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Problemas emocionais ou comportamentais não são significativos.
A presença de perda auditiva superior a 30 dB unilateralmente é critério de exclusão.
Nos quadros expressivos, podem-se encontrar dois subtipos: a dispraxia verbal e o distúrbio de programação fonológica. O primeiro caracteriza-se por compreensão e fala normal, porém restringe-se à produção de poucas palavras ou de sentenças simples ou truncadas. Já o distúrbio de programação fonológica caracteriza-se por fala ininteligível, porém fluente. Nas tarefas de imitação, a qualidade da articulação melhora e a compreensão é normal ou próxima do normal.
diferença de pelo menos 2 meses entre a idade cronológica e a idade lingüística.
ausência de perda auditiva superior a 30 dB.
As desordens receptivas e expressivas compreendem a agnosia verbal auditiva, caracterizada por um impedimento significativo de compreensão da linguagem oral, ausência ou restrição de fala a palavras isoladas, sendo que a fonologia é gravemente afetada. Compreendem também o distúrbio fonológico/sintático: dificuldade de compreensão quando o enunciado é longo ou quando inclui estruturas mais complexas, presentes nas alterações morfossintáticas e fonológicas.
Crianças com alterações específicas devem apresentar uma diferença de, pelo menos, 12 meses entre a idade cronológica e a idade lingüística, o que poderia indicar um atraso em relação às atividades lingüísticas da criança.
As dificuldades das crianças no desenvolvimento da linguagem podem estar relacionadas às habilidade de percepção auditiva, que influenciariam na aquisição da linguagem.
O atraso de linguagem pode ter como fator etiológico a deficiência mental. São características desse quadro:
1) tendência a ser amigável; procurar contatos sociais.
2) vocabulário limitado e construção de estruturas frasais mais elementares.
3) tendência ao uso de gestos com finalidades comunicativas.
4) uso marcante de inversões pronominais.
Estão corretas, apenas:
1 e 3.
1 e 2.
2 e 3.
2 e 4.
1 e 4.
Dislalias temporárias não se apresentam, quando os chamados dentes de leite estão nascendo ou caindo para a dentição definitiva, não decídua. Nesse caso, a oclusão mandibular é impossível e a articulação é difícil.
Uma dislalia poderá somar-se a outros problemas para a criança, e a escolaridade tornar-se um desastre sob o ponto de vista pedagógico, psicológico e fonoaudiológico.
Estudos recentes têm mostrado que o papel dos pais pode ser significativo no desenvolvimento da linguagem da criança. Responder pelo filho, antecipar sua fala, ou mostrar impaciência são alguns dos sintomas que alguns pais apresentam. Como conseqüência, a criança é constituída na linguagem como um interlocutor incapaz de assumir a iniciativa dialógica.
A avaliação dos aspectos "pragmáticos" da linguagem é indicada nos(nas):
distúrbios fonéticos.
atrasos de linguagem.
distúrbios da fluência.
disartrias.
distúrbios de aprendizagem da leitura e da escrita.
Com relação ao processo de aquisição da linguagem da criança surda, pode-se afirmar que:
I - a patologia de linguagem encontrada nos quadros de deficiência auditiva não pode ser compreendida somente sob o prisma da deficiência sensorial.
II - nas dificuldades de aquisição da linguagem pela criança surda devemos considerar as oportunidades restritas de interlocução.
III - a relação "um a um", no caso terapeuta-criança, propiciada pelo atendimento individual, tem sido a opção privilegiada, que favorece a cumplicidade entre eles e a construção da linguagem.
Das afirmativas acima:
somente I e II estão corretas;
somente I e III estão corretas;
somente II e III estão corretas;
todas estão incorretas;
todas estão corretas.
Língua é um sistema abstrato de regras gramaticais e pode ser classificada como: