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Para um paciente em tratamento quimioterápico, quando está prevista a administração frequente e prolongada de antineoplásicos vesicantes, é comum a implantação de um dispositivo de acesso vascular. Nessa situação, o enfermeiro deve estar atento aos sinais e sintomas das complicações associadas ao seu uso, que incluem
a hipertermia malígna e a infecção.
o pneumotórax espontâneo e a trombose.
o extravasamento dos medicamentos e a insuficiência respiratória aguda.
a infecção e a trombose.
o pneumotórax espontâneo e a insuficiência respiratória aguda.
Sobre os cuidados de enfermagem prestados a um paciente em tratamento quimioterápico, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Antes da quimioterapia, deve ser instalada uma solução de manutenção ou hiperidratação conforme protocolo institucional, bem como antieméticos prescritos.
( ) Após a aplicação de cada QT, introduzir 50 mL de solução de manutenção, elevar o membro acima do nível do coração e, após a retirada da agulha, manter suave pressão no sítio da punção venosa por 5 minutos.
( ) Em caso de extravasamento de drogas em tecido subcutâneo, suspender imediatamente a infusão e aplicar compressa quente no local por 20 minutos.
As afirmativas são, respectivamente,
V, V e F.
F, V e F.
V, F e V.
F, F e V.
V, F e F.
Para compreender o mecanismo de ação dos quimioterápicos antineoplásicos, é necessário conhecer alguns aspectos importantes sobre o ciclo celular. Sendo assim, assinale a alternativa que corresponde à apoptose.
É a remoção de células lesadas, promovendo a renovação celular.
É a formação de novos vasos capilares a partir de células endoteliais.
É a exposição da célula neoplásica a mais de um tipo de quimioterápico.
É o aumento da imunogenicidade do tumor.
É o bloqueio dos fatores de crescimento celular.
O tratamento quimioterápico para Leucemia Mieloide Aguda é bastante mielotóxico, fazendo com os indivíduos acometidos pela doença fiquem vulneráveis a infecções oportunistas pela neutropenia. Nesta situação, o enfermeiro deve
isolar este indivíduo da convivência com outros pacientes pela possibilidade de se tornar um vetor para a infecção na enfermaria.
priorizar os cuidados com este indivíduo para diminuir o risco de infecção cruzada.
não trocar venopunção periférica pelo risco de infecção em novo sítio de punção.
utilizar luvas e máscara apenas quando for aspirar as vias aéreas do paciente.
Em paciente submetido a quimioterapia, pode aparecer com frequência, distúrbios representados por:
Diarreia.
Dispneia.
Hematuria.
Bradicardia.
Os efeitos tóxicos apresentados nos pacientes submetidos ao tratamento quimioterápico relacionam-se à não especificidade dos agentes antineoplásicos, pois estes agem sobre todas as células com alta taxa de proliferação no organismo humano e não apenas sobre as células cancerosas.
Os resíduos produzidos em serviços de quimioterapia devem ser descartados adequadamente. O material utilizado no preparo e administração de quimioterápicos deve ser acondicionado em recipiente padronizado, fechado, de consistência rígida e identificado com símbolo de resíduo tóxico. A ANVISA recomenda, ainda, que esses resíduos sejam neutralizados ou incinerados.
Um evento comum durante o tratamento antineoplásico é a toxicidade gastrointestinal, frequentemente manifestada por náuseas e vômitos. Para reduzir essas reações, utiliza-se um arsenal de drogas antieméticas que, geralmente, são associadas a altas doses de glicocorticoide, como a dexametasona, devido a sua ação inibitória sobre a prostaglandina.
Há vários tipos de quimioterapia; entre elas, a quimioterapia paliativa tem o objetivo de curar e retardar o surgimento dos sintomas relacionados à doença.