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No pós-operatório imediato de uma colecistectomia laparoscópica, o cuidado específico do Técnico em Enfermagem com o dreno de Penrose, se presente, deve priorizar:
Realizar irrigações esterilizadas com soro fisiológico a cada 8 horas.
Manter o dreno sempre conectado a um sistema de sucção fechada e contínua.
Observar e anotar as características do exsudato drenado na gaze estéril.
Remover o dreno no primeiro curativo realizado na enfermaria.
Exercitar compressão manual do reservatório para aumentar o fluxo de saída.
Situação hipotética: no pós-operatório imediato, o paciente apresenta roncos, queda da saturação e redução do nível de consciência. Assertiva: a prioridade inicial de enfermagem é avaliar e manter a permeabilidade das vias aéreas, simultaneamente acionando suporte conforme a gravidade.
Certo
Errado
Durante a Recuperação Pós-Anestésica (RPA), o técnico de enfermagem utiliza a Escala de Aldrete e Kroulik para avaliar a alta do paciente para a enfermaria. Quais critérios são avaliados nesta escala?
Dor, temperatura, diurese, náuseas e vômitos.
Pressão arterial, frequência cardíaca, escala de coma de Glasgow e reflexo pupilar.
Marcha, força muscular, fala, visão e audição.
Cor da pele, integridade do curativo, sangramento, sede e temperatura.
Nível de consciência, atividade motora, respiração, circulação e saturação de oxigênio.
Analise as assertivas.
I. O paciente em recuperação pós-anestésica deve permanecer sob monitorização.
PORQUE
II. Alterações respiratórias e hemodinâmicas podem ocorrer no período pós-anestésico imediato.
As assertivas I e II são falsas.
A assertiva I é verdadeira e a II é falsa.
A assertiva I é falsa e a II é verdadeira.
As assertivas I e II são verdadeiras, mas a II não justifica a I.
As assertivas I e II são verdadeiras, e a II justifica a I.
O enfermeiro de uma unidade cirúrgica recebe o Sr. Paulo, 62 anos, no pós-operatório imediato de uma colecistectomia (retirada da vesícula biliar). O paciente está sonolento, com dreno abdominal, soro venoso e curativo limpo e seco. O profissional verifica sinais vitais, avalia o nível de consciência, observa o volume do dreno e orienta a equipe sobre os cuidados nas primeiras horas após o procedimento. Considerando as condutas de enfermagem no pós-operatório imediato, assinale a alternativa correta:
O enfermeiro deve monitorar os sinais vitais com frequência, avaliar o curativo e o dreno, observar o nível de consciência e prevenir complicações respiratórias e circulatórias.
O enfermeiro deve retirar o curativo e o dreno nas primeiras 6 horas, para evitar acúmulo de secreções.
Não há necessidade de vigilância frequente no pós-operatório imediato, pois o risco de complicações é baixo.
O paciente deve ser mantido em jejum absoluto por 48 horas, independentemente da evolução clínica.
A deiscência de ferida operatória em cirurgias abdominais é uma complicação grave que pode evoluir para a evisceração. Diante de uma evisceração súbita no período pós-operatório imediato, assinale a alternativa correta.
O profissional deve cobrir as alças intestinais expostas com compressas estéreis umedecidas em solução salina isotônica morna, mantendo o paciente em repouso absoluto com os joelhos flexionados.
O paciente deve ser estimulado a realizar manobras de Valsalva e tosse vigorosa para facilitar o reposicionamento natural dos órgãos através da pressão intra-abdominal.
A reintrodução manual imediata das vísceras no interior da cavidade abdominal deve ser realizada pelo técnico de enfermagem utilizando luvas de procedimento não estéreis.
O técnico de enfermagem deve administrar analgésicos opioides por via oral imediatamente após a ocorrência da evisceração para reduzir o choque traumático.
A aplicação de gaze seca e compressiva sobre as vísceras expostas é a conduta ideal para promover a hemostasia e reduzir o risco de isquemia tecidual periférica.
A Enfermagem em clínica cirúrgica compreende os cuidados prestados ao paciente nos períodos pré e pós-operatório, envolvendo observação clínica, execução de procedimentos, orientação ao paciente e ações voltadas à prevenção de complicações e à segurança do cuidado, em articulação com a equipe de saúde. A Enfermagem em clínica cirúrgica envolve cuidados prestados ao paciente nos períodos pré e pós-operatório, com foco na recuperação, na prevenção de complicações e na segurança do cuidado. O Técnico em Enfermagem atua diretamente na observação clínica, na execução de procedimentos e no apoio à equipe de saúde. Considerando a Enfermagem em clínica cirúrgica, analise as afirmativas abaixo.
