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Existem dos tipos de cânulas de traqueostomia: com cuff e sem cuff. Normalmente, as cânulas com cuff são utilizadas:
em crianças, com ou sem ventilação mecânica
para permitir a aplicação de ventilação mecânica, ou indicadas para pacientes com risco de broncoaspiração
quando se inicia o processo de decanulação
para desmame de traqueostomia
Acerca da atuação do fonoaudiólogo em ambiente hospitalar e neonatal, assinale a alternativa correta:
A Triagem Auditiva Neonatal ou Teste da Orelhinha é realizado pelo fonoaudiólogo.
O fonoaudiólogo não deve realizar intervenções em recém-nascidos, essa função deve ser exercida pelo Pediatra.
A função do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar neonatal é apenas para a realização do Teste de Linguinha.
A atuação do fonoaudiólogo no ambiente neonatal está estritamente ligada ao tratamento pós cirúrgico da fissura labiopalatina.
O fonoaudiólogo está inserido apenas no processo pós-cirúrgico, auxiliando na reabilitação dos pacientes.
A radioterapia traz sequelas graves sobre o sistema auditivo, após tratamento de câncer de cavidade oral, com perda da ativação neuronal do núcleo coclear.
Certo
Errado
A xerostomia pós-radioterapia é responsável por alteração vocal com irregularidades no padrão vibratório e na produção de voz “molhada” e pigarros.
Certo
Errado
No que se refere às situações de uso de traqueostomia, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ao fonoaudiólogo compete sugerir o início da dieta por via oral pela consistência líquida, sendo esta a de menor probabilidade de engasgos.
II – A atuação fonoaudiológica nas disfagias orofaríngeas restringe-se ao paciente acamado.
III – Alguns dos impactos da traqueostomia da deglutição são: prejuízo na elevação e anteriorização larínega; prejuízo no reflexo de tosse; diminuição nas sensibilidade laríngea e disfagia.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
Sobre traqueostomia, analise as alternativas abaixo.
I. ( ) A traqueostomia pode ser definitiva ou temporária e ocasiona dessensibilização da laringe.
II. ( ) Não temos indicação de traqueostomia nos pacientes portadores de paralisias bilaterais de pregas vocais verdadeiras em adução.
III. ( ) Perda da pressão subglótica fisiológica positiva.
IV. ( ) Alteração do olfato e do paladar.
Marque a alternativa CORRETA de cima para baixo.
V, V, F, F.
V, F, V, V.
V, F, V, F.
F, F, V, V.
Após avaliação fonoaudiológica à beira do leito, o Fonoaudiólogo responsável decidiu aplicar a manobra supraglótica.
Essa é uma manobra do seguinte tipo:
Postural.
Aumento da força da musculatura laríngea.
Indução da deglutição.
Limpeza faríngea.
Proteção de vias respiratórias.
O paciente possui família participativa e acompanhantes fixos, o que viabiliza sua admissão como usuário dependente funcional junto à atenção domiciliar de nível 3.
Certo
Errado
O paciente não apresentou sinais de disfagia, sendo, portanto, desnecessário o acompanhamento fonoaudiológico durante sua internação hospitalar.
Certo
Errado
A disgrafia mostrou-se como um problema para o paciente, apesar de manter uma boa compreensão sobre o que se leu.
Certo
Errado
Fonoaudiologia Hospitalar refere-se à área em que o fonoaudiólogo atua com o paciente ainda no leito, de forma precoce, preventiva, intensiva, pré e pós-cirúrgica, dando respaldo técnico e prático à equipe interdisciplinar em que atua. O fonoaudiólogo ingressa na equipe atuando de forma multi e interdisciplinar, com o objetivo de prevenir e reduzir complicações, a partir do gerenciamento da deglutição e da comunicação, de maneira segura e eficaz.
(LUZ E. A fonoaudiologia hospitalar em questão. Jornal do CFFa, 2,4, 1999.); (ASHA (American Speech-Language-Hearing Association 2001-2002)
Marque a alternativa que está com informação INCORRETA.
Atuação do serviço de fonoaudiologia no hospital envolve o pré e pós - operatório no Programa de Tratamento Cirúrgico de Obesidade (bariátrica) e cirurgias oncológicas de cabeça e pescoço e, em quadros com alteração de comunicação (articulatória e vocal), disfagia oral, faríngea e orofaríngea.
A contribuição da Fonoaudiologia busca ampliar as perspectivas prognósticas, com a redução do tempo de internação e a redução na taxa de re-internações por pneumonia aspirativa, contribuindo significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) tem por finalidade a identificação o mais precocemente possível da deficiência auditiva nos neonatos e lactentes, consistindo no teste e reteste, com medidas fisiológicas e eletrofisiológicas da audição, com o objetivo de encaminhá-los para diagnóstico dessa deficiência, e intervenções adequadas à criança e sua família.
A atuação do serviço de fonoaudiologia no hospital com o recém-nascido, limita-se apenas a realizar o Teste da Orelhinha e o Teste de Linguinha.
Fonoaudiologia hospitalar é a área da fonoaudiologia que atua com o paciente ainda no leito, de forma precoce, preventiva, intensiva, pré e pós-cirúrgica, dando respaldo técnico e prático à equipe interdisciplinar em que atua, esclarecendo que:
I.O objetivo maior é impedir ou diminuir as sequelas nas formas de comunicação que a patologia-base possa deixar.
II.A intervenção fonoaudiológica inicia-se tão logo os sinais vitais do paciente estejam restabelecidos pela equipe médica que o assiste, sendo realizada sem horário estipulado e com a maior frequência possível.
III.Tão necessária quanto a atuação dos diversos profissionais é a vontade de melhora vinda por parte dos pacientes, a qual deve ser reafirmada a cada instante, para êxito por parte de quem trata e de quem é tratado.
Estão coerentes com a "Atuação fonoaudiológica hospitalar":
II e III apenas.
I, II e III.
I e II apenas.
I e III apenas.
A atuação fonoaudiológica em hospitalização do idoso objetiva detectar possíveis alterações de deglutição. Sendo assim, para cada paciente são estabelecidas: vias de alimentação, posicionