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Durante a admissão em unidade de clínica médica, um paciente adulto apresenta os seguintes sinais vitais: temperatura 38,7°C, frequência cardíaca 112 bpm, frequência respiratória 26 irpm e pressão arterial 100/60 mmHg. A equipe de enfermagem deve interpretar esses achados para direcionar a conduta. Considerando os valores de referência, o paciente apresenta
febre, taquicardia, taquipneia e hipotensão.
febre, bradicardia, taquipneia e hipertensão.
hipotermia, bradicardia, eupneia e hipotensão
normotermia, taquicardia, bradipneia e normotesão.
Na Sala de Recuperação Pós-anestésica (SRPA), o técnico de enfermagem tem papel essencial na vigilância clínica pós-anestésica, devendo monitorar parâmetros vitais e registrar as observações no prontuário, assegurando a continuidade da assistência e a prevenção de complicações (SOBECC, 2023).
Assim, qual parâmetro deve ser monitorado e registrado na primeira hora de observação pós-anestésica?
Sinais vitais a cada 15 minutos na primeira hora e a cada 30 minutos na segunda.
Sinais vitais a cada 1 minuto e registro manual apenas na alta.
Pressão arterial e temperatura apenas ao final da recuperação.
Frequência respiratória e saturação apenas em pacientes de risco grave.
Apenas o nível de consciência, sem necessidade de registro.
Sinais vitais são medições básicas das funções fisiológicas do corpo, incluindo temperatura, pulso (frequência cardíaca), frequência respiratória e pressão arterial. Durante atendimento domiciliar, um técnico de enfermagem avalia um paciente idoso acamado, hipertenso e diabético. São obtidos os seguintes valores:
Temperatura: 37,8°C
Pulso: 96 bpm
Respiração: 22 irpm
Pressão arterial: 160 × 90 mmHg
Com base nesses achados, assinale a alternativa CORRETA que melhor descreve a interpretação dos sinais vitais.
Febrícula, taquicardia leve, taquipneia e hipertensão.
Temperatura elevada, pulso e respiração normais e pressão normal.
Hipotermia, bradicardia e respiração irregular.
Temperatura normal, taquicardia e respiração normal.
Uma enfermeira avalia um idoso de 75 anos com queixa de cansaço e tontura ao levantar-se. Mede os sinais vitais: PA 92/58 mmHg, FC 110 bpm, FR 20 irpm e temperatura 36,8°C. Considerando avaliação inicial e segurança do paciente, a conduta CORRETA é:
Orientar hidratação oral frequente e monitorar sinais vitais regularmente.
Registrar achados em prontuário e agendar retorno domiciliar em 7 dias.
Solicitar avaliação médica urgente devido à hipotensão e taquicardia persistente.
Administrar medicação anti-hipotensiva e aguardar resposta clínica imediata.
As medidas de rotina mais frequentes realizadas por profissionais da saúde incluem a mensuração de temperatura, pulso, pressão arterial (PA), respiração e saturação de oxigênio. A verificação dos SV fornece dados que determinam o estado geral de saúde do paciente (dados basais). Muitos fatores, como a temperatura do ambiente, o nível de esforço do paciente e os efeitos de doenças, modificam os SV, por vezes fazendo com que extrapolem a faixa aceitável.
Analise os itens e assinale a alternativa correta:
I – A temperatura da superfície varia dependendo do fluxo sanguíneo da pele e da quantidade de calor perdida para o ambiente externo. Pontos que refletem a temperatura interna são indicadores mais confiáveis da temperatura corporal do que pontos que refletem temperaturas superficiais.
II – O local da verificação da temperatura (oral, retal, membrana timpânica, artéria temporal, esôfago, artéria pulmonar, axila ou mesmo bexiga urinária) é um dos fatores que determina a temperatura do paciente. Para adultos jovens saudáveis, a temperatura oral média é de 34°C. Na população idosa, a temperatura central média varia entre 37 e 39,1°C devido a mudanças na regulação da temperatura.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é um complemento da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é um complemento da I.
