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Após estabelecer uma cena segura, a equipe de resgate acionada para atender múltiplas vítimas de um desmoronamento de prédio iniciou a triagem de vítimas utilizando o método START (Simple Triage and Rapid Treatment). Ao avaliar um indivíduo adulto, sexo masculino, o enfermeiro constatou que a vítima estava consciente, não conseguia se locomover, respirava espontaneamente com frequência respiratória igual a 32 movimentos respiratórios por minuto e apresentava escoriações na face e no tórax. Diante dessa situação, no que diz respeito a prioridade no atendimento e transporte, a vítima deve ser identificada, de modo visível, com a cor
azul.
verde.
vermelha.
amarela.
cinza.
O Sistema Manchester de Classificação de Risco ou Triagem é uma ferramenta de manejo clínico de risco, empregado nos serviços de urgência e emergência por todo o mundo. Ele é baseado em categorias de sinais e sintomas e contém 55 fluxogramas selecionados a partir da situação/queixa apresentada pelo paciente. Nesse sistema, o paciente é classificado em uma das cinco prioridades identificadas por número, nome, cor e tempo alvo para a observação médica inicial. As cores amarela, verde e azul representam, respectivamente,
urgente com tempo alvo para observação médica de 30 minutos; pouco urgente com tempo alvo para observação médica de 60 minutos; e não-urgente com tempo alvo para observação médica de 120 minutos.
muito urgente com tempo alvo para observação médica de 60 minutos; urgente com tempo alvo para observação médica de 120 minutos; e pouco urgente com tempo alvo para observação médica de 240 minutos.
urgente com tempo alvo para observação médica de 60 minutos; pouco urgente com tempo alvo para observação médica de 120 minutos; e não-urgente com tempo alvo para observação médica de 240 minutos.
muito urgente com tempo alvo para observação médica de 30 minutos; urgente com tempo alvo para observação médica de 60 minutos; e pouco urgente com tempo alvo para observação médica de 120 minutos.
A escala de Apgar, também conhecida como índice ou escore Apgar, é um teste realizado em recém-nascidos logo após o nascimento para avaliar o seu estado geral e vitalidade, auxiliando a identificar se é necessário qualquer tipo de tratamento ou cuidado médico extra após o nascimento. No índice de Apgar são considerados cinco grandes grupos de características de recém-nascido; marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na avaliação da atividade do (tônus muscular), no caso de apresentar as dobras dos dedos e movimentar os braços ou pernas, a pontuação será de 1 ponto.
( ) Quando apresentar batimento cardíaco superior a 100 batimentos por minuto, a classificação será de 2 pontos.
( ) Para cada grupo avaliado é dado o valor correspondente à resposta que melhor representa o estado do bebê no momento.
( ) A soma da pontuação e a sua interpretação deverá ser realizada sempre por um médico.
A sequência está correta em
V, V, V, V.
F, F, V, F.
V, V, F, F.
F, F, F, V.
Conforme a escala de coma de Glasgow, a paciente que apresenta abertura ocular à pressão e a resposta verbal com palavras incompreensíveis recebem a seguinte pontuação, respectivamente:
3 e 3.
2 e 2.
3 e 4.
2 e 3.
É CORRETO afirmar em relação a inconsciência, que na presença de movimentos respiratórios e pulso, prosseguir a avaliação primária com ênfase para:
Mensurar a glicemia capilar.
Realizar a Escala de Coma de Glasgow e a avaliação das pupilas.
Monitorar sinais vitais e oximetria.
Avaliar responsividade/comprovar a inconsciência.
Em um ambiente pré-hospitalar, ao se deparar com um paciente traumatizado, é muito importante avaliar os 3 “S”. Assinale a alternativa que índica os 3 “S”.
Cena; Segurança; Situação.
Sentido; Situação; Sinalização.
Cena; Segurança; Salvamento.
Sítio; Salvamento; Sinalização.
Segurança; Sinalização; Satisfação.
De acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde (2004), ao realizar a avaliação e classificação de risco, o enfermeiro deve identificar o caso com a cor
vermelha.
azul.
lilás.
verde.
amarela.
A Escala de Coma de Glasgow é muito utilizada na avaliação de pacientes admitidos em unidades de urgência.
Assinale a alternativa que apresenta as manifestações que devem ser avaliadas nessa situação.
Pressão arterial, pressão venosa e nível de consciência.
Resposta verbal, nível de consciência e pressão arterial.
Temperatura, pressão arterial, e respiração.
Abertura ocular, resposta verbal e motora.
Durante a avaliação inicial do paciente e para o qual decorre como diagnóstico diferencial a suspeita de acidente vascular cerebral (AVC), devemos fazer o uso da ______________, em que a presença de _________ dos sinais de alerta, associada ao início _________ da apresentação, nos indica de forma objetiva a suspeita de AVC.
Escala de Glasgow; 2 (dois); agudo.
Escala de Braden; 3 (três); crônico.
Escala de Cincinatti; 1 (um); súbito.
Escala de Morse; 1 (um); súbito.
Escala do National Institutes of Health (NIH); 2 (dois); súbito.
