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Assinale a opção que apresenta a intervenção de enfermagem adequada para o controle da hipotensão na sala de recuperação anestésica.
realização da manobra de Credé
monitoração e medidas de controle da dor
colocação do paciente na posição de semi-Fowler
monitoração e contenção de sangramento ativo
instalação de dispositivos de aquecimento (manta térmica, cobertores)
Considere as afirmações abaixo em relação ao pós-operatório de cirurgias de grande porte, ou seja, cirurgias que promovam maior perda de fluidos e sangue e/ou tempo de duração maior que quatro horas, tais como o transplante hepático infantil.
I - O pós-operatório imediato compreende as 12 horas seguintes ao término da cirurgia.
II - Na admissão do paciente, no pós-operatório, deve-se monitorizá-lo, instalar drogas em bombas de infusão, especialmente os vasoativos, a fim de garantir a estabilidade do paciente e sua segurança.
III - No pós-operatório, deve-se posicionar corretamente drenos e sacos coletores com as extensões desclampeadas, a fim de avaliar os débitos presentes de forma fidedigna e melhor conduzir a estabilidade do paciente.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Alguns dos principais aliados no controle do sangramento no pós-operatório são os drenos de tórax, inseridos ao final da cirurgia, antes do fechamento hermético do mediastino. É por meio deles que possíveis sangramentos e outros derrames cavitários torácicos secundários ao ato cirúrgico podem ser eliminados, evitando-se complicações pós-operatórias como pneumotórax, hemotórax e, principalmente, o temido tamponamento cardíaco. Sobre os cuidados com dreno de tórax no adulto, assinale a alternativa correta.
Documentar padrão da drenagem, frequência e aspecto do líquido exclusivamente nas primeiras 04 horas de pósoperatório, pois é o intervalo crucial entre o desenvolvimento dos parâmetros mais importantes e fundamentais no diagnóstico de um possível tamponamento cardíaco.
É importante observar a patência do dreno, se está oscilante, se há débito após mobilização, interrupção abrupta do fluxo, fixação adequada e nível correto de selo d’água.
A quantidade drenada, aplicada diante do contexto clínico do paciente, é um dos principais preditores da necessidade de reabordagem. Um tamponamento deverá ser explorado caso a drenagem ultrapasse: 50 mL na 1ª hora, 80 mL na 2ª hora, 100 mL na 3ª hora ou 120 mL nas 3ªs horas do pós-operatório imediato.
Os critérios considerados para a retirada dos drenos no PO são: Fluxo de drenagem líquida maior de 150 ml/24 horas (2ml/kg/dia), de 12 a 24 horas após cessada a fuga aérea, tempo máximo de 02 dias de drenagem, mesmo quando não resolvida a intercorrência pleural.
Entre as práticas recomendadas para o enfermeiro realizar a avaliação da dor no idoso em pós-operatório imediato está(ão)
aplicar a Escala de Aldret e Kroulik.
utilizar a Escala de Braden para avaliar a dor nos pré e pós-operatórios.
manter a via aérea desobstruída, administrar oxigênio e monitorar o padrão respiratório.
monitorar a temperatura do paciente e cobrir as partes do corpo expostas com cobertor aquecido.
observar a ocorrência de indicadores não verbais de desconforto, em especial nos pacientes incapazes de se comunicar com eficiência, além de realizar uma avaliação completa da dor, incluindo local, características, início, duração, frequência, qualidade, intensidade e gravidade.
A sala de recuperação pós anestésica consistente no espaço físico onde são destinados os pacientes após o procedimento cirúrgico para que recebam a assistência até sua recuperação da consciência e estabilização dos sinais vitais. Diversos cuidados devem ser estabelecidos neste momento que pode variar de 30 minutos à 2 horas.
Assinale a alternativa incorreta.
Paciente que apresente cianose, tremores e pele fria determinando o desiquilíbrio de temperatura corporal, a qual pode estar relacionada com drogas anestésicas.
Outro cuidado que deve ser estabelecido é com a finalidade de diminuir o riso de lesão por pressão, desde o momento perioperatório, para isso podem ser aplicados escalas com a ELPO.
A retenção urinária é um sintoma comum de ocorrer no período pós-operatório imediato, relacionado com ansiedade, estresse, preocupação e uso de sonda vesical
O uso dos anestésicos além de prejudicar a manutenção de temperatura pode influenciar nos níveis pressóricos prejudicando a perfusão tissular periférica.
Com base em Viana et al (2011), analise as afirmativas relacionadas-aos cuidados de enfermagem que devem ser observados em pacientes em Unidade Pós Operatória:
I- Avaliar o nível de consciência;
II- Monitorar parâmetros hemodinâmicos;
III- Retirar na admissão todos os dispositivos invasivos a fim de prevenir infecção;
IV- Avaliar a intensidade da dor e administrar analgésicos prescritos;
V- Monitorar perdas (ferida operatória, drenas, sonda vesical, sonda nasogástrica, estornas, drenas);
Assinale a opção correta.
