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Durante a Maratona de Porto Alegre, um jovem atleta sofreu um mal súbito seguido de parada cardíaca, gerando grande comoção entre corredores e profissionais de saúde. Um dos possíveis fatores envolvidos nesse tipo de ocorrência é a miocardiopatia hipertrófica (MCH), uma doença cardíaca hereditária que pode manifestar-se de forma grave. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
É uma doença cardíaca comum também em idosos e está diretamente relacionada ao infarto agudo do miocárdio.
Trata-se de uma condição sempre sintomática, que se manifesta precocemente com dor torácica e hipertensão arterial.
É caracterizada pela dilatação progressiva do coração, sendo comum em atletas de alto rendimento devido ao treinamento excessivo.
A morte súbita pode ser a primeira manifestação da MCH, especialmente em jovens atletas que realizam atividades físicas intensas.
O tratamento definitivo da MCH consiste sempre no transplante cardíaco precoce, independente dos sintomas.
O profissional Enfermeiro deve ter um conhecimento ampliado nas situações de urgência e emergência, pois este agravo pode acontecer nos diversos níveis de atenção (primária, secundária e terciaria). Imagine um cenário em uma unidade de saúde, em que você foi solicitado para atender uma paciente conhecida do serviço, do sexo feminino, 82 anos de idade, obesa, sedentária, portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e miocardiopatia. Paciente abordada pela equipe de saúde (Enfermeiro, Médico e Técnico em Enfermagem) em quadro de Parada Cardiorrespiratória (PCR) presenciada, com o seguinte ritmo cardíaco (figura 01):

Figura 1 - Ritmo do Eletrocardiograma (ECG).
Em consonância com as diretrizes para reanimação da American Heart Association (AHA, 2020), avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A equipe deve se atentar para avaliar os ritmos de PCR, considerando os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
II. Ritmo de PCR evidenciado no caso em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. Nessa situação, a equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e respeitar a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a desfibrilação e o uso das drogas: adrenalina e amiodarona.
III. Ritmo de PCR do caso clínico é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina.
IV. Ritmo de PCR evidenciado no caso clínico é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincronizada e o uso de adrenalina.
V. Ritmo de PCR em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 140 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina e amiodarona.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Apenas as asserções I e II são verdadeiras.
As asserções I, III, IV e V são falsas.
Somente a asserção III é uma proposição verdadeira.
Todas as asserções são falsas.
Trata-se de uma vítima do sexo feminino, 75 anos de idade, portadora de miocardiopatia chagásica, que apresentou quadro de mal súbito associado a rebaixamento do nível de consciência. A paciente foi abordada em sua residência, encontrando-se em decúbito ventral e em parada cardiorrespiratória (PCR), momento em que a equipe do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) iniciou as manobras de reanimação. O atendimento foi realizado pela equipe multiprofissional da Unidade de Suporte Avançado (USA), composta por enfermeiro, médico e condutor socorrista.
A rápida identificação do ritmo pelo monitor cardíaco e a aplicação precoce do protocolo de reanimação são essenciais para aumentar as chances de sucesso na restauração da circulação espontânea e minimizar sequelas neurológicas. Diante o ritmo apresentado no traçado eletrocardiográfico, conforme evidenciado pela equipe (Figura 01), e em conformidade com as diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar (RCP), analise as seguintes asserções:

Figura 01 - Traçado do Eletrocardiograma
I. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, com ênfase nas compressões torácicas de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, destacam-se a importância do uso do desfibrilador e o uso de adrenalina e amiodarona.
II. O ritmo apresentado é o de Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) deve se atentar para os ritmos de PCR, para o manejo correto de todas as intervenções. Nesse contexto, é importante entender os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
III. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, recomenda-se a desfibrilação e, no caso do desfibrilador bifásico, a carga é de 360 joules, além do uso de adrenalina e amiodarona.
IV. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincrônica e o uso de amiodarona, sulfato de atropina e adrenalina.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Apenas a asserção II é uma proposição verdadeira.
Apenas as asserções I e II são verdadeiras.
Apenas as asserções I, II e III são proposições verdadeiras.
As asserções I, II, III e IV são falsas.
A ausculta cardíaca promove avaliação dos batimentos cardíacos normais, como Bulha 1 (B1) e Bulha 2 (B2). Entre as seguintes, assinalar a alternativa que melhor descreve ausculta cardíaca.
O desdobramento normal fisiológico de B1 é acentuado à inspiração e desaparece na expiração.
A B4 é ouvida na fase final da diástole, ocorrendo imediatamente antes de B3 e é produzida durante a contração atrial à medida em que o sangue força a entrada em um ventrículo não complacente.
O desdobramento da B2 acontece quando o fechamento da valva tricúspide é demorado e é melhor auscultado na borda esternal esquerda inferior.
A B3 ocorre no início da diástole durante o enchimento ventricular rápido e é ouvida imediatamente após a B2. É normal em crianças e adultos até 40 anos, quando desaparece, sendo, nesses casos, chamada de B3 fisiológica.