(__) A observação do paciente no pós-operatório inclui o monitoramento de sinais vitais e a identificação precoce de possíveis complicações.
(__) A orientação ao paciente sobre cuidados pós-operatórios deve ser realizada pelo Técnico em Enfermagem conforme prescrição e orientação da equipe de saúde.
(__) A administração de medicamentos no período pós-operatório pode ser realizada sem prescrição, desde que o paciente relate dor.
(__) A manutenção da integridade da ferida operatória contribui para a prevenção de infecções e complicações cirúrgicas.
Assinale a alternativa CORRETA, indicando as afirmativas VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F), "de cima para baixo".
F, V, F, V.
V, V, V, F.
V, F, V, V.
V, V, F, V
Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão:
O Sr. José da Silva, 58 anos, foi admitido na unidade de internação cirúrgica para a realização de colecistectomia videolaparoscópica eletiva, sob anestesia geral, devido ao diagnóstico de colelitíase sintomática. Refere episódios recorrentes de dor em hipocôndrio direito (sinal de Murphy positivo) associada a náuseas e desconforto abdominal há aproximadamente oito meses, principalmente após refeições ricas em gordura. Nas últimas semanas, relata aumento da frequência e da intensidade da dor.
Na admissão, encontra-se consciente, orientado, comunicativo e colaborativo, porém demonstra preocupação constante com o procedimento, verbalizando medo da anestesia, receio de não acordar após a cirurgia e ansiedade em relação ao período de recuperação.
Apresenta histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg (100mg por dia) e diabetes mellitus tipo 2 controlado com metformina 850 mg (1.700mg por dia). Nega alergias medicamentosas. É ex-tabagista há cinco anos, após histórico de 20 anos de tabagismo.
Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, pele íntegra, normocorada e hidratada. Acesso venoso periférico em membro superior esquerdo instalado para hidratação venosa e administração de medicamentos. Encontrava-se em jejum. Dados pré-operatórios: pressão arterial (PA): 100 × 50 mmHg; frequência cardíaca (FC): 76 bpm; frequência respiratória (FR): 18 irpm; saturação periférica de oxigênio (SpO2): 98% em ar ambiente; estado de consciência: alerta e orientado; mobilidade: movimenta os quatro membros normalmente.
Imediatamente após o término da cirurgia, o paciente foi encaminhado à Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). Na admissão à SRPA, o enfermeiro realizou a seguinte avaliação: movimenta espontaneamente apenas os membros superiores; apresenta respiração superficial; pressão arterial atual: 79 × 48 mmHg; saturação periférica de oxigênio: 93% em uso de cateter nasal a 2 L/min; encontra-se desperto, orientado e responde adequadamente às perguntas.
Esse enfermeiro avaliou o paciente utilizando a Escala de Aldrete e Kroulik, instrumento necessário para acompanhamento da recuperação de anestesia geral, conforme quadro a seguir:

Fonte: MELO, S. M. D. et al. Cirurgia bariátrica: existe necessidade de internação em unidade de terapia intensiva? Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 21, n. 2, p. 162-168, abr. 2009.
Considerando os dados apresentados no caso clínico, assinale a alternativa CORRETA.
O paciente apresenta escore 5, pois movimenta apenas dois membros, respiração superficial e hipotensão importante, encontra-se consciente e mantém saturação de oxigênio inferior a 95%, mesmo com suplementação de oxigênio.
O paciente apresenta escore 6, pois movimenta espontaneamente apenas os membros superiores, e respiração superficial, mantém pressão arterial com redução superior a 50% em relação ao pré-operatório, encontra-se desperto e orientado, e apresenta saturação periférica de oxigênio de 93% com oxigenoterapia.
O paciente apresenta escore 7, pois o estado de consciência preservado e a saturação de oxigênio compensam a hipotensão arterial observada, permitindo alta da SRPA desde que mantida monitorização clínica.
O paciente apresenta escore 8, uma vez que a movimentação parcial dos membros inferiores é esperada no pós-operatório imediato devido ao efeito residual da anestesia geral, não interferindo significativamente na pontuação da escala.
O paciente apresenta escore 9, pois está desperto e orientado, e parâmetros respiratórios e circulatórios compatíveis com recuperação anestésica satisfatória, e responde adequadamente aos estímulos.
(IBED) No pós-operatório, o aparecimento de dispneia súbita, queda da saturação periférica e alteração do nível de consciência exige avaliação imediata, comunicação à equipe responsável e adoção das medidas previstas no protocolo institucional.
