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30 cm
Para serrar ossos e carnes congeladas, um açougueiro utiliza uma serra de fita que possui três polias e um motor. O equipamento pode ser montado de duas formas diferentes, P e Q. Por questão de segurança, é necessário que a serra possua menor velocidade linear.

Por qual montagem o açougueiro deve optar e qual a justificativa desta opção?
Q, pois as polias 1 e 3 giram com velocidades lineares iguais em pontos periféricos e a que tiver maior raio terá menor frequência.
Q, pois as polias 1 e 3 giram com frequências iguais e a que tiver maior raio terá menor velocidade linear em um ponto periférico.
P, pois as polias 2 e 3 giram com frequências diferentes e a que tiver maior raio terá menor velocidade linear em um ponto periférico.
P, pois as polias 1 e 2 giram com diferentes velocidades lineares em pontos periféricos e a que tiver menor raio terá maior frequência.
Q, pois as polias 2 e 3 giram com diferentes velocidades lineares em pontos periféricos e a que tiver maior raio terá menor frequência.

Um determinado corpo de massa m fixado em uma mola horizontal move-se com velocidade constante segundo uma trajetória circular de raio R sobre a horizontal sem atrito. A energia cinética do corpo é expressa por K, e a força de tração na mola por T. Com base nessas informações, é correto afirmar que o raio R da trajetória é determinado pela equação
R = T2K.
R = KT.
R = 2TK.
R = 2KT.
R = 2KT.
Em uma pista de atletismo, dois atletas correm em raias diferentes, com velocidades iguais em módulo, como mostra a Figura abaixo.

O primeiro atleta passa pelo ponto M ao mesmo tempo em que o segundo passa pelo ponto P e, em seguida, chegam simultaneamente aos pontos N e Q. Os arcos PQ e MN são trajetórias em semicírculos concêntricos de centro em C e de raios 30 m e 40 m, respectivamente.
Se os pontos P, C, Q e N são colineares, o ângulo θ mede, aproximadamente,
13°
35°
45°
60°
75°
No movimento circular uniforme, o vetor que representa a força centrípeta é sempre perpendicular ao vetor velocidade instantânea e paralelo ao vetor aceleração centrípeta.
Certo
Errado
Partículas suspensas em um fluido apresentam contínua movimentação aleatória, chamado movimento browniano, causado pelos choques das partículas que compõem o fluido. A ideia de um inventor era construir uma série de palhetas, montadas sobre um eixo, que seriam postas em movimento pela agitação das partículas ao seu redor. Como o movimento ocorreria igualmente em ambos os sentidos de rotação, o cientista concebeu um segundo elemento, um dente de engrenagem assimétrico. Assim, em escala muito pequena, este tipo de motor poderia executar trabalho, por exemplo, puxando um pequeno peso para cima. O esquema, que já foi testado, é mostrado a seguir.

Inovação Tecnológica. Disponível em: http://www.inovacaotecnologica.com.br. Acesso em: 22 jul. 2010 (adaptado).
A explicação para a necessidade do uso da engrenagem com trava é:
O travamento do motor, para que ele não se solte aleatoriamente.
A seleção da velocidade, controlada pela pressão nos dentes da engrenagem.
O controle do sentido da velocidade tangencial, permitindo, inclusive, uma fácil leitura do seu valor.
A determinação do movimento, devido ao caráter aleatório, cuja tendência é o equilíbrio.
A escolha do ângulo a ser girado, sendo possível, inclusive, medi-lo pelo número de dentes da engrenagem.
A partir do repouso, um corpo descreve trajetória circular de raio 3,6 m, com aceleração tangencial constante e, após 4,0 s, sua velocidade tem módulo 1,2 m/s. Neste instante, a aceleração total do corpo tem módulo, em m/s2,
0,30
0,40
0,50
0,60
0,70

Se, em um determinado trecho do circuito, a trajetória descreve uma parábola vertical com concavidade para baixo, então, para um dos carros do conjunto, existe um valor do módulo da sua velocidade em que os trilhos não exercem força sobre ele.
Seja uma pedra girando presa a um barbante, descrevendo um movimento circular uniforme. Se o barbante arrebentar em um determinado momento, qual das alternativas abaixo melhor explica o que ocorrerá ?
A força centrípeta deixará de existir, ficando a pedra a mercê da força centrífuga, o que provocará o movimento de afastamento, isto em relação ao centro da trajetória que havia antes do rompimento do barbante. Conforme a Primeira Lei de Newton;
A força centrípeta deixará de existir, ficando a pedra a mercê da força centrífuga, o que provocará o movimento de afastamento radial, isto em relação ao centro da trajetória que havia antes do rompimento do barbante. Conforme a segunda lei de Newton;
A força centrípeta deixará de existir, e, por inércia a pedra afastar-se-á do centro da trajetória que havia antes do rompimento do barbante, pela tangente ao movimento primitivo. Conforme a Primeira Lei de Newton;
A toda força de ação corresponde uma reação na mesma direção e sentido contrário. O barbante provoca a força centrípeta na pedra, que por sua vez, reage com a centrífuga no barbante. O exposto explica porque o barbante se rompe, e ainda, porque a pedra sai para fora da trajetória original após o rompimento. Conforme a Terceira Lei de Newton;
Sem a influência do barbante, a pedra deslocar-se-á em linha reta. Como a força centrípeta deixa de existir, haverá também um acréscimo na velocidade escalar da pedra em questão, isto logo após a ruptura do barbante. Conforme a Segunda Lei de Newton;