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As possíveis complicações decorrentes da utilização da ventilação mecânica invasiva podem incluir a broncoaspiração, o barotrauma, a pneumonia, a fraqueza muscular e o desequilíbrio hídrico.
Na ventilação mecânica invasiva em que se oferta ao paciente alto fluxo de oxigênio, podem ser utilizados como via aérea artificial o tubo orotraqueal, a cânula de traqueostomia, a cânula nasal, o cateter nasal, o combitubo ou tubo combinado e a máscara laríngea.
Após 20 minutos de VM, é recomendado analisar os gases sanguíneos arteriais, para se fazer eventuais reajustes nos parâmetros ventilatórios.
Com relação à condição apresentada pelo paciente do caso hipotético do texto, assinale a alternativa correta.
Pelos dados acerca do nível de consciência do paciente, é correto afirmar que sua pontuação é de 4 na escala de coma de Glasgow.
Na modalidade de ventilação mecânica estabelecida, o ventilador está fornecendo todo o suporte ventilatório, cessando a inspiração quando o volume corrente predeterminado foi atingido, não sendo permitido que a via aérea retorne ao zero ao final da expiração, o que garante uma capacidade residual funcional basal elevada.
O diagnóstico capacidade adaptativa intracraniana diminuída da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) pode ser confirmado pela evidência de diminuição da perfusão cerebral secundária ao traumatismo cranioencefálico (TCE).
As aminas vasoativas utilizadas têm o objetivo de provocar uma hipertensão arterial induzida, a fim de garantir o aumento da pressão arterial média, melhorar o fluxo sanguíneo cerebral, manter o débito cardíaco diminuído e manter a pressão de perfusão cerebral dentro de níveis abaixo de 60 mmHg.
A PIC do paciente elevada indica um quadro de TCE grave e tem relação direta com a pressão de perfusão cerebral, a qual pode ser expressa pela diferença entre a pressão arterial e o fluxo sanguíneo cerebral.
Nebulizadores não devem ser utilizados para VM, pois aumentam risco de infecção do paciente.
Na VM com pressão de suporte, o fluxo de gás é livre durante toda a fase inspiratória, que termina quando o fluxo inspiratório aumenta.
A ventilação assistida/controlada (A/C) fornece um volume corrente pré-estabelecido, em resposta ao esforço inspiratório do paciente, e inicia a respiração se o doente não o fizer espontaneamente, no período estabelecido. O enfermeiro deve estar atento pois com uso dessa modalidade é correto afirmar que:
pode ser necessário sedar o paciente pois a umidificação inadequada pode comprometer a permeabilidade das vias aéreas;
exige entubação com uma sonda endotraqueal de duplo lúmen, dois ventiladores, sedação e/ou paralisia farmacológica;
pode ocasionar hiperventilação em doentes com aumento da freqüência respiratória e pode ser necessário recorrer à sedação para limitar o número de ciclos respiratórios espontâneos;
os pacientes incapazes de iniciar a respiração e os que respiram espontaneamente devem ser sedados e/ou curarizados.
Uma das complicações mais comuns da ventilação mecânica é lesão traqueal. Essa intercorrência ocorre devido à:
redução da complacência pulmonar.
diminuição das áreas de atelectasia.
pressão do cuff inflado sobre o revestimento da mucosa traqueal.
alcalose respiratória.
ação do volume injetado pelo ventilador.
A VM com pressão positiva tem repercussões na função renal, com diminuição do débito urinário e da excreção de sódio.
O suporte ventilatório mecânico propicia aumento do trabalho respiratório, com aumento da oxigenação e diminuição do acúmulo de dióxido de carbono nos pulmões e na circulação sanguínea.
A pressão expiratória final positiva (PEEP) é utilizada para manter os alvéolos abertos durante a expiração.
O reanimador manual (bolsa ambu) promove uma ventilação por pressão positiva mediante a hiperinsuflação com distensão. A força de compressão da bolsa e o número de compressões manuais por minuto determinam o volume corrente liberado para a criança e a frequência respiratória assistida, respectivamente.
A ventilação mecânica não invasiva tem como desvantagem maior lentidão na correção das alterações de gasometria, apesar de garantir a administração de volume corrente constante.
As complicações mais comuns da ventilação mecânica são pneumonias. atelectasia. barotrauma e toxicidade do oxigênio.
Os cuidados de enfermagem na ventilação mecânica incluem a aspiração traqueal a cada duas horas, rigorosamente.
Na ventilação controlada, o paciente controla todas as fases da ventilação.
Assinale a opção que NÃO representa a fundamentação adequada, no que tange ao uso de modalidades ventilatórias na clientela neonatal.
Um dos maiores objetivos da ventilação de alta frequência é reduzir o barotrauma com baixo volume tidal e frequências acima de 60 ciclos/minuto.
O óxido nítrico vem sendo amplamente utilizado por seu efeito vasodilatador seletivo, o que promove o relaxamento da musculatura lisa vascular pulmonar.
A ventilação mecânica convencional não está indicada nos casos de PaCO2 > 55mmHg.
A MAP (pressão média nas vias aéreas) é a média de pressão aplicada aos pulmões durante o ciclo respiratório.
A modalidade de ventilação assistida_ que consiste na oferta de níveis de pressão positiva constantes da via aérea durante a fase inspiratória, e cujo fornecimento de ar é interrompido quando o fluxo 1nspiratório do paciente cai a determinado valor (em geral entre 5 e 25%.do valor do fluxo inspiratório inicial), é denominada:
SIMV
CMV
AMV
PSV
CPAP
A ventilação mecânica é feita basicamente por meio de pressão positiva nas vias aéreas.
Atualmente, na ventilação mecânica invasiva nos casos de injúria pulmonar aguda e/ou SARA, a preocupação com a lesão pulmonar induzida pelo próprio método é uma realidade.
Na estratégia de proteger um pulmão já previamente lesado, utilizamos o seguinte parâmetro como objetivo, dentro do possível:
PEEP ≤ 5 cm H2O.
Pressão platô ≤ 45mmHg.
Volume corrente = 8ml/kg de peso atual.