Questões de Concurso sobre Distúrbios da Motricidade Orofacial

 
 
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Um paciente adulto, após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), apresenta fala arrastada, voz tensa e dificuldade na coordenação dos músculos articulatórios. Esses sintomas são característicos de:


A

Disartria espástica.


B

Apraxia de fala.


C

Disartria atáxica.


D

Disfagia orofaríngea.

A avaliação e terapia das disartrias, condições caracterizadas por dificuldades motoras na fala, exigem que o fonoaudiólogo compreenda aspectos específicos da neuroanatomia e da fisiologia dos músculos envolvidos na articulação. Em relação aos tipos de disartria e suas manifestações clínicas, assinale a alternativa correta.


A

A disartria atáxica resulta de lesões no cerebelo e apresenta uma fala com ritmo lento e irregular.


B

A disartria espástica é caracterizada por uma fala lenta e voz soprosa, associada a fraqueza muscular acentuada.


C

A disartria hipocinética é geralmente causada por lesões nos nervos cranianos e resulta em movimentos articulares amplos.


D

A disartria mista é tipicamente observada em casos de lesão restrita ao córtex motor primário.


E

A disartria flácida ocorre devido a lesões nas áreas de controle motor dos núcleos da base, causando rigidez muscular.

É possível encontrar disartria mista na patologia denominada:


A

Paralisia Supranuclear Progressiva


B

Coreia de Huntington


C

Ataxia de Friedreich


D

Doença de Wilson

Principais causas que podem levar a problemas na motricidade orofacial:


I- Uso de chupetas.

II- Mastigação de um lado só.

III- Bruxismo.

IV- Uso incorreto da escova dental.


Estão corretas as afirmativas:


A

I e III, apenas;


B

III apenas;


C

I, II e III, apenas;


D

III e IV, apenas;


E

IV apenas.

A fala é resultante de um processo complexo e coordenado envolvendo a integridade das estruturas neurológicas e musculoesqueléticas. Assinale a alternativa referente ao comprometimento da sincronia das cinco bases motoras da fala: respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia:


A

Disartria


B

Dislexia


C

Disfluência


D

Afasia

As alterações da fala e da voz, presentes em várias doenças neurológicas, constituem um importante instrumento no diagnóstico diferencial. Muitos pacientes com diagnóstico de distúrbios neuromotores apresentam disartrofonia (Fazoli; Zarzur; Busch, 2005). A revisão dos diferentes tipos de disartrias baseada na classificação realizada por Darley et al. (1975), por ser mundialmente clássica, é usada até os dias de hoje como base no diagnóstico diferencial.

O tipo de disartria no qual ocorre a paralisia bulbar, associada a lesões no neurônio motor superior, que pode ser observada em casos de múltiplos acidentes vasculares cerebrais, trauma craniano e paralisia cerebral, dentre outros, é:


Marque a alternativa CORRETA:


A

Disartria hipocinética


B

Disartria atáxica


C

Disartria espástica


D

Disartria flácida

As disartriassão um grupo de distúrbios motores de fala de origem neurológica, que englobam anormalidades da respiração, fonação, articulação, ressonância e/ou prosódia. A diminuição da inteligibilidade da fala associada à disartria pode causar desafios na participação em atividades cotidianas, bem como rupturas sociais e emocionais. Sobre as disartrias, analise as afirmativas a seguir.


I. A alteração nas bases motoras da fala ocorre devido a irregularidades de força, velocidade, amplitude, firmeza ou precisão do mecanismo de fala. De acordo com tipos específicos de deficit ou patologia neurológica, existem diferentes tipos de disartria, como flácida, espástica, hipercinética, hipocinética, atáxica, mista e lesão do neurônio motor superior unilateral.

II. As disartrias hipocinéticas e hipercinéticas resultam da ruptura dos circuitos dos gânglios da base. A disartria hipercinética está associada, mais frequentemente, com a doença de Parkinson, podendo também emergir de etiologias vasculares; as disartrias hipocinéticas englobam patologias que cursam com movimentos voluntários hipocinéticos, como os casos de coreia – que também pertencem à doença de Huntington, distonia, tiques – síndrome de Gilles de la Tourette – entre outros.

III. A disartria flácida ocorre devido a danos nos neurônios motores inferiores (nervos cranianos e/ou espinhais) e a disartria espástica é uma consequência do dano bilateral aos neurônios motores superiores (tratos corticobulbar/corticoespinais). Os casos de disartria do neurônio motor superior unilateral (UUMN), frequentemente incluem comprometimento cognitivo-comunicativo concomitante, como negligência visuoespacial ou deficits pragmáticos.