Durante o atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, o técnico em enfermagem realiza aferição de sinais vitais e prepara o paciente para consulta médica. Analise as assertivas:
I. Ao aferir a pressão arterial, o braço do paciente deve estar na altura do coração, com a palma da mão voltada para cima e o manguito ajustado corretamente.
II. O estetoscópio deve ser posicionado sobre a artéria braquial, e a deflação do manguito deve ocorrer de forma lenta e contínua.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Apenas II está correta.
Apenas I está correta.
I e II estão incorretas.
I e II estão corretas.
Em uma enfermaria clínica, o técnico em enfermagem percebe aumento de casos de infecção entre pacientes internados, com registros de febre, taquicardia e alteração do padrão respiratório em vários deles. Observa-se que alguns profissionais não realizam higiene de mãos de forma adequada e não utilizam EPI conforme o tipo de cuidado. Em determinado plantão, um paciente em antibioticoterapia evolui com febre alta e calafrios, sem registro recente de sinais vitais. Considerando as medidas de controle de infecção e a importância da mensuração de dados vitais, qual conduta é a mais adequada?
Realizar imediatamente a mensuração completa dos sinais vitais, reforçar higiene de mãos e uso de EPI, e comunicar alterações à equipe para investigação de possível infecção.
Aguardar o médico passar visita para, então, avaliar sinais vitais e decidir se será necessária alguma medida de controle de infecção.
Medir apenas a temperatura, registrando os demais sinais vitais somente se o paciente relatar piora importante do quadro.
Priorizar apenas a administração dos medicamentos prescritos, pois o controle de infecção depende exclusivamente da antibioticoterapia.
Em uma Unidade Básica de Saúde, o técnico em enfermagem realiza a triagem de um paciente adulto que chega queixando-se de tontura ao levantar-se pela manhã. Durante a avaliação, o profissional observa que o paciente está pálido e ansioso. Para complementar a triagem, decide mensurar todos os sinais vitais, incluindo pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura. Considerando as técnicas corretas de mensuração e os valores de referência em adultos, qual conduta está adequada à boa prática de avaliação clínica?
Mensurar os sinais vitais enquanto o paciente realiza movimentos, para agilizar a triagem e evitar atrasos no atendimento.
Medir apenas a pressão arterial, pois tontura não exige avaliação completa dos sinais vitais.
Registrar valores aproximados, caso o equipamento apresente dúvida, para não interromper o fluxo de pacientes.
Posicionar o paciente sentado ou deitado, garantir repouso prévio e medir cada sinal vital com técnica padronizada, interpretando os valores conforme referências para adultos.
Em uma Unidade Básica de Saúde, o técnico de enfermagem realiza a triagem de um paciente adulto que chega queixando-se de mal-estar e sensação de fraqueza ao final da tarde. Durante a avaliação, o profissional percebe que o paciente está sudorético e um pouco dispneico, mas ainda em condições de deambular. Para subsidiar a consulta de enfermagem, é necessário mensurar corretamente pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura, peso e altura. À luz das técnicas apropriadas para a mensuração de sinais vitais e para a realização de medidas antropométricas em adultos, assinale, entre as alternativas apresentadas, a única que corresponde à conduta correta.
Aferir a pressão arterial com o manguito sobre a roupa, utilizar qualquer braço disponível e registrar a medida sem considerar a posição em que o paciente se encontra.
Garantir período breve de repouso, posicionar o paciente adequadamente, utilizar equipamentos calibrados, medir cada sinal vital com técnica padronizada e registrar peso e altura para avaliação do estado nutricional e do quadro clínico.
Verificar a frequência respiratória informando ao paciente que está "contando a respiração", para evitar desconfianças, mesmo que isso altere o padrão respiratório.
Registrar peso e altura apenas quando houver queixa direta de emagrecimento ou ganho de peso, dispensando essas medidas na avaliação de rotina de adultos.
