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O cateterismo umbilical é um procedimento frequente em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, porém associado a riscos que exigem monitoramento rigoroso pela enfermagem. Qual cuidado de enfermagem é adequado em relação ao recém-nascido em uso de cateter venoso umbilical?
Manter o cateter por mais de 14 dias rotineiramente, pois o tempo prolongado não aumenta risco de complicações.
Monitorar sinais de complicações, como alterações de perfusão, distensão abdominal e extravasamento, removendo o cateter caso haja instabilidade clínica.
Realizar curativo oclusivo com gaze e micropore ou filme transparente e a inspeção do coto umbilical a cada sete dias, durante as trocas do curativo.
Não manipular e realizar a higiene do coto umbilical para evitar deslocamentos do cateter.
No que diz respeito à terapia intravenosa em pediatria, assinale a opção correta.
Para pacientes de qualquer idade em terapia intensiva, sedados ou com déficit cognitivo, a frequência ideal de avaliação do sítio de inserção é a cada 3 horas.
Utilizar a técnica de pressão negativa, considerando-se a técnica de flushing pulsátil, promove a remoção de depósitos sólidos e minimiza o retorno de sangue para o lúmen do cateter.
Cateter venoso periférico não deve ser utilizado para infusão contínua de produtos vesicantes, nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou qualquer solução com osmolalidade acima de 900 mOsm/L.
A fricção da pele, antes da punção com cateter periférico, deve ser realizada com solução à base de álcool, sendo de 1,5 minuto o tempo de aplicação da clorexidina > 0,5%.
A cobertura para cateter periférico deve ser limpa, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.
As sondagens gástrica e vesical são procedimentos invasivos comuns na prática de enfermagem, que exigem conhecimento técnico e anatômico preciso para evitar iatrogenias. A sondagem vesical de demora (SVD) requer técnica asséptica rigorosa para prevenir infecção do trato urinário (ITU), enquanto a sondagem nasogástrica (SNG) para alimentação exige métodos seguros de verificação do posicionamento. O técnico de enfermagem auxilia o enfermeiro ou realiza o procedimento conforme delegação e protocolos institucionais. Sobre as técnicas de sondagem, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)Na sondagem vesical de demora, a técnica deve ser estritamente asséptica (estéril), incluindo o uso de luvas estéreis, campo estéril e antissepsia rigorosa da região perineal.
(__)O método padrão-ouro para verificar o posicionamento de uma sonda nasogástrica (SNG) para início da dieta enteral é o Raio-X de abdômen.
(__)A técnica de medição da sonda nasogástrica (SNG) em adultos é realizada medindo do lóbulo da orelha até a ponta do nariz, e desta até o apêndice xifoide.
(__)A sondagem vesical de alívio (ou intermitente) utiliza um cateter sem balonete (cuff) e é removida imediatamente após o esvaziamento da bexiga.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, F, F
V, V, V, V
V, F, V, F
F, V, F, V
V, V, F, V
O cateterismo vesical é um procedimento comum na prática de enfermagem. Sobre a inserção de um cateter vesical, é correto afirmar que:
I. O balão do cateter deve ser insuflado antes da inserção no paciente.
II. A lavagem das mãos e o uso de técnica asséptica são fundamentais para evitar infecções.
III. É permitido reintroduzir o mesmo cateter caso ele seja retirado acidentalmente.
Está(ão) CORRETA(S):
Apenas III.
I, II e III.
Apenas I e III.
Apenas II.
A sondagem vesical de demora é indicada em situações clínicas que exigem monitoramento rigoroso do débito urinário, retenção urinária, preparo para cirurgias ou para conforto em pacientes com mobilidade extremamente comprometida. Esse procedimento invasivo exige cuidados contínuos por parte da equipe de enfermagem, a fim de prevenir infecções do trato urinário, que são frequentemente associadas ao uso prolongado do dispositivo. Entre os cuidados essenciais estão a manutenção da bolsa coletora abaixo do nível da bexiga para evitar refluxo de urina, a realização da higiene do meato uretral com água e sabão, e a inspeção diária do sistema quanto a dobras ou obstruções. A técnica de inserção e manutenção deve ser estritamente asséptica. É importante, ainda, observar alterações no aspecto da urina, como coloração, presença de sedimentos ou odor forte, que podem ser indicativos de infecção. A revisão diária da real necessidade da sonda também é fundamental para a segurança do paciente, uma vez que a exposição prolongada sem indicação clara aumenta o risco de complicações.