Está correto o que se afirma em


A

I, II e III.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.

“A mandíbula e o arco dentário inferior estão posicionados distalmente em relação ao arco dentário superior e à anatomia craniana. A cúspide mésio-vestibular do primeiro molar superior oclui anteriormente ao sulco mésio-vestibular do primeiro molar inferior.”

Quanto a classificação de Angle para as mal oclusões, assinale a alternativa que corresponda corretamente com o conceito do texto acima:


A

Classe II de Angle.


B

Classe III de Angle.


C

Classe I de Angle.


D

Overjet.


E

Sobremordida.

As disfunções temporomandibulares podem ser definidas como um grupo de alterações ou problemas nas articulações que ligam o maxilar à mandíbula. Nesses casos, são sinais frequentemente encontrados na avaliação fonoaudiológica:


I. Dor na musculatura mastigatória.

II. Sensibilidade dental.

III. Dor na região cervical.


Quais estão corretos?


A

Apenas I.


B

Apenas II.


C

Apenas III.


D

Apenas I e II.


E

I, II e III.

Em relação à voz e à articulação temporomandibular (ATM), analisar os itens abaixo:


I. A ATM é uma articulação bilateral que representa pontos de apoio anteriores de caráter permanente na relação de ambos os maxilares, e a oclusão dentária, que representa o apoio posterior, é de caráter e condições mais variáveis. Essas articulações, direita e esquerda, localizadas entre a região distal e inferior terminal da mandíbula e a região superior e lateral do osso temporal, são limitadas posteriormente do temporal, pela pós-glenoide, a região escamosa do temporal, o conduto auditivo externo e a região posterior da fossa mandibular; anteriormente pelo tubérculo articular; medialmente pela espinha do esfenoide; lateralmente pela parede lateral externada, fossa mandibular e o músculo bucinador; e superiormente pelo osso temporal e arco zigomático.

II. O mecanismo funcional da ATM é extremamente dinâmico, influenciado por parte do sistema musculoesquelético da cabeça e do pescoço. Constituindo parte integrante do sistema estomatognático, as articulações temporomandibulares possibilitam a movimentação da mandíbula pelo deslizamento do côndilo dentro da cavidade condilar, em movimentos de rotação e translação, apenas, participando das funções de mastigação e deglutição. Em condições normais, os movimentos das articulações temporomandibulares devem ser suaves, coordenados e com ruído.


A

Os itens I e II estão corretos.


B

Somente o item I está correto.


C

Somente o item II está correto.


D

Os itens I e II estão incorretos.

Paciente: Adulto de 45 anos com diagnóstico de disartria espástica pós-AVC, que apresenta dificuldade na articulação da fala, lentidão na fala e voz rouca.


Objetivo: Melhorar a inteligibilidade da fala e a qualidade vocal do paciente, promovendo a comunicação eficaz.


Recursos:


  1. Exercícios de motricidade orofacial: Fortalecem os músculos da boca e da face, melhorando a articulação da fala.
  2. Técnicas de respiração e fonação: Permitem o controle da voz e a produção de sons mais claros e fortes.
  3. Tecnologias assistivas: Facilitam a comunicação, como softwares de reconhecimento de voz.


Considerando as características do paciente e as etapas da conduta fonoaudiológica, a sequência correta de intervenção é:


A

I. Técnicas de respiração e fonação.

II. Exercícios de motricidade orofacial.

III. Utilização de tecnologias assistivas.


B

I. Utilização de tecnologias assistivas.

II. Exercícios de motricidade orofacial.

III. Técnicas de respiração e fonação.


C

I. Técnicas de respiração e fonação.

II. Utilização de tecnologias assistivas.

III. Exercícios de motricidade orofacial.


D

I. Exercícios de motricidade orofacial.

II. Utilização de tecnologias assistivas.

III. Técnicas de respiração e fonação.


E

I. Exercícios de motricidade orofacial.

II. Técnicas de respiração e fonação.

III. Utilização de tecnologias assistivas.

Considere as afirmativas relacionadas aos transtornos articulatórios, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)Um transtorno articulatório decorre da produção (in)correta de sons da fala em virtude de colocação, tempo, direção, pressão, velocidade ou integração defeituosa dos movimentos dos lábios, língua, véu palatino ou faringe.

(__)Um transtorno articulatório é uma deficiência física da capacidade de movimentar e posicionar corretamente os articuladores para a produção correta dos sons da fala.

(__)Um transtorno articulatório, não apenas envolve a produção incorreta dos sons da fala, como também envolve violações das regras que governam o sistema de sons da fala.


Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:


A

V, F, F.


B

F, F, F.


C

V, V, F.


D

V, V, V.

