiratória
Frequência respiratória normal
Parada respiratória momentânea
Frequência respiratória abaixo do normal
Para garantir a segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde, a ANVISA recomenda medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde. Para a correta prevenção de infecção relacionada ao uso de cateteres endovenosos (intravascular) periféricos, as seguintes recomendações estão corretas, EXCETO:
deve-se fazer higiene das mãos com água e sabonete líquido quando estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros fluidos corporais.
evitar agulha de aço para a administração de fluidos ou medicamentos que possam causar necrose tecidual se ocorrer extravasamento.
o sítio de inserção do cateter intravascular não deverá ser tocado após a aplicação do antisséptico, salvo quando a técnica asséptica for mantida.
pacientes neonatais e pediátricos podem ser puncionados nas veias da cabeça, do pescoço e de membros inferiores.
o uso de luvas não substitui a necessidade de higiene das mãos. No cuidado específico com cateteres intravasculares, a higiene das mãos deverá ser realizada antes de tocar o sítio de inserção do cateter, não havendo necessidade de higienizá-las após tocar o sítio de inserção do cateter.
Sra. M.H.S., 18 anos, portadora de Diabetes Mellitus tipo 1, admitida na UPA por quadro de Cetoacidose Diabética, após ingestão de bebida láctea industrializada (Milkshake de Ovomaltine). Ao exame, apresentou quadro de respiração profunda e trabalhosa, hipotensão, pulso fraco e filiforme, dor abdominal, cãimbras em MMII, glicemia atual 528 mg/dl, níveis séricos de Na+ e K+ baixos, níveis elevados de uréia e creatinina. Que padrão respiratório é caracterizado no quadro clínico descrito?
Hiperpnéia.
Biot.
Cheyne-Stokes.
Apneustica.
Kussmaul.
Qual a posição adequada do bisel da agulha quando da realização de uma punção venosa no dorso da mão direita, com técnica asséptica e escolha do cateter?
O bisel da agulha deverá estar ângulo de 90 graus.
O bisel da agulha deverá estar voltado para cima.
O bisel da agulha deverá estar voltado para baixo.
O bisel da agulha deverá estar esterilizado.
O bisel da agulha deverá estar protegido.
Sobre a assistência de enfermagem no manuseio de dispositivos venosos, considere as afirmativas a seguir.
I. Acessos vasculares devem ter sua permeabilidade mantida com a infusão de cloreto de sódio 0,9% antes e após o uso, para manter o fluxo e prevenir a mistura de medicamentos.
II. O sítio de inserção do cateter intravascular não deverá ser tocado após a aplicação do antisséptico, salvo quando a técnica asséptica for mantida.
III. Durante o banho, o sítio de inserção do cateter deve ser protegido com plástico, quando utilizada cobertura permeável.
IV. A troca da fixação dos cateteres periféricos deve restringir-se a uma periodicidade preestabelecida e não por demanda, como, por exemplo, sujidade ou umidade.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas I e II são corretas.
Somente as afirmativas I e IV são corretas.
Somente as afirmativas III e IV são corretas.
Somente as afirmativas I, II e III são corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
Acerca do cateter venoso percutâneo central (conhecido como cateter PICC), assinale a afirmativa correta.
Deve ser utilizado apenas em pacientes internados em UTI e UCO.
Tem como objetivo, dentre outros, manter acesso venoso com menor risco de infecção.
É indicado nas situações de difícil acesso venoso periférico por repetidas punções anteriores.
A sua inserção é de competência de todo enfermeiro com especialização em terapia intensiva.
A punção venosa periférica é o procedimento realizado quando há necessidade de coletar sangue ou administrar medicações e/ou soluções por via endovenosa no paciente, seja para hidratação, tratamento ou profilaxia. Quanto à coleta, infusão e instalação do cateter em trajeto venoso, é correto afirmar:
para facilitar a punção, solicite que o paciente mantenha o braço imóvel; introduza primeiro o cateter na pele, instale o garrote e finalize, inserindo o dispositivo na veia.
para infusão contínua de solução, antes da punção, conecte o equipo ao frasco de solução, retire o ar e, se necessário, conecte tubo extensor.
para impedir refluxo sanguíneo, salinize o cateter com soro fisiológico 20% antes da instalação, exponha o local de aplicação e verifique as condições da veia.
para estabilização do dispositivo, introduza o cateter venoso na pele, com o bisel voltado para baixo, a um ângulo aproximado de 90 graus.
para coleta de sangue, após a retirada do volume necessário, remova o cateter, encape a agulha e despreze-a em caixa de perfurocortante.
O cateter totalmente implantado, ou Port-a-cath, é um dispositivo de borracha siliconizada cuja extremidade distal se acopla a uma câmera puncionável. Com relação ao Port-a-cath, indique verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações a seguir.
( ) Dispensa punção percutânea.
( ) Não limita as atividades do paciente.
( ) A punção do Port-a-cath pode ser realizada por qualquer profissional.
( ) A punção deve ser realizada com agulha do tipo Huber.
( ) Pode ser venoso.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência indicada corretamente, de cima para baixo.
V, V, F, V, F.
F, F, V, V, F.
F, V, F, V, V.
F, V, V, F, V.
V, F, F, F, V.
A taquipneia é definida como a elevação do número de incursões respiratórias por minuto (ir/min) sendo diagnosticada nos recém-nascidos quando está acima de
20/min.
40/min.
50/min.
60/min.
O cateter central de inserção periférica (PICC/CCIP) é uns dos cateteres mais utilizados em recém-nascidos prematuros e pode ser inserido por um enfermeiro qualificado e capacitado para tal procedimento. A principal recomendação para que não haja complicações e intercorrências com esse dispositivo é
fazer diariamente a troca da película transparente que envolve o cateter para que não haja saída acidental do mesmo.
utilizar seringa de 3 mL para a permeabilização, a fim de evitar a obstrução parcial ou total do dispositivo.
utilizar álcool 70% para realizar antissepsia das conexões, evitando, assim, infecções relacionadas ao cateter.
após infusão de hemoderivados, permeabilizar o cateter com solução de heparina para evitar formação de trombos.
nos prematuros menores que 28 semanas, fazer exame radiológico diário para prevenir a migração espontânea da ponta do cateter.
Na passagem de plantão, a enfermeira foi informada de que M.P., 62 anos, estava recebendo papa de hemácias por cateter venoso periférico instalado na veia basílica. A punção dessa veia deve ser realizada
no membro inferior.
no membro superior.
na face anterior do pescoço.
no dorso do pé.
na virilha.
Sobre a reinserção da agulha enquanto a cânula estiver no vaso, é correto afirmar que o procedimento é
indicado para recém-nascido e idosos, pois são veias de difíceis punções.
realizado para tentar localizar a veia e, evita-se, com isso, uma nova punção.
contraindicado devido a riscos de corte da cânula e de embolismo.
indicado somente para recém-nascido, pois são veias de difíceis punções.
indicado se seguidas as técnicas corretas, evitando riscos de corte.
Em relação à venóclise, recomenda-se:
que os acessos periféricos sejam trocados em intervalos de 72 horas e sempre que necessário.
puncionar as veias periféricas da prega do cotovelo e a do dorso das mãos.
a técnica em "Z", pois promove a vedação do trajeto no espaço intramuscular.
repouso absoluto, o que evita embolia gasosa.
esticar a pele na introdução da agulha, com o bisel voltado para baixo, mantendo-se um ângulo de 45°.