Em relação aos cuidados de enfermagem com a sonda vesical de demora, analise as afirmativas I e II a seguir:
I. ASSERÇÃO: A bolsa coletora deve permanecer ao nível da sínfise púbica, inclusive durante o transporte do paciente.
II. RAZÃO: A drenagem de urina para o compartimento de armazenamento pode reduzir riscos de infecção urinária associada ao cateterismo.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as duas afirmativas:
A asserção é falsa e a razão é verdadeira.
A asserção é falsa e a razão é falsa.
A asserção é verdadeira e a razão é verdadeira, mas a razão não justifica a asserção.
A asserção é verdadeira e a razão é falsa.
A asserção é verdadeira e a razão é verdadeira, e a razão justifica a asserção.
No que diz respeito à remoção da sonda vesical de demora, o enfermeiro deve enfatizar ao profissional responsável por realizar o procedimento a necessidade de
manter a sonda fechada por 30 minutos antes de iniciar sua retirada.
testar a permeabilidade do cateter, elevando o conjunto de tubo de drenagem e bolsa coletora de urina um pouco acima do nível de inserção da sonda, e observar se há movimento da urina no tubo de drenagem, no sentido descendente.
realizar a higiene do períneo e da sonda com água morna e sabão neutro, secar com compressa estéril e, em seguida, desconectar o conjunto de tubo de drenagem e bolsa coletora de urina do cateter.
tracionar o êmbolo de uma seringa até a marcação de 0,5 mL, conectar o bico da seringa na válvula de enchimento do balão e deixar que o líquido do balão drene sozinho para a seringa, até esvaziá-lo totalmente, comparando o volume obtido com o volume utilizado para seu enchimento.
retirar o cateter tracionando-o de forma rápida e firme após esvaziar o balão, de modo a vencer qualquer resistência à sua saída.
A sondagem vesical de demora é um procedimento de alta complexidade de responsabilidade do Enfermeiro, conforme as novas atualizações do procedimento de SVD no livro fundamentos de enfermagem 11ª edição (Potter e Perry) é correto afirmar que:
I) Em homens recomenda-se fixar o cateter na face medial da coxa para minimizar o risco de tração uretral.
II) Não testar o balão da sonda antes da inserção, pois o teste pode causar desconforto ao paciente e danificar o balão, aumentando o risco de lesões.
III) O Volume da insuflação deve ser único de 30 ml para adultos e crianças.
IV) O Volume da Insuflação deve ser preferencialmente de 5 ml para adultos, 3ml para crianças, 30 ml pós cirúrgico (irrigação).
ll, III e IV estão corretas.
I,II e IV estão corretas.
I,II,III estão corretas.
Todas as alternativas estão corretas.
Nenhuma das alternativas anteriores.
O cateterismo vesical de demora (CVD) consiste em técnica privativa do enfermeiro e requer cuidados específicos a fim de evitar complicações.
Sobre esse tema, é correto afirmar:
O local de fixação mais indicado em homens é na parte inferior do abdomem.
O local recomendado para a fixação da sonda em homens é na face medial da coxa, a fim de evitar trações e melhorar o conforto do paciente.
A bolsa coletora deve ser posicionada acima do nível da bexiga, para evitar retorno no fluxo urinário da bolsa coletora para o cateter.
O balonete do CVD em adultos deve ser insuflado em pelo menos 30 ml para evitar perda acidental do cateter e garantir melhor fixação na bexiga.
O CVD trata-se de um sistema fechado, devendo ser clampeado e desconectado para banho e movimentação, evitando assim refluxo vesicoureteral.
Considere as seguintes afirmativas sobre cateterismo vesical e punções venosas periféricas:
I. A utilização de cateter vesical de demora deve ser priorizada para todos os pacientes críticos, pois reduz o risco de infecção urinária associada à permanência prolongada do dispositivo.
