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Segundo Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento. Série Cadernos de Atenção Básica, nº 33, analisar os itens abaixo:
I. O apego, vínculo emocional recíproco entre um bebê e seu cuidador, constrói-se baseado em relacionamentos preliminares estabelecidos ainda com o feto e com a criança imaginada pelos pais, antes mesmo do seu nascimento.
II. O fortalecimento da rede de apoio social no momento da chegada de um novo membro à família não contribui para a superação de dificuldades relacionadas ao estresse nem para a resolução de conflitos, tampouco para o restabelecimento de uma dinâmica familiar saudável.
Os itens I e II estão corretos.
Somente o item I está correto.
Somente o item II está correto.
Os itens I e II estão incorretos.
O tratamento medicamentoso da deficiência de biotinidase é muito simples, de baixo custo e consiste na utilização da vitamina:
A.
H.
D.
K.
C.
Sobre as alterações comportamentais das crianças e adolescentes em situação de violência, assinale a alternativa correta.
As crianças vítimas de violência costumam apresentar distúrbios do sono a partir da fase da adolescência, correspondendo aos traumas vividos na infância.
Os adolescentes que sofrem violência desde a infância costumam apresentar afecções respiratórias e de pele frequentes e sem causa aparente.
Crianças que sofrem violência nos primeiros meses de vida apresentam enurese e enoprese geralmente até os 4 anos de idade.
A violência psicológica praticada contra crianças já nos primeiros meses de vida favorece que a criança apresente irritabilidade e tristeza antes de completar um ano de vida.
Crianças de 0 a 5 anos de vida, quando violentadas, tendem a ter doenças de cunho alérgico na infância e doenças respiratórias na adolescência.
A primeira consulta do recém-nascido (RN) constitui um momento propício para a estimulação e orientação das famílias, assim como para realizar imunizações, verificar a realização da triagem neonatal e para estabelecer ou reforçar a importância da rede de apoio familiar. Nesse momento, o profissional de saúde deve avaliar as situações de vulnerabilidade inseridas no contexto.
Sobre a primeira consulta do RN, é correto afirmar que
a manutenção do aleitamento materno deve ser reforçada durante a primeira consulta, mesmo em bebês de mães HIV-positivo.
a primeira consulta do RN deve ser realizada em tempo breve (inferior a 10 minutos) para garantir a não interrupção do ciclo de sono do RN.
a primeira consulta do RN deve ser realizada após os quinze dias de vida da criança, pois é o período ideal para a realização da triagem neonatal (ou teste do pezinho).
a primeira consulta do RN deve acontecer na primeira semana de vida, podendo ser realizada através de uma visita domiciliar conduzida por médico(a) ou enfermeiro(a).
nos casos onde o parto aconteceu em ambiente hospitalar, a primeira consulta do RN deve acontecer após os primeiros quinze dias de vida da criança, pois o RN passou por uma avaliação geral da alta hospitalar.
O recém-nascido apresenta quatro mecanismos de perda de calor: condução, convecção, evaporação e radiação. Em relação aos mecanismos de perda de calor do recém nascido, é CORRETO afirmar que:
A radiação refere-se ao deslocamento de calor entre a superfície corporal do recém-nascido quando em contato com outras superfícies sólidas, como colchão, balança.
O contato pele com pele do bebê com a mãe favorece a perda de calor por condução.
A convecção envolve a perda de calor quando um líquido é convertido em vapor. A perda por convecção pode ser insensível (como a que ocorre pela pele e pela respiração) ou sensível (como a que ocorre com a transpiração).
A condução envolve a perda de calor do corpo para superfícies sólidas mais frias que estão próximas, mas não em contato direto com o recém-nascido.
Para evitar a perda de calor por convecção, o neonato deve ser mantido longe de correntes de ar frio (portas abertas, janelas, ventiladores, aparelhos de ar condicionado) no ambiente, realize condutas dentro da incubadora tanto quanto possível.
Cada criança que nasce é parte de um ambiente familiar que influenciará a formação deste sujeito em desenvolvimento. Nesse sentido, é importante que o(a) enfermeiro(a) esteja apto(a) a identificar os sinais de construção de parentalidade no ambiente familiar. Sobre o desenvolvimento da função parental, é INCORRETO afirmar que:
A manifestação de sentimentos, tais como medo de não conseguir manter a vida e o crescimento de seu bebê, de não conseguir envolver-se emocionalmente com o seu bebê de modo autêntico e pessoal é parte do processo de desenvolvimento de parentalidade.
O profissional de saúde pode estimular a parentalidade da mãe, do pai, ou de outros responsáveis, evitando julgamentos e valorizando sempre as boas práticas de atender as necessidades da criança
O bebê, os cônjuges, a família ampliada e os profissionais que trabalham com pais e bebês podem estimular o sentimento de parentalidade no ambiente familiar
O termo parentalizar designa a influência positiva que uma pessoa exerce sobre o sentimento que um adulto tem de ser pai e mãe e refere-se à vivência da identidade parental e aos sentimentos de competência dos pais com relação aos cuidados que eles dispensam ao seu bebê.
A parentalidade é definida como o conjunto de remanejamentos biológicos e genéticos que permitem ao adulto tornar-se pai ou mãe.
Durante as consultas de puericultura pode haver presença de situações de risco e vulnerabilidade à saúde do recém-nascido. Assinale a alternativa que configura vulnerabilidade ao RN:
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 34 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 32 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 14 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
Criança residente em área de baixo risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 34 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 1 ano de idade.
Criança residente em área de risco; baixo peso ao nascer (inferior a 2.500g); prematuridade (menos de 37 semanas gestacionais); asfixia grave ou Apgar menor do que 7 no 5º minuto; internações/intercorrências; mãe com menos de 18 anos de idade; mãe com baixa escolaridade (menos de oito anos de estudo); história familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade.
As síndromes diarreicas agudas possuem diversos fatores etiológicos, cuja manifestação predominante é o aumento de evacuações, com consistência aquosa. Em suas visitas domiciliares, o agente comunitário ao se deparar com uma situação de diarreia e vômito, em uma criança de 2 anos de idade, com sinais de desidratação, como diminuição das eliminações vesicais e olhos fundos, deve
orientar a reidratação oral, com 50 ml de sais e eletrólitos.
orientar a hidratação oral com 200 ml de sal de reidratação oral.
orientar a hidratação oral com 200 ml de sal de reidratação oral, após os episódios de diarreia.
orientar os familiares a buscar os serviços de saúde.
orientar a aumentar a ingesta hídrica como sopas, soro caseiro, sucos e água.