Classicamente, a ausculta cardíaca é realizada em pontos do tórax nos quais são captados os ruídos das valvas. Sobre isso, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) O foco mitral corresponde ao choque de ponta e está localizado no cruzamento do quinto espaço intercostal esquerdo com a linha hemiclavicular.
( ) O foco pulmonar se encontra no segundo espaço intercostal à esquerda, junto ao esterno.
C - C.
E - E.
C - E.
E - C.
Assinale a alternativa incorreta quanto às indicações de cardioversão elétrica.
Taquicardia atrial multifocal ou sinusal
Fibrilação atrial estável
Taquicardia supraventricular
Taquicardia ventricular com hipotensão
Durante o exame físico de um paciente adulto, o enfermeiro ausculta o precórdio. Para avaliar adequadamente as bulhas cardíacas, deve-se posicionar o estetoscópio em locais específicos.
Qual é a localização correta para auscultar a bulha cardíaca B2 com foco aórtico com maior intensidade?
Segundo espaço intercostal direito, junto ao esterno.
Quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular.
Terceiro espaço intercostal esquerdo, próximo ao esterno.
Quarto espaço intercostal direito, na linha axilar anterior.
Região apical, em qualquer posição do paciente.
Nos Guidelines AHA 2020, a RCP em gestantes requer compressões 100–120/min, 5–6 cm, deslocamento uterino à esquerda ou inclinação, manejo avançado de via aérea conforme disponibilidade e, se sem resposta rápida, cesariana perimortem iniciada até 4–5 minutos. Desfibrilação não é contraindicada. Qual conduta está correta?
Deslocamento uterino à direita para melhorar retorno venoso; adiar desfibrilação; intubar apenas após 10 minutos; suspender compressões durante ventilação prolongada com oxigênio.
Compressões mais superficiais por risco fetal; evitar DEA até presença obstétrica; manter decúbito dorsal; priorizar tocolíticos antes de manobras de reanimação avançadas.
Compressões 100–120/min profundidade 5–6 cm; deslocamento uterino para a esquerda; via aérea com atenção; perimortem cesariana iniciada até 4–5 minutos preferencialmente imediatos.
Priorizar transporte à sala obstétrica; reanimação apenas com ventilação; compressões contraindicadas acima de 20 semanas; desfibrilação pode causar morte fetal, evitada inicialmente.
Interromper reanimação se sem pulso por 3 minutos; proceder cesariana após 20 minutos; manter posição supina; administrar magnésio como antiarrítmico de eleição.
Na ausculta cardíaca, o foco situado no 5º espaço intercostal (EIC) esquerdo, na linha hemiclavicular, é denominado
mitral.
aórtico.
pulmonar.
tricúspide.
aórtico acessório.
As recomendações para Suporte Básico de Vida (SBV) e para Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC) estão combinadas nas diretrizes da American Heart Association (AHA) publicadas em 2020.
Sobre as principais novas alterações de SBV e SAVC em adultos, avalie as afirmativas a seguir.
I. O atendimento do paciente após o retorno da circulação espontânea requer muita atenção à oxigenação, ao controle da pressão arterial, à avaliação da intervenção coronária percutânea, ao controle direcionado de temperatura e ao neuroprognóstico multimodal.
II. O acesso intraósseo é a via de primeira escolha de administração de medicação durante a ressuscitação no SAVC.
III. Mensurar continuamente a pressão arterial sanguínea e o teor de dióxido de carbono ao final da expiração durante a ressuscitação de SAVC pode ser útil para melhorar a qualidade da reanimação cardiopulmonar.
IV. As recomendações anteriores da AHA sobre a administração de epinefrina foram reafirmadas, com ênfase em sua administração mais precoce.
As afirmativas corretas são
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Sobre os locais de verificação da pulsação, marque a alternativa CORRETA:
Ulnar: lado do polegar do antebraço no punho.
Apical: primeiro e segundo espaço intercostal na linha mesoclavicular esquerda.
Carótida: ao longo da borda medial do músculo esternocleidomastóideo no pescoço.
Radial: lado do dedo mínimo do antebraço no punho.
Poplíteo: lado interno do tornozelo, abaixo do maléolo medial.
Durante um atendimento de parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente hospitalar, o paciente apresenta ritmo chocável. O enfermeiro responsável orienta a realização da desfibrilação e pede apoio. Qual é a conduta correta a ser adotada pelo técnico de enfermagem nesse momento?
Garantir que ninguém esteja em contato com o paciente durante a desfibrilação, anunciar o choque e liberar a carga.
Posicionar as pás/eletrodos e realizar o choque imediatamente, pois deve se tratar de uma atividade elétrica sem pulso.
Posicionar os eletrodos sobre áreas ósseas do tórax para melhor condução do choque.
Aumentar carga se for fibrilação atrial ou atenuar se for taquicardia ventricular, para aumentar a eficácia da desfibrilação.
Priorizar aplicação de choque exercendo pressão para induzir sístole, já que a assistolia é a causa mais comum de ritmos chocáveis.
O coração é um órgão muscular que funciona como uma bomba contrátil, realizando essa função devido a quatro características fundamentais do músculo cardíaco. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas características.