II. O calibre do cateter utilizado na punção venosa periférica deve ser sempre o maior possível, garantindo melhor fluxo de infusão e reduzindo complicações como tromboflebite e extravasamento.
III. A técnica asséptica deve ser rigorosamente seguida na inserção e manutenção do cateter venoso periférico, incluindo higienização das mãos, antissepsia adequada do local de punção e troca do curativo conforme protocolo institucional.
IV. A troca rotineira do cateter venoso periférico a cada 72 horas é uma medida obrigatória para todos os pacientes hospitalizados, independentemente das condições do dispositivo e da integridade do local de punção.
V. O cateterismo vesical intermitente é uma estratégia eficaz para esvaziamento da bexiga em pacientes com retenção urinária, reduzindo o risco de infecções urinárias associadas ao uso prolongado de sonda vesical de demora.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I e II, apenas.
I, II e IV, apenas.
III e V, apenas.
I, III e V, apenas.
A sondagem gástrica insere um tubo pela boca ou nariz até o estômago para alimentação, administração de medicamentos, descompressão ou remoção de conteúdo gástrico. A sondagem vesical insere um cateter pela uretra até a bexiga para drenar urina, coletar amostras ou administrar tratamentos. Sobre a sondagem gástrica e vesical no atendimento hospitalar público, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:
(__)A sondagem vesical de demora deve ser realizada com técnica asséptica rigorosa.
(__)A fixação adequada da sonda gástrica previne deslocamentos e broncoaspiração.
(__)É permitido ao técnico de enfermagem indicar e prescrever sondagem vesical de demora.
(__)A aferição do débito urinário por sonda vesical é importante em pacientes críticos.
(__)A lavagem gástrica pode ser indicada rotineiramente em casos de ingestão de cáusticos.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
F, F, V, F, F.
V, F, V, F, V.
V, V, F, V, F.
V, V, F, F, F.
F, V, F, V, F.
Após cateterismo vesical feminino, uma paciente, 30 anos, apresenta disúria e dor perineal. Qual é o cuidado de enfermagem mais adequado?
Administrar analgésicos via oral.
Realizar higiene íntima com sabão neutro.
Manter o cateter fechado por 4 horas após retirada.
Incentivar ingestão de líquidos para diurese.
A cistoscopia é uma ferramenta diagnóstica importante que fornece ao urologista informação valiosa concernente à condição urológica do paciente. Sobre os cuidados e o preparo desse paciente, assinalar a alternativa CORRETA.
Estribos de Allen e Yellow Fin são estribos tipo bota que apoiam o pé e a panturrilha. Porém, devem ser evitados nesse tipo de procedimento, já que fornecem maior tensão em assoalho, aumentando a pressão no espaço poplíteo.
Depois que o paciente é colocado na mesa de cistoscopia, o posicionamento correto exige ótimo relaxamento dos músculos das pernas e do períneo.
Pulsos bilaterais carotídeos e controle de pressão venosa central (PVC) devem ser avaliados no pré-operatório e pós-operatório, quando se decide uso de quaisquer estribos.
Depois que o paciente está apropriadamente posicionado, a mesa pode ser inclinada de modo que a cabeça do paciente fique ligeiramente mais baixa que as nádegas para permitir uma boa oxigenação central.
Para atender à necessidade da terapia intravenosa, deve ser selecionado cateter de maior calibre e com cânula de menor comprimento.
Certo
Errado
Mariana, 8 anos, foi diagnosticada com mielodisplasia congênita aos 2 anos de idade. Esta condição afeta sua medula espinhal, resultando em dificuldades de mobilidade e controle urinário. Ela precisa de cateterização vesical intermitente para gerir a retenção urinária e prevenir infecções urinárias recorrentes. Mariana também tem uma alergia severa ao látex, que provoca reações alérgicas significativas.
Tendo em vista o histórico da paciente, a enfermeira deverá utilizar para a cateterização vesical uma sonda vesical do tipo
Cateter de Foley 8Fr.
Cateter de Foley 10Fr.
Cateter hidrofílico de poliuretano 8Fr.
Cateter hidrofílico de poliuretano 14Fr.
Cateter hidrofílico de poliuretano 16Fr.