No protocolo de Manchester, o enfermeiro realiza a triagem de acordo com a avaliação do quadro clínico do paciente, identificando o risco do quadro em questão. O objetivo desse protocolo é indicar a gravidade e a prioridade do atendimento.
Certo
Errado
Paciente adulto, vítima de uma colisão frontal de carro, apresenta abertura ocular ao chamado, encontra-se confuso e resposta motora com flexão anormal. A pontuação desse paciente de acordo com a escala de coma de Glasgow é:
7.
8.
9.
10.
Se, durante a avaliação dos sinais vitais em uma triagem, um idoso apresentar ausência de pulso, essa situação deverá ser imediatamente classificada e identificada com a cor laranja.
Certo
Errado
De acordo com BARROS, a Escala de Coma de Glasglow (ECG) tem sido amplamente utilizada para determinar e avaliar a profundidade e a duração do coma e prognosticar a evolução dos pacientes com ou sem trauma cranioencefálico. Sendo assim, em um paciente que apresenta ECG = 8, houve lesão neurológica:
Leve.
Moderada.
Grave.
Gravíssima.
O nível de consciência de uma pessoa é um fator essencial para que sejam determinadas as necessidades assistenciais, principalmente daqueles que apresente traumas neurológicos. Em 2018 foram feitas mudanças na escala de coma de Glasgow.
Assinale a alternativa correta a respeito da mudança ocorrida nesta escala.
Avaliação Motora
Avaliação Ocular
Avaliação resposta verbal
Avaliação da Reação pupilar
Todo paciente deverá ser avaliado, sistematicamente, na admissão. No caso de um paciente adulto, sua avaliação deve levar em consideração as fragilidades, vulnerabilidades e fatores de risco para o desenvolvimento de alterações de pele. Devem ser utilizadas escalas preditivas, com elevado grau de confiabilidade e especificidade. A avaliação do risco para desenvolvimento de Ulcera Por Pressão (UPP) deverá ser executada através de uma escala. Assinale a alternativa correta sobre esta escala.
Escala de Braden Q
Escala de Morse
Escala de Braden
Escala de RASS
A Escala de Glasgow avalia o quadro neurológico do paciente, a profundidade do coma e o risco de parada cardiorespiratória. Quanto à resposta motora, assinale a alternativa correta.
Obedece a comandos - 6 pontos
Extensão (descerebração) - 3 pontos
Retira o membro - 5 pontos
Localiza a dor - 4 pontos
Flexão (decorticação) - 2 pontos
A Classificação de Risco deve ser um instrumento para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência, gerando um atendimento resolutivo e humanizado. Considerando a afirmativa, marque a alternativa CORRETA.
a Classificação de Risco pode ser considerada um instrumento para diagnóstico de doenças de forma mais rápida.
a Classificação de Risco tem como objetivo funcionar como um instrumento de ordenação e orientação da assistência, sendo um sistema de regulação da demanda dos serviços de urgência/emergência.
a Classificação de Risco pressupõe a exclusão de risco.
a Classificação de Risco deve construir os fluxos de atendimento na urgência/emergência considerando os serviços específicos para atendimentos de especialidades da rede de assistência à saúde.
a Classificação de Risco com prioridade zero requer atendimento médico em, no máximo, uma hora.
A escala de Glasgow é um instrumento clínico que analisa o nível de consciência do paciente.
Sobre essa avaliação e o uso da escala, é correto afirmar:
A somatória da escala máxima é de 15 pontos, onde cada item avaliado recebe a pontuação máxima de 5 pontos.
Quanto maior a pontuação diante da aplicação da escala de Glasgow, maior o comprometimento neurológico do paciente e pior o prognóstico.
Os três principais eixos de avaliação para a definição da escala de Glasgow são abertura ocular, resposta verbal e resposta motora, associados ao final a uma avaliação de resposta pupilar.
A escala de coma de Glasgow é a mais indicada, sobretudo para avaliar pacientes que estão em uso de sedativos ou em coma induzido.
A escala de coma de Glasgow é avaliada considerando 4 itens, o que inclui a resposta motora, resposta verbal, resposta dolorosa e resposta pupilar.
Uma equipe do SAMU realiza atendimento a um paciente vítima de acidente motociclístico. Durante a realização do exame primário, verificou-se que o paciente apresentava abertura ocular sob comando verbal, resposta verbal adequada e decorticação ao estímulo doloroso. Considerando a Escala de Coma de Glasgow, marque a alternativa que corresponde ao score do paciente:
10 pontos.
08 pontos.
13 pontos.
09 pontos.
11 pontos.
Conforme os Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 (BRASIL, 2016), em que situação é indicado realizar a “Escala de coma de Glasgow”? Assinale a alternativa CORRETA:
Como parte da avaliação secundária e sempre que necessário para a avaliação e monitoramento do resultado das intervenções realizadas e da evolução do quadro clínico.
Na suspeita de hipotermia.
Em todas as situações de suspeita clínica de acidente vascular cerebral (AVC).
Na suspeita de hemorragia abdominal.
Na avaliação neurológica para determinar o nível de consciência e detectar precocemente alterações.