

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia com atenção o texto a seguir.

De acordo com o que escreve Hanna Arendt, acima, é correto afirmar que
a passagem do domínio privado para o domínio público nas sociedades antigas acirrou a diferença entre o domínio do indivíduo e o domínio do cidadão político.
os conceitos público e privado passaram ao longo do tempo por uma alteração de significado, de modo que hoje em dia reina um outro tipo de relação entre os dois domínios.
hoje em dia tenderíamos a achar idiota a distinção que os gregos e os romanos fizeram entre o público e o privado, pois as sociedades modernas separam claramente uma esfera da outra.
a relação entre o domínio privado e o público tal como se dá hoje em dia é exatamente igual àquela que se deu com os gregos e os romanos.
a relação entre o domínio público e o privado tal como a vivemos hoje em dia é um renascimento da concepção romana de que o mundo privado oferecia um refúgio temporário para as atividades do cidadão político.
Derrida trabalha com a concepção positiva de construção ao formular conceitos exatos que servem para interpretar a realidade.
Arendt caracterizou a época atual como um período no qual
a ciência estabelece-se como um conhecimento especulativo desinteressado, seguindo nisto o ideal de ciência aristotélico e afastando-se do ideal moderno de ciência como poder.
o homem liberta-se inteiramente de suas necessidades naturais graças ao desenvolvimento da tecnologia.
a ciência produz conhecimentos universais e absolutos, que, uma vez estabelecidos, não podiam mais ser refutados.
o homem, separado radicalmente da natureza, torna-se, por um lado, cada vez mais capaz de manipular a natureza conforme os seus interesses, e, por outro, cada vez mais incapaz de compreendê-la.
o homem torna-se incapaz de intervir no seu meio-ambiente por falta de conhecimento científico, o que explicaria a sua atual impotência diante das catástrofes naturais.

Assinale a alternativa abaixo que NÃO fornece uma explicação desse fato, de acordo com as ideias da autora:
O contexto histórico que serve de base ao desenvolvimento da filosofia de
Aristóteles, Stuart Mill e Kant tem peso relativo, pois eles tratam de questões filosóficas desvinculadas da realidade.
Aristóteles é inspirado pelo apogeu da cidade de Atenas e de sua liderança incontestável sobre o mundo grego.
Stuart Mill é marcado pela ascensão do capitalismo inglês e pelos desafios da modernidade.
Kant é marcado pela crise dos valores morais norteamericanos, após a independência dos Estados Unidos da América.
As obras de autoria de Nietzsche não incluem
Assim Falou Zaratustra.
Além do Bem e do Mal.
Genealogia da Moral.
A Gaia Ciência.
Antropologia da Moral.
O pensamento elaborado por Foucault, segundo o qual as estruturas epistêmicas correspondem ao paradigma geral que estrutura, em determinada época, os múltiplos saberes científicos, contribuiu para a elaboração da ideia de que o período denominado século da razão (séculos XVII/XVIII) defendeu-se da loucura simplesmente enclausurando os loucos.

Tendo como referência o texto acima e as idéias nele evocadas, assinale a opção correta.
Compreender o mundo é reduzi-lo a suas partes mínimas.
O cinema é alienante e ensina a indiferença para com os valores da sociedade.
Para compreender a complexidade que rodeia os humanos, necessita-se despertar para ela.
Somente a filosofia pode despertar os homens para a superação de sua visão unilateral do mundo e da complexidade humana.
Sobre a moral de nobres e moral de escravos, na Genealogia da Moral, de Nietzsche, pode-se dizer que, segundo o autor,
a confluência de ambas se dá uma moral prescritiva.
a moral de escravos é fruto do ressentimento.
a moral dos nobres é uma redenção cristã.
a moral dos nobres se constrói por oposição à moral dos escravos.
a moral de escravos é ativa no seu fundamento.
Considerando o texto acima, assinale a opção correta.
Embora Derrida julgue que a desconstrução não é um método, a mesma pode ser empregada para o entendimento da realidade.
Schopenhauer faz filosofia destruindo os conceitos; por isso se diz que ele faz filosofia a marteladas.
Kant entende que as entidades não devem ser multiplicadas sem necessidade; a esse princípio costuma-se chamar de navalha de Kant.
O iluminismo francês inspira-se em Protágoras ao entender que o homem é a medida de todas as coisas, não só daquelas que são o que são mas daquelas que são o que não são.
O que há de fundamental e básico [neste caso] é a constituição reflexiva do poder da razão de representar, na instância da subjetividade, a realidade naquilo que ela tem de objetivo.
E com isso se fundamenta metafisicamente a apreensão lógico-matemática do real. É correto afirmar que, no parágrafo acima, Franklin L. e Silva refere-se à
importância da filosofia de Bacon para o desenvolvimento da ciência moderna.
gênese da filosofia analítica e de sua crítica às concepções correntes de linguagem.
importância da filosofia da A. Comte para a posterior constituição do empirismo-lógico.
concepção cartesiana de conhecimento que marca o pensamento moderno.
visão da Escola de Frankfurt acerca das relações entre sujeito e conhecimento.
Nietzsche é o filósofo da vontade considerada como a própria essência da subjetividade do “eu”. Seu pessimismo é superado por meio da arte e da experiência estética, sobretudo da música, que ele valorizava particularmente.
Entre as inúmeras correntes da filosofia contemporânea, destaca-se, na segunda metade do século XX, na França, a tendência conhecida como pós-modernismo, cuja principal característica é
a crítica a todos os discursos e práticas da identidade, procurando desfazer as identificações, as localizações, as separações estáveis, definitivas, absolutas, bem como o léxico metafísico a elas associado
a proliferação de práticas filosóficas que se distinguem antes de mais nada pela preocupação com a forma, com o estilo, mas que herdam procedimentos metodológicos estabelecidos na modernidade.
a desvalorização das concepções de diferença tanto de Hegel quanto de Saussure, nas quais ainda são vistos resquícios de uma lógica identitária, substituindo-as pela noção de diferença de Heidegger
a deslegitimação dos métodos de análise sincrônicos consolidados pelo pós-estruturalismo, revalorizando os métodos que privilegiam a teleologia histórica, a crítica genética e o desconstrutivismo.
a desconstrução do sujeito transcendental fenomenológico através da retomada da interpretação do cogito cartesiano proposta pelo existencialismo de Sartre e Levinas.
ao Círculo de Viena, enquanto movimento que melhor exemplifica a ruptura da filosofia contemporânea com a metafísica.
ao que há de comum em sub-áreas ou disciplinas filosóficas como a ontologia e a gnosiologia ou teoria do conhecimento.
ao sentido que Hegel atribui a todo pensamento sistemático, enquanto ciência e auto-revelação do Espírito Absoluto.
à positivação da sociologia como disciplina específica, em contraste com o papel que lhe atribuiu August Comte.
a concepções da filosofia medieval que se tornaram ultrapassadas com as transformações sociais e políticas da Idade Moderna.