Questões de Concurso sobre BCG

 
 
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Sobre a vacina BCG, analise as afirmativas a seguir:


I. Na rotina, a vacina pode ser administrada em crianças até 4 anos, 11 meses e 29 dias.

II. No caso de contato intradomiciliar de paciente com diagnóstico de hanseníase que não apresenta sinais e sintomas, independentemente de ser paucibacilar ou multibacilar, o esquema de vacinação deve considerar a história vacinal do contato.

III. O esquema de vacinação com a vacina BCG corresponde à dose única o mais precocemente possível, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o nascimento, ainda na maternidade.


Assinale a alternativa correta:


A

somente as afirmativas I e II estão corretas.


B

somente as afirmativas I e III estão corretas.


C

somente as afirmativas II e III estão corretas.


D

somente a afirmativa III está correta.


E

as afirmativas I, II e III estão corretas.

O leite materno, a vacina BCG e o soro antitetânico, conferem imunidade


A

adquirida pela transferência de anticorpos.


B

adquirida pela transferência de antígenos.


C

passiva, ativa e ativa respectivamente.


D

passiva, ativa e passiva, respectivamente.

Em relação à vacina BCG, analise as afirmativas abaixo e assinale a única alternativa INCORRETA:


A

Em alguns casos, a fase de cicatrização é mais demorada, podendo prolongar-se até o quarto mês, mas nunca ultrapassando o sexto mês de vida da criança.


B

Desde que a técnica de administração da vacina seja realizada corretamente, a lesão vacinal evolui de mácula avermelhada para pústula, seguida pelo aparecimento de crosta e cicatriz.


C

Não é necessário colocar qualquer medicamento ou cobertura na úlcera resultante da lesão de evolução normal, devendo-se apenas mantê-la limpa, usando água e sabão.


D

O enfartamento ganglionar axilar, não supurado, pode ocorrer durante a evolução normal da lesão vacinal, desaparecendo espontaneamente, sem necessidade de tratamento medicamentoso e/ou drenagem.

De acordo com BRASIL (2012), as orientações importantes para administração da BCGID na criança, são, EXCETO:


A

Para os prematuros com menos de 36 semanas, administre a vacina depois que eles completarem 1 mês de vida e atingirem 2 Kg.


B

Contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase menores de 1 ano de idade comprovadamente vacinados não necessitam de outra dose da BCG.


C

Para as crianças HIV positiva, ainda não vacinadas que chegam a unidade de saúde a vacina esta indicada.


D

Para contatos com duas doses, não se deve administrar nenhuma dose adcional.

Assinale a opção que apresenta a evolução da lesão vacinal da BCG (vacina contra tuberculose) de forma correta.


A

Mácula, cicatriz, pústula e úlcera.


B

Úlcera pústula, cicatriz e mácula.


C

Pústula, mácula, úlcera e cicatriz.


D

Mácula, pústula, úlcera e cicatriz.


E

Úlcera, mácula, cicatriz e pústula.

Das orientações importantes para a vacina BCG, todas estão corretas, EXCETO:


A

Para a criança HIV positiva, a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precoce possível.


B

Para os prematuros com menos de 36 semanas, administre a vacina depois que eles completarem 1 mês de vida e atingirem 2 Kg.


C

Na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência é indicado a revacinação de rotina.


D

Na eventualidade de contatos de indivíduos comprovadamente vacinados com a primeira dose, administre outra dose de BCG.

A vacina contra a tuberculose é o BCG (bacilo de Calmette e Guérin), indicada principalmente para prevenir as formas graves da doença (miliar e meníngea). A vacina está CONTRAINDICADA para:

A
profissionais com risco de exposição ao HIV

B
crianças HIV-positivas assintomáticas

C
indivíduos HIV-positivos sintomáticos

D
filhos de mães HIV-positivas

Em relação à vacina BCG, a alternativa correta é:


A

a aplicação da vacina é intramuscular no braço direito, na altura da inserção do músculo deltoide.


B

não pode ser simultaneamente aplicada com outras vacinas, exceto aquelas que contenham vírus atenuados.


C

recomenda-se revacinar lactentes que tiverem contato com pessoas com tuberculose bacilífera.


D

lactentes que foram vacinados e não apresentem cicatriz vacinal após seis meses devem ser revacinados apenas mais uma vez.


E

durante a evolução da lesão vacinal, o enfartamento ganglionar axilar, não supurado, pode ocorrer, sendo, então, necessário tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico (drenagem).

São contraindicações à vacina BCG, EXCETO:

A

Imunodeficiência congênita ou adquirida.


B

Peso inferior a 2500g.


C

Infecção pelo HIV, com sintomatologia.


D

Afecções cutâneas extensas.

Unidade de Saúde onde você trabalha recebeu várias crianças que após serem vacinadas com BCG-ID apresentaram reações adversas locais e regionais: úlcera com diâmetro maior que 1 cm, abscesso e linfadenopatia regional supurada. Esse fato começou a ocorrer após a entrada de funcionários do último concurso público em seu município.

Como enfermeiro responsável pelo serviço, você:


A

Suspende todas as atividades na sala de vacina da Unidade de Saúde.


B

Observa por mais um período e, se as reações adversas continuam, toma providências.


C

Devolve os lotes de vacina BCG-ID para o nível regional e faz novo pedido.


D

Analisa a cobertura vacinal para promover uma estratégia que aumente a cobertura para os níveis desejados.


E

Promove um treinamento em serviço sobre a técnica de aplicação da vacina BCG-ID para os vacinadores.

