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Procurou o hospital público de referência em traumatologia Guilherme, de 32 anos, vítima de acidente automobilístico. Foi diagnosticado traumatismo raquimedular (TRM). As lesões traumáticas medulares são definidas como agressões à medula espinhal e podem ter como consequência danos neurológicos. Constitui-se assistência de enfermagem no TRM
proporcionar a ingestão hídrica de líquidos e de alimentos somente por sonda nasogástrica.
realizar movimentos passivos em membros superiores e membros inferiores por 15 minutos, após banho no leito.
quando no leito, manter decúbito elevado entre 30 e 45º, para garantir a oxigenação do cérebro.
manter alinhamento rigoroso no eixo cabeça-quadril, permanentemente e/ou durante qualquer procedimento com o paciente.
Com o objetivo de prevenir a ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), a enfermeira do trabalho realizou uma pesquisa de rastreio para identificação de fatores de risco entre os colaboradores da instituição. Foram utilizadas, como referencial teórico, as diretrizes do Ministério da Saúde que considera os fatores de risco em 3 grupos: grupo de risco não modificável, grupo de risco modificável e grupo de risco potencial. O resultado apontou para um grande número de pessoas que possuem fatores de risco pertencentes ao grupo de risco modificável. Um dos fatores de risco pertencente a esse grupo é
o alcoolismo.
a história familiar de ocorrência de AVC.
a idade acima de 60 anos.
o uso de contraceptivo oral.
a dislipidemia.
A senhora Maria tinha hipertensão e diabetes e foi vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou encefálico (AVE), também conhecido como "Derrame Cerebral". Tal agravo é uma das principais causas de morte, incapacidade adquirida e internações em todo o mundo. Esse evento se caracteriza por
dilatação anormal de uma artéria cardíaca causada por enfraquecimento ou defeito da parede arterial que pode se romper e causar uma compressão no cérebro ou permanecer sem riscos de obstrução.
redução de fluxo sanguíneo ocasionado pelo estreitamento ou pela obstrução de uma artéria cardíaca, impedindo que oxigênio chegue em quantidade adequada para as células neurológicas.
vasos que levam sangue ao cérebro obstruídos ou rompidos, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea.
doença cerebral degenerativa causada por focos de destruição na substância branca profunda dos hemisférios cerebrais com comprometimento cognitivo do tipo demência.
Uma das sequelas do Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a paralisia de um dos lados do corpo. O termo técnico que descreve esta condição é:
hemiparestesia.
hemiparesia.
hemiplegia.
ataxia.
parestesia.
O acidente vascular encefálico (AVE) apresenta morbidade expressiva que cursa com aumento do número de pessoas com alterações físicas, auditivas, visuais e intelectuais. Correlacione as possíveis consequências de um AVE, listadas na coluna I, com suas características na coluna II, e assinale a opção correta.
Coluna I
I. Disfagia;
II. Miastenia;
III. Afasia;
IV. Disartria.
Coluna II
A. Fraqueza muscular.
B. Desordens que envolvem a produção da articulação e fonação de origem neurológica.
C. Incapacidade ou dificuldade de engolir.
D.Distúrbios que afetam os aspectos de conteúdo, forma e uso da linguagem oral e escrita, em relação à sua expressão e/ ou compreensão.
A opção correta, é:
I.C, II.A, III.D, IV.B;
I.B, II.C, III.A, IV.D;
I.D, II.B, III.C, IV.A;
I.A, II.D, III.B, IV.C.
