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Um projetista deseja construir um brinquedo que lance um pequeno cubo ao longo de um trilho horizontal, e o dispositivo precisa oferecer a opção de mudar a velocidade de lançamento. Para isso, ele utiliza uma mola e um trilho onde o atrito pode ser desprezado, conforme a figura.

Para que a velocidade de lançamento do cubo seja aumentada quatro vezes, o projetista deve
manter a mesma mola e aumentar duas vezes a sua deformação.
manter a mesma mola e aumentar quatro vezes a sua deformação.
manter a mesma mola e aumentar dezesseis vezes a sua deformação.
trocar a mola por outra de constante elástica duas vezes maior e manter a deformação.
trocar a mola por outra de constante elástica quatro vezes maior e manter a deformação.
As pessoas que utilizam objetos cujo princípio de funcionamento é o mesmo do das alavancas aplicam uma força, chamada de força potente, em um dado ponto da barra, para superar ou equilibrar uma segunda força, chamada de resistente, em outro ponto da barra. Por causa das diferentes distâncias entre os pontos de aplicação das forças, potente e resistente, os seus efeitos também são diferentes. A figura mostra alguns exemplos desses objetos.

Em qual dos objetos a força potente é maior que a força resistente?
Pinça.
Alicate.
Quebra-nozes.
Carrinho de mão.
Abridor de garrafa.

Na figura acima, o Helicóptero SH-16 (Seahawk) é uma poderosa arma de guerra antissubmarina da Marinha do Brasil (MB) capaz de detectar, com o seu sonar de imersão, submarinos que estejam ocultos em profundidades que não ultrapassem os 500 metros. A MB, ao tomar conhecimento da existência de um submarino inimigo em águas jurisdicionais brasileiras envia um desses helicópteros do Primeiro Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino a fim de tentar detectá-lo. Considere o helicóptero sobre a superfície da água e na mesma vertical do submarino, que se encontra submerso tentando ocultar-se a uma profundidade tal que não haja risco algum a sua estrutura em virtude da pressão externa. Sendo assim, marque a opção que fornece a profundidade máxima a que poderá estar o submarino antes que comece a colapsar (implodir) e informe se o helicóptero terá chance ou não em detectá-lo.
Dados: ρatmostérica = 1 atm = 1 x 105 N/m2 ; g = 10 m/s2; dagua = 103 kg/m3; pressão máxima suportada pelo submarino = 2,6 x 106 N/m2.
150 me terá chance de detectá-lo.
250 me terá chance de detectá-lo.
350 me terá chance de detectá-lo.
450 me terá chance de detectá-lo.
550 me não terá chance de detectá-lo.
Uma atleta olímpica de saltos ornamentais salta de uma plataforma, com seus braços e pernas esticados na direção do tronco de seu corpo, de modo que o momento de inércia em torno de seu eixo de rotação seja 20 kg.m2 . Em um dado momento de sua trajetória, ela encolhe seus braços e pernas alterando seu momento de inércia para 15 kg.m2. Sobre a frequência de rotação do corpo da atleta, marque a alternativa correta:
A frequência de rotação do corpo da atleta aumentou em 1,33 vezes, após ela encolher seus braços e pernas.
A frequência de rotação do corpo da atleta diminuiu 1,33 vezes, após ela encolher seus braços e pernas.
A frequência de rotação do corpo da atleta permaneceu constante durante seu salto.
A frequência de rotação do corpo da atleta aumentou em 0,75 vezes, após ela encolher seus braços e pernas.
A frequência de rotação do corpo da atleta diminuiu em 0,75 vezes, após ela encolher seus braços e pernas.
Em desenhos animados é comum vermos a personagem tentando impulsionar um barco soprando ar contra a vela para compensar a falta de vento. Algumas vezes usam o próprio fôlego, foles ou ventiladores. Estudantes de um laboratório didático resolveram investigar essa possibilidade. Para isso, usaram dois pequenos carros de plástico, A e B, instalaram sobre estes pequenas ventoinhas e fixaram verticalmente uma cartolina de curvatura parabólica para desempenhar uma função análoga à vela de um barco. No carro B inverteu-se o sentido da ventoinha e manteve-se a vela, a fim de manter as características físicas do barco, massa e formato da cartolina. As figuras representam os carros produzidos. A montagem do carro A busca simular a situação dos desenhos animados, pois a ventoinha está direcionada para a vela.

Com os carros orientados de acordo com as figuras, os estudantes ligaram as ventoinhas, aguardaram o fluxo de ar ficar permanente e determinaram os módulos das velocidades médias dos carros A (VA) e B (VB) para o mesmo intervalo de tempo.
A respeito das intensidades das velocidades médias e do sentido de movimento do carro A, os estudantes observaram que:
VA = 0; VB > 0; o carro A não se move.
0 < VA < VB; o carro A se move para a direita.
0 < VA < VB; o carro A se move para a esquerda.
0 < VB < VA; o carro A se move para a direita.
0 < VB < VA; o carro A se move para a esquerda.