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De acordo com os protocolos de suporte básico de vida, a conduta em toda abordagem primária de pacientes com agravo clínico deve incluir a avaliação da
ventilação, levantamento de dados por meio de entrevista, checagem da glicemia capilar, avaliação da responsividade e expansão torácica e aferição da oximetria de pulso.
severidade do caso, levantamento de dados por meio de entrevista, realização de exame físico completo, aferição da oximetria de pulso e checagem da glicemia capilar.
responsividade e expansão torácica, da permeabilidade das vias aéreas e correção de situações de risco, da ventilação e do estado circulatório e neurológico.
permeabilidade das vias aéreas e correção de situações de risco, da severidade do caso, realização de exame físico completo e avaliação do estado circulatório e neurológico.
É importante avaliar a via aérea para garantir que esteja permeável (aberta e limpa) e para que não haja perigo de obstrução.
Certo
Errado
Para a realização do Atendimento Pré-Hospitalar do politraumatizado, a avaliação da segurança da cena deve ser a primeira prioridade do profissional e deve anteceder o início da abordagem do paciente. Sendo assim, sobre a avaliação da cena segura, analise as assertivas a seguir:
I. Identificar rapidamente os diferentes fatores de risco que estão relacionados com a ocorrência, com vistas a tomada de decisão para seu controle e inicio da abordagem.
II. A primeira prioridade da equipe deve ser sua segurança. O desejo de ajudar não deve se sobrepor à própria segurança da equipe.
III. Em cenários seguros, é útil o uso de sinais ou palavras previamente combinadas para situações que exijam saída estratégica.
Está incorreto o que se afirma em qual alternativa?
I, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
II, apenas.
Ao avaliar o nível de consciência de um paciente traumatizado, avalia-se que o mesmo possui abertura ocular ao estímulo verbal, pronuncia palavras inapropriadas, faz movimentos de retirada, e apresenta as pupilas isocóricas e fotorreagentes. De acordo com a Escala de Coma de Glasgow atualizada, sua pontuação é de:
03 pontos.
07 pontos.
10 pontos.
12 pontos.
A escala de coma de Glasgow é um método para definir o estado neurológico de pacientes com uma lesão cerebral aguda e para analisar seu nível de consciência. Com isso, analise a situação a seguir: um paciente, durante o atendimento, conversa e apresenta os olhos abertos, responde que gosta de maçã quando é perguntado sobre o que aconteceu, retira a mão do examinador quando o mesmo faz pressão na ponta do dedo, pupilas isofotorreagentes. Segundo a escala de coma de Glasgow, assinale a opção que indica a quantidade correta de pontos a serem dados para esse paciente.
10.
11.
12.
13.
14.
Um paciente apresentou um episódio de crise convulsiva enquanto aguardava atendimento na Unidade de Saúde. Na avaliação primária deste paciente deve ser realizada a seguinte ação:
Avaliar a responsividade.
Mensurar a glicemia capilar.
Monitorar a oximetria de pulso.
Monitorar os sinais vitais.
Proteger o paciente para evitar traumas adicionais.
O protocolo de Manchester vem sendo cada vez mais utilizado na classificação de risco em serviços de emergência, a fim de classificar os pacientes por cores e determinar o tempo máximo de atendimento em cada categoria. Sobre a classificação de risco, assinale a alternativa CORRETA.
Os pacientes que estiverem visivelmente bem, antes mesmo de abrirem a ficha de atendimento, devem ser encaminhados à outra unidade de saúde.
A classificação é realizada com base na apresentação, doenças de base, sinais e sintomas, queixa principal e sinais vitais.
Após realizada a classificação, não é possível a mudança de cor, devendo permanecer a mesma até o atendimento.
A idade acima de 60 anos é considerada prioridade máxima.
O Ministério da Saúde define como recomendação a realização de triagem em casos de eventos com mais de cinco vítimas. O melhor método de triagem é aquele que é de conhecimento da equipe e aplicado de maneira correta. O método START, por ser simples e objetivo, é o método de triagem mais utilizado ao redor do mundo. Sobre este método, analise a situação de alguns pacientes adultos encontrados em um acidente e assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de prioridade de atendimento e transporte.
