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As principais estratégias para o tratamento não farmacológico da hipertensão arterial sistêmica incluem: controle de peso com meta a alcançar índice de massa corporal (IMC) inferior a 25 kg/m² e circunferência da cintura inferior a 102 cm para homens e 88 cm para mulheres, redução do consumo de bebidas alcoólicas, abandono do tabagismo, prática de atividade física regular e adoção de hábitos alimentares saudáveis.
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo, dentre alguns motivos, por ser a mais frequente das doenças cardiovasculares e o principal fator de risco para o acidente vascular cerebral, o infarto agudo do miocárdio e a doença renal crônica terminal, sendo a segunda maior causa de mortalidade no Brasil.
Dentre as ações preconizadas pelo Ministério da Saúde para o controle da HAS, encontra-se o diagnóstico precoce, realizado após diferentes verificações da pressão arterial e com base na classificação da pressão arterial em adultos maiores de 18 anos, segundo a qual se considera um indivíduo com
pré-hipertensão, aquele que está com PAS entre 120 e 129mmHg e PAD entre 80 e 89mmHg.
hipertensão no estágio 1, aquele que apresenta PAS entre 140 e 159mmHg e PAD entre 80 e 99mmHg.
hipertensão no estágio 2, aquele que apresenta PAS maior ou igual a 160mmHg e PAD maior ou igual a 100mmHg.
hipertensão no estágio 2, aquele que apresenta PAS maior ou igual a 160mmHg e PAD maior ou igual a 110mmHg.
A hipertensão é uma diminuição da regulação vascular na qual os mecanismos que controlam a pressão arterial (PA) dentro dos limites normais estão alterados. Sobre esse assunto, é correto afirmar que
a hipertensão secundária é responsável por aproximadamente 95% dos casos de pacientes hipertensos.
a hipertensão arterial essencial é decorrente de outras patologias, como obstrução da artéria renal ou glomerulonefrite aguada e crônica.
a hipertensão é corrigida, apenas, com a terapia medicamentosa. Idade, raça e sobrepesos não são fatores de risco para desenvolver hipertensão.
no exame físico do portador de hipertensão, deve-se avaliar, apenas, pulsos carotídeos.
de acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa com mais de 18 anos que apresenta PA= 170 x 100 é considerada hipertenso moderado (estágio 2).
A hipertensão arterial sistêmica secundária não é considerada uma doença ocupacional, pois está relacionada a fatores genéticos individuais.

Estima-se que 22% a 43% da população brasileira seja portadora de hipertensão arterial sistêmica, variando de acordo com a região do país. Segundo o Ministério da Saúde, a mudança do estilo de vida é um fator preponderante para o controle da hipertensão arterial, apontando a recomendação dietética que inclui
dar preferência a temperos naturais como limão, ervas, alho e comer duas porções diárias de fruta de cores diferentes, sem ultrapassar essa meta.
optar por alimentos com baixo teor de gordura do tipo saturada, presente nas fontes de origem vegetal, exceto óleo de dendê e coco.
utilizar formas saudáveis de preparar o alimento preferindo os assados, os fritos, os cozidos em vapor e os in natura.
substituir bolos, biscoitos recheados, por outras guloseimas igualmente calóricas.
restringir as fontes industrializadas de sal: temperos prontos, sopas, embutidos como salsicha, linguiça, salame e mortadela, conservas, enlatados, defumados e salgados de pacotes e fast-food.
A hipertensão arterial é uma condição de anormalidade dos pequenos vasos do sistema arterial. Um dos grupos de medicação utilizados para o tratamento desta patologia é o de
digitálicos.
cardiotônicos.
vasoconstritores.
vasodilatadores.
corticóides.
A hipertensão arterial é um sinal indicativo preocupante quando ocorre na gravidez, estando relacionada à doença denominada
hipertensão portal.
tríade de Beck.
doença hipertensiva específica da gravidez.
síndrome de Purkinje.
síndrome de Wolf Parkinson White.
A prevalência da hipertensão arterial sistêmica está correlacionada diretamente com a idade, sendo que a pseudo- hipertensão pode ser
caracterizada pelo afrouxamento das paredes arteriais.
provocada pela osteoporose.
detectada por meio da manobra de Osler.
agravada pela perda de peso.
causada por medicamentos hipotensores.
O sofrimento fetal decorre do aumento da pressão dos fluidos, que gera vasodilatação, diminuição da freqüência cardíaca materna e modificações no ritmo cardíaco fetal.
Uma mulher com 45 anos de idade procurou o serviço médico, informando que estava preocupada com sua elevada pressão arterial (PA), cuja medida foi realizada no dia anterior por uma vizinha. Disse que não tinha história de hipertensão e que possuía bons hábitos de vida. Após avaliação criteriosa, foi descartada qualquer alteração da PA na paciente, o que indicava ter havido erro na medida.
Considerando a situação hipotética acima descrita, assinale a opção que apresenta a causa provável do erro na medida.
manguito do esfigmomanômetro muito largo para a paciente.
a posição do braço da paciente acima do nível do coração
manguito do esfigmomanômetro muito frouxo no braço da paciente
estetoscópio pressionado em demasia na pele da paciente
Lesões no tecido cerebral decorrentes de hemorragia difusa são, muitas vezes, causa de convulsões, por isso, na préeclâmpsia grave, a paciente deve ficar em quarto isolado, de repouso no leito, exposta ao mínimo de ruídos possível.
A pressão arterial sofre influência de fatores como dieta rica em sal, gordura, obesidade, tabagismo, estresse, medicamentos, sedentarismo. Estes fatores são denominados fatores de risco.