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A avaliação do sistema respiratório, assim como em outros órgãos e sistemas na população pediátrica e neonatal, vem sendo realizada por séculos e, nos dias atuais, esses métodos de obtenção de informação vêm sendo ampliados pela tecnologia. Para uma adequada abordagem dessa população, é essencial que o fisioterapeuta possua conhecimento das características próprias desses pacientes e desenvolva uma avaliação completa para determinar um programa de tratamento efetivo. O ritmo respiratório fisiológico encontrado na população pediátrica e neonatal apresenta-se:
regular sem pausas entre os movimentos respiratórios.
irregular com pequenas pausas entre os movimentos respiratórios.
irregular em duas fases, sendo a primeira fase de apneia e a segunda fase com movimentos inspiratórios e expiratórios anárquicos.
irregular caracterizando-se por uma fase de apneia seguida de incursões inspiratórias cada vez mais profundas, até atingir um máximo, para depois decrescer até uma nova pausa.
É correto afirmar que a respiração de Cheyne-Stokes:
caracteriza-se por uma respiração com ciclos intervalados curtos e acompanhados por uma respiração paradoxal.
é uma forma de respiração profunda prolongada caracterizada por maiores tempos inspiratórios.
trata-se de uma respiração oral caracterizada por sons traqueais e períodos de taquipneia.
é uma respiração periódica profunda e desorganizada caracterizada por maiores tempos expiratórios e sons traqueais incomuns.
é uma forma de respiração periódica com alteração crescente e decrescente da amplitude respiratória e com intervalos de apneia e hipopneia.
Em conformidade com PRYOR e WEBBER, a observação de mãos e unhas é importante na avaliação de pacientes com problemas respiratórios e pulmonares. Ao observar uma paciente que apresenta alargamento da parte distal dos dedos, e que, juntamente, apresenta perda do ângulo entre a raiz da unha e a unha, estamos observando um sinal de
Dedo em garra.
Dedo em martelo.
Baqueteamento digital.
Dedo em gatilho.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os procedimentos preconizados para o cuidado do sistema respiratório após a extubação às suas características.
Coluna 1
1. Insuflação pulmonar manual com máscara facial.
2. Vibrocompressão torácica.
3. Tosse.
4. Aspiração nasotraqueal.
Coluna 2
( ) Deve-se ter cuidado com o posicionamento das mãos, respeitando o nível de agitação ou dor. Evita-se o procedimento sobre a incisão cirúrgica e sobre a inserção de drenos.
( ) Recurso utilizado quando há roncos à ausculta pulmonar, que pode ser estimulada por meio de fricção rápida na fúrcula esternal; porém, quando a via de acesso cirúrgico é a esternotomia mediana, esse estímulo pode ser doloroso e comprometer a integridade da pele; portanto, prefere-se o estímulo da orofaringe com espátula.
( ) Consiste na insuflação pulmonar com ressuscitador manual conectado ao oxigênio e acoplado a uma máscara facial. É um procedimento incômodo; portanto, deve-se considerar o custo-benefício da técnica.
( ) Procedimento invasivo realizado para a remoção direta de secreções das fossas nasais, da rinofaringe, da orofaringe e da fraqueia. Está indicado em situações em que a tosse é ineficaz.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
2 – 3 – 1 – 4.
2 – 1 – 3 – 4.
3 – 2 – 4 – 1.
3 – 4 – 1 – 2.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto às técnicas de limpeza de vias aéreas e o exercício físico em pacientes com Fibrose Cística.
Deve-se ter cuidado com a Posição de Trendelemburg, que só é indicada em crianças com idade superior a 2 anos. É preciso estar atento para casos de refluxo gastroesofágico, muito comum em crianças com FC.
A postura de drenagem consiste de posições que anatomicamente favorecem a eliminação de secreções pela ação da gravidade. Essas posições auxiliam a movimentação de secreções do trato respiratório dos lobos ou segmentos pulmonares distais para as vias aéreas centrais.
É comprovado que a atividade física traz melhorias no que diz respeito à aptidão física principalmente em pacientes com níveis reduzidos de condicionamento.
