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A Escala de Cincinnati (Cincinnati Prehospital Stroke Scale- CPSS) é uma ferramenta para o diagnóstico de casos agudos de AVC idealizada para o contexto pré-hospitalar, na qual o profissional avalia rapidamente no paciente apenas três parâmetros, que são:
pupilas anisocóricas, perda de força em um dos membros superiores e disartria.
assimetria facial, perda de força em um dos membros superiores e disartria.
confusão mental, perda de força em um dos membros superiores e dislalia.
assimetria facial, perda de força em um dos membros superiores e dislalia.
Os déficts neurológicos motores que podem ser apresentados pelo paciente com quadro clínico de Acidente Vascular Cerebral, incluem, EXCETO:
disartria.
ataxia.
diplopsia.
hemiplegia.
Os acidentes vasculares cerebrais podem ser classificados como não-hemorrágicos ou hemorrágicos. Nas duas situações há interrupção do suprimento sanguíneo para o cérebro, que pode resultar em déficits neurológicos permanentes. São cuidados de enfermagem essenciais ao cliente acometido por acidente vascular cerebral, EXCETO:
Implementar cuidados para prevenir adução de ombro, como: adequado posicionamento e apoio ao braço sobre travesseiro ou mesa enquanto o cliente permanece sentado.
Observar sinais de disfagia e incluir cuidados como: manter cabeceira elevada ou posicionar o cliente sentado, oferecer o alimento do lado sadio da boca, pausadamente e em pequenas porções.
Avaliar se cliente apresenta déficit do campo visual e instituir cuidados, como: colocar objetos e abordar o cliente do lado em que o campo visual está íntegro.
Avaliar sinais de distúrbio hidroeletrolítico e incluir cuidados como: avaliar e monitorar nível de orientação (tempo e espaço), pesar o cliente diariamente, controlar ingesta hídrica e anotar eliminações urinárias rigorosamente.
Paciente vítima de AVC, ao ser avaliado pelo enfermeiro, apresenta abertura ocular espontânea, reponde às perguntas de forma confusa e apresenta flexão anormal a estímulos dolorosos. De acordo com a pontuação obtida na Escala de Coma de Glasgow este paciente está:
em coma superficial.
em coma profundo.
em estado vegetativo.
normal.
em coma intermediário.
A autorregulação cerebrovascular é normalmente capaz de manter um fluxo sanguíneo relativamente constante, que é ajustado de acordo com as exigências metabólicas. A interrupção da irrigação sanguínea e a consequente falta de glicose e oxigênio provocam uma diminuição ou parada da atividade funcional na área afetada do cérebro.
O AVE pode ser causado por dois mecanismos distintos, caso se considere sua respectiva fisiopatologia, que são a isquemia (85%) ou a hemorragia (15%). O AVE hemorrágico ocorre quando falta suprimento sanguíneo no cérebro, frequentemente causada pela formação de uma placa aterosclerótica ou pela presença de um coágulo, que chega através da circulação de uma outra parte do corpo.
É estimado que o traumatismo cranioencefálico (TCE) seja responsável por 200 a 300 admissões hospitalares por 100 mil habitantes/ano, em países como Inglaterra e Estados Unidos.
Considerando a fisiopatologia envolvida nos cuidados ao paciente vítima de TCE, assinale a alternativa INCORRETA.
As fraturas de crânio são encontradas em 80% dos casos fatais, mas não há uma correlação direta entre a presença de fratura e de alterações cerebrais. Assim, o enfermeiro deve avaliar e registrar essa informação para o planejamento das intervenções de enfermagem.
As alterações secundárias ao TCE se desenvolvem somente entre algumas horas após o evento traumático. Não é necessário atentar para alterações secundárias dias após a internação em UTI.
Várias alterações secundárias ao TCE são consequência de alterações circulatórias e respiratórias, sendo que parâmetros como hipotensão arterial e a hipóxia são os principais fatores determinantes do prognóstico de TCE grave e devem ser rigorosamente monitorizados pelo enfermeiro.
O inchaço cerebral, no TCE, é o resultado da vasodilatação consequente à perda da autorregulação cerebral.
Uma mulher de 78 anos está sendo avaliada para uma possível terapia trombolítica decorridas 2 horas do aparecimento de enfraquecimento do braço direito e afasia. A opção que representa uma contraindicação à terapia trombolítica é:
Idade superior a 70 anos.
Acidente vascular encefálico relacionado à hipertensão.
Infarto cerebral bilateral.
Acidente vascular encefálico hemorrágico.
Edema agudo de pulmão.
A circulação posterior do cérebro (artérias cerebrais anterior e média) irriga a área dos olhos, os núcleos da base, parte do hipotálamo, os lobos frontal e parietal e grande parte do lobo temporal. Já a circulação anterior (artéria cerebral posterior) irriga o tronco encefálico, o cerebelo, a parte interna da orelha, o lobo occipital, o tálamo, parte do hipotálamo e uma pequena parte do lobo temporal.