I. Paciente incapaz de andar, respiração ausente, pulso radial ausente, incapaz de cumprir ordens simples.
II. Paciente incapaz de andar, com frequência respiratória de 26 irpm, enchimento capilar menor que 2 segundos, capaz de cumprir ordens simples.
III. Paciente incapaz de andar, com frequência respiratória de 22 irpm, enchimento capilar maior que 2 segundos, incapaz de cumprir ordens simples.
IV. Paciente andando, com frequência respiratória de 18 irpm (incursões respiratórias por minuto), enchimento capilar menor que 2 segundos, capaz de cumprir ordens simples.
I – III – IV – II.
III – II – IV – I.
I – III – II – IV.
III – I – IV – II.
Os termos bradisfigmia e miose, significam respectivamente:
pulsação lenta do coração e aumento no diâmetro da pupila;
aumento anormal do pulso e diminuição no diâmetro da pupila;
pulsação rápida do coração e diferença entre o diâmetro das pupilas;
lentidão anormal do pulso e diminuição no diâmetro da pupila.
A avaliação de cor de pele e de mucosa tem uma relação com a perfusão, e mudanças nesta, em geral, aparecem inicialmente em lábios, gengiva, extremidade de dedos e região periorbitária.
Certo
Errado
O objetivo da avaliação primária (agravo clínico) no suporte básico de vida é identificar e corrigir situações de risco imediato de morte. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:
I. São seis as etapas de avaliação primária (agravo clínico) no suporte básico de vida: responsividade e expansão torácica, permeabilidade das Vias Aéreas (VA), ventilação, estado circulatório, estado neurológico e entrevista/histórico clínico.
II. Na avaliação da permeabilidade de VA, corrigir situações de risco com hiperextensão da cabeça e elevação do queixo, cânula orofaríngea, aspiração e retirada de próteses, se necessário.
III. Na avaliação do estado circulatório, deve-se avaliar presença de hemorragias externas de natureza não traumática; pulsos periféricos ou centrais: frequência, ritmo, amplitude, simetria; tempo de enchimento capilar; pele: coloração e temperatura; e, na presença de sangramento ativo, considerar compressão direta, se possível.
IV. Considera-se crítico todo paciente que apresentar alterações significativas em pelo menos três das etapas da avaliação primária.
Quais estão corretas?
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas I, II e IV.
Após realizar a avaliação pupilar de um paciente durante o exame físico, o enfermeiro registrou que e as pupilas se apresentavam da seguinte forma:
A figura representa pupilas
isocóricas.
em miose.
em midríase.
anisocóricas, com miose à direita.
anisocóricas com midríase à direita.
Conforme o protocolo de intervenção para o suporte avançado de vida, ao se realizar avaliação primária do sistema respiratório em paciente com suspeita de trauma, o enfermeiro deve, dentre outras ações, avaliar o posicionamento da traqueia e a presença ou não de turgência jugular, além de
aferir pressão arterial precocemente; considerar a necessidade de ventilação assistida por meio de bolsa-valva-máscara com reservatório, caso a frequência respiratória seja inferior a 15 mrm; verificar pulso e, em casos de pulso radial ausente e pulso central presente, iniciar as manobras do protocolo de choque.
controlar sangramentos externos com compressão direta da lesão e/ou torniquete; avaliar o reenchimento capilar; verificar oximetria e, se SatO2 < 90%, iniciar oxigenoterapia por máscara facial com oxigênio de 2 a 5 L/min.
avaliar a responsividade do paciente e executar simultaneamente a estabilização manual da coluna cervical; manter as vias aéreas pérvias por meio de manobras de abertura das vias aéreas para o trauma; retirar secreções e corpo(s) estranho(s) da cavidade oral e considerar a necessidade do uso de cânula oro ou nasofaríngea.
expor o tórax e avaliar a ventilação; avaliar a simetria na expansão torácica; observar presença de sinais de esforço respiratório ou uso de musculatura acessória; avaliar a presença de lesões abertas ou fechadas no tórax e, em casos de ventilação normal, realizar palpação e ausculta torácica.