De acordo com o Ministério da Saúde (2001), no preparo e administração da vacina BCG-ID (intradérmica)


A

o volume padrão a ser administrado é de 0,2 mL, podendo ocorrer variação na dose de acordo com o peso do recémnascido.


B

a agulha deve ser introduzida formando um ângulo de 45° em relação à pele e a solução administrada na dose exata de 0,2 mL.


C

a introdução da agulha deve ser em um ângulo de 30° em relação à pele, com o bisel voltado para baixo e a solução injetada rapidamente.


D

o diluente, no momento da reconstituição, deve estar na mesma temperatura da vacina, ou seja, entre +2 °C e +8 °C.


E

o frasco multidoses da vacina BCG-ID, uma vez aberto, desde que mantido sob temperatura adequada (+2 °C a +8 °C) e adotados os cuidados que evitem sua contaminação, pode ser usado por até vinte e quatro horas.

A vacina deve ser administrada o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento. Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar um mês de vida e atingir 2 Kg. Contatos intradomicíliares de portadores de hanseníase menores de um ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose. Contatos de portadores de hanseníase com mais de um ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose. Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose. Manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinados, a vacina está contra-indicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contra indicada em qualquer situação. As peculiaridades citadas acima sobre o esquema de vacinação é referente à Vacina:


A

Vacina da Hepatite B


B

Vacina BCG


C

Vacina Tretavalente


D

Vacina Tríplice Viral

A vacina contra tuberculose, depois de aberta a ampola, só deve ser utilizada por um período de até:


A

12 horas;


B

10 horas;


C

6 horas;


D

4 horas;


E

24 horas.

Assinale a alternativa que contém a vacina do calendário básico de imunizações que tem aplicação intradérmica:


A

Tríplice viral;


B

Tetravalente;


C

BCG;


D

Sabin;


E

Tríplice bacteriana.

Três contatos intradomiciliares de doente de hanseníase paucibacilar compareceram a uma unidade de saúde para avaliação, apresentando as seguintes características: Contato A - 9 meses, com uma cicatriz de BCG e sem sinais e sintomas de hanseníase; Contato B - 6 anos, com uma cicatriz de BCG e sem sinais e sintomas da doença; e Contato C – 13 anos, sem cicatriz de BCG e com presença de sinais e sintomas da doença. Os contatos não apresentavam risco de exposição ao HIV/AIDS. Nesse, caso e de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde quanto à vacina BCG-ID para os contatos intradomiciliares da hanseníase, o correto manejo seria


A

vacinar os contatos A e B com uma dose adicional de BCG-ID; vacinar o contato C com duas doses adicionais de BCG-ID, com intervalo de seis meses entre as doses.


B

não vacinar o contato A, pois não necessita de aplicação de dose adicional de BCG-ID; vacinar o contato B com uma dose adicional da vacina BCG-ID; não vacinar o contato C.


C

vacinar o contato A por ser menor de um ano e apresentar uma cicatriz da vacina BCG-ID; vacinar os contatos B e C com uma dose adicional de BCG-ID.


D

não vacinar nenhum contato, haja vista que os mesmos são contatos intradomiciliares de caso de hanseníase paucibacilar.

De acordo com o Manual de Procedimento de Vacinação do Ministério da Saúde, alguns dias após a vacinação contra a tuberculose com a vacina BCG-ID, o local apresenta altera ções que progridem espontaneamente e se configuram como

I. crosta;

II. úlcera,

III. pústula,

IV. nódulo.

A sequência correta na evolução até a cicatriz é


A

IV, III, I, II.


B

II, III, I, IV.


C

I, II, III, IV.


D

III, II, I, IV.


E

IV, III, II, I.

A vacina da BCG, administrada para a criança ao nascer, é uma vacina administrada em via intradérmica.

Essa vacina previne:


A

as formas graves de tuberculose.


B

a poliomielite.


C

a meningite.


D

o sarampo.


E

a rubéola.

A tuberculose - chamada antigamente de “peste cinzenta”, e conhecida também em português como tísica pulmonar ou “doença do peito” - é uma das doenças infecciosas documentadas desde mais longa data e que continua a afligir a Humanidade nos dias atuais. É causada pelo Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch. Estima-se que a bactéria causadora tenha evoluído há 40.000 anos, a partir de outras bactérias do gênero Mycobacterium. A vacina contra a tuberculose é o BCG (bacilo de Calmette & Guérin) liofilizado, obtido por atenuação do Mycobacterium bovis, apresentada em ampolas com múltiplas doses.

Com relação a esta vacina, pode-se afirmar, EXCETO:


A

É indicada principalmente para prevenir as formas graves da tuberculose (miliar e meníngea) em crianças com menos de cinco anos de idade, mais freqüentes em menores de um ano.


B

Tem como evento adverso mais comum a febre e erupção cutânea.


C

Tem como esquema básico, uma dose o mais precoce possível.


D

Rigorosamente intradérmica, de preferência no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltóide.

Um neonato de 6 dias, nascido a termo com peso de 2750kg, recebeu alta após 24 horas do nascimento. Tendo o parto e a gestação transcorridos sem complicações. O pai da criança foi diagnosticado com tuberculose pulmonar bacilífera dois dias depois da chegada do bebê à residência. A mãe procurou a Unidade Básica de Saúde e relatou o caso. O enfermeiro responsável pela sala de vacina, diante da situação, deve:


A

fazer a BCG imediatamente;


B

fazer a BCG e iniciar a quimioprofilaxia;


C

iniciar a quimioprofilaxia;


D

iniciar o esquema I (rifampicina+ isoniazida + pirazinamida);


E

fazer o PPD no momento.

 
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