Medir somente a pressão arterial, pois os demais sinais vitais não são essenciais para a avaliação inicial de queixas de mal-estar inespecífico em adultos.
O exame físico da criança abrange, além da orientação cefalocaudal, a necessidade de considerar sua idade e o grau de desenvolvimento, tendo como prerrogativas a minimização do estresse e da ansiedade para a realização do procedimento e o estabelecimento de um vínculo de confiança entre o enfermeiro, a criança e sua família. Em relação ao exame físico da criança, assinalar a alternativa CORRETA.
Não cabe ao enfermeiro determinar, em prescrição de enfermagem, a frequência e o intervalo das aferições dos sinais vitais, independentemente das condições físicas da criança ou da terapêutica implementada.
Os procedimentos dolorosos, os mais desagradáveis ou os que requeiram maior manuseio da criança devem ser realizados logo no início, mesmo que isso desencadeie choro e estresse.
Ao examinar a criança, a seguinte ordem de verificação de sinais é indicada: respiração, frequência cardíaca, temperatura e pressão arterial.
Os controles dos sinais vitais devem ser realizados em horários diferentes e por profissionais diferentes.
A verificação dos sinais vitais podem revelar tanto alterações súbitas na condição de um paciente quanto as mudanças que ocorrem progressivamente ao longo do tempo.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente a uma das finalidades da avaliação dos sinais vitais.
Monitorar exclusivamente alterações causadas por doenças crônicas, sem considerar respostas a tratamentos agudos.
Identificar padrões genéticos relacionados ao risco de doenças hereditárias.
Avaliar a resposta do paciente à terapia, por exemplo, como um paciente com febre responde a antipiréticos, como um paciente com dor responde a opioides, ou como um paciente com hipertensão responde à medicação.
Substituir exames laboratoriais de rotina, especialmente em pacientes com hipertensão.
Determinar a necessidade de internação com base apenas na frequência respiratória.
Uma equipe de Saúde da Família atende domicílios de pessoas com condições crônicas complexas. O enfermeiro necessita aferir os sinais vitais dos usuários, seguindo parâmetros técnicos e considerando variáveis que interferem na confiabilidade das medições. Assinale a alternativa que descreve a conduta CORRETA na verificação de sinais vitais (pressão arterial, pulso, respiração e temperatura) em visitas domiciliares.
Realizar a aferição de pressão arterial imediatamente após esforço físico (subir escadas), utilizando manguito de qualquer tamanho disponível, e considerar apenas a medida sistólica como referência para encaminhamentos.
Orientar o usuário a manter repouso mínimo de 5 minutos antes de medir a pressão arterial, escolher manguito compatível com a circunferência do braço, avaliar o pulso e a frequência respiratória em condição de repouso, além de verificar a temperatura em local adequado conforme recurso disponível.
Focar unicamente no pulso radial para inferir a pressão arterial, pois a palpação de frequência e amplitude substitui a necessidade de esfigmomanômetro.
Realizar verificação dos sinais vitais ao final da visita, após intensa conversa ou atividade na residência, e anotar valores sem registrar possíveis interferências (fumo recente, uso de medicações etc.).
A avaliação e o registro dos sinais vitais são essenciais para o monitoramento clínico do paciente, permitindo intervenções precoces em casos de anormalidade. Assim, analise as afirmativas a seguir.
I.A pressão arterial deve ser aferida sempre no mesmo braço do paciente, pois a diferença entre os membros superiores não tem relevância clínica.
II.A medição da frequência respiratória deve ser feita discretamente para evitar que o paciente altere sua respiração involuntariamente.
III.A temperatura corporal pode ser avaliada por diferentes métodos, e a escolha do local de medição influencia a precisão do resultado.
Está correto o que se afirma em:
II e III, apenas.
I, II e III.
I e II, apenas.
II, apenas.
