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A coordenação do isolamento consiste em um conjunto de procedimentos utilizados na seleção da tensão dos equipamentos elétricos e nas tensões suportáveis nominais normalizadas que caracterizam a isolação do equipamento necessário para aplicação. Com relação aos para-raios, tipo estação e distribuição, especificados a partir dos estudos de coordenação de isolamento, utilizando software de transitório eletromagnético, é correto afirmar que:
os para-raios protegem o sistema elétrico e seus equipamentos contra curto-circuito.
os para-raios protegem o sistema elétrico e seus equipamentos contra sobrecorrente.
os para-raios protegem o sistema elétrico e seus equipamentos contra sobre e subfrequência.
os para-raios protegem o sistema elétrico e seus equipamentos contra sobretensões de origem interna e externa.
Considerando o circuito como um quadripolo e assumindo que Vi é a tensão de entrada, o módulo da admitância de entrada de curto-circuito tende a um valor nulo para ω2 = L2.C11.
Certo
Errado
Quando as queimaduras são em grandes extensões do corpo, por substâncias químicas ou eletricidade, a vítima necessita de cuidados médicos urgentes. Após ligar para a emergência, há certos cuidados que se deve ter ao atender a vítima. São eles:
I. Nunca tocar nos locais das queimaduras ou furar as bolhas formadas na pele.
Il. Com luvas, retirar os tecidos que se colaram à pele queimada.
III. Aplicar algum óleo ou hidratante para manter a pele hidratada.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas no item II.
Apenas nos itens I e Il.
Apenas nos itens II e III.
Em todos os itens.
Um curto-circuito FASE-TERRA ocorreu em um ponto da linha de transmissão de um sistema elétrico de potência. A tensão de pré-falta no ponto em que ocorreu o curto-circuito é igual a 0,8 p.u.. A corrente de base no setor onde ocorreu a falta é de 5 kA. As reatâncias de sequências positiva, negativa e zero dos equivalentes de Thévenin vistos do ponto da falta são iguais a respectivamente 0,1 p.u., 0,15 p.u. e 0.05 p.u.
A corrente elétrica de curto-circuito é:
13,3 kA.
25 kA.
32,5 kA.
40 kA.
43,3 kA.
O que significa o termo Curto-Circuito?
Um aumento da tensão no circuito.
Um fenômeno que reduz a corrente elétrica
Uma falha que diminui a resistência elétrica excessivamente.
Um aumento da resistência elétrica.
Nenhuma das alternativas.
Durante um curto-circuito, os barramentos sofrem forças de solicitação eletrodinâmica..Considere um curto-circuito de 19,0kA, em que as barras possuem 180mm entre elas e 1300mm de comprimento, além de serem paralelas com a mesma espessura e biapoiadas nas extremidades. A força de atração ou de repulsão resultante durante o período do curto-circuito é de:
53,19 kgf
531.87 kgf
5318,73 kgf
53.187,33 kgf
Os curtos-circuitos em sistemas elétricos podem ser classificados em simétricos ou assimétricos, dependendo do equilíbrio ou desequilíbrio entre as fases envolvidas. A análise de curtos-circuitos é essencial para o dimensionamento e a proteção dos sistemas elétricos, garantindo a segurança operacional e a integridade dos equipamentos. Curtos simétricos, como os trifásicos equilibrados, possuem características diferentes dos curtos assimétricos, como fase-terra, fase-fase ou fase-fase-terra, que apresentam correntes e tensões desiguais nas fases. Nesse contexto, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Corrente de curto-circuito simétrico.
2. Corrente de curto-circuito assimétrico.
3. Método dos componentes simétricos.
4. Impedância de sequência zero.
5. Corrente de falta fase-terra.
( ) Corrente caracterizada por tensões e correntes iguais em magnitude e defasadas de 120°.
( ) Técnica utilizada para a análise de curtos assimétricos, decompondo o sistema em componentes de sequência positiva, negativa e zero.
( ) Corrente que ocorre em um desequilíbrio das fases, geralmente envolvendo uma única fase e a terra.
( ) Corrente que ocorre quando o curto-circuito envolve fases desiguais ou desequilíbrio de cargas.
( ) Impedância vista pela corrente de sequência zero, geralmente usada na análise de curtos fase-terra.