Apenas as afirmativas I, II e III são corretas.
Apenas as afirmativas ll, lll e IV são corretas.
Apenas as afirmativas I, II, IV e V são corretas.
Apenas as afirmativas III, IV e V são corretas.
Apenas as afirmativas I, III, IV e V são corretas.
No período pós-operatório de cirurgias intestinais, o enfermeiro deve estar atento aos sinais e sintomas de íleo paralítico, tais como
dor abdominal constante ou generalizada, taquicardia, hipertermia e constipação.
náuseas, vômito, distensão abdominal e diminuição ou ausência dos ruídos intestinais à ausculta.
drenagem súbita de líquido seroso profuso pela ferida cirúrgica, vômitos, sons timpânicos à percussão abdominal.
náuseas, soluços, calafrios, taquicardia e abdome em tábua.
vômitos, soluços, borborigmo, dor abdominal em cólica e diarreia.
Paciente se submeteu à cirurgia bariátrica não laparoscópica antes de ontem. Entre os prováveis diagnósticos e prescrições de enfermagem correspondentes a esses diagnósticos, é esperado que, em seu prontuário, hoje, encontrem-se
dor crônica e realização de rodízio nas aplicações de anticoagulante.
risco para volume de líquidos deficiente e estímulo à ingestão gradativamente crescente de líquidos.
risco de infecção e estímulo à saída do leito.
risco de lesão por posicionamento perioperatório e tranquilização do paciente.
integridade tissular prejudicada e orientação a sentar o paciente na cadeira.
Após a cirurgia, é comum que o paciente tenha sinais e sintomas que necessitam ser observados, apesar de muitos serem reações normais. Em se tratando de pacientes ainda na sala de recuperação pós anestesia (SRPA), entre sinais e sintomas que sugerem agravamento do caso e necessidade rápida de intervenção está(ão):
I. Cianose de extremidades e lábios.
II. Taquicardia.
III. Hipotensão.
IV. Alucinações.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente I, II e III.
Somente II e III.
Somente I e II.
I , II , III e IV.
Somente II, III e IV.
A assistência de enfermagem ao paciente adulto crítico em pós-operatório imediato (POI) se traduz na assistência nas primeiras 24 horas após o procedimento cirúrgico, incluindo o período em que o paciente passa na Sala de Recuperação Pós-Anestésica. São cuidados de Enfermagem no POI, exceto
verificar a identidade do paciente e o procedimento cirúrgico realizado, avaliar o estado respiratório do paciente, monitorizar o paciente, verificar os sinais vitais e examinar a área operatória.
medir diurese, atentar para drenos, cateteres e ostomias, examinar a área operatória e a presença de secreções nos curativos, medir drenagem e registrar em impresso próprio para balanço hídrico.
atentar para drenos, cateteres e ostomias com relação à conexão, permeabilidade, fixação e características das drenagens, medir drenagens e registrar no impresso de balanço hídrico, avaliar nível de consciência, empregar ventilação mecânica dependendo da necessidade do paciente.
aspirar secreções de vias aéreas superiores ou endotraqueal, avaliando aspecto, coloração e consistência da secreção aspirada, observar saturação de oxigênio através do oxímetro de pulso, estimular tosse e respiração profunda, estimular restrição e imobilização no leito e realizar os registros de enfermagem.
Entre as causas de mortalidade infantil em países desenvolvidos, as cardiopatias congênitas aparecem como uma das principais, aproximadamente metade necessitará de alguma correção cirúrgica já no primeiro ano de vida, bem como de cuidados de terapia intensiva. No pós operatório imediato de cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea (CEC), pode ocorrer a síndrome pós CEC, assinale a alternativa que contenham os sinais comuns da síndrome.
Febre, hipocalcemia, hipopotassemia, crise convulsiva
Calafrios, náuseas, vômitos, hipertermia central, ascite
Cefaléia, hipotensão, câimbras, baixo débito cardíaco (DC)
Hipertermia central, baixo DC, convulsões, hemólise, derrame pleural e pericárdico, ascite
Derrame pleural, cefaléia, confusão mental, hipocalcemia, vômitos, hipertensão
Septoplastia é o deslocamento da membrana mucosa, com remoção e deflexão óssea e cartilaginosa do septo nasal. Segundo Lima e Matão (2010), são cuidados de enfermagem no pós-operatório de septoplastia, EXCETO:
estimular deambulação precoce.
realizar higiene oral com frequência.
manter cabeceira do leito a 0º.
estar atento à ocorrência de náuseas, vômitos, dispneia e sangramento.
evitar exposição a correntes de ar frio.
