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Em uma apresentação artística, um motociclista dirige no cone da morte, um cone metálico de 7 metros de altura com angulação de 60º. Ele desenvolve uma trajetória circular paralela ao solo com velocidade constante.
Desconsiderando o atrito, assinale a alternativa que apresenta a razão entre as velocidades lineares da motocicleta quando o motociclista está a 5 metros e 4 metros de altura.
2tg(30º)5mg
23mg
22g
225
Uma partícula de massam=0,5kg descreve uma trajetória circular de raio r=60cm com velocidade v=40cm/s. Marque a alternativa que indica o módulo do momento angular da partícula.
1,2kg.m2/s
12kg.m2/s
120kg.m2/s
1200kg.m2/s
0,12kg.m2/s
Considerando o brinquedo em rotação, podemos afirmar que um ponto do brinquedo localizado em uma de suas extremidades possui
velocidade angular constante.
um movimento circular uniforme.
apenas aceleração tangencial.
apenas aceleração centrípeta.
aceleração centrípeta e tangencial.
A tensão na corda vale
5,76 N
2,88 N
0,18 N
11,52 N
28,8 N
O câmbio CVT (Transmissão Continuamente Variável) é composto por duas polias lisas de tamanhos diferentes interligadas por uma corrente metálica altamente resistente. O funcionamento do sistema é parecido com o de uma bicicleta de marchas, entretanto as trocas são feitas automaticamente de acordo com a velocidade, não possuindo engrenagens. As polias têm tamanhos variáveis, o que possibilita a mudança de marchas sem o tradicional solavanco dos sistemas de trocas de marcha automáticos tradicionais. Considere o sistema de polias da figura ao lado, que ilustra o sistema de polias do câmbio CVT.
Sendo RA o raio da polia A, e RB , o raio da polia B e RA=2RB, afirma-se que

a velocidade linear da polia B é o dobro da velocidade linear da polia A, e as velocidades angulares das duas polias são iguais.
a velocidade angular da polia B é o dobro da velocidade angular da polia A, e as velocidades lineares das duas polias são iguais.
a velocidade linear da polia B é a metade da velocidade linear da polia A, e as velocidades angulares das duas polias são iguais.
a velocidade angular da polia B é a metade da velocidade angular da polia A, e as velocidades lineares das duas polias são iguais.
Uma bola é deixada cair conforme mostra a figura. Inicialmente, ela gira com velocidade angular ω no sentido anti-horário para quem a observa do leste, sendo nula a velocidade do seu centro de massa. Durante a queda, o eixo de rotação da bola permanece sempre paralelo à direção oeste-leste. Considerando o efeito do ar sobre o movimento de queda da bola, são feitas as seguintes afirmações:
I. A bola está sujeita apenas a forças verticais e, portanto, cairá verticalmente.
II. A bola adquire quantidade de movimento para o norte (N) ou para o oeste (O).
III. A bola adquire quantidade de movimento para o leste (L) ou para o sul (S).
IV. Quanto maior for a velocidade angular ω da bola, mais ela se afastará do ponto C.
Está(ão) correta(s) apenas