A linha de cuidado do acidente vascular cerebral (AVC) integra a Rede de Atenção às Urgências e Emergências e objetiva otimizar o atendimento, redefinindo estratégias desde o diagnóstico precoce até o tratamento adequado e em tempo hábil. De acordo com esta proposta,
o diagnóstico deve ser estabelecido em até 20 minutos e o trombolítico instalado em até 90 minutos, desde que os sintomas tenham iniciado há menos de seis horas.
os cuidados incluem verificar pressão arterial e respiração; checar a glicemia; colocar a pessoa deitada, para evitar vômitos; instalar acesso venoso no braço paralisado para evitar dor; verificar o início dos sintomas.
a presença de quatro sinais da escala de Cincinnati confirma o diagnóstico de AVC, que inclui a avaliação da face, déficit motor dos membros inferiores, fala anormal e perda da consciência.
a perda de força ou formigamento de um lado do corpo, a dificuldade de falar, cefaleia súbita, tontura e perda do equilíbrio são sinais de alerta no fluxograma de atendimento.
A Escala pré-hospitalar de Cincinnati avalia a presença de
acidente vascular encefálico por meio da verificação de assimetria facial, paresia ou paralisia de um membro superior e dislalia ou afasia.
doença obstrutiva crônica por meio da verificação de batimento de asas nasais, tríade de back e hipoxemia.
cetoacidose diabética por meio da verificação de confusão mental, cetonemia e dislalia.
hipertiroidismo por meio da verificação de exoftalmia, taquidispneia e caquexia.
Utilizada como instrumento de avaliação pré-hospitalar em casos suspeitos de acidente vascular cerebral (AVC), a Escala de Cincinnati é aplicada por meio da avaliação dos seguintes parâmetros:
melhor resposta verbal; presença de debilidade dos membros superiores e pressão arterial diastólica maior que 100 mmHg.
presença de debilidade dos membros inferiores; pressão arterial sistólica maior que 160 mmHg; e presença de alteração da fala.
presença de plegia, paresia ou assimetria facial súbita; presença de debilidade dos membros superiores; e presença de alteração da fala.
presença de plegia, paresia ou assimetria facial súbita; presença de alteração de nível de consciência e pressão arterial diastólica maior que 130 mmHg.
alteração da fala; presença de debilidade dos membros inferiores; e presença de alteração de nível de consciência.
Paciente de 68 anos com quadro clínico de cefaleia e fraqueza muscular súbitas, além de dificuldade repentina para falar, foi admitido em unidade neurológica e realizou tomografia de crânio, confirmando hipótese diagnóstica de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), sendo submetido ao tratamento trombolítico intravenoso com ativador do plasminogênio tecidual (rTPA). Qual dos cuidados é recomendado após o tratamento trombolítico intravenoso?
Realizar cateterização arterial ou punção venosa profunda somente após 24 horas da administração do rTPA.
Administrar antiagregante plaquetário ou anticoagulante nas primeiras 24 horas após administração do rTPA.
Introduzir sonda nasogástrica ou nasoenteral nas primeiras 24 horas após administração do rTPA.
Realizar cateterismo vesical de demora nos primeiros 30 minutos da terapia trombolítica.
Um adulto jovem, 35 anos, que sofreu um Acidente Vascular Encefálico, apresenta paralisia de braço e perna no mesmo lado do corpo, além de dificuldade em formar palavras e dificuldade de deglutição. No registro da consulta de enfermagem a esse indivíduo, quais déficits neurológicos o enfermeiro descreveria, respectivamente, como manifestações clínicas?
Hemiplegia, Ataxia e Diplopia.
Hemiplegia, Disartria e Disfagia.
Paraplegia, Ataxia e Desnutrição.
Tetraplegia, Afasia e Ambliopia.
Hemiplegia, Hemiparesia e Anorexia.
Considerando as potenciais complicações do tratamento trombolítico na fase aguda do Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico, qual cuidado deve ser evitado no uso do ativador do plasminogênio tecidual (rt-PA)?
Introduzir sonda nasoenteral nas primeiras 24 horas após a infusão.
Realizar exame de neuroimagem (tomografia ou ressonância magnética).
Avaliações do estado neurológico a cada 15 minutos durante a infusão do trombolítico.
Manter pressão sistólica abaixo de 180 mmHg e pressão diastólica abaixo de 105 mmHg nas primeiras 24 horas.
