Questões de Concurso sobre Avaliação primária

 
 
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O triângulo de avaliação pediátrica (TAP) é uma avaliação rápida que se baseia em três observações para identificar rapidamente se uma criança está com comprometimento respiratório ou circulatório, ou ambos, que requeiram cuidados de suporte imediato.

As anormalidades relacionadas ao TAP em uma criança de 2 anos de idade são:


A

palidez e flexão por decorticação;


B

choro moderado e temperatura > 38 °C;


C

moteamento da pele e respiração ruidosa;


D

esforço respiratório e pupilas isocóricas;


E

frequência cardíaca > 100 bpm e SatO₂ = 96%

O ATLS (Advanced Trauma Life Support), em sua 10ª edição, traz atualização e ampliação na ECG (Escala de Coma de Glasgow), que é um instrumento utilizado na avaliação neurológica no TCE para determinar o nível de consciência e detectar precocemente alterações oculares, verbais e motoras, possibilita a avaliação objetiva da função cerebral, principalmente em avaliações neurológicas seriadas. Sobre o assunto, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Os locais indicados para estimulação física na aferição dos parâmetros ECG são pressão nas extremidades dos dedos, pinçamento do trapézio, fricção do esterno, pressão na incisura supraorbitária e reflexo de Babinski.


B

São fatores que podem interferir na avaliação da ECG: linguagem ou diferenças culturais, perda auditiva ou impedimento da fala, déficit intelectual ou neurológico, farmacológicos, fratura orbital/craniana.


C

Após inserir a avaliação pupilar, foi alterada a variação do escore de 3 a 15 para 1 a 15 pontos, pois o resultado do teste da resposta pupilar (0, 1 ou 2) é subtraído do total encontrado (3 a 15).


D

As diretrizes padronizadas recomendam a intubação para escores ≤ 8, que sugere uma LCT grave.


E

De acordo com a ECG, olhos fechados devido a fator local, fator que interfere na comunicação e fator que limita a resposta motora é classificado como Não Testável (NT) na escala.

No que diz respeito à avaliação primária do paciente com agravo clínico, é correto afirmar:


A

considera-se crítico todo paciente que apresentar alteração de pelo menos um dos sinais vitais.


B

independente da condição clínica do paciente, o uso de dispositivos de abertura de via aérea é desaconselhável na cena do acidente.


C

o objetivo da avaliação primária é identificar e corrigir situações de risco de sequelas futuras decorrentes do trauma sofrido.


D

se o paciente for considerado crítico, o tempo de permanência na cena deve ser o mínimo possível.


E

a entrevista SAMPLA (alergias, medicamentos, doenças prévias, ingestão de líquidos e ambiente do evento) deve ser respondida pelo paciente.

Durante a avaliação neurológica em atendimento de emergência, a enfermeira constatou que a paciente apresenta abertura ocular espontânea, resposta verbal confusa, localiza dor e reação bilateral das pupilas ao estímulo luminoso. Diante da situação temos qual pontuação na Escala de Coma de Glasgow?


A

10.


B

11.


C

12.


D

13.

A estratificação de risco vai orientar não só o tipo de intervenção (ou oferta de cuidado) necessário, como também o tempo em que isso deve ocorrer. São cores utilizadas para realizar essa classificação no atendimento ao paciente, EXCETO:


A

Azul.


B

Vermelho.


C

Amarelo.


D

Verde.


E

Cinza.

Um enfermeiro da unidade de saúde que atende servidores públicos federais de uma universidade deparou-se com a seguinte situação: um funcionário que trabalha na cozinha do restaurante universitário procurou a unidade de saúde em decorrência de um ferimento corto-contuso em membro superior direito de grande extensão. Com base nisso, o enfermeiro realizou a avaliação primária do trauma. Dentre os aspectos a serem analisados nessa avaliação, cabe citar o componente relacionado à circulação.


A respeito da avaliação primária da vítima do trauma, no que tange à circulação, é CORRETO afirmar que se deve


A

analisar as características cutâneas da vítima quanto ao turgor e à elasticidade.


B

controlar sangramentos externos com compressão direta da lesão e/ou torniquete, conforme indicado.


C

avaliar preenchimento capilar da vítima, normal até 6 segundos.


D

avaliar a presença do pulso poplíteo, pois, na sua ausência, segue-se com Protocolo de Parada Cardiorrespiratória.

Os princípios norteadores do cuidado paliativo estão muito bem definidos e foram adaptados para a população pediátrica, uma vez que está claro que não se pode extrapolar para o paciente pediátrico todos os conceitos e estratégias utilizados em adultos. No momento da definição de plano de cuidados, ter um instrumento objetivo que possa auxiliar na avaliação do paciente e na tomada de decisão para antecipação de eventos pode ser muito útil. Para tanto, o enfermeiro poderá lançar mão da seguinte escala de avaliação de funcionalidade:


A

escore de Humpty-Dumpty.


