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O tubo endotraqueal utilizado na criança para a sua intubação deveria ter as seguintes características: ser estéril, descartável, radiopaco, com marcas de centímetros ao longo da cânula e numeração entre 3 a 4, além de possuir balonete de baixa pressão e alto volume.
A ventilação mecânica não invasiva tem por objetivo aumentar a ventilação pulmonar, o que diminui o trabalho respiratório e tem como vantagens menor custo, maior conforto para o paciente e menor risco de pneumonia.
O ventilador mecânico mais adequado à criança é o ciclado a pressão, e a modalidade ventilatória a ser empregada é a por pressão positiva contínua nas vias aéreas, o conhecido CPAP.
Em um paciente cardiopata que apresenta um quadro de insuficiência cardíaca (IC) e necessita de suporte mecânico respiratório, o fisioterapeuta deve considerar que,
entre as escalas para auxiliar na avaliação sequencial das mudanças funcionais do paciente idoso com IC, a mais difundida é a escala de Barthel.
na IC aguda, em presença de desconforto respiratório e edema agudo de pulmão, e não existindo contraindicação específica, recomenda-se o uso de suporte mecânico respiratório não-invasivo.
na IC aguda, uma das contraindicações absolutas do uso de suporte mecânico respiratório não-invasivo é a síndrome coronariana aguda.
no paciente com IC classe funcional II e III, em fase de reabilitação, deve ser encorajada a realização de exercícios competitivos, visando estimular seu condicionamento cardiopulmonar.
nos pacientes com IC crônica, o lactato arterial e a saturação venosa mista de O2 são os mais importantes marcadores metabólicos.
Sobre o uso de ventilação mecânica é correto afirmar que:
quando a taxa de fluxo de ar é muito lenta, prolonga-se a expiração e prejudicase o retorno venoso.
a inspiração prolongada impede o retorno venoso e pode causar hipotensão.
pacientes com doença pulmonar obstrutiva necessitam de tempo de expiração mais curto para permitir a saída de mais ar.
uma taxa de fluxo rápida abre mais alvéolos por distribuir melhor o ar no trato respiratório.
a expiração deve ser mais curta que a inspiração para evitar hipotensão.
A intubação endotraqueal de emergência é indicada no caso de
infarte do miocárdio.
insuficiência respiratória.
traumatismo intra-abdominal.
intoxicação aguda pelo álcool.
ingestão de venenos corrosivos.
Para uma entubação traqueal é suficiente dispor de cânula, luvas descartáveis de procedimentos e gazes.
Considerando a ventilação mecânica instituída na paciente, é correto afirmar que o aparelho termina cada inspiração quando a pressão preestabelecida é atingida.
O cuidado indispensável da enfermagem em pacientes com tubo endotraqueal é:
umedecer os olhos do paciente.
realizar aspiração na árvore traqueobrônquica.
controlar o fluxo de oxigênio.
instalar oximetria de pulso.
fazer ausculta pulmonar.
A modalidade de ventilação mecânica citada é aquela em que a paciente recebe um volume de gás preestabelecido, a uma velocidade também preestabelecida, podendo ser deflagrada uma respiração do ventilador com o esforço inspiratório negativo da paciente.
O modo de ventilação mecânica mais provável ao qual o paciente foi submetido durante o quadro de SARA foi o de ventilação por pressão positiva.
O tubo endotraqueal deve ser mantido fixado com uso de fita adesiva ou cadarço, e o balonete deve ficar inflado.
O paciente deve ser mantido em posição de decúbito dorsal durante o período em que ficar sob ventilação mecânica, como garantia de que não haverá saída acidental do tubo endotraqueal.
Com base na assistência ventilatória ao paciente, assinale a opção correta.
A quantidade de oxigênio fornecida ao paciente poderá chegar até 50% de fração inspirada, devendo ser mantido um fluxo constante de 6 litros por minuto.
A tapotagem, a tosse e a drenagem postural estão contra-indicadas nessa situação.
É importante desencorajar o fumo e ensinar ao paciente respirações diafragmáticas e com os lábios semicerrados.
Os broncodilatadores são administrados diluídos juntos com a água estéril nas nebulizações e, como agem melhorando a dispnéia, pode ser administrada em dobro a dose prescrita toda vez que o paciente queixar-se de falta de ar.
Durante a ventilação, a monitoração tanto das condições de oxigenação quanto da integridade cutânea deve ser rigorosa.