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Uma das causas principais desse tipo de choque é a perda súbita do tônus vasomotor por todo o corpo, resultando de modo especial na dilatação maciça das veias. Ocasionalmente, ocorre sem ter havido qualquer redução do volume sanguíneo.
Trata-se do choque:
séptico;
cardiogênico;
neurogênico;
anafilático;
hemorrágico.
M.S.,sexo masculino, 27 anos, é trazido ao setor de pronto-socorro hospitalar devido a um acidente de moto. Na avaliação, a equipe de saúde verifica, entre outros aspectos, que M.S. se encontra alerta, lúcido e orientado. Sua pele se apresenta quente, seca e rosada. A pressão arterial e a frequência cardíaca estão diminuídas e o enchimento capilar se encontra dentro dos parâmetros de normalidade.
Frente à situação descrita, é correto afirmar que há suspeita de choque
anafillático.
hipovolêmico.
séptico.
neurogênico.
cardiogênico.
Segundo Brunner e Suddarth (2011), são fatores de risco do choque neurogênico, EXCETO:
lesão raquimedular.
deficiência de glicose.
anestesia espinhal.
imunossupressão,
ação depressora de medicamentos.
“O choque é um estado de grave redução na perfusão tecidual caracterizada por diminuição da oferta celular de oxigênio, bem como da remoção de ferimentos metabólicos”. Clinicamente, pacientes que se apresentam com a pele corada, hipotensão (se o paciente estiver na posição Trendelenburg reversa), resposta variável de taquicardia e enchimento capilar normal estão em
choque cardiogênico.
choque neurogênico.
choque obstrutivo.
choque anafilático.
choque hipovolêmico.
O choque é uma condição clínica que pode ser definida como uma síndrome caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório fornecer oxigênio e nutrientes aos tecidos, de forma a atender as suas necessidades metabólicas. Os tipos de choque classificados como distributivos são:
séptico e cardiogênico.
anafilático e hipovolêmico.
anafilático, séptico e neurogênico.
anafilático, séptico e cardiogênico.
O enfermeiro da clínica cirúrgica, durante a visita de rotina, percebe que há um cliente com diagnóstico de choque neurogênico e dentre as manifestações clínicas apresentadas são: pele quente e seca e bradicardia. Qual o manejo prioritário de enfermagem diante dessa situação?
Fornecer exercícios passivos de amplitude de movimento para promover a circulação e boa complacência pulmonar;
Elevar a cabeceira pelo menos a 90° para administração de medicamentos via epidural;
Avaliar a presença de dor em Membros inferiores (MMII), rubor, hipersensibilidade ou calor que podem sugerir a esclerose lateral amiotrófica (ELA);
Imobilizar o cliente se houver suspeita de lesão da medula espinhal, para evitar lesão adicional, avaliando a dor nos membros inferiores;
Administrar heparina via subcutânea e instalar colchão pneumático para prevenção de lesão por pressão, pois trata-se de um paciente acamado.
Em uma Unidade de Pronto Atendimento, paciente dá entrada ao serviço após acidente automobilístico. J.F.R, do sexo masculino, sofreu um trauma na região torácica ao nível de T2. Evoluiu com dores radiculares, paraplegia flácida, abolição dos reflexos profundos dos membros inferiores, hipotensão arterial, bradicardia e Sinal de Babinski e houve queda da pressão arterial média (PAM) em torno de 15%. Essa sintomatologia é sugestiva do seguinte tipo de choque:
Anafilático.
Cardiogênico.
Neurogênico.
Hipovolêmico.
O estado de choque pode surgir por diversas causas e, para cada caso, o choque tem uma definição específica. Nesse sentido, o técnico de enfermagem observa que o paciente encontra-se: orientado, com pele quente e seca, dificuldade para respirar, tontura, coloração rosada, hipotensão e bradicardia. É CORRETO afirmar que o paciente está em estado de choque:
Neurogênico.
Cardiogênico.
Hipovolêmico.
Séptico.
Anafilático.
Sobre os sinais e sintomas dos diferentes tipos de Choque, marque a alternativa INCORRETA:
No Choque hipovolêmico, ocorre queda da frequência cardíaca.
No Choque séptico, a pressão arterial pode apresentar-se normal ou diminuída.
No Choque neurogênico, a pele é quente e seca.
No Choque cardiogênico, identifica-se alteração do nível de consciência.
A vasodilatação ocorre como consequência de uma perda do equilíbrio entre as estimulações parassimpática e simpática. A estimulação simpática faz com que o musculo liso vascular se contraia, e a estimulação parassimpática faz com que o musculo liso vascular relaxe ou dilate. O paciente experimenta uma estimulação parassimpática predominante, e esta provoca vasodilatação que dura por um longo período.
Este trecho refere-se ao conceito de:
Choque hipovolêmico.
Choque neurogênico.
Choque anafilático.
Choque cardiogênico.
Choque séptico.
Qual o choque que ocorre devido à lesão em medula no local de saída de nervos do sistema nervoso simpático e que em sua maioria também é um choque causado por traumas?
Choque Anafilático.
Choque Neurogênico.
Choque Hipovolêmico.
Choque Cardiogênico.
Choque Séptico.
Paciente deu entrada no serviço de emergência com sinais de choque. Estava lúcido e orientado, apresentando arreflexia, pele rosada e seca, pressão arterial = 100x60 mmHg, frequência cardíaca = 50 bpm e enchimento capilar< 2 segundos. Esses sinais e sintomas são sugestivos do seguinte tipo de choque:
neurogênico.
anafilático.
cardiogênico.
hipovolêmico.
séptico.
O choque neurogênico ocorre quando há lesão da medula que ocasiona perda da inervação simpática.
São sinais e sintomas apresentados por uma vítima de TRM com choque neurogênico e sem outras lesões, EXCETO:
Pele rosada, quente e seca.
Pressão arterial diminuída.
Taquicardia.
Nível de consciência mantido.
O choque que tem como característica clínica a estimulação parassimpática e a hipotensão com bradicardia, é denominado
neurogênico.
hipovolêmico.
cardiogênico.
séptico.
anafilático.
O choque característico de uma lesão raquimedular em que o paciente apresenta hipotensão, bradicardia, bom nível de consciência e pele rosada no local da lesão, é denominado:
choque cardiogênico;
choque neurogênico;
choque hipovolêmico;
choque periférico;
choque anafilático.
O Choque é um estado grave em que ocorre diminuição do volume de sangue para os tecidos resultando em perfusão inadequada com redução de oxigênio celular, ocasionando prejuízo para as funções vitais. Quando o paciente apresenta lesões de tronco cerebral, bloqueio de impulsos vasomotores, aumento da pressão intracraniana com perda de tonicidade simpática, falamos que ele apresenta um Choque
Hipovolêmico.
Cardiogênico.
Anafilático.
Cranial.
Neurogênico.
O choque neurogênico, condição verificada nos pacientes com lesões cervicais e torácicas superiores graves, tem como sinais e sintomas característicos a hipertensão, a taquicardia e a perda da capacidade de suar abaixo do nível da lesão.