B

escore de Lansky.


C

escore de Braden-Q.


D

escore de Babinsk.


E

escore de RASS.

A atuação do profissional de Enfermagem no socorro a vítimas de trauma é de extrema relevância. O destino do traumatizado está nas mãos de quem fez a primeira avaliação. Daí a importância de o profissional chegar à cena do acidente com tranquilidade e determinação, para evitar que leigos coloquem em risco o estado da vítima. Marque a alternativa que descreve corretamente o que significa a biomecânica do trauma.


A

é o processo de avaliação da cena de um acidente para determinar quais lesões podem ter decorrido da resultante de forças.


B

é a técnica de imobilização da vítima para o transporte seguro e encaminhamento ao segundo atendimento.


C

é a lesão caracterizada por alteração estrutural e fisiológica.


D

é o algoritmo de avaliação sistêmica da vítima.

Sobre a escala de Glasgow (ECG), é CORRETO afirmar que:


A

é através dessa escala que é possível mensurar o risco de lesão por pressão em pacientes.


B

é através dessa escala que é possível mensurar o risco de acidente vascular encefálico em pacientes.


C

é através dessa escala que é possível mensurar o risco de queda em pacientes.


D

é através dessa escala que é possível mensurar o nível de consciência dos pacientes.

É utilizada no acolhimento hospitalar para fazer uma avaliação inicial do paciente e determinar a necessidade de um atendimento mais urgente. Esse método permite saber a gravidade do estado de saúde dos pacientes, seu potencial de risco, grau de sofrimento, entre outras informações. A que essa descrição se refere?


A

Triagem de risco.


B

Aferição dos sinais vitais.


C

Escala de Glasgow.


D

Classificação de risco.


E

Política Nacional de Humanização.

Ao realizar o exame neurológico de um adolescente vítima de acidente de moto, entre outros procedimentos, o enfermeiro aplicou a escala de coma de Glasgow (ECGI), atribuindo 3 pontos ao quesito resposta motora. Essa pontuação é atribuída ao paciente quando se observa


A

extensão do membro superior ao nível do cotovelo.


B

elevação da mão acima do nível da clavícula ao estímulo de pinçamento do trapézio.


C

flexão do membro superior ao nível do cotovelo, com padrão predominante claramente anormal.


D

elevação da mão acima do nível da clavícula ao estímulo no arco supraorbitário.


E

ausência de movimentos dos membros inferiores/ superiores, sem fatores de interferência.

Triagem é um processo usado para atribuir prioridade para processamento e transporte. O esquema de priorização mais utilizado divide os pacientes em cinco categorias com base na necessidade de cuidados e possibilidade de sobrevivência. Com base nisso, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.


Coluna 1

1. Imediato.

2. Atraso.

3. Menores.

4. Expectante.

5. Morte.


Coluna 2


(_) Pacientes que não respondem, não têm pulso e não respiram. Em um desastre, os recursos raramente permitem a tentativa de ressuscitar uma parada cardíaca.

(_) Pacientes cujas lesões são críticas, mas só requerem tempo mínimo ou equipamento para lidar e que têm uma boa perspectiva de sobrevivência. Um exemplo é o paciente com as vias aéreas comprometidas ou sangramento externo maciço.

(_) Pacientes, muitas vezes chamados de "feridas ambulatoriais", que têm íons menores que podem esperar pelo tratamento ou, enquanto isso, podem até mesmo ajudar, confortando outros pacientes ou como macas.

(_) Pacientes cujas lesões são tão graves que têm uma chance mínima de sobrevivência. Um exemplo é o paciente com queimadura de terceiro grau em 90% da superfície corporal e lesão pulmonar térmica.

(_) Pacientes cujas lesões são debilitantes, mas não exigem um gerenciamento imediato para salvar vida ou um membro. Um exemplo é o paciente com fratura em um osso longo.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

5 – 1 – 3 – 4 – 2.


B

4 – 3 – 1 – 2 – 5.


C

1 – 3 – 2 – 5 – 4.


D

3 – 4 – 5 – 1 – 2.


E

2 – 1 – 4 – 3 – 5.

Em relação ao suporte avançado do paciente clínico, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A avaliação do estado circulatório e neurológico faz parte da avaliação primária.

( ) Realizar entrevista (com o paciente, familiares ou terceiros) e exame da cabeça aos pés faz parte da avaliação secundária.

