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Na enfermagem, o dimensionamento de recursos humanos inadequado reflete diretamente no resultado da qualidade da assistência prestada. Nos locais em que são desenvolvidas as atividades de enfermagem onde não é possível aplicar o método de dimensionamento baseado no sistema de classificação de paciente como, por exemplo, ambulatórios que não possuem leitos de internação, para o dimensionamento do pessoal de enfermagem, o enfermeiro deverá identificar os sítios funcionais do setor. Para isso, são considerados elementos necessários que devem ser conhecidos:
Definir o número de pacientes atendidos e as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas.
Definir os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem e definir o número de pacientes atendidos.
Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem; avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, definir o número de pacientes atendidos.
Os locais/áreas operacionais da unidade onde são desenvolvidas atividades de enfermagem; avaliar as funções desenvolvidas em cada uma dessas áreas; e, estabelecer o quantitativo de profissionais necessários em cada um desses sítios por período de trabalho.
Sobre as disposições do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) acerca do dimensionamento de enfermagem, analise as afirmativas a seguir, considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) Os serviços de diagnóstico por imagem devem garantir a presença de no mínimo um enfermeiro durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.
( ) O cuidado intermediário deve contar, no mínimo, com 1 profissional de enfermagem para 6 pacientes.
( ) Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o índice de segurança técnica (IST) de no mínimo 15% do total.
A sequência correta é:
V – V – V;
F – V – V;
V – F – V;
F – F – F;
V – V – F.
O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve ser realizado considerando critérios conforme classificação do grau de dependência dos pacientes, sendo também correto afirmar:
a Escala de Fugulin, que considera a distribuição de profissionais de enfermagem de acordo com o grau de dependência dos pacientes.
o referencial mínimo para dedicação do profissional de enfermagem a quem está classificado como cuidado intensivo, 6h de enfermagem em 24h, por paciente.
para cuidados de alta dependência, não são permitidos e alocados profissionais técnicos de nível médio.
tanto a Escala de Fugulin quanto a Braden não permitem a distribuição igualitária de sobrecarga de trabalho para cada membro da equipe.
utiliza-se como principal referencial a Escala de Braden, que considera as dimensões psicossociais da equipe de enfermagem.
O dimensionamento de pessoal é definido como uma etapa inicial do processo de enfermagem que visa suprir as necessidades de assistência prestadas direta ou indiretamente pela equipe de enfermagem, tendo como objetivo prever a quantidade de funcionários por categoria. São instrumentos utilizados para o Sistema de Classificação de Pacientes (SCP), EXCETO:
Fugulin.
Perroca.
Dini.
Martins.
THE.
Segundo KURCGANT, sobre o dimensionamento de pessoal de enfermagem em instituições de saúde, analisar os itens abaixo:
I. A operacionalização do processo de dimensionamento de pessoal não deve levar em conta o grau de dependência do paciente em relação à assistência de enfermagem, pois isso não interfere na carga de trabalho da equipe.
II. O dimensionamento conta com a determinação de um índice de segurança técnica, que consiste em um acréscimo no quantitativo de pessoal de enfermagem, por categoria profissional, para a cobertura das ausências ao serviço.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
Ao realizar o dimensionamento da equipe de enfermagem para uma unidade de internação com base nas normas de dimensionamento do COFEN, o enfermeiro deve considerar, no mínimo,
3 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo.
1 profissional de enfermagem para 6 pacientes, no cuidado intermediário.
6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência.
1 profissional de enfermagem para 2,4, no cuidado intensivo.
10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo.
Com relação ao Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem, é correto afirmar que
no contexto da assistência hospitalar, destaca-se a importância do adequado dimensionamento da equipe de enfermagem para promover a segurança do paciente e diminuir a associação entre essa variável, as complicações na saúde e a redução de custos.
o dimensionamento de pessoal é o processo sistemático que objetiva a previsão da quantidade necessária para suprir as necessidades de enfermagem dos pacientes e médicos de uma unidade de trabalho.
o aumento da carga de trabalho gera efeito estimulante na equipe de enfermagem até certo ponto, a menos que se chegue à exaustão, quando se elevam os riscos de acidente de trabalho.
o subdimensionamento de pessoal resulta em aumento da carga de trabalho e em consequências negativas aos profissionais, além de prejudicar a qualidade do atendimento ao paciente e contribuir para a ocorrência de eventos adversos.
no Brasil, nos requisitos mínimos para o funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva estabelecidos pela Resolução nº 26/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, é levada em conta a carga de trabalho.
Ao realizar a escala dos profissionais de enfermagem em uma unidade de cuidado intermediário, o enfermeiro responsável levou em consideração, além de outros parâmetros, a proporção recomendada de profissional/paciente nos diferentes turnos de trabalho, que é de 1 profissional de enfermagem para:
1,5 pacientes;
2,4 pacientes;
4 pacientes;
5 pacientes;
6 pacientes.
Ao realizar o dimensionamento do pessoal de enfermagem para uma instituição hospitalar com 100 leitos, a ser inaugurada em breve, o enfermeiro responsável técnico estabeleceu o índice de segurança técnica – IST em 20%. Esse percentual deve ser acrescido ao quantitativo
de enfermeiros para a provisão dos cargos de supervisão e administração do serviço de enfermagem.
de profissionais de enfermagem para assegurar a cobertura de férias e ausências não previstas.
de enfermeiros para a coordenação e desenvolvimento de programas e atividades de educação continuada.
de profissionais de enfermagem para assegurar a realização de intervenções e/ou atividades de cuidado indireto que, geralmente, não têm a sua produção rotineiramente registrada.
de profissionais de enfermagem para participação nas atividades de educação continuada e permanente.
