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A coleta de sangue para a dosagem de ciclosporina (CSA) pela via na qual essa substância foi infundida resultará em um valor falsamente elevado, mesmo utilizando o método de descarte de sangue antes da coleta da amostra que será analisada.
A utilização do cateter venoso central semi-implantado imediatamente após sua instalação não é aconselhável, devendo ser aguardado um prazo de 24 h para manipulação das vias, visto que há um risco grande de migração do circuito por se tratar de cateter tunelizado.
No momento em que se decide a necessidade de um acesso venoso profundo, assinale abaixo a assertativa em que a indicação do procedimento corresponde à primeira opção de via de punção.
Hemodiálise – veia femoral direita ou veia femoral esquerda.
Nutrição parenteral – veia subclávia direita ou veia subclávia esquerda.
Parada cardiorrespiratória – veia jugular interna direita ou veia subclávia esquerda.
Cateter de artéria pulmonar – veia jugular interna esquerda ou veia subclávia esquerda.
Devido ao bom fluxo e refluxo venoso do acesso e ao tempo de punção, não será necessária nenhuma modificação, podendo-se utilizar o referido acesso para início imediato do tratamento quimioterápico.
É necessária a troca do acesso venoso por outro de acesso central, uma vez que drogas vesicantes/irritantes em infusão de uso prolongado não devem ser administradas por acesso periférico.
Segundo Silva e Nogueira (2004), a remoção do cateter epicutâneo em um recém-nascido requer o seguinte cuidado pelo(a) enfermeiro(a):
Se houver resistência, pode-se utilizar compressas frias locais, a fim de se promover vasoespasmo e facilitar a saída do mesmo.
Fazer movimentos de rotação do membro para diminuir a contratura muscular e facilitar a retirada do cateter.
Remover de forma asséptica, delicadamente, a fim de evitar o risco de embolia gasosa ou rompimento do corpo do cateter.
Aplicar antisséptico no local e compressas mornas de rotina para se evitar a formação de abscessos.
A cateterização venosa periférica pode apresentar complicações locais, como a flebite, que resulta no aparecimento de inflamação do tecido subcutâneo próximo ao local da punção e está relacionada, principalmente, à contaminação do local de inserção do cateter.
No procedimento de inserção de cateter periférico intravenoso, é fundamental a higienização das mãos e o uso de luvas estéreis. O preparo da pele do paciente no local de inserção deve ser feito preferencialmente com PVPI alcoólico.
É necessário que as conexões (juntas) do sistema sejam mantidas bem ajustadas, de forma a se evitar extravazamento da solução, contaminação ou refluxo sanguíneo.