A sequência está correta em
1, 3, 5, 2, 4.
3, 1, 5, 4, 2.
2, 5, 3, 1, 4.
5, 4, 2, 3, 1.
Considere um sistema de 15MVA, com uma corrente de curto-circuito fase-terra no lado de alta tensão de 175A e com valor de sobrecarga admissível de 1,15. O transformador de corrente utilizado possui uma relação de transformação de 200-5. Calculando a corrente de ajuste do relé, a unidade temporizada da proteção por fase e a corrente de acionamento do relé, tem-se os valores:
5,01 / 176,05 A
5,01 A / 201,2 A
5,03 A / 176,05 A
5,03 A / 201,2 A
Um TC usado em para proteção tem a seguinte especificação 75 VA 5P 15. Esse TC opera com uma relação de 800:5 A. A impedância de carga nominal desse TC é:
1 Ω
2 Ω
3 Ω
4 Ω
5 Ω
A seguir são apresentados dois testes realizados com transformador e quatro aspectos a que cada um dos testes se relaciona.
I. Teste de curto-circuito.
II. Teste de circuito aberto.
( ) Perdas no núcleo.
( ) Rendimento e regulação de tensão.
( ) Perdas no cobre.
( ) Parâmetros do ramo de magnetização.
A correlação entre os testes e os aspectos relacionados a eles, considerando a sequência de cima para baixo, está corretamente indicada em:
II – II – I – I;
I – II – I – II;
II – I – II – I;
I – II – II – I;
II – I – I – II.
Em uma subestação de média tensão (13,8 kV), que alimenta uma grande indústria, um engenheiro de proteção precisa garantir a seletividade em caso de falta. Ele coordena o relé de proteção de um disjuntor de entrada, que atua como proteção de retaguarda, com o relé do disjuntor de um circuito alimentador, que é a proteção principal mais próxima da carga. O critério de coordenação de tempo que deve ser aplicado para assegurar que, em uma falta no alimentador, somente o disjuntor deste circuito atue, isolando a falta sem desligar toda a subestação, é que
a corrente nominal do relé de proteção do disjuntor de entrada deve ser menor que a corrente nominal do relé do disjuntor do alimentador.
o tempo de atuação do relé de proteção do disjuntor de entrada deve ser ajustado para um valor superior ao tempo de atuação do relé do disjuntor do alimentador, mais uma margem de segurança.
o relé do disjuntor de entrada deve ser ajustado para atuar instantaneamente para qualquer falta no sistema, garantindo a proteção mais rápida possível.
a capacidade de interrupção do disjuntor do alimentador deve ser maior que a do disjuntor de entrada, para assegurar que ele lide com a falta.
a corrente de ajuste do relé de retaguarda seja maior que a do relé principal, independentemente dos tempos de atuação, pois a corrente é o critério principal.
Considere uma instalação elétrica de baixa tensão, onde encontram-se instalados dois disjuntores, conforme apresentados abaixo:
• O disjuntor principal (D1), instalado no quadro geral, possui corrente nominal de 100 A e curva de disparo tipo C.
• O disjuntor secundário (D2), instalado no quadro de distribuição do setor, possui corrente nominal de 32 A e curva de disparo tipo C.
Sabe-se que o tempo de atuação dos disjuntores depende da corrente de curto-circuito e que o objetivo da coordenação é garantir seletividade, ou seja, que apenas o disjuntor mais próximo da falta (D2) atue. A respeito desta situação, considere asa afirmativas abaixo:
I. Para garantir seletividade total entre D1 e D2, o tempo de atuação de D1 deve ser superior ao de D2 para qualquer corrente de curto-circuito até o valor de interrupção de D2.
II. Se a corrente de curto-circuito no ponto protegido por D2 for de 2 kA, existe possibilidade de atuação simultânea, comprometendo a seletividade.
III. O uso de disjuntores com curvas de disparo diferentes, D1 tipo C e D2 tipo D, melhora a seletividade entre os dispositivos.