Sobre os procedimentos de cateterismo vesical, analise as assertivas abaixo:
I. O cateterismo vesical de demora é indicado para pacientes que necessitam de monitoramento contínuo da diurese.
II. A técnica asséptica deve ser rigorosamente seguida durante a inserção do cateter para prevenir infecções.
III. A sonda vesical de alívio deve ser mantida por até 7 dias para evitar complicações.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Apenas I e II estão corretas.
Apenas II está correta.
Apenas III está correta.
Apenas I e III estão corretas.
Todas estão corretas.
Para coletar urina de cliente com sonda vesical, são realizados os procedimentos abaixo. Um desses procedimentos apresenta um dado incorreto, assinale-o:
Identificar o frasco com nome, hora e número do RG.
Fazer assepsia com PVPI alcoólico no látex existente na porção próxima da sonda vesical.
Realizar a punção com agulha grossa.
Colocar a urna em frasco estéril identificado.
Encaminhar para o laboratório.
Sobre os procedimentos após o cateterismo cardíaco, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:
(__)O repouso após o cateterismo será realizado na unidade de recuperação, onde o paciente terá suas frequências cardíaca e respiratória e pressão arterial checadas constantemente por, pelo menos, 2 horas.
(__)O tempo mínimo de repouso absoluto será de 4 a 6 horas. A cabeceira do leito não poderá ser erguida a mais que 45º.
(__)A administração de soro e líquidos por via oral, após o exame, será realizada para facilitar a retirada do contraste do organismo.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
F, F, V.
V, F, V.
V, V, F.
F, V, F.
Nos pacientes com distúrbio urológico ou com função renal marginal, é preciso ter cuidado para assegurar que a drenagem de urina esteja adequada e que a função renal seja preservada. Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente e precisa ser drenada de modo artificial, podem ser inseridos cateteres diretamente na bexiga, no ureter ou na pelve renal.
Quanto aos cuidados com a cateterização de demora, assinale a alternativa CORRETA.
Para a cateterização de demora, utiliza-se um sistema de drenagem aberto, especialmente nos pacientes que apresentam piúria e grumos na diurese.
Para evitar risco de contaminação do sistema, a bolsa de drenagem deve permanecer em nível mais baixo do que a bexiga do paciente, impedindo o fluxo retrógrado de urina para a bexiga.
Após a cateterização vesical de demora, o volume de urina, a coloração e o odor não necessitam ser monitorados.
A fixação do cateter pode ser realizada, deixando-se uma folga considerável, uma vez que o balão que segura a sonda na uretra foi inflado, permitindo, assim, a mobilização da sonda, evitando o comprometimento da parede da uretra.
Lavar de forma vigorosa o meato urinário manuseando a sonda e a área perineal com água e sabão, pelo menos 2 vezes/dia, com o objetivo de impedir a contaminação por microorganismos.
A administração de medicamentos via sonda enteral requer técnica correta, o que evita obstrução ou prejuízo para ação farmacológica do medicamento. Dentre as medicações, assinale aquela que a administração por via sonda, não seja recomendada.
Metoprolol, succinato.
Metoprolol, tartarato.
Enalapril, maleato.
Fluoxetina.
O cateterismo vesical consiste na introdução de um cateter através da uretra até o interior da bexiga. Sobre esse procedimento, assinale a alternativa CORRETA.
Existem dois tipos de cateterismo vesical, o de alívio ou intermitente e o de demora. Ambos devem utilizar técnica limpa e luvas de procedimento na inserção do catéter.
O calibre da sonda vesical para o cateterismo de alívio em mulheres adultas varia entre 18 e 24 Fr.
Para a cateterização vesical de demora, não é necessário fazer a higienização perineal, mesmo que o paciente não tenha realizado a higiene íntima anteriormente.
A cateterização vesical de demora permite o esvaziamento contínuo da bexiga pelo uso de uma sonda vesical conectada à um sistema coletor fechado.
Para a cateterização de demora, utiliza-se sonda vesical de duplo lúmem, que possui um pequeno balão; este, quando insuflado com polivinilpirrolidona (PVP), repousa contra a saída da bexiga, mantendo a sonda estabilizada.