Em todas as situações de suspeita clínica de acidente vascular cerebral (AVC), a utilização da Escala de Cincinnati possibilita avaliar os seguintes parâmetros:
Presença de .......................................... , paresia ou assimetria facial súbita, debilidade dos membros ................................. e alteração ................................... .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
plegia • inferiores • da fala
plegia • superiores • da fala
plegia • superiores • na deambulação
hemiplegia • superiores • no raciocínio
plegia • superiores e inferiores • da fala
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a sequência de sinais/sintomas súbitos de um paciente em situação de possível acidente vascular cerebral isquêmico.
Afasia e dislexia.
Dislexia e disfagia.
Distúrbios auditivos.
Sudorese, pele fria e pálida, liberação esfincteriana.
Sorriso torto, dormência ou fraqueza na face, braço ou pernas de um lado do corpo.
Paciente de 50 anos apresenta mal-estar súbito e afasia. Chega ao hospital com suspeita de AVC em cinco horas do evento. Seguindo as novas orientações qual será a conduta clínica imediata mais adequada.
Conduta expectante;
Trombólise com rTPA;
Trombólise com estreptoquinase;
A trombectomia mecânica;
Nenhuma das respostas anteriores.
Um Acidente Vascular Encefálico (AVE) pode causar uma grande variedade de déficits neurológicos se não houver o atendimento adequado. Desta forma, a enfermagem deve estar atenta às manifestações desta encefalopatia para que possa prestar um cuidado adequado e com o mínimo de sequelas possíveis. Assim, assinale a alternativa que contenha informações corretas acerca do protocolo clínico e diretrizes terapêuticas sobre o Acidente Vascular Encefálico isquêmico agudo.
O aparecimento súbito de déficits neurológicos nos AVE isquêmico e hemorrágico independe da região cerebral envolvida.
Tomografia computadorizada (TC) do crânio ou ressonância magnética (RM) com evidência de hemorragia é um indicador para administração do trombolítico.
A administração do trombolítico, por via intravenosa, deve ocorrer em até 12 horas do início dos sinais e sintomas.
Avaliar a possibilidade de se iniciar a infusão do trombolítico frente a um AVE isquêmico em qualquer território encefálico;
A investigação, quanto ao início das manifestações neurológicas do AVE, é secundária à aplicação dos critérios de inclusão ou de exclusão do trombolítico.
Existem várias escalas pré-hospitalares de Acidente Vascular Encefálico (AVE) validadas e disponíveis, podendo-se citar a Escala Pré-hospitalar para AVE de Cincinnati, sendo que um dos três sinais/ sintomas avaliados nessa escala é o/a
diplopia.
queda facial.
torpor.
bradicardia.
hipertensão arterial.
As doenças cerebrovasculares estão no segundo lugar no topo de doenças que mais acometem vítimas com óbitos no mundo, perdendo a posição apenas para as doenças cardiovasculares. A Linha do Cuidado do AVC (Acidente Vascular Cerebral), instituída pela Portaria MS/GM nº 665/2012, e parte integrante da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, propõe uma redefinição de estratégias que deem conta das necessidades específicas do cuidado ao AVC diante do cenário epidemiológico explicitado. O AVC agudo isquêmico pode ser manejado com o uso de terapia trombolítica, desde que respeitados alguns critérios de exclusão. Dos itens abaixo, NÃO compõe critério de exclusão:
Punção lombar nas últimas 48 horas.
Cirurgia de grande porte nos últimos 14 dias.
História pregressa de malformação vascular cerebral.
Traumatismo cranioencefálico grave nos últimos 3 meses.
Melhora rápida e completa dos sintomas no período anterior ao início da trombólise.
Em paciente com suspeita e critérios de inclusão para acidente vascular encefálico, na avaliação secundária, avalia-se a função neurológica por meio de escalas como a Escala de Cincinnati e a Escala de Coma de Glasgow, além da reação pupilar.
Certo
Errado