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Sobre a capacidade viária, é correto afirmar que "essa capa-cidade é calculável matematicamente e depende de uma série de fatores relativos à via e ao ambiente" (Eduardo Vasconce-los, in "O que é trânsito"). São exemplos desses fatores todas as alternativas abaixo, exceto:
A largura da via;
A geometria da via;
Fatores relativos ao ambiente;
Número de habitantes ao redor da via.
"Taxa de saturação", em termos de congestionamento, pode ser mais adequadamente definida como:
A relação entre veículos e motoristas;
A relação entre capacidade de fazer passar o fluxo de tráfego e o fluxo de tráfego;
A relação entre pedestres e motoristas;
A relação entre capacidade para pedestres e fluxo de pedes-tres e veículos.
Das alternativas a seguir, pode-se afirmar que, quanto às principais fases de processo de planejamento de transportes, a única afirmação incorreta é:
Formulação explícita de metas e objetivos;
Coleta de dados sobre o uso do solo, população, condições econômicas e padrões de viagens para a situação atual;
Formulação explícita sobre os dados de crescimento da popu-lação urbana;
Estabelecimento de relações quantificáveis entre os movimen-tos e o uso do solo, população e fatores econômicos existen-tes atualmente.
No processo de coleta de dados básicos para um planejamento de transportes, antes que os dados de uso do solo, população, padrões econômicos e de viagens possam ser coletados, é necessário que se defina, prioritariamente:
A área para a qual o estudo de transportes será dirigido;
O padrão de viagens de qualquer mês;
O estudo de pesquisa domiciliar;
O tipo de entrevista nas margens das rodovias.
A parte do processo que atribui um dado número de viagens a um determinado sistema ou rede de transportes, é denominada, segundo Michael Bruton:
Atribuição de processo;
Atribuição de tráfego;
Atribuição de manejamento;
Atribuição de demanda.
A abordagem sistêmica para o planejamento urbano evoluiu do trabalho de engenheiros e planejadores envolvidos nos primeiros estudos de transportes, tais como os estudos das seguintes cidades americanas:
Washington e São Francisco;
Chicago e Detroit;
Chicago e Michigan;
Boston e Dallas
Assinale a alternativa que melhor expressa as características de nosso trânsito:
Se vivêssemos numa sociedade em que o horário de trabalho fosse livre, isso se refletiria no trânsito, levando, provavelmente, à suavização dos horários de pico;
Uma das características do tráfego é a sua flutuação: ele é muito pequeno de madrugada e somente aumenta no final da tarde;
Somente a alternativa "a" é correta;
As alternativas "a" e "b" são corretas.
Nas zonas de emprego e da área central, a medida da intensidade do uso do solo é feita:
Em termos de número de habitações;
Em termos de quantidade de veículos;
Em termos de quantidade de veículos e pedestres;
Em termos da taxa de uso ou do índice espacial.
Dentre os fatores do uso do solo utilizados para políticas de transporte, pode-se afirmar que o uso do solo pelo comércio e indústria, como geradores de empregos, é também importante para :
O estudo de geração de viagens;
O estudo do índice de doenças cardíacas nos cidadãos;
O estudo de geração de renda;
O estudo de geração de tributos.
Controlar o uso do solo para impedir pontos de "afogamentos" ou "estrangulamentos" em áreas de tráfego muito carregado, parece bastante difícil, dadas as características e situações em nossa sociedade, como:
A pesada aplicação de leis de trânsito;
O problema de aplicação das leis criminais;
As chamadas "leis de zoneamento", que esbarram no problema da propriedade privada da terra;
No excesso de leis e fiscalização imobiliária, que impedem a ocupação clandestina de áreas urbanas.
No caso de acidente, a energia do choque, que é transmitida aos passageiros dos veículos, é proporcional:
Ao triplo do peso do veículo;
À metade da velocidade do veículo
À exata velocidade do veículo;
Ao quadrado da velocidade do veículo.