Analise os sinais e sintomas abaixo relacionados às doenças comuns em escolas e marque V quando verdadeiro e F quando falso:
(__)Conjuntivite costuma apresentar olhos avermelhados, coceira e secreção.
(__)Vômitos associados à dor abdominal podem indicar um quadro de virose.
(__)Dor de cabeça intensa e rigidez na nuca são sinais típicos de desidratação leve.
Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
V, V, F.
V, F, F.
F, V, V.
V, F, V.
O Sinal de _______ é reconhecido quando o paciente coloca o punho sobre o peito, como uma forma de indicar a localização e a intensidade da dor, muitas vezes para expressar o desconforto relacionado ao coração. Esse sinal é considerado um indicativo clássico de angina ou infarto e é um dos primeiros sinais observados em pacientes com essas condições.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima
Murphy
Blumberg
Levine
Kernig
Nikolsky
Um técnico de enfermagem que atua em uma unidade de pediatria é responsável pela verificação dos sinais vitais de um lactente de 6 meses de idade, que se encontra calmo e em repouso no berço. O profissional sabe que os parâmetros de normalidade para os sinais vitais variam significativamente de acordo com a faixa etária, e que a interpretação correta desses dados é crucial para a detecção precoce de qualquer agravo à saúde da criança. Com base nos conhecimentos de enfermagem pediátrica, assinale a alternativa que descreve uma avaliação correta dos sinais vitais para esta criança.
A verificação de uma frequência respiratória de 18 movimentos respiratórios por minuto (mrpm), registrando o achado como "eupneia", por se tratar de um padrão respiratório ideal e tranquilo para qualquer faixa etária.
A contagem de uma frequência cardíaca de 85 batimentos por minuto (bpm), interpretando este valor como normal, já que se aproxima do padrão de normalidade encontrado em um adulto saudável em repouso.
A aferição da frequência cardíaca em 130 batimentos por minuto (bpm) e da frequência respiratória em 35 movimentos respiratórios por minuto (mrpm), considerando ambos os valores dentro dos limites de normalidade para a idade.
A medição da pressão arterial com o mesmo manguito utilizado para pacientes adultos, pois o importante é que o equipamento esteja calibrado, não havendo necessidade de um tamanho específico para crianças.
A verificação dos sinais vitais é uma prática essencial na enfermagem, pois fornece indicadores importantes sobre as funções vitais do organismo. Diante disso, assinale a alternativa correta.
A temperatura corporal é regulada exclusivamente pelo sistema endócrino, sem influência de fatores externos como o ambiente ou as emoções.
A verificação dos sinais vitais deve ser realizada apenas na admissão e na alta do paciente, não sendo necessária em outros momentos.
Todos os sinais vitais são estáticos e não sofrem variações ao longo do dia.
O técnico em Enfermagem deve estar habilitado para aferir os sinais vitais, comunicar os achados e instituir ações conforme a necessidade encontrada.
A aferição da pressão arterial não exige técnica adequada, pois pequenas variações não interferem na avaliação clínica do paciente.
Em relação ao uso de analgésicos opioides, acerca do cuidado essencial que o enfermeiro deve ter ao administrar essas medicações, marque a alternativa CORRETA:
Não monitorar sinais vitais, pois analgésicos são seguros.
Administrar uma dose dupla em caso de dor intensa.
Avaliar o nível de dor e monitorar sinais de depressão respiratória.
Administrar somente em jejum.
Assinale a opção que apresenta os valores de SatO2 alvo pré-ductal recomendados para o recém-nascido a termo e com boa vitalidade, no 12º minuto de vida após o nascimento.
60-70%.
70-80%.
80-90%.
85-95%.
95-99%.
No acompanhamento dos sinais vitais, a interpretação correta permite identificação precoce de agravos. O achado que indica alteração imediata da perfusão periférica é:
Frequência cardíaca discretamente elevada.
Pressão arterial dentro dos limites esperados.
Temperatura axilar levemente reduzida após repouso.
Extremidades frias associadas a enchimento capilar lento.