Certo
Errado
Em uma internação neonatal, um RN de 2 dias de vida foi submetido à correção cirúrgica de malformação do trato gastrointestinal. Ao planejar o cuidado de enfermagem cirúrgico neonatal, deve-se priorizar:
a aplicação de protocolo de banho de imersão diário para estimular a hemodinâmica e conforto térmico.
a monitorização da dor por escala validada e intervenções analgésicas não farmacológicas, integradas a cuidados familiares.
a retirada precoce de drenos e cateteres mesmo diante de débito escasso para reduzir tempo de internação.
a administração de alimentação oral desde pós-operatório imediato para favorecer a adaptação intestinal.
Sobre a Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA), assinale a alternativa correta:
A permanência do paciente na SRPA é opcional e indicada apenas em casos de instabilidade hemodinâmica grave.
O paciente é encaminhado à SRPA somente após alta médica definitiva do procedimento cirúrgico.
A observação contínua do paciente na SRPA é realizada prioritariamente pela equipe médica, com apoio eventual da enfermagem.
O paciente permanece na SRPA até apresentar recuperação da consciência, estabilidade dos sinais vitais e prevenção de intercorrências pós-anestésicas.
O principal objetivo da SRPA é oferecer suporte técnico à equipe cirúrgica no reprocessamento de materiais utilizados.
Os cuidados pós-operatórios têm início imediatamente após o término do procedimento cirúrgico, estendendo-se durante o período de permanência na sala de recuperação anestésica e ao longo da internação hospitalar, até a alta médica. Uma técnica de enfermagem deve verificar a temperatura e o pulso de um paciente pós-operatório. Para obter resultados confiáveis, é CORRETO afirmar que ela deve:
Utilizar termômetro timpânico em qualquer faixa etária sem restrições.
Aferir a temperatura oral logo após o paciente ingerir líquidos frios.
Avaliar o pulso durante 10 segundos e multiplicar o valor por seis.
Realizar a aferição axilar mantendo o termômetro por 3 a 5 minutos.
Após uma cirurgia abdominal, o paciente é encaminhado para a sala de recuperação anestésica. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde qual é o principal cuidado da equipe de enfermagem nesse momento.
Monitorar sinais vitais, nível de consciência e avaliar sinais de complicações pós-anestésicas.
Evitar mobilizar o paciente por pelo menos 6 horas para prevenir hipotensão.
Permitir ingestão oral de líquidos assim que o paciente demonstrar sede.
Suspender a administração de oxigênio assim que o paciente apresentar sinais de despertar.
Posicionar o paciente em decúbito dorsal imediatamente após a chegada à sala de recuperação.
A abordagem multimodal da dor é uma estratégia amplamente utilizada em diferentes contextos clínicos, como no manejo da dor pós-operatória. Essa abordagem caracteriza-se por:
Utilizar opioides em doses crescentes até o controle da dor, priorizando um único mecanismo de ação.
Combinar diferentes métodos farmacológicos e não farmacológicos, potencializando a analgesia e reduzindo efeitos adversos.
Restringir-se ao uso de medicamentos analgésicos simples, como paracetamol e dipirona, por serem mais seguros.
Abordar de forma multiprofissional a dor, com uso de técnicas não farmacológicas, sem uso de qualquer medicação.
Empregar sempre doses elevadas de um mesmo fármaco, para garantir alívio rápido e uniforme da dor.
Um paciente de 65 anos, hipertenso e em uso crônico de anticoagulantes, submetido à colecistectomia videolaparoscópica, encontra-se no primeiro dia de pós-operatório. Analise as condutas de enfermagem abaixo e marque a opção correta sobre a assistência para prevenir complicações e promover recuperação segura.
Manter jejum absoluto até o segundo dia pós-operatório para evitar deiscência de sutura.
Suspender a deambulação precoce e priorizar repouso absoluto nas primeiras 48 horas.
Monitorar parâmetros de coagulação e sinais de sangramento; incentivar respiração profunda e deambulação precoce.
Instalar dreno de sucção em todas as cirurgias videolaparoscópicas, independentemente da avaliação médica.
Substituir a analgesia prescrita pela analgesia não farmacológica, evitando interações medicamentosas em pacientes hipertensos.
