

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considere-se que em uma pesquisa foram formados dois grupos: um deles composto por pessoas que tiveram câncer de pele e o outro, por pessoas que não tiveram essa doença. Considere-se também que os doentes — aqueles com câncer de pele — foram investigados para saber se foram expostos a fatores de risco — como exposição excessiva, na juventude, à luz solar —, de modo a relacionar se tais fatores de risco são causas contribuintes da doença. Nesse caso, observa-se o delineamento de uma investigação do tipo caso-controle.
Uma das vantagens nos estudos de coorte é que a cronologia dos acontecimentos é facilmente determinada, pois primeiro ocorre a exposição para depois ocorrer o desfecho clínico.
De acordo com o Ministério da Saúde (2006), um dos fatores indicativos de maior risco para a diabetes tipo 2 é
idade entre 10 a 14 anos.
hipotensão arterial.
sobrepeso com índice de massa corporal > 25.
obesidade predominante nos membros inferiores.
colesterol HDL de 50 mg/dL ou mais.
Deve-se suspeitar de um surto de infecção hospitalar quando, por meio da análise de dados coletados pelo sistema de vigilância de rotina, houver agrupamento de casos de infecções semelhantes em uma mesma unidade hospitalar ou entre pacientes semelhantes.
A freqüência de casos existentes de uma determinada doença, em uma determinada população, em um dado momento, refere-se ao conceito de:
Considere-se que uma equipe da área de enfermagem tenha realizado uma pesquisa junto aos empregados de uma empresa com o objetivo de verificar a associação entre o fumo e o câncer. Considere-se, ainda, que empregados da empresa tenham preeenchido um questionário acerca de seus hábitos de vida, no qual se perguntava se eram ou não fumantes, formando-se, então, dois grupos: um de indivíduos fumantes e outro de não-fumantes. Decorridos 10 anos, a equipe observou que o fumo estava diretamente relacionado ao desenvolvimento de câncer. Nessa situação, é correto afirmar que foi realizado um estudo do tipo coorte.
As vantagens dos estudos do tipo caso-controle incluem o fato de exigirem um número pequeno de participantes, a facilidade em obter dados passados e a possibilidade de inclusão de casos novos, o que facilita o alcance do tamanho da amostra.
A cólera, os casos agudos de doença de chagas e a febre amarela são exemplos de doenças de notificação compulsória.
A vertente da epidemiologia social, encontrada em trabalhos científicos, que focaliza a influência dos fatores comportamentais na etiologia dos danos à saúde, tem grande componente sociopolítico, inclui pesquisas sobre hábitos e é o campo de investigação mais utilizado em países em desenvolvimento.
Para a avaliação do benefício terapêutico de um determinado cuidado, podem-se utilizar medidas relativas (divisão entre os riscos do grupo experimental e do grupo-controle) ou absolutas (baseadas nas diferenças entre os riscos do grupo experimental e do grupo-controle).
Em estudos do tipo caso-controle, somente no momento da análise dos dados é possível identificar os grupos de interesse, por exemplo, os indivíduos expostos e os não-expostos a algum fator de risco.
O conceito de carga de doença, identificado pela sigla APVP, surgiu com a intenção de quantificar a mortalidade prematura e a incapacidade física ou mental, combinando-as em um único indicador, o qual vem sendo utilizado há muitos anos para mensurar a saúde da população.
O estudo transversal permite obter um retrato de como diversas variáveis estão relacionadas em um determinado momento. Assim, uma população pode ser estudada no momento do diagnóstico de uma doença, o que facilita a identificação dos indivíduos afetados pela doença e também dos não afetados.
Para a verificação de ocorrência de uma epidemia, pode-se utilizar o método de diagrama de controle, que é a representação gráfica da distribuição da média mensal e desvio-padrão dos valores da freqüência (incidência ou casos), observada em um período de tempo (habitualmente 10 anos).
Risco relativo é a razão entre a incidência de eventos, e é expressa em porcentagem, como, por exemplo, a razão entre a letalidade de pacientes não tratados por um dado medicamento (grupo-controle) e aqueles que foram tratados (intervenção).
São termos ligados à vigilância epidemiológica: sensibilidade, que é a capacidade de o sistema detectar casos, e especificidade, que expressa a capacidade de o sistema excluir os não-casos.
Alguns dos indicadores citados têm apontado a diminuição da taxa de fecundidade e o aumento da longevidade da população brasileira, que caracterizam um cenário com fortes demandas por serviços de saúde.
Em crianças menores de um ano, vítimas de violência, a principal causa de mortalidade e morbidade é o sufocamento.
A eficácia de determinado tratamento é a evidência de que ele realmente funciona (traz mais benefícios que riscos) em determinadas condições experimentais, podendo ser observada com maior freqüência nos trabalhos do tipo ensaio clínico randomizado.