Homem, 25 anos, deu entrada no serviço de urgência e emergência após acidente automobilístico. Ele se apresenta consciente, mas confuso em suas respostas verbais. Foi realizada pressão nas extremidades dos dedos e o pinçamento do trapézio localizou, com precisão, a dor. Sua pontuação na Escala de Coma de Glasgow foi de 14. Referente a como se deu essa pontuação, assinale a alternativa correta.
Abertura ocular: 4; resposta verbal: 4; resposta motora: 6.
Abertura ocular: 5; resposta verbal: 4; resposta motora: 5.
Abertura ocular: 5; resposta verbal: 4; resposta motora: 4.
Abertura ocular: 4; resposta verbal: 6; resposta motora: 4.
Abertura ocular: 4; resposta verbal: 5; resposta motora: 5.
O exame das pupilas consiste em avaliar diâmetro e fotorreatividade. Essa é uma ferramenta importante para detectar assimetrias que também indicam alterações neurológicas.
Nesse contexto, analise as seguintes afirmativas e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Pupilas midriáticas: pupilas de tamanhos iguais, porém encontram-se dilatadas.
( ) Pupilas isocóricas: pupilas de tamanhos iguais, porém encontram-se contraídas.
( ) Pupilas mióticas: pupilas de tamanhos iguais, porém encontram-se dilatadas.
( ) Pupilas anisocóricas: pupilas de tamanhos diferentes, deve-se identificar qual é maior e qual é a menor.
Assinale a sequência correta.
V V V F
V F F V
F V F V
F F V F
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa que corresponde à escala neurológica que avalia: resposta motora a estímulos verbais e estímulos dolorosos.
Escala de Ramsay
Escala de Braden
Escala de coma de Glasgow
Escala de Morse
Escala de Ecog
Considerando-se o estudo de caso exposto, assinale a alternativa que apresenta a pontuação do Sr. P.L.S. na Escala de Coma de Glasgow.
O paciente apresenta pontuação 3-p na Escala de Coma de Glasgow
O paciente apresenta pontuação 4-p na Escala de Coma de Glasgow
O paciente apresenta pontuação 5-p na Escala de Coma de Glasgow
O paciente apresenta pontuação 6-p na Escala de Coma de Glasgow
O paciente apresenta pontuação 7-p na Escala de Coma de Glasgow
Constata-se que o atendimento inicial ao paciente vítima de trauma requer uma avaliação rápida das lesões, bem como a instituição de medidas terapêuticas de vida, sendo desejável uma abordagem de forma sistematizada. Sendo assim, de acordo com o ATLS (2017), assinale a alternativa CORRETA que representa o ABCDE da avaliação primária:
A: Manutenção das vias aéreas com proteção da coluna cervical; B: Respiração e ventilação; C: Circulação com controle de hemorragia; D: Disfunção neurológica; E: Exposição e controle do ambiente.
A: Alergias; B: Respiração e ventilação; C: Condições cardiorrespiratórias; D: Disfunção neurológica; E: Exposição e controle do ambiente.
A: Manutenção das vias aéreas; B: Boa comunicação; C: Controle de cervical; D: Disfunção neurológica; E: Exposição e controle do ambiente.
A: Manutenção das vias aéreas com proteção da coluna cervical; B: Respiração e ventilação; C: Presença de choque; D: Disfunção neurológica; E: Exame físico completo.
É considerada uma contraindicação ao uso do colar cervical em situação de urgência e emergência:
estado mental alterado.
trauma cranioencefálico grave.
queda maior do que 2 metros.
sensibilidade à palpação da coluna vertebral.
escala de Coma de Glasgow menor do que 15.
Muitas alterações do organismo provocam reações nas pupilas. Quando a pupila está totalmente dilatada, é sinal de:
glaucoma.
hipocalemia, resultante do uso de amilorida.
midríase.
que o cérebro não está recebendo oxigênio.
exposição ao frio.