As disartrias são um grupo de distúrbios motores de fala de origem neurológica, que refletem anormalidades da respiração, fonação, articulação, ressonância e/ou prosódia, devido a irregularidades de força, velocidade, amplitude, firmeza, tom ou precisão do mecanismo de fala. Sobre os tipos de disartria, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Disartria hiper-rígida resulta de danos nos neurônios motores inferiores (nervos cranianos e/ou espinhais).


B

Disartria espástica é uma consequência do dano bilateral aos neurônios motores superiores (tratos corticobulbar/corticoespinais).


C

Disartria atáxica resulta da ruptura do circuito cerebelar.


D

Disartria hipocinética está associada, mais frequentemente, com a doença degenerativa de Parkinson, podendo também emergir de etiologias vasculares.


E

Disartrias hipercinéticas, ou discinesias, são todos os casos em que a doença ocorre com movimentos involuntários hipercinéticos.

Na avaliação auditiva, o método das Emissões Otoacústicas Evocadas por Produto de Distorção (EOAPD) tem se mostrado uma ferramenta valiosa, especialmente para a análise das funções cocleares. O estudo realizado por Moura (2024) investigou a et al presença de EOAPD em indivíduos com diferentes graus de perda auditiva neurossensorial aplicando a técnica do Gradiente de Fase para melhorar a detecção das EOAPD residuais. Tal informação reforça o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2015), o qual informa que, no Brasil, a prevalência de perda auditiva neurossensorial é significativa, especialmente entre idosos e trabalhadores expostos a ruídos, demonstrando que cerca de 16% dos adultos brasileiros apresentam algum grau de perda auditiva. Em populações específicas, como trabalhadores de indústrias, essa taxa pode chegar a 40%.


Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Nacional de Saúde 2013: ciclos de vida, Brasil e grandes regiões. Rio de Janeiro: IBGE, 2015. 92 p. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv94074.pdf.Acesso em: 17 ago. 2024.


MOURA, Renata Prazeres; RESENDE, Luciana Macedo de; SANTOS, Thamara Suzi Dos; CARVALHO, Sirley Alves da Silva. Estudo das emissões otoacústicas residuais nas perdas auditivas neurossensoriais com diferenciação de artefatos e respostas fisiológicas. Audiology - Communication Research, São Paulo, v. 27, e2541, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-6431-2021-2541. Acesso em: 17 ago. 2024.


Com base nesse cenário, analise as afirmativas abaixo e a alternativa CORRETA.


A

As EOAPD são geradas pelas células ciliadas externas (CCE) e são evocadas por estímulos sonoros breves, como cliques ou pulsos tonais. Esses estímulos são de ampla banda, ativando uma larga faixa da cóclea simultaneamente.


B

A técnica do Gradiente de Fase permite a detecção de EOAPD residuais em casos nos quais o estímulo padrão não apresenta respostas, por meio de sedação, para obtenção dos limiares eletrofisiológicos.


C

O método de pesquisa das EOAPD é eficaz na identificação do tipo de perda auditiva periférica, mas não é capaz de estabelecer o grau da perda.


D

As EOAPD são geradas pelas células ciliadas externas (CCE) e são evocadas por dois tons puros apresentados simultaneamente, sendo f2>f1 para produzir produtos de distorção, que são respostas não lineares geradas pela cóclea.


E

Estudos indicam que as EOAPD podem ser encontradas em indivíduos com limiares auditivos até 25dBNA, enquanto as Emissões Otoacúsicas Transientes (EOAT) detectam resposta de limiares auditivos até 50 dBNA.

Na audiometria de observação comportamental, podem ser observadas respostas diversas, como piscar de olhos, franzir de testa ou até mesmo a presença de movimentos involuntários, mudanças no padrão respiratório e(ou) no padrão de sucção.


C

Certo


E

Errado

A Articulação Temporomandibular (ATM) apresenta um funcionamento complexo, sendo a única articulação móvel do crânio, do tipo bicondiliana, permitindo, assim, movimentos rotacionais e translacionais. A ATM está susceptível a condições desfavoráveis, uma vez que necessita acomodar adaptações oclusais, musculares e cervicais. Sendo assim, condições de desequilíbrio podem resultar em quadros de disfunções articulares e/ou musculares. Em relação à ATM e suas alterações, assinale a afirmativa INCORRETA.


A

Na terapia fonoaudiológica para as disfunções temporomandibulares, são incluídos exercícios miofuncionais orofaciais, com a finalidade de equilibrar a musculatura orofacial e, assim, favorecer a execução das funções orais, como a mastigação. O objetivo da terapia fonoaudiológica é a reabilitação das funções miofuncionais orofaciais, para que ocorram de maneira equilibrada.


