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Em relação a uma Subestação Elevadora, pode-se afirmar:
Mantém a corrente constante.
Exige o aumento da espessura dos condutores.
A tensão nominal de um gerador não varia sua potência.
O valor máximo de tensão de geração é ilimitado.
Permite o aumento da tensão gerada.
A figura a seguir, ilustra uma indústria que é formada por 04 (quatro) unidades de produção: P1 com potência W1, P2 com potência W2, P3 com potência W3 e P4 com potência W4. A origem das coordenadas é o Posto de Proteção Geral. Supondo que o ponto P seja o local adequado para a localização da subestação, sob o ponto de vista da carga, e que não há fatores arquitetônicos que influenciem na sua localização, calcule as coordenadas X e Y do ponto P em metros.
Dados:
W1=250 kVA; W2 = 500 kVA ; W3 = 750 kVA; W4 = 1000 kVA;
As coordenadas do eixo horizontal e vertical estão em metros.
X=162; Y=98.
X=180; Y=85.
X=175; Y=90.
X=172; Y=70.
X=178; Y=80.
A construção de uma subestação de consumidor destina-se a
realizar o isolamento entre a linha de transmissão e o ponto de consumo.
evitar a utilização de geradores como fonte de suprimento auxiliar, além da iluminação.
modificar as características de tensão e corrente, adequando essas grandezas aos pontos de consumo.
atender à exigência da NBR 14039/98, que obriga a construção de subestações para todo consumidor com potência instalada entre 50 kW e 2.500 kW.
Há restrições técnicas na instalação de para-raios no interior das subestações, principalmente próximo a transformadores, portanto, qualquer para-raios, de ZnO ou convencional, deve ser instalado somente na entrada e na saída de linhas de transmissão.
Considere a descrição:
Dispositivo cujo polo superior é conectado à fase da instalação e polo inferior é conectado ao aterramento. Internamente ele é composto de elementos de proteção à base de óxido de zinco, mantendo a isolação entre os polos, superior e inferior, desde que ele seja submetido a uma tensão inferior a sua tensão nominal, caso contrário, ele abre um caminho de baixa impedância entre os polos. Trata-se do dispositivo identificado na legenda pelo númeroI.
VI.
V.
II.
VII.
Assinale a alternativa correta acerca dos tipos de manutenção existentes.
Manutenção preditiva é a manutenção planejada, que previne a correção de danos, após a sua ocorrência.
Manutenção corretiva é o acompanhamento do estado dos equipamentos, baseado na análise histórica dos seus modos de operação, com o objetivo de predizer a ocorrência de eventuais danos.
Manutenção corretiva é o acompanhamento do estado dos equipamentos, baseado na análise histórica dos seus modos de operação, com o objetivo de predizer a ocorrência de eventuais danos.
Enquanto a manutenção preventiva é a manutenção planejada, que previne a correção de danos por meio da manutenção do estado operativo dos equipamentos, a manutenção preditiva consiste na análise histórica dos equipamentos de modo a predizer a ocorrência de danos.
A manutenção corretiva é indicada para quaisquer equipamentos, pois apresenta custo bastante reduzido e permite que os equipamentos operem sempre próximo às suas condições nominais, reduzindo os índices de interrupção de operação.
Um engenheiro eletricista, elaborando um projeto de instalações elétricas se encontra perante as seguintes exigências: determinação legal da NR-10 para instalação de seccionamento automático, sistema de aterramento funcional TN-C, identificado que o seccionamento automático será instalado em ambiente de trabalho em condição seca (situação 1), conforme NBR 5410.
Marque o dispositivo de proteção que deve ser utilizado:
Uma falta em apenas uma das barras poderá ser eliminada pela ação do sistema de proteção, não havendo necessidade de desligamento de circuitos que chegam ou saem da subestação.
O trabalho de manutenção em sistemas elétricos desenergizados e liberados para o trabalho deve ser precedido dos procedimentos apropriados, apresentados a seguir:
I. constatação da ausência de tensão; II. seccionamento; III. proteção dos elementos energizados existentes; IV. impedimento de reenergização; V. instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos; VI. instalação da sinalização de impedimento de reenergização. Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta desses procedimentos.II, IV, I, V, III e VI.
VI, IV, I, V, III e II.
III, IV, I, V, II e VI.
I, IV, II, V, III e VI.
IV, II, I, V, III e VI.
A figura ilustra uma configuração do tipo barra dupla com barra de transferência.
Os centelhadores em para-raios atuam como limitadores de corrente de surto.
O equipamento elétrico utilizado em uma subestação abaixadora do tipo poste, que tem por finalidade a proteção do sistema diante de uma sobretensão, é
o para‐raios.
a chave‐fusível.
o religador.
a mufla.
o disjuntor.
Os dispositivos identificados por IX e X são, respectivamente,
transformador de potencial e medidor de energia.
transformador de corrente e isolador de tensão.
transformador de corrente e transformador de potencial.
religador automático e transformador de corrente.
religador automático e centelhador.

III, I, V, II, IV, VII e VI.
II, I, V, III, IV, VII e VI.
V, I, III, II, IV, VII e VI.
V, II, III, I, IV, VII e VI.
VI, I, V, II, IV, VII e III.
O serviço poderá ser realizado somente mediante ordem de serviço específica para data e local, assinada por superior responsável pela área.
Além da porcelana e de componentes internos, como resistores não lineares e centelhadores, um para-raios contém um dispositivo de alívio de pressão, cuja função básica é disparar um nível de tensão definido, desviando, assim, eventuais surtos para a terra, e não para a parte interna do equipamento.