

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Uma dose de insulina regular foi administrada ao paciente diabético por via subcutânea às 10 horas da manhã. Após a aplicação, espera-se que a insulina atinja o pico de ação em
10 minutos.
2 a 4 horas.
7 a 8 horas.
10 a 12 horas.
24 horas.
Para um paciente diabético foram prescritas 22 unidades de insulina NPH. No hospital há frascos de 40 unidades/ml e seringas graduadas de 80 unidades. Até que nível da escala da seringa deve-se aspirar para administrar a dose prescrita?
22
40
44
55
58
Dentre os fatores que interferem na velocidade da absorção da insulina, incluem-se
banho frio, compressa fria, exercício físico e hipertermia, diminuindo a velocidade, ocasionando hiperglicemia.
massagem, compressa fria, hipertermia e desidratação, aumentando a velocidade, ocasionando hiperglicemia.
exercício físico, aumento da temperatura ambiente, hipertermia e banho quente, aumentando a velocidade, ocasionando hipoglicemia.
aumento da temperatura ambiente, desidratação, banho frio e compressa fria, diminuindo a velocidade, ocasionando hipoglicemia.
desidratação, exercício físico, hiportermia e compressa quente, aumentando a velocidade, ocasionando hipoglicemia.
Não é recomendada a mistura de insulinas de diferentes ações na mesma aplicação, pois essa mistura pode contaminar os frascos e interferir nas propriedades de cada uma.
A primeira conduta a ser adotada nesse paciente é a administração de insulina regular intravenosa.
A insulinoterapia tem um papel fundamental no tratamento do diabetes melito tipo I. A insulina tem várias preparações de acordo com o tempo de ação, concentração, espécie e fabricante. Segundo Smeltzer, na insulina regular, o seu pico de ação se dá no seguinte período:
30 minutos a 1 hora
2 a 4 horas
4 a 6 horas
6 a 8 horas
Não é indicado insulinoterapia:
diabetes gestacional obrigatoriamente durante os nove meses.
diabetes melitus tipo II em uso de hipoglicemiantes orais ou não.
em caso de falência primária ou secundária aos hipoglicemiantes orais.
diabetes melitus frente a um estresse cirúrgico emocional ou clínico.
pacientes agudamente enfermos cuja indicação de insulinoterapia pode ser transitória.
Para a administração de insulina é importante selecionar um sítio livre de dor ou massa no antebraço, observando existência de possíveis lesões no tecido, alternar o local diariamente e utilizar uma agulha curta.
A insulinoterapia deverá ser instituída com insulina regular, que poderá ser administrada pela via intravenosa com infusão contínua ou em doses fracionadas pela via intramuscular ou subcutânea.
A mistura da insulina regular com a lenta pode ser feita desde que seja aspirado primeiro o frasco da insulina de ação lenta.
Uma das complicações do uso da insulina é a lipodistrofia que deve ser prevenida com o seguinte cuidado de enfermagem:
limpeza da pele com álcool à 70%.
lavagem prévia das mãos.
uso de material descartável.
aspiração do ar da seringa.
rodízio dos locais de aplicação.
A complicação apresentada pela paciente pode ter sido causada pela interrupção da insulinoterapia.
A insulina é a substância responsável pelo transporte da glicose e é classificada como
carboidrato.
gordura.
hormônio.
vitamina.
eletrólito.
É correto administrar uma única injeção às 7 h misturando-se as duas insulinas nas doses devidamente prescritas, atentando-se para aspirar primeiro o conteúdo do frasco da insulina NPH e depois o da regular.