I.
II e IV.
III e IV.
III.
II.
A aceleração centrípeta instantânea de uma partícula de massa m, em uma trajetória curvilínea qualquer de raio ρ, com velocidade tangencial v e velocidade angular ω em torno do centro instantâneo de rotação, é dada por:
vω
v2ρ
ω2 /ρ
mv2/ρ
mω2ρ
Seja uma partícula descrevendo um movimento circular cuja velocidade angular é dada por ⍵=√3i+√3j+√3k, onde i, j e k são os vetores unitários nas direções x, y e z respectivamente. O período de rotação dessa partícula é
2π.
2π/
3.
2π √3.
Com respeito à força centrifuga e força centrípeta, assinale a alternativa com a afirmação CORRETA:
A força centrípeta está diretamente ligada à aceleração escalar do objeto, sendo um movimento uniformemente variado, a aceleração é constante. Essa força provoca variação do módulo da velocidade e atuará deslocando o veículo em uma direção retilínea.
Um observador no interior do carro, sobre uma aceleração em relação à estrada, quando entra em uma curva sente-se atirado para fora do carro, ou seja, para fora da curva. Esta poderia ser considerada a força centrípeta, que o atira para fora da trajetória circular, porém a força centrifuga só é válida para o observador em movimento junto ao carro, ou seja, um observador não-inercial. Já a força centrífuga joga o carro para dentro da curva.
Ao fazermos uma curva sentimos o efeito da força centrípeta, a força que nos joga para fora da curva e exige certo esforço para não deixar o veículo sair da trajetória.
A força centrífuga é o poder de inércia real que empurra um peso para fora do movimento curvilíneo quando o veículo estiver em uma trajetória em curva. Esta força centrífuga aparece em todos os movimentos curvilíneos. Ao percorrer um trecho de rodovia em curva horizontal com certa velocidade, um veículo fica sujeito à ação desta força, que atua no sentido de dentro para fora da curva, facilitando saídas de pista e capotagens.
Quando o movimento for circular uniforme, será uma característica da aceleração centrípeta:
Aceleração Constante.
Aceleração Nula.
Aceleração negativa.
Aceleração não Constante.
Ausência de aceleração.
Uma partícula de carga não nula q e massa m>0 é lançada num campo magnético constante B não nulo, no espaço Oxyz. O campo é paralelo ao eixo Oz e a partícula é lançada de um ponto p0 da esfera de centro (0,0,0) e raio R0> 0, com velocidade v0. Como é usual, considere como polos norte e sul da esfera respectivamente os pontos (0,0,R0) e (0,0,-Ro), ficando assim determinados seu equador, seus paralelos e seus meridianos. Seja A(p0) o conjunto das velocidades v0 não nulas tangentes à esfera no ponto po para as quais a partícula descreverá um movimento circular uniforme sobre essa esfera, então:
se po está no equador, A(p0) é infinito.
se po é um dos polos, A(p0) é infinito.
se po não é um dos polos, A(p0) é
se po não é um dos polos, A(p0) tem dois ele
se po não é um dos polos, A(p0) tem algum elemento tangente a um meridiano.
Um veículo faz o percurso ABCD mostrado, aumentando o valor da velocidade no trecho ABC e mantendo velocidade constante no trecho CD. Indique em qual (quais) trecho(s) o veículo possui aceleração centrípeta.
OBS: os trechos AB e CD são retilíneos e o trecho BC é curvilíneo.

AB
AB e BC
AB e CD
BC
CD
Sabendo que movimento do cavalinho se dá no sentido anti-horário e considerando o instante mostrado na figura 1, indique a trajetória seguida por ele, caso o barbante arrebentasse.

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A “Mirage” é a maior roda gigante do Brasil e a segunda maior da América latina. Localizada no parque Guanabara da capital mineira, ela possui uma altura de 37 metros: aproximadamente igual ao tamanho de um prédio de 12 andares.
Considerando o diâmetro da roda gigante igual a 37 metros e sabendo que ela demora 2,0 minutos para completar 1 volta, pode-se afirmar que a frequência da “Mirage” é

0,5 Hz
0,5 rpm
¼ Hz
2,0 Hz
2,0 rpm
Uma outra forma de concentrar em um único ponto os raios de luz que incidem verticalmente é colocar água dentro da panela, cobrir a superfície da água com pequenos pedaços flutuantes de plástico aluminizado (espelhados, como o plástico usado em embalagens de salgadinhos) e fazer o sistema rodar em torno do eixo vertical (de simetria da panela) com velocidade angular ω constante. Devido à rotação, a superfície da água fica côncava, de tal modo que cada pequeno espelho, flutuando na superfície, reflete os raios de luz em direção a um único ponto (foco), que fica no eixo de rotação, a uma altura f da superfície da água. A figura abaixo mostra um único micro-espelho plano flutuando paralelamente à superfície da água e descrevendo um Movimento Circular Uniforme (MCU) de raio r e velocidade angular ω.