Segundo Kuregan (2010), o dimensionamento de pessoal de enfermagem é um instrumento auxiliar no planejamento e avaliação do serviço de enfermagem. Marque a opção que apresenta algumas variáveis para a aplicação desse método.
Tempo efetivo de trabalho e nível técnico dos profissionais.
Índice de segurança técnica e carga média de trabalho na unidade.
Absenteismo e nível técnico dos profissionais.
Índice de segurança técnica e custo efetivo.
Tempo efetivo de trabalho e centro de custos.
Sobre as orientações normativas acerca do dimensionamento de enfermagem, assinale a afirmativa correta.
O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem no cuidado semi-intensivo é de 8 horas de enfermagem, por paciente, nas 24 horas.
A norma orienta que, no cuidado mínimo, a proporção de profissional/paciente nos diferentes turnos de trabalho seja de 1 profissional de enfermagem para 10 pacientes.
A distribuição percentual da equipe de enfermagem em um CAPS II, deve ser de 40% de enfermeiros e 60% de técnicos e /
O Serviço de Diagnóstico por Imagem deve garantir a presença de, no mínimo, 1 enfermeiro durante todo o período em que ocorra assistência de enfermagem.
Ao quantitativo de profissionais estabelecido deve ser acrescido o índice de segurança técnica (IST) de, no mínimo, 12% do total.
acrescido em 15% de profissionais de enfermagem ao setor.
mantido, uma vez que os profissionais com mais idade são mais experientes.
acrescido em 10% de profissionais de enfermagem ao setor.
decrescido em 12% de profissionais de enfermagem ao setor.
mantido, desde que os profissionais após avaliação apresentem rendimento adequado.
A dotação de pessoal de enfermagem para atender a demanda de cuidados interfere diretamente na eficácia, na qualidade e no custo da assistência à saude, tornando o dimensionamento de pessoal um importante instrumento no gerenciamento dos serviços. Para dimensionar uma equipe, Gaidzinsk (1998) propõe um método que permite avaliar o quantitativo e qualitativo de pessoal de enfermagem adequado para a assistência. A operacionalização desse método prevê a identificação das seguintes variáveis:
distribuição percentual dos profissionais, média diária de pacientes assistidos, índice de segurança técnica e total de horas de enfermagem/dia.
grau de dependência dos pacientes, carga média de trabalho da unidade, taxa de absenteísmo dos profissionais de enfermagem e tempo efetivo de trabalho.
carga média de trabalho da unidade, distribuição percentual dos profissionais de enfermagem, índice de segurança técnica e tempo efetivo de trabalho.
total de horas de enfermagem/dia, média diária de pacientes assistidos, grau de dependência dos pacientes e taxa de absenteísmo dos profissionais de enfermagem.
O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem, quanto ao serviço de saúde, deve levar em consideração características do tipo: missão, visão, porte, política de pessoal, recursos materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas; tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
Certo
Errado
Sobre a relação enfermeiro X paciente, assinale a alternativa correta.
Considerando-se o grau de dependência do enfermo, a equipe de enfermagem se destaca por ser composta por profissionais que mantêm contato indireto e remoto com o paciente durante toda a internação.
Para compreender as relações que permeiam o cuidado de enfermagem entre os profissionais e indivíduos sob suas assistências, é prescindível observar o cenário em que essa relação é estabelecida.
No ambiente hospitalar o paciente é exposto a uma situação em que é internado em ambiente completamente estranho a ele, causando-lhe a necessidade de assistência qualificada.
O cuidado recebido pelo usuário do sistema de atenção à saúde é geralmente visto como resultado de diversos pequenos gestos de atenção imparciais que se completam de forma explícita ou implícita.
O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem, segundo normatização do Conselho Federal de Enfermagem, deve se basear nas seguintes características relativas ao paciente:
modelo assistencial e sistema de classificação de pacientes.
estrutura organizacional e física e grau de especificidade técnica exigido.
realidade sociocultural e grau de dependência em relação a equipe de enfermagem.
tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas e indicadores de qualidade assistencial.
sistema de classificação de risco e grau de especificidade técnica pertinente ao paciente.
O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem considera o sistema de classificação de pacientes SCP, as horas de assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e a proporção profissional/paciente. Para efeito de cálculo, devem ser consideradas como horas de enfermagem, nas 24 horas,
6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo.
3 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário.
2 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado pediátrico.
10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo.
18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.
Em um hospital universitário foi utilizado o índice de segurança técnica de 20% ao ser realizado o redimensionamento da equipe de enfermagem da unidade de internação de doenças infecciosas. Esse acréscimo de pessoal tem como propósito
a cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal.
suprir as exigências técnicas decorrentes da assistência de pacientes em isolamento.
a cobertura de férias e ausências não previstas de funcionários.
suprir as demandas administrativas e da implementação da sistematização da assistência de enfermagem no trabalho do enfermeiro.
a participação do pessoal de enfermagem em programas de educação continuada.
Para composição mínima de recursos humanos da equipe de enfermagem no alojamento conjunto, o enfermeiro gestor deverá ter como parâmetros:
1 Enfermeiro Assistencial / 10 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/10 binômios/turno.
1 Enfermeiro Assistencial / 08 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/08 binômios/turno.
2 Enfermeiro Assistencial / 20 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/20 binômios/turno.
1 Enfermeiro Assistencial / 30 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/08 binômios/turno.
1 Enfermeiro Assistencial / 20 binômios/turno, 1 Técnico de Enfermagem/8 binômios/turno.
No dimensionamento dos profissionais de enfermagem, o percentual a ser acrescentado ao quantitativo de profissionais, para assegurar a cobertura de férias e ausências não previstas, é
o constante de marinho.
o índice de segurança técnica.
o total de horas de enfermagem.
a taxa de absenteísmo.
o coeficiente de Martins.