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A obesidade é uma condição crônica e um dos fatores de risco mais importantes para as doenças não transmissíveis, como a hipertensão arterial, o diabetes mellitus do tipo II, o acidente vascular cerebral, alguns tipos de câncer e a apneia do sono. Para o rastreamento da obesidade, a avaliação antropométrica que inclui a medida da circunferência abdominal ou da cintura que deve ser realizada utilizando-se fita métrica inelástica e obedecendo-se, entre outros, os seguintes cuidados:
o usuário deve estar em pé, com ou sem roupa, e a medida deve ser feita entre o rebordo costal e a sínfise púbica, passando-se a fita ao redor da região delimitada.
o usuário deve estar deitado, despido na região do abdome, e a medida deve ser feita a partir do ponto médio da distância entre a crista ilíaca e o rebordo costal superior, passando-se a fita ao redor da cintura.
o usuário deve estar deitado, com ou sem roupa, e a medida deve ser feita entre o rebordo costal e a sínfise púbica, passando-se a fita ao redor da região delimitada.
o usuário deve estar em pé, despido na região do abdome, e a medida deve ser feita a partir do ponto médio da distância entre a crista ilíaca e o rebordo costal inferior, passando-se a fita ao redor da cintura.
A organização do processo de trabalho Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas compreende ações que vão da atenção básica de saúde e urgência ao cuidado hospitalar e domiciliar. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
O cuidado da equipe deve ser fragmentado e especializado.
A eficácia das ações independe da assistência multiprofissional ao usuário e a família.
Ações que promovam o autocuidado são restritas ao atendimento do usuário na rede de atenção básica.
A educação permanente deve seguir modelos de ensino tradicional desconsiderando a experiência profissional.
O acolhimento possibilita uma escuta e comunicação entre usuário-família-profissional-serviço em busca de resolutividade e acessibilidade.
A obesidade é um agravo multifatorial que tem a sua origem, na maioria dos casos, pelo desequilíbrio metabólico-energético, resultando em um acúmulo calórico, representado pelo maior consumo e menor gasto de calorias pelos indivíduos. O cuidado ofertado aos portadores de sobrepeso e obesidade exige uma contínua ação de vigilância alimentar e nutricional.
As atividades comuns ao cuidado de indivíduos adultos com sobrepeso e aos obesos oferecidas pelas equipes de saúde incluem orientação sobre alimentação adequada e saudável, atividade física e
farmacoterapia.
prescrição dietética.
terapia comportamental.
um plano de retorno ao IMC normal.
A coluna da esquerda apresenta alguns transtornos respiratórios e a da direita, os conceitos desses transtornos. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – Pneumonia
2 – Atelectasia
3 – Enfisema pulmonar
4 – Asma
( ) Fechamento ou colapso dos alvéolos.
( ) Processo inflamatório crônico das vias aéreas superiores.
( ) Processo inflamatório que acomete o parênquima pulmonar, geralmente causado por microrganismos patogênicos.
( ) Distensão anormal dos espaços aéreos distais aos bronquíolos terminais, com destruição das paredes alveolares. Marque a sequência correta.
4, 2, 3, 1
3, 1, 2, 4
2, 4, 3, 1
1, 3, 4, 2
2, 4, 1, 3
O mecanismo mais comum da hipertensão arterial no idoso é o enrijecimento da parede arterial dos grandes vasos, levando a aumento predominante da pressão arterial sistólica, com manutenção ou queda da pressão arterial diastólica.
Certo
Errado
O técnico em enfermagem orienta corretamente um paciente portador de diabetes tipo I, quando expõe que, na administração de insulina pelo paciente,
deve-se sempre utilizar agulha 25x8 para administração intramuscular.
para facilitar a aplicação, sempre se administra a insulina no mesmo local.
não se deve aspirar insulina regular na mesma seringa que a insulina NPH.
deve-se esperar cinco segundos após a aplicação antes de se retirar a agulha do subcutâneo.
deve-se sempre puxar vigorosamente o êmbolo para verificar se retorna sangue.
Os elevados índices de incidência e mortalidade por câncer do colo do útero e da mama no Brasil justificam a implantação de estratégias efetivas de controle dessas doenças que incluam ações de promoção à saúde, prevenção e detecção precoce, tratamento e de cuidados paliativos, quando esses se fizerem necessários. O governo federal lançou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil (2011–2022). Assinale a alternativa que representa uma das metas nacionais desse plano.
Aumentar a cobertura de exame citopatológico em mulheres entre 25 e 64 anos.
Aumentar a cobertura de mamografia em mulheres entre 45 e 65 anos.
Tratar 90% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras de câncer.
Garantir que toda mulher com câncer de mama seja acompanhada por uma equipe composta exclusivamente por médico oncologista clínico, enfermeiro e psicólogo.
A infecção por HPV é condição determinante, obrigatória, para o desenvolvimento do câncer de colo do útero.
A obesidade é um dos fatores de risco mais importantes para as doenças não transmissíveis, com destaque especial para as cardiovasculares e o diabetes. Sobre o processo de rastreamento inicial (prevenção primária) da obesidade, analise as orientações a baixo.