Uma paciente de 52 anos, submetida à colecistectomia videolaparoscópica eletiva, é encaminhada à sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) apresentando leve sonolência, acesso venoso periférico pérvio, sonda vesical de demora e curativos limpos e secos no abdome. Após 20 minutos de observação, o técnico de enfermagem percebe que a paciente passa a responder lentamente aos comandos, apresenta saturação oscilando entre 90 e 92%, bem como extremidades frias e discreta taquicardia. Considerando as atribuições da equipe de enfermagem e as recomendações para o pós- operatório imediato em pacientes sob monitorização contínua, o técnico de enfermagem deve:
notificar imediatamente o enfermeiro responsável diante da alteração de consciência e da variação da saturação, garantindo intervenção precoce e acionamento de condutas avançadas, se necessário
manter a monitorização padrão, repetindo os sinais vitais em até 1 hora, visto que oscilações leves são esperadas no período imediato, comunicando o enfermeiro apenas se houver queda sustentada da saturação
ajustar a infusão venosa para melhorar a perfusão periférica enquanto aguarda nova aferição dos sinais vitais, uma vez que pequenas intervenções podem ser realizadas de forma autônoma no pós-operatório imediato
priorizar a avaliação do curativo abdominal e da ferida operatória, pois alterações sistêmicas leves costumam estar relacionadas à dor ou ao jejum prolongado, devendo a equipe aprofundar a inspeção local antes de qualquer escalonamento
Em uma unidade de clínica cirúrgica, o enfermeiro assume o cuidado de uma paciente de 58 anos, no primeiro dia de pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
A paciente encontra-se consciente, com sinais vitais estáveis, queixando-se de leve dor no hipocôndrio direito e apresentando distensão abdominal discreta. Apresenta, ainda, dreno em região subcostal direita, com débito serossanguinolento, em pouca quantidade.
Diante do quadro e considerando as ações de Enfermagem para prevenção de complicações respiratórias e circulatórias no pós-operatório, assinale a afirmativa correta.
Incentivar a mobilidade associada a exercícios respiratórios e tosse assistida, visando melhorar a perfusão, prevenir estase venosa e otimizar a expansão pulmonar.
Manter a paciente em repouso absoluto por pelo menos 48 horas após a cirurgia, para evitar deslocamento de drenos e a piora da dor.
Evitar orientação para tosse cinética até a retirada do dreno, para prevenir deiscência de suturas.
Estimular apenas a respiração diafragmática profunda no leito, sem necessidade de mobilização precoce.
Limitar o decúbito à posição semifowler, para preservar a integridade dos curativos abdominais.
Diante do diagnóstico de enfermagem intitulado “recuperação cirúrgica prejudicada relacionada à mobilidade física prejudicada, evidenciada por dificuldade em movimentar-se”, constituído a partir da taxonomia NANDA (2024-2026), a intervenção de enfermagem adequada e fundamentada para a promoção da recuperação cirúrgica, considerado o fator relacionado e a característica definidora do diagnóstico em apreço, é
elaborar um plano de reabilitação física em conjunto com a equipe interdisciplinar, promovendo mobilização precoce e segura.
monitorar sinais vitais a cada 4 horas nas primeiras 72 horas após o procedimento cirúrgico.
orientar o paciente e a família sobre cuidados com o curativo cirúrgico antes da alta hospitalar.
estimular o paciente a verbalizar sentimentos relacionados à sua imagem corporal.
avaliar a presença de sinais glogísticos, como dor, rubor e calor na ferida cirúrgica.
O cuidado pós-operatório de um paciente submetido a uma apendicectomia exige monitoramento para prevenir complicações. O enfermeiro avalia sinais de infecção no sítio cirúrgico. Sobre os cuidados pós-operatórios em cirurgias gerais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A avaliação do sítio cirúrgico inclui verificar sinais de calor, rubor e secreção purulenta, indicando infecção.
(__)A troca de curativos no sítio cirúrgico pode ser feita sem técnica asséptica, desde que o paciente esteja recebendo antibióticos.
(__)A administração de analgésicos no pós-operatório deve ser feita sem avaliação prévia da dor, para maior conforto.
(__)O incentivo à deambulação precoce no pós-operatório reduz o risco de trombose venosa profunda.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, F, V, V.
V, F, V, F.
V, V, V, V.
V, F, F, V.
V, F, F, F.
Sobre o período pós-operatório e os cuidados assistenciais adequados, assinale a alternativa correta:
O principal objetivo do atendimento no pós-operatório imediato (POI) é tratar apenas as complicações cirúrgicas graves, como infecção, sendo que a dor e a laringite pós-entubação não necessitam de monitoramento contínuo.
A Recuperação Pós-Anestésica (RPA) é a área onde o paciente deve permanecer de uma a seis horas após a cirurgia, para monitoramento, alívio da dor e estabilização dos sinais vitais, com equipamentos essenciais como oxigênio, ventiladores mecânicos e monitor cardíaco.
O pós-operatório é subdividido em três fases: imediato, mediato e tardio, sendo que a fase imediata ocorre até 72 horas após a cirurgia e a fase tardia inicia-se imediatamente após a alta hospitalar.
A RPA não é necessária para todos os pacientes, pois a transferência para a enfermaria ou UTI pode ser feita imediatamente após a cirurgia, independentemente da avaliação do anestesista, caso a condição clínica do paciente esteja estável.