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Para Aristóteles, a questão fundamental da filosofia é a procura do bem supremo identificado como a felicidade, que consiste no agir corretamente e ter uma boa sorte.
Na visão aristotélica, o ser humano é um animal político, que estabelece as normas do agir pessoal para si próprio (ética), deduz as normas do agir doméstico (economia) e examina o contexto, que é a cidade em que o homem virtuoso deve exercer a sua virtude (política).
Segundo Aristóteles, há três espécies de constituição de governo — a monarquia, a aristocracia e a timocracia —, que podem se degenerar, respectivamente, em tirania, oligarquia e democracia.
Uma diferença fundamental entre a lógica de Aristóteles e a lógica dos estóicos é que a lógica aristotélica
pressupõe o princípio de correspondência, enquanto somente a lógica estóica considera o âmbito da possibilidade.
afirma o princípio de não-contradição como princípio fundamental da lógica, enquanto os estóicos defendem apenas o terceiro-excluído.
tem como axioma o princípio da identidade, enquanto os estóicos negam este princípio, assim como a possibilidade de uma lógica temporal.
defende a noção formal de demonstração, já os estóicos consideram irrelevante a demonstração da validade de um raciocínio.
está baseada fundamentalmente na relação de predicação, enquanto a lógica estóica trabalha com proposições.
A primeira sistematização ocidental do saber, elaborada por Aristóteles, propõe uma divisão das ciências em que
a lógica, a metafísica, a física e a matemática são classificadas como ciências teoréticas.
a matemática, a metafísica e a física são classificadas como ciências teoréticas.
a política, a ética, a metafísica e a ontologia são classificadas como ciências teoréticas
a política e a ética, por serem ciências práticas, são consideradas superiores à metafísica.
a metafísica, a lógica e a ética, por serem ciências teoréticas, são consideradas como superiores às outras ciências.
Com relação à Filosofia Primeira ou Teologia, Aristóteles oferece
quatro definições, referindo-se à investigação das causas e princípios primeiros e supremos; ao ser enquanto ser; à substância; e a Deus ou substância supra-sensível.
quatro definições, referindo-se a Deus, substância supra- sensível; ao ser enquanto ser; às causas e princípios primeiros; à crítica à teoria das Formas de Platão.
três definições, referindo-se à investigação de Deus ou à substância supra-sensível; ao ser enquanto ser; à substância, ao ato e à potência.
três definições, referindo-se à investigação das causas e princípios últimos; ao ser enquanto ser; à substância, ao ato e à potência.
uma única definição, que resume todas as outras e que diz respeito ao ser enquanto ser e seu significado único.
O teorema fundamental da teoria aristotélica de movimento, segundo o qual tudo o que se move o faz por alguma coisa, leva à concepção do primeiro motor imóvel do universo, ou seja, de Deus.
Toda atividade humana possui caráter teleológico.
Ato e potência são conceitos que definem o movimento e são úteis para a esfera sublunar e supralunar, embora se tenha apenas o movimento circular uniforme na região supralunar.
Para Aristóteles, a causa final também é hábito, pois se dirige para um fim.
Toda atividade tem uma finalidade em si mesma.
A virtude pode ser corretamente definida como a eqüidistância entre dois vícios, um por excesso e outro por falta.
Se a virtude está vinculada ao hábito, então ela pode ser recordação, e, nesse aspecto, Aristóteles concorda com Platão.
Se o Bem é identificado ao fim, então a causa final, segundo Aristóteles, pode ser o Bem de uma coisa, pois fim e causa final são sinônimos.