Note que a força centrípeta, responsável pelo MCU do espelhinho, é Fc = Fg + N, onde Fg é a força gravitacional e N é a força de empuxo (perpendicular à superfície). Se levarmos em conta que, para valores suficientemente pequenos do ângulo de incidência θ (medido em radianos), tan(n θ) ≈ n θ onde n =1, 2,3, … é correto afirmar que
f = g / (2 ω²).
f = g / ω².
f = g / ω.
f = g ω².
f = 2 π g / ω².
Uma roda de bicicleta é composta de uma catraca (C), um pneu (P), 8 raios (R) e um aro (A). A distância (D) do centro da catraca a borda do pneu é de 0,6 m, conforme o desenho. A catraca está unida aos raios que por sua vez estão presos ao aro. O pneu é preso ao aro. Essa montagem permite que a catraca e o pneu girem juntos e coaxialmente. Se a frequência de rotação da catraca é igual a 5 rotações por segundo, a velocidade tangencial do pneu, em π m/s, é igual a

3
5
6
10
A figura a seguir apresenta os elementos que compõem uma bicicleta, entre eles o pedal acoplado à engrenagem, chamada de coroa, e a roda traseira acoplada à engrenagem, chamada de catraca. As rotações são transmitidas da coroa para a catraca por meio de uma corrente, e os raios dessas engrenagens são controlados por meio do controle de marcha. A bicicleta foi projetada com rodas de raio 559 mm, raios de coroa variáveis de 8 e 6 cm, e raios de catraca de 5, 4 e 3 cm.

Para o bom funcionamento dessa bicicleta e para impedir a torção excessiva da corrente, a razão entre a frequência de giro da catraca e da coroa deve estar compreendida entre 1,48 e 2,05.
Qual é o intervalo de velocidades (v) que deve ser usado por um ciclista que gira o pedal a 40 RPM, sem que ocorram danos à corrente?
[17,3 – 20,4] km/h
[12,6 – 16,8] km/h
[10,1 – 22,4] km/h
[15,2 – 28,8] km/h
Embora muitas campanhas de conscientização sobre o trânsito sejam realizadas no Brasil, dados do DETRAN mostram que não houve uma diminuição significativa do número de acidentes fatais. Esse número tem se mantido aproximadamente constante há 20 anos; para cada sete vítimas não fatais, tem-se uma vítima fatal. O excesso de velocidade é apontado como uma das principais causas dos acidentes fatais. Regiões sinuosas apresentam um potencial risco de acidentes, especialmente em dias chuvosos, quando a água na pista praticamente anula o atrito entre os pneus e a pista, de forma que a inclinação da curva precisa ser suficiente para manter o automóvel em sua trajetória.
Considere um automóvel descrevendo uma curva de 110 m de raio com velocidade de em um dia chuvoso, em que o atrito pode ser desprezado. Utilizando g= 10 m/s², a mínima inclinação θ necessária para manter o carro em sua trajetória é de aproximadamente

14°
10°
16°
12°
A figura abaixo mostra a vista superior de um anel de raio R que está contido em um plano horizontal e que serve de trilho, para que uma pequena conta de massa m se movimente sobre ele sem atrito. Uma mola de constante elástica k e comprimento natural R, com uma extremidade fixa no ponto A do anel e com a outra ligada à conta, irá movê-la no sentido anti-horário. Inicialmente, a conta está em repouso e localiza-se no ponto B, que é diametralmente oposto ao ponto A. Se P é um ponto qualquer e θ é o ângulo entre os segmentos AB e AP, a velocidade da conta, ao passar por P, é

Rmk∣cosθ∣
2Rmksenθ
Rmk∣cosθ+senθ−1∣
2Rmk(cosθ−cos2θ)
Rmksenθ cosθ
Seja uma partícula descrevendo um movimento circular cuja velocidade angular é dada por ⍵=1i+1j+1k, onde i, j e k são os vetores unitários nas direções x, y e z respectivamente. Em um dado instante o vetor posição da partícula é R=2i. Nesse instante, o vetor velocidade linear é
2j+2k.
2i+2j+2k.
2j−2k.
1i+1j+1k.