B

A etiologia da disfunção temporomandibular é multifatorial e inclui alterações na oclusão, lesões traumáticas ou degenerativas da ATM, problemas esqueléticos, fatores psicológicos e hábitos deletérios. Os hábitos deletérios, tais como a sucção digital, o uso prolongado de chupeta, a sucção de língua ou lábios, o bruxismo e a onicofagia podem prejudicar a estabilidade neuromuscular do sistema estomatognático, resultando na contração inadequada dos músculos mastigatórios.


C

A literatura aponta que as disfunções temporomandibulares são mais comuns em homens, provavelmente por exposição maior à sobrecarga da musculatura. Os sintomas predominantes estão relacionados a dores na mandíbula, lábios, bochechas e ombros. Os estalos na ATM também são sintomas frequentes, ocorrendo devido ao posicionamento inadequado do músculo pterigoideo lateral, que se desloca para cima do côndilo, tracionando-o lateralmente, quando o paciente abre e fecha a boca.


D

A disfunção temporomandibular apresenta etiologia complexa e multifatorial, associada a fatores predisponentes, iniciadores e perpetuantes, como alterações oclusais, hábitos parafuncionais, estresse, ansiedade ou anormalidades no disco articular. Dentre os sinais e sintomas mais comuns estão ruídos articulares, cefaleias, dores na região pré-auricular, otalgias, dores na face e na cervical, cansaço muscular, desvio da trajetória da mandíbula durante o movimento, limitação na abertura de boca, além de sensibilidade dentária, causando grande desconforto e prejuízo da qualidade de vida.

Indique qual músculo tem duas partes: a parte marginal, que auxilia no fechamento da boca, e a labial, que projeta os lábios para fora:


A

Orbicular dos olhos


B

Masseter


C

Orbicular dos lábios


D

Zigomático maior

Crianças com alterações de mordida, caracterizadas pelo aumento na altura facial inferior, inclinação do plano palatino no sentido anti-horário, ângulo mandibular aberto e arco dentário superior estreito, podem apresentar as seguintes alterações na fala: interdentalização da língua para a emissão dos fonemas /t/, /d/, /n/, /l/, além de ceceio na produção dos fonemas /s/ e /z/.


Tal descrição refere-se a


A

retrognatismo.


B

mordida aberta anterior.


C

prognatismo.


D

sobremordida.


E

mordida cruzada anterior.

É um transtorno neurológico dos sons da fala na infância, no qual a precisão e consistência dos movimentos necessários à fala estão alterados, na ausência de déficits neuromusculares (por exemplo, reflexos anormais, tônus alterado). Alteração nos parâmetros de planejamento e/ou programação espaço-temporal das sequências de movimentos e que resultam em erros na produção da fala e na prosódia.

O comitê Ad-HOC em Apraxia de Fala da Infância constituído pela ASHA (2007) descreve três características diagnósticas “consistentes com um déficit no planejamento e na programação dos movimentos de fala”. A seguir estão algumas características mais especificas de Apraxia de Fala na Infância:


I- Erros inconsistentes em consoantes e vogais em produções repetidas de sílabas e palavras.

II- Dificuldades na coordenação motora grossa, fina e movimentos orais não verbais.

III- Transições coarticulatórias entre sons e sílabas mais longas e interrompidas.

IV- Prosódia inadequada, especialmente na produção de estresse lexical ou frasal.

V- Alterações em velocidade de fala (tipicamente menor velocidade de fala, mas a velocidade pode ser rápida ou flutuante).


Marque a alternativa que apresenta as três características diagnósticas de Apraxia de Fala na Infância.


A

I, II e III, apenas.


B

I, II e V, apenas.


C

I, III e IV, apenas.


D

II, III e IV, apenas.


E

III, IV e V, apenas.

Mesmo após a cirurgia corretiva de fissura palatina, pode persistir a disfunção velofaríngea (DVF). Entre as consequências da DVF, estão as articulações compensatórias (ACs), que são:


A

Erros de aprendizagem ocasionados pela “tentativa inconsciente” de bloquear o escape do som para a cavidade nasal durante a fala, devido aos mecanismos de manipulação das moléculas de ar nas diferentes “válvulas” do trato vocal.


B

Articulações paralelas que ocorrem concomitantemente à produção dos sons fricativos.


C

Sobrearticulações durante a produção dos fonemas bilabiais, com o objetivo de corrigir a hipernasalidade.


D

Direcionamento do fluxo aéreo para a cavidade oral, visando ao aumento do bloqueio do fluxo aéreo no ponto adequado de cada fonema.

 
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