Está correto o que se apresenta em
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
Considere uma barra de neutro de média tensão, com In=457,5 A. Conectado a essa barra, existe um relé de média tensão alimentado por um transformador de corrente com RTC=1000:5. Leve em conta que Kn=0,15, que o relé está ajustado para 0,45 A e que a corrente de curto-circuito fase terra é Ift=345 A. Nesse contexto, a corrente de acionamento e o múltiplo da corrente de acionamento para a corrente de curto-circuito fase-terra valem:
68,63 A; 5,07
84 A; 6,47
100,25 A; 14,79
116 A; 8,57
Considere uma subestação dotada de um transformador na configuração delta-estrela de 50√3 MVA. A tensão e a corrente de curto-circuito, na entrada da subestação, são iguais a 50 kV e 2 kA. A reatância do sistema reduzido do sistema elétrico que está conectado à subestação, considerando que a base adotada para o setor da entrada corresponde aos valores nominais do transformador, é
0,1 p.u.
0,2 p.u.
0,3 p.u.
0,4 p.u.
0,5 p.u.
Ao desenvolver um sistema elétrico monofásico de alta complexidade, determinado engenheiro teve de calcular as correntes de curto-circuito fase-terra.
Com relação a essa situação hipotética, assinale a opção que corresponde à descrição adequada do processo de cálculo de curto-circuito monofásico.
implementar a conexão em paralelo das impedâncias equivalentes de sequência para derivar a corrente de curto-circuito
selecionar exclusivamente a componente de sequência zero, pois, em situações de curtos fase-terra, as outras sequências carecem de contribuição significativa
realizar a inversão da matriz de conversão por meio da multiplicação por 1/3 e, posteriormente, agregar as correntes das componentes de sequência
converter todas as impedâncias para ohms, efetuar a soma em série das impedâncias equivalentes e, em seguida, dividir por 3 para alcançar a corrente de curto-circuito
desconsiderar as componentes de sequência e empregar diretamente a impedância de Thévenin para calcular a corrente de curto-circuito
Considere um transformador trifásico de 150 kVA, 13.800 V/380 V com impedância percentual de 5%, operando em condições nominais. Na ocorrência de um curto-circuito trifásico no secundário do transformador, e desprezando a impedância do sistema elétrico que alimenta o transformador, o módulo da corrente de curto-circuito é, aproximadamente,
228 A.
395 A.
1.140 A.
4.558 A.
7.894 A.
Em uma linha de distribuição trifásica em baixa tensão, com tensão de linha de 220V, ocorreu um curto-circuito de uma fase para o terra. A tensão base adotada para o local da falta é de 220V e a tensão de pré-falta é igual a 198V. O somatório das resistências de sequências zero, positiva e negativa é igual a 21,78 Ω, e a potência de base é igual a 200 kVA.
O módulo da corrente de falta é:
0,01 pu;
0,02 pu;
0,03 pu;
0,04 pu;
0,06 pu.
Em um projeto elétrico, quanto à coordenação entre condutores e dispositivos de proteção, no item que trata da proteção contra correntes de sobrecarga, considere IB como a corrente de projeto do circuito; In, a corrente nominal do dispositivo de proteção e Iz, a capacidade de condução de corrente dos condutores, nas condições previstas para sua instalação. Assim, para que a proteção dos condutores contra sobrecargas fique assegurada, as características de atuação do dispositivo destinado a provê-la devem ser tais que
0,85 IB ≤ In ≤ 1,15 Iz
IB ≤ In ≤ Iz
IB ≤ In ≤ 1,25 Iz
0,85 IB ≤ In ≤ Iz
Um sistema de energia elétrico deve estar bem projetado para se proteger contra curtos-circuitos, os quais podem ser permanentes ou temporários. No caso do curto-circuito permanente, o sistema de proteção deve atuar, abrindo o circuito definitivamente, até que seja feito o reparo do defeito. No caso do curto-circuito temporário, como não há dano permanente no sistema, os religadores devem atuar de acordo com a sua configuração. Em sistemas de energia elétrica, o curto-circuito de maior incidência é:
Trifásico-terra
Trifásico.
Bifásico.
Bifásico-terra.
Fase-terra.
Um dispositivo eletrônico submetido a um ensaio para determinação da sua proteção quanto a riscos de incêndios é considerado seguro quando ele não apresenta chama ao ser submetido a uma tensão de circuito aberto de 230 V (com 5% de tolerância) e corrente de curto-circuito igual a 5,75 A (com 5% de tolerância).
Certo
Errado