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No pós-operatório de prostatectomia, é necessário atenção para alterações imediatas. Sobre isso, o Técnico de Enfermagem deve estar atento à
hipertensão e hipertermia.
sangramento e choque.
oligúria e tremores.
infecção urinária e pele fria.
hipotermia e disúria.
Nessa situação, o profissional de enfermagem deve ter o cuidado de manter o dreno de tórax sempre fechado a fim de evitar entrada de ar no circuito.
A idade elevada, a história de tabagismo, a obesidade, a hipertensão, o tempo prolongado de anestesia são todos fatores de risco para desenvolver complicações, relacionadas à cirurgia, como atelectasia pulmonar.
Para minimizar a dor no pós-operatório, o profissional de enfermagem deve afrouxar o curativo do dreno, realizar mudança de decúbito, aplicar compressas mornas no tórax e proporcionar distração ao paciente.
Além da observação permanente, um dos cuidados básicos que deve ser realizado no pós-operatório imediato é verificar:
gotejamento do soro.
funcionamento dos drenos
sinais vitais.
pressão venosa
Nas cirurgias de fundoplicaturas para tratamento de doenças do refluxo gastroesofágico (DRGE), a principal orientação ao paciente no pós-operatório é
manter dieta líquida por 30 dias, devido ao edema na válvula funcional criada com a cirurgia na transição gastroesofágica.
manter a dieta líquida até o retorno da motilidade gástrica que ocorre no segundo ou terceiro dia após a cirurgia.
manter dieta liquidificada por uma semana.
não molhar a ferida operatória até a retirada dos pontos de pele.
iniciar dieta semipastosa quando o reflexo da deglutição estiver reestabelecido.
Ao receber alta hospitalar após correção de hérnia de disco, o cliente terá restrição quanto a
movimentar a articulação do joelho.
alimentar-se com glúten.
movimentar a articulação do ombro.
carregar objetos pesados.
alimentar-se com dieta hiperprotéica.
O cuidado prioritário que o enfermeiro deve dispensar ao paciente que está chegando na unidade de Recuperação Pós-anestésica é
administrar analgésicos.
controlar a diurese.
monitorizar a freqüência cardíaca.
verificar o nível de consciência.
monitorizar o padrão respiratório.
Após uma cirurgia do tórax, pode ocorrer a necessidade de colocação de dreno para permitir a saída de ar e líquidos da cavidade torácica. Nestes casos, em relação ao dreno, o vidro coletor deve ficar
ao lado
abaixo
nivelado
distante
acima
Náuseas e vômitos podem ocorrer em virtude de drogas anestésicas que aumentam o peristaltismo. Nesses casos, o paciente deve ser colocado em decúbito lateral ou deve-se lateralizar a cabeça para evitar aspirações.
Entre os problemas mais sérios observados no período pósoperatório estão as complicações pulmonares, como a atelectasia, a broncopneumonia e a embolia pulmonar. Hipotermia, alterações da freqüência do pulso e da respiração, dispnéia e tosse são sinais e sintomas característicos.
Após cirurgia para correção de hérnia de disco lombar o cliente deverá estar ciente de que NÃO poderá
movimentar a articulação do joelho.
ingerir alimentos com glúten.
movimentar a articulação do ombro.
carregar objetos pesados.
alimentar-se com dieta hipossódica.
A dor é um dos primeiros sintomas a surgir no pósoperatório, assim que vai regredindo o efeito do anestésico, e a capacidade para suportá-la varia de paciente para paciente, dependendo muito da ansiedade, do tipo de anestesia e da cirurgia.
Com relação ao cuidado pós-operatório na cirurgia para realização de ostomia, é correto afirmar que:
há necessidade de técnica estéril para o manuseio.
deve-se aplicar como protetor da pele o pó protetor, pois aumenta a adesividade da bolsa coletora.
a limpeza do estoma poderá ser realizada com solução fisiológica a 0.9%, de forma suave.
no caso de ferida cirúrgica perto do estoma, o isolamento da primeira é dispensável, visto que a cicatrização ocorre mais rapidamente com a técnica de curativo aberto.
o autocuidado não deve ser estimulado, visto que é uma técnica exclusiva do enfermeiro
A hipotermia na sala de recuperação deve-se à depressão do sistema nervoso decorrente da droga anestésica. Entretanto, não se espera hipertermia durante o pós-operatório, mesmo tendo havido agressão tissular.
Preferencialmente, a micção deve ser espontânea, em comadres ou aparadeiras.
Deve-se monitorar os sinais vitais e comunicar ao médico assistente ou plantonista quando houver sinais de choque hipovolêmico.
Deve-se encorajar o paciente a realizar os exercícios respiratórios que aprendeu no pré-operatório.
Não permitir mudanças de decúbito nas primeiras 24 horas.
Deve-se baixar lentamente a cabeceira da cama, caso o paciente se queixe de tonturas ou vertigem.
Como se denominam as feridas cirúrgicas quando removidas de uma área da pele?
Incisas
Primárias
Fechadas
Excisivas
Para paciente adulto em pós-operatório de apendicectomia, a intervenção que se deve fazer é auscultar os sons intestinais, antes de iniciar dieta oral, para prevenir complicação do tipo:
São considerados desconfortos pós-operatórios:
Sede, dor, náuseas e constipação intestinal.
Hipertensão arterial, escara de pressão e choque.
Hemorragia, choque, sede e sudorese.
Sede, dor, náuseas e pulso rápido.
A sonda vertical, quando utilizada em pacientes, deve ser retirada adotando-se o seguinte critério:
Realizar clampeamento intermitente nas 24 horas que antecede a sua retirada
Retirar sem realizar clampagem no sistema, sendo a re-educação desnecessária
Lavar a sonda com 20 mL de água destilada para em seguida retirá-la
A reeducação vesical é desnecessária independente da situação