A respeito dos Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC's) isquêmicos e hemorrágicos, assinale a alternativa correta.
No acidente vascular cerebral a disfunção motora mais comum é a hemiplegia (fraqueza de um lado do corpo), devido a uma lesão do lado posto do cérebro. A hemiparesia, ou paralisia de um lado do corpo, é outro sinal.
O acidente vascular cerebral hemorrágico é comumente chamado de "derrame cerebral".
Disartria, Disfagia e Apraxia são as principais disfunções V de percepção apresentadas pelos pacientes acometidos pelo Acidente ascular Cerebral Isquêmico.
São causas do Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico: aneurisma cerebral, trombose de grandes artérias e embolia cardiogênica.
Na elaboração do Processo de Enfermagem do paciente que se recupera de um Acidente Vascular Cerebral lsquêmico, podemos encontrar como principais metas: melhora da mobilidade, alívio da privação sensorial e perceptual, prevenção de aspiração, continência do intestino e bexiga, melhora do processo de raciocínio, obtenção de uma forma de comunicação.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao Acidente Vascular Isquêmico (AVI).
( ) É responsável por cerca de 80% dos casos de Acidente Vascular Cerebral.
( ) Pode ocorrer devido à formação de um ateroma nos vasos do cérebro.
( ) Entre os sintomas podemos encontrar dores de cabeça muito fortes e perda de força em um dos lados do corpo.
( ) Caracteriza-se por um rompimento dos vasos sanguíneos dentro ou ao redor do cérebro.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
O encéfalo é vascularizado pelos sistemas carotídeo interno e vertebrobasilar. Após penetrar no encéfalo pelo canal carotídeo do osso temporal, a artéria carótida interna atravessa o seio cavernoso e emite dois ramos terminais (artéria cerebral posterior e comunicante posterior) e quatro ramos colaterais (artérias oftálmica, hipofisária, coróidea anterior e artéria cerebral média).
O Acidente Vascular Encefálico AVE, popularmente conhecido como derrame, é o inicio e a persistência de disfunção neurológica que dura mais de 24 horas, é o resultado da interrupção do suprimento sanguíneo ao cérebro e indica infarto e não isquemia. Seguem abaixo algumas de inúmeras intervenções de enfermagem ao paciente acometido pelo AVE, coloque V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a alternativa com a sequência correta:
( ) Manter o repouso no leito durante a fase aguda (24 a 48 horas após o inicio do AVE) com a cabeceira da cama totalmente abaixada.
( ) Administrar oxigênio conforme prescrição, durante a fase aguda, para maximizar a oxigenação cerebral.
( ) Avaliar frequentemente o estado respiratório, sinais vitais, frequência e ritmo cardíacos e débito urinário para manter as funções vitais e dar suporte a essas.
( ) Manter a posição funcional de todos os membros, aplicar coxins, travesseiros, entre outros apoios necessários para manter fluxo sanguíneo adequado nas proeminências ósseas.
( ) Tentar aliviar a confusão mental e agitação com a tranquilidade, calma e presença física.
V F V F V
F F V V F
F V V V V
V V F F F
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma redução repentina da circulação cerebral por um ou mais vasos sanguíneos que irrigam o cérebro. Considerando o AVC, analise as afirmativas abaixo e em seguida assinale a alternativa correta.
I- A meta do tratamento do AVC é minimizar a lesão cerebral aguda e maximizar a recuperação do paciente, sendo recomendado o uso do ativador do plasminogênio tecidual recombinante para todos os pacientes independente do tempo de início dos sintomas e do tipo de AVC.
II- As principais causas do AVC podem ser trombose, embolia ou hemorragia cerebrais.
III- A forma mais grave do AVC é o ataque isquêmico transitório, que resulta da interrupção temporária da irrigação sanguínea, na maioria dos casos nas arteriais carótidas e vertebrobasilares.
IV- O enfermeiro deve reconhecer os sinais de AVC, que são: início súbito de perda de força, sensibilidade, dificuldade de fala, dificuldade visual, cefaléia intensa e súbita, confusão, entre outros.
Todas as afirmativas estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas.
O técnico de enfermagem que atua no ambulatório de um tribunal deve estar capacitado a reconhecer os sinais que identificam uma vítima com possível Acidente Vascular Encefálico – AVE. Três deles são:
anormalidades na deglutição, intermação e desvio na coluna em forma de S.
desvio de rima labial, fraqueza em um dos membros superiores e anormalidades na fala.
parestesia de membros inferiores, edema nas articulações e dor em flanco esquerdo.
fraqueza muscular, deformidade articular e acondroplasia.
queda facial, displasia esquelética e diplopia.
Os sinais e sintomas do AVC dependem do vaso lesado e da importância funcional da área cerebral envolvida. Em geral, não ocorre:
cefaleia, tontura e confusão mental.
perda de função ou paralisia de extremidades (geralmente de um lado do corpo).
paralisia facial (perda de expressão, geralmente de um lado da face, com defeito na fala).
midríase, pulso lento, respiração difícil, convulsão e coma.