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São sinais de traumatismo craniano “exceto”:
Pupilas isocóricas.
Pupilas anisocóricas.
Rinorragia.
Otorragia.
Sinal de Battle.
Uma mulher, 55 anos, estava trabalhando na fábrica de calçados e apresentou início súbito de perda de força, sensibilidade, dificuldade visual, dificuldade de falar, cefaleia intensa, desequilíbrio e tontura. Estes são sinais de:
Hipoglicemia.
Cetoacidose Diabética.
Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Infarto Agudo do Miocárdio (IAM).
O Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico é uma emergência médica e seu diagnóstico deve ser realizado o mais rápido possível. Qual o exame mais indicado para definir o diagnóstico?
Ressonância Magnética.
Eletroencefalograma.
Eletroneuromiografia.
Videoeletroencefalografia.
Tomografia Computadorizada.
A redução do volume efetivo de líquidos, clinicamente, classifica o Choque Hipovolêmico em:
Portanto é correto afirmar que a base da terapia do choque hipovolêmico é
restabelecer o volume intravascular, por acesso venoso de grosso calibre e infusão de cristaloides, coloides ou hemocomponentes em quantidade e velocidade suficientes para a correção rápida dos sinais e sintomas.
administrar drogas vasoativas em Bombas infusoras com diluições padronizadas e avaliar a inserção do acesso venoso, preferencialmente em acesso venoso central.
infundir grandes volumes de solução salina por acesso venoso central para a correção rápida dos sinais e sintomas e elevar os membros inferiores para reduzir edema e promover retorno venoso.
utilizar meias de compressão graduada para aumentar o fluxo venoso para as veias profundas das pernas, em pacientes com doenças que predispõem a lentificação do retorno venoso.
restabelecer o volume extravascular, por acesso venoso de grosso calibre e infusão de coloides ou hemocomponentes em quantidade e velocidade suficientes para a correção rápida dos sinais e sintomas.
Em relação aos achados do exame clínico e anamnese indicativos de risco para a Doença Cardiovascular (DCV), assinale a alternativa que contemple um exemplo considerado de alto risco para esta doença.
Sedentarismo.
Tabagismo.
Obesidade.
Acidente Vascular Cerebral prévio.
No Brasil, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) representa a primeira causa de morte em adultos e a principal causa clínica de incapacidade.
Com base nessa informação, considere os seguintes itens.
1. hemiplegia e hemiparesia
2. afasia e agnosia
3. ataxia
4. Síndrome de Harrison
5. diplopia
Quais desses itens estão corretos em relação às manifestações neurológicas iniciais indicativas de AVC?
Apenas 4.
Apenas 2 e 4.
Apenas 3, 4 e 5.
Apenas 1, 2, 3 e 5.
1, 2, 3, 4 e 5.
O acidente vascular encefálico isquêmico está frequentemente associado à seguinte causa:
sangramento dos vasos sanguíneos cerebrais.
hipoxemia encefálica por sangramento intracerebral.
bloqueio do fluxo sanguíneo cerebral.
resultante de crises hipotensivas frequentes.
resultante do rompimento de artéria carótida.
O tratamento do acidente vascular encefálico isquêmico (AVEi) na fase aguda tem por objetivo a recuperação neurológica e funcional, atuando na possível reperfusão e proteção da área isquêmica. Em relação à terapêutica do paciente vítima de AVEi na fase aguda, é CORRETO afirmar que:
A terapia trombolítica (t-PA) deve ser iniciada nas primeiras 24 horas do início dos sintomas.
Quanto menor o tempo entre o início dos sintomas e o tratamento, maiores as chances de recuperação da vítima.
O tratamento da hipertensão arterial deve ser instituído no pré-hospitalar para a normalização da pressão antes da chegada do paciente ao hospital.
A oxigenoterapia deve ser oferecida para todo paciente enquanto houver sinais e sintomas do AVE.
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) / Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma das maiores causas de morte e incapacidade em todo o mundo. Considerando que o Brasil apresenta a quarta taxa de mortalidade por AVC/AVE entre os países da América Latina e Caribe, é fundamental que o técnico de enfermagem conheça as ações indicadas pelo Ministério da Saúde para serem realizadas no serviço ambulatorial de atenção básica à saúde com o paciente com queixas sugestivas de AVC/ AVE.
Alguns dos procedimentos no atendimento de emergência, além de avaliar sinais vitais, são:checar tempo de sangria e tempo de coagulação e manter repouso para recuperação dos sintomas.
checar glicemia capilar, realizar ultrassom fast e acionar o serviço de emergência/urgência.
determinar a hora do início dos sintomas e sinais, checar tempo de sangria e tempo de coagulação e acionar o serviço de emergência/urgência.
checar glicemia capilar, determinar a hora do início dos sintomas e sinais e acionar o serviço de emergência/ urgência.
checar glicemia capilar, coletar sangue para hemograma e acionar o serviço de emergência/urgência.
Um Acidente Vascular Cerebral-AVC pode causar uma grande variedade de déficits neurológicos, dependendo da localização da lesão, do tamanho da área de perfusão inadequada e da quantidade de fluxo sanguíneo colateral. A enfermagem deve estar atenta às manifestações decorrentes desses déficits para que possa prestar um cuidado adequado a esses pacientes. Relacione os déficits neurológicos decorrentes de um AVC, apresentados a seguir, com suas manifestações.
1. Ataxia
2. Disartria
3. Hemianopsia
4. Afasia receptiva
( ) Incapacidade de compreender palavras faladas
( ) Dificuldade em avaliar distâncias
( ) Dificuldade em formar palavras
( ) Marcha cambaleante e instável
Assinale a alternativa que mostra a relação correta de cima para baixo:
1, 2, 3, 4.
3, 2, 4, 1.
4, 3, 2, 1.
2, 1, 4, 3.
1, 4, 3, 2.
Em relação a pacientes que sofreram acidente vascular periférico, o enfermeiro deve ficar atento a situações que podem aumentar a pressão intracraniana, como o processo de eliminação fecal. Para reduzir o esforço do paciente durante a evacuação, podem utilizar recursos como a administração de emolientes fecais.
Qs fatores de risco para o acidente vascular cerebral (AVC) são semelhantes aos da hipertensão arterial, da angina e do infarto do miocárdio, tendo em vista que a patologia básica é o
ateroma
fumo.
álcool.
triglicerídeo.
lipídio.
Nesse caso, deve-se
utilizar dispositivo em forma de rosca para o alívio da pressão sobre a região calcânea.
aplicar a escala de Braden Q para avaliação do risco de o paciente desenvolver outras ulceras por pressão.
proceder ao desbridamento cirúrgico da ferida sacral.
fazer curativo na lesão sacral com alginato de cálcio e cobertura com gaze.
mudar, periodicamente, o paciente de decúbito, atentando para o alívio da pressão sobre as proeminências ósseas.
No Acidente Vascular Encefálico (AVE), o pronto reconhecimento dos sinais e sintomas e o rápido encaminhamento para o hospital são fundamentais para evitar a progressão do quadro neurológico inicial, prevenir possíveis complicações e melhorar o prognóstico. Dentre os sinais súbitos de alerta que o Técnico de Enfermagem deve considerar, estão a
hemiplegia e a disemia.
hemiparesia e a aquimia.
ataxia e a diplopia.
disartria e a hemignatia.
anopsia e a distomia.