I A circunferência da cintura é considerada a principal medida isolada de sobrepeso e obesidade em nível populacional.
II O índice de massa corporal (IMC) é o índice recomendado para a medida da obesidade em nível populacional.
III O excesso de gordura abdominal representa maior risco do que o excesso de gordura corporal por si só.
IV O excesso de gordura corporal é definida como obesidade ginecoide, ao passo que a distribuição mais igual e periférica é definida como distribuição androide, com menores implicações à saúde do indivíduo.
Estão corretas as orientações
III e IV.
II e III.
I e II.
I e IV.
A diabetes melitos (DM) é uma doença endócrino-metabólica de etiologia heterogênea, caracterizada por hiperglicemia crônica, resultante de defeitos da secreção ou da ação da insulina. A doença pode cursar com complicações agudas, como
doença arterial periférica.
cetoacidose.
retinopatia.
hipertensão arterial.
nefropatia.
O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011– 2022, tem o objetivo de promover o desenvolvimento e a implantação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco. Uma das metas desse plano é:
promover treinamento de mulheres acima de 16 anos, de autoexame de mama.
aumentar a cobertura para mulheres entre 35 e 50 anos, de mamografia.
ampliar a cobertura em mulheres de 25 a 64, de exame citopatológico.
garantir exame citopatológico em mulheres acima de 64 anos, uma vez por ano.
garantir a mulheres acima de 40 anos exame clínico das mamas e mamografia, a cada dois anos.
A mais antiga teoria naturalista sobre sofrimento, doença, vida e morte, atribuída a Hipócrates, considerava a saúde como estado de equilíbrio vital. Nesse sentido, o concei to de saúde como equilíbrio e o conceito de doença como descompensação persistem nos dias atuais. Na abordagem biológica evolutiva, as doenças crônicas degenerativas podem ser entendidas como
o reconhecimento por parte dos indivíduos de que eles se encontram subjetivamente enfermos.
o cumprimento deficiente de uma função biológica comprometida, já que parte dessa função se encontra fora da normalidade estatisticamente definida .
o efeito enfrentado pela espécie humana no processo de adaptação a novas condições ambientais.
o conjunto de processos interativos que criam o estímulo patológico no meio ambiente e que levam às alterações que causam essas doenças.
A obesidade é um dos fatores de risco mais importantes para as doenças não transmissíveis, com destaque especial para as cardiovasculares e o diabetes. Portanto, recomenda-se o rastreamento inicial (prevenção primária) para a obesidade de todos os usuários adultos e crianças maiores de seis anos. A medida da obesidade em nível populacional é feita por meio do cálculo
da circunferência da cintura ou abdominal.
do índice de massa corporal.
da quantidade de gordura abdominal ou androide.
da distribuição ginecoide de gordura corporal.
A severidade da condição crônica é resultado da complexidade do problema e do risco de ocorrer um evento que cause morbidade ou mortalidade. No contexto das doenças cardiovasculares, pode-se estabelecer quatro graus de severidade da condição crônica que são:
Grau 1: presença de fatores de risco ligados aos comportamentos e estilos de vida na ausência de doença cardiovascular.
Grau 2: condição crônica simples, com fatores biopsicológicos de baixo ou de médio risco.
Grau 3: condição crônica complexa ou presença de fatores de alto risco para complicações cardiovasculares.
Grau 4: condição crônica muito complexa ou de muito alto risco para complicações cardiovasculares.
Observe as afirmativas abaixo e assinale a que representa presença de fatores de risco para a severidade das doenças cardiovasculares ligados aos comportamentos e estilos de vida:
Microalbuminúria/proteinúria e uso de insulina.
Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica.
Tabagismo e Excesso de peso.
Uso de álcool e Hipertensão Arterial Sistêmica.
Sedentarismo e Diabetes Mellitus.
Incentivar a ampliação da autonomia e independência para o autocuidado e o uso racional de medicamentos são, entre outras, ações do plano de Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Promoção da Saúde do Ministério da Saúde (2011-2022) voltadas ao eixo II, que se refere a
telemedicina.
envelhecimento ativo.
alimentação saudável.
tabagismo e álcool.
medicamentos gratuitos.
O enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) demanda um conjunto de ações intersetoriais para a promoção da saúde e a prevenção. Essas ações têm como meta nacional proposta, pelo Ministério da Saúde, entre outras,
ampliar a cobertura de exame citopatológico do câncer do colo do útero em mulheres de 20 a 75 anos, na região Norte e Nordeste do país.
manter a prevalência do consumo médio de sal.
implantar o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia nos serviços que realizam esse tipo de exame.
reduzir a taxa de mortalidade neonatal por DCNT em 5% ao ano.
ampliar a cobertura de mamografia em mulheres de 30 a 40 anos.
Assinale a alternativa que contém somente as doenças consideradas crônicas não transmissíveis.
Doença Respiratória Crônica, Hepatite e Neoplasias.
Doenças Cardiovasculares, Influenza e Asma.
Hanseníase, Tétano e Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Doenças cardiovasculares, Varicela e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
Diabete Melito, Hipertensão e Neoplasias.