A atividade física não interfere na remoção de secreções pulmonares.
O oxímetro de pulso estima a oxigenação do sangue a partir da saturação de oxigênio, detectando e calculando a diferença de absorção de luz entre a hemoglobina oxigenada (oxiemoglobina) e hemoglobina reduzida (deoxiemoglobina). Assim, assinale a alternativa INCORRETA que se relaciona a essa importante modalidade de monitorização.
Estes sinais luminosos são direcionados através de um leito vascular periférico, alternando a emissão de luz em um curto espaço de tempo.
Seus valores de referência para a saturação de oxigênio no sangue arterial são de 99 a 100%.
A monitorização da saturação de oxigênio poderá também ser obtida por meio de coleta de sangue arterial.
Este aparelho emite dois comprimentos de onda luminosa diferentes, infravermelha (940nm) e vermelha (660nm), sendo a saturação do sangue arterial.
A frequência cardíaca também identificada e mostrada no oxímetro de pulso é calculada por medição do intervalo de tempo entre a detecção dos picos da forma da onda do infravermelho.
Paciente do sexo feminino, 56 anos, 1m58cm, 66kg, ex-tabagista (40 anos/maço), internado há 1 semana em enfermaria da Pneumologia de um hospital com quadro de Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA). Encontra-se clinicamente estável, apta a receber alta. Foi solicitado pelo Pneumologista o exame de espirometria para avaliação mais precisa da condição respiratória. O broncodilatador (BD) empregado no exame foi o salbutamol 400mcg. Com base nos dados abaixo, qual diagnóstico espirométrico e o grau de alteração dessa paciente após o BD?
A Atenção Primária consiste no primeiro contato dos usuários com o sistema de saúde, portanto deve estar apta a manejar os problemas de maior frequência e relevância presentes na comunidade. Para impactar sobre os múltiplos fatores que interferem no processo saúde-doença, é importante que a atenção às pessoas com doenças respiratórias crônicas esteja pautada em uma equipe multiprofissional e interdisciplinar.
São atribuições do fisioterapeuta todas as alternativas abaixo, EXCETO:
Buscar a integração entre a equipe de saúde da família e a população adscrita à unidade, mantendo a equipe informada sobre a evolução de todos os casos das doenças.
Avaliar o grau de dispneia por meio da aplicação de escalas/questionários e a capacidade funcional por meio de teste de caminhada.
Realizar a medida de pico de fluxo, definir e aplicar o condicionamento físico aeróbico, com monitorização adequada.
Definir e aplicar os exercícios respiratórios, visando à redução das alterações funcionais da respiração.
Relaxar, alongar e fortalecer as cadeias musculares envolvidas e ensinar estratégias respiratórias.
“Utiliza-se da ação da gravidade para auxiliar a movimentação das secreções no trato respiratório, direcionando-as para as vias aéreas centrais onde poderão ser removidas através da tosse, promovendo também melhora da relação ventilação/perfusão. Nessa técnica a ação da gravidade atua auxiliando o deslocamento de secreções periféricas para regiões proximais do pulmão. O uso do posicionamento como forma de drenagem baseia-se na anatomia da árvore brônquica. Adotando-se a postura invertida do segmento pulmonar acometido, a secreção é encaminhada para uma porção mais central, em que será removida por meio de tosse ou aspiração.
Geralmente está associada a outras técnicas como vibração.” A técnica descrita no texto é:Percussões pulmonares manuais.
Drenagem postural.
Pressão Expiratória.
Nenhuma das alternativas.
Algumas condições clínicas e situações podem contraindicar ou comprometer o sucesso da assistência da ventilação não invasiva. Nesses casos, deve-se avaliar os riscos-benefícios e a tendência ao insucesso com evolução para intubação endotraqueal e ventilação mecânica invasiva. Diante dessa afirmativa, são contraindicações para instituição da ventilação não-invasiva, exceto:
intolerância à interface, desconforto e claustrofobia.
ausência de secreção em vias aéreas.
incapacidade de melhorar a troca gasosa e/ou dispneia.
instabilidade hemodinâmica, evidência de isquemia cardíaca ou arritmia ventricular não-controlada.