( ) Considera-se crítico todo paciente que apresentar alterações significativas em pelo menos três das cinco etapas da avaliação.

( ) Os três “S” para a segurança da cena (qual a situação, para onde pode evoluir a situação e como posso controlar a situação) se aplicam para atendimentos realizados em situações específicas, como locais de difícil acesso, resgates em florestas, situações de violência urbana, entre outros.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

V – V – F – F.


B

F – V – F – V.


C

V – F – V – F.


D

F – F – V – V.

A avaliação neurológica é um dos importantes indicativos das condições de saúde do paciente, sobretudo em situações de atendimento pré-hospitalar envolvendo traumas. Uma das estratégias que pode ser usada pelo enfermeiro é a aplicação da escala de Glasgow.


Sobre esse tema, é correto afirmar:


A

A Escala de Glasgow tem sua pontuação máxima de 15 pontos e deve levar em consideração a resposta motora, dolorosa e verbal.


B

A reatividade pupilar deve ser avaliada, e ao final, o valor correspondente a esta avaliação deverá ser subtraído da nota obtida da pontuação dos demais critérios que incluem abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.


C

A escala de Glasgow possui uma pontuação máxima de 15 pontos e mínima de 5, sendo que quanto maior a pontuação, maior a gravidade do paciente.


D

A reatividade pupilar deve ser avaliada, devendo-se somar ao final a pontuação deste critério junto aos demais pontos obtidos na avaliação da abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.


E

A Escala de Glasgow não auxilia na avaliação neurológica, considerando que a mesma não leva em consideração a avaliação do nível de consciência.

Sobre a Escala de Coma de Glasglow (ECG), em um paciente que apresenta ECG = 10, houve lesão neurológica:


A

Não detectável.


B

Leve.


C

Moderada.


D

Grave.


E

Gravíssima.

João conduzia seu veículo em uma via rápida da cidade quando teve uma síncope, vindo a colidir com a proteção lateral da via. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado por um passageiro do mesmo carro. À chegada da equipe socorrista, foi iniciada a avaliação primária do paciente, que consiste, entre outras ações, em:


A

puncionar um vaso periférico calibroso e iniciar infusão de soro fisiológico para manter a veia.


B

avaliar a responsividade do paciente, a permeabilidade de via aérea, ventilação, circulação e estado neurológico.


C

realizar o exame da cabeça aos pés: cabeça e pescoço, tórax e abdome, membros superiores e inferiores.


D

avaliar obstrução de vias aéreas superiores por corpos estranhos e realizar manobras de desobstrução.


E

instalar oximetria de pulso, e mensurar a glicemia capilar, repassando os dados para a central de regulação.

O tecido ósseo primário é o primeiro a ser elaborado, sendo substituído pelo secundário. Possui maior quantidade de células e de substância fundamental, é pouco mineralizado, e as fibras colágenas não apresentam uma organização definida, o que tornam esse osso mais fraco.


C

Certo


E

Errado

A avaliação primária de um paciente em situação de urgência e emergência, consiste na avaliação inicial que fornece a impressão geral do estado do indivíduo quanto aos riscos potenciais e necessidades imediatas para estabilização do quadro, devendo ser rápida, eficiente, ter uma sequência lógica e organizada das ações, na identificação e correção imediata das alterações. Essa avaliação é precedida pela verificação da responsividade na seguinte sequência:


A

C-A-B: C – avaliar o estado circulatório, A – assegurar a abertura e permeabilidade da via respiratória e B – assegurar a boa respiração.


B

A-B-C: A – assegurar a abertura e permeabilidade da via respiratória, B – assegurar a boa respiração e C – avaliar o estado circulatório.


C

C-B-A: C – avaliar o estado circulatório, B – assegurar a boa respiração e A – assegurar a abertura e permeabilidade da via respiratória.


D

B-C-A: B – assegurar a boa respiração, A – assegurar a abertura e permeabilidade da via respiratória e C – avaliar o estado circulatório.


E

A-C-B: A – assegurar a abertura e permeabilidade da via respiratória, C – avaliar o estado circulatório e B – assegurar a boa respiração.

São consideradas condutas iniciais recomendadas na abordagem primária de pacientes com suspeita de trauma, EXCETO:


A

Aferir a glicemia capilar.


B

Avaliar a responsividade do paciente.


C

Garantir a segurança do local para o atendimento.


D

Realizar a estabilização manual da coluna cervical.

Através da escala de coma de Glasgow é possível mensurar o nível de consciência dos pacientes, assinale a alternativa que não é considerada uma variável a ser avaliada.


A

Abertura ocular


B

Resposta verbal


C

Resposta motora


D

Resposta pupilar


E

Resposta sensorial

 
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