Automatismo: capacidade do músculo cardíaco de conduzir impulsos elétricos de forma rápida e uniforme por todas as suas fibras.
Contratilidade: capacidade do músculo cardíaco de se contrair e relaxar, permitindo o enchimento e a ejeção do sangue de forma coordenada.
Condutibilidade: propriedade que permite ao coração responder a estímulos externos, como a dor ou o toque.
Excitabilidade: capacidade do músculo cardíaco de manter um ritmo constante sem a necessidade de estímulos nervosos.
Elasticidade: capacidade do músculo cardíaco de se alongar sem perder a força contrátil durante o enchimento.
A verificação dos sinais vitais, procedimento fundamental na prática clínica, fornece informações essenciais sobre o estado de saúde do paciente. A temperatura corporal, a frequência cardíaca, a frequência respiratória e a pressão arterial, quando analisados em conjunto, permitem ao profissional de saúde identificar alterações fisiológicas, monitorar a resposta a tratamentos e intervir de forma precoce em situações de risco.
Em uma unidade de pronto atendimento, um paciente chega relatando fortes dores no peito e dificuldade para respirar. Durante a verificação dos sinais vitais, o técnico em enfermagem identifica os seguintes parâmetros:
Temperatura axilar: 36,8°C.
Frequência cardíaca: 120 bpm.
Frequência respiratória: 28 irpm.
Pressão arterial: 140x90 mmHg.
Saturação de oxigênio: 90%.
Considerando os valores obtidos, qual a possível condição clínica do paciente e qual a conduta imediata mais adequada a ser tomada pelo técnico em enfermagem?
Bradicardia; instalar marcapasso cardíaco transcutâneo.
Hipotensão arterial; administrar solução fisiológica 0,9% intravenosa.
Hipotermia; aquecer o paciente com cobertores e bolsas térmicas.
Taquipneia e hipertensão; administrar oxigênio suplementar e manter o paciente em repouso.
Qual das patologias abaixo é a mais provável causa de bradicardia num paciente?
diabetes mellitus.
hipotireoidismo.
infecções.
febre.
Durante a avaliação de um paciente, foi observada a presença de tiragem intercostal.
Acerca desse achado, é correto afirmar que:
a tiragem é um fenômeno fisiológico, caracterizado por expansão excessiva dos espaços intercostais durante a inspiração;
a tiragem é mais visível na face posterior do tórax e ocorre devido ao aumento da pressão positiva na cavidade pleural durante a inspiração;
nas retrações unilaterais, as causas estão sempre relacionadas a alterações na parede torácica, sem envolvimento da árvore brônquica;
a tiragem é decorrente de um aumento da pressão negativa intratorácica durante a inspiração, sendo observada em condições de obstrução das vias aéreas ou esforço respiratório intenso;
a extensão e a intensidade da tiragem dependem exclusivamente da força dos músculos respiratórios, independentemente de fatores como obstrução das vias aéreas.
No uso da ECMO-VA, como o CEC interage com a circulação coronariana e quais implicações fisiológicas isso acarreta para a perfusão miocárdica?
O retorno arterial da ECMO reduz pressão na aorta, facilitando a perfusão coronariana.
Aumenta a pressão diastólica aórtica, o que melhora perfusão coronariana, mas também pode aumentar a pós-carga do VE, comprometendo seu desempenho.
O fluxo de ECMO suprime completamente o fluxo coronariano intrínseco.
Não há interação, a circulação coronária só depende da contratilidade miocárdica.
ECMO sempre reduz o débito cardíaco e isso prejudica diretamente a perfusão coronariana.
No âmbito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), as arritmias cardíacas são eventos comuns e, muitas vezes, levam à deterioração de uma situação clínica já crítica. O conhecimento dos diferentes mecanismos arritmogênicos e a avaliação clínica criteriosa das condições do paciente determinam o sucesso do tratamento das diferentes arritmias. Em relação aos distúrbios dos ritmos cardíacos, assinalar a alternativa CORRETA.
A taquicardia sinusal é definida por uma frequência sinusal menor que 90bpm.
A taquicardia sinusal nunca ocorre secundariamente à estimulação adrenérgica sobre as células do nó sinusal.
Os sintomas causados pela taquicardia paroxística supraventricular variam desde quadros leves, com sensação de palpitações, até queixas de grande desconforto, com sensação de palpitações precordiais e pulsação carotídea.
Algumas formas de taquicardia sinusal nunca podem ser desencadeadas pela mudança postural para a posição ortostática.
Ao verificar a frequência cardíaca de um paciente adulto, o enfermeiro obteve o valor de 136 batimentos por minuto. Diante disto, observamos uma situação de:
Bradicardia
Taquicardia
Pulso dicrótico
Pulso filiforme
Normocardia
Como é chamada a frequência de pulso (FP) em que se observa o pulso lento (palpação da artéria radial) com menos de 60 pulsações por minuto - ppm?
Bradisfigmia
Taquisfigmia
Bradicardia
Taquicardia
Bradipneia