O pós-operatório inicia-se a partir da saída do cliente da sala de operação e perdura até sua total recuperação. O pós-operatório mediato corresponde ao período:
M.F., sexo feminino, 74 anos de idade, foi submetida a uma artroplastia de quadril. O enfermeiro monitora, entre outros fenômenos, a disfunção neurovascular. Nesse contexto, é esperado encontrar entre os sinais de normalidade:
redução da sensibilidade na planta do pé.
pele fria, podendo haver cianose no membro afetado.
dor cirúrgica, que pode ser controlada com analgésicos.
dor intensa à flexão plantar passiva.
sensação de compressão na perna.
Os procedimentos de revascularização do miocárdio são realizados com o cliente sob anestesia geral, podendo resultar em complicações tais como hemorragia e arritmia. Quando o cliente é admitido na unidade de cuidados críticos, a equipe de enfermagem deverá realizar a avaliação completa de todos os sistemas a cada hora por, no mínimo, 8 horas. O nível de responsividade, tamanho das pupilas e reação a luz, simetria facial, movimentação dos membros e força de preensão, por exemplo, são parâmetros usados para avaliar o estado:
hidroeletrolítico.
cardíaco.
respiratório.
vascular.
neurológico.
Na sala de recuperação pós anestesia (SRPA), é muito importante o acompanhamento dos pacientes para que sua recuperação ocorra e também para minimizar riscos de intercorrências. Entre os cuidados que se deve ter com o paciente na SRAP, estão:
I. Monitorar sinais vitais, além de sinais e sintomas adventício, através do monitor cardíaco.
II. Em especial após anestesia geral, monitorar saturação e frequência respiratória, pois devido ao relaxante muscular administrado, é comum o paciente perder o reflexo da respiração, o que levará na diminuição da saturação.
III. No caso de crianças, é comum que ocorra agitação e até mesmo alucinações devido ao efeito dos gases utilizados para induzir e manter a anestesia durante o ato cirúrgico, sendo assim, deve-se permanecer próximo ao leito e este estar sempre com as grades elevadas.
Está(ão) CORRETA(S):
I, II e III.
Apenas I e III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas III.
Paciente, sexo masculino, 62 anos, em pós-operatório imediato de pancreatoduodenectomia, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva Pós-operatória (UTI-PO) apresentando hipotermia ao monitor. Qual conduta fornece melhores resultados para o controle adequado da temperatura corporal?
Uso de compressas úmidas aquecidas.
Sistema de ar forçado aquecido (manta térmica).
Aumento da temperatura ambiental acima de 30° C.
Administração de soluções de infusão venosa aquecida acima de 38° C.
Paciente L.G.R, com 30 anos de idade, sem comorbidades, é submetido à cirurgia de apendicetomia e recebe alta para casa no 4° dia de pós-operatório. É considerado pós-operatório mediato:
das 24 horas iniciais até o sétimo dia
das 48 horas iniciais até o décimo dia
até 24 horas posteriores a cirurgia
após os 08 dias da cirurgia
São consideradas complicações pós-operatórias da tireoidectomia:
hipotermia, hemorragia de sítio cirúrgico e edema de membros superiores.
dor, depressão respiratória e flebite.
anorexia, hemorragia e taquicardia.
edema de glote, formação de hematoma e hemorragia subcutânea.
confusão mental, hemorragia e icterícia.
F.C.B, 37 anos, em 2º pós operatório (PO) de Lobectomia esquerda devido neoplasia de pulmão estádio IV, acordado, comunicativo, em uso de Cateter Duplo Lúmen em Veia Jugular Esquerda, Sonda Nasoenteral (SNE) recebendo dieta enteral a 20 ml/h, ferida operatória em região de Hemitórax Esquerdo (HTE) com presença de hiperemia leve, e presença de dreno de tórax em HTE, oscilante e não borbulhante. Diante deste caso, analise as afirmativas abaixo e dê valores V (Verdadeiro) ou F (Falso).
( ) Manter o paciente em decúbito elevado não diminui o risco de broncoaspiração, especialmente em pacientes recebendo nutrição enteral.
( ) Não é indicado mobilizar o paciente F.C.B para fora do leito devido a presença de dreno de tórax em HTE, o que causa grande dor e desconforto na deambulação.
( ) Considera-se necessário que o enfermeiro comunique a equipe médica a respeito do achado de hiperemia leve em ferida operatória durante a realização do exame físico.
( ) Uma das principais medidas de prevenção contra a Infecção de corrente sanguínea associada a cateter central é a higienização das mãos e desinfecção das conexões e conectores valvulados com soluções antissépticas a base de álcool.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V, V, F, V
F, V, V, F
V, V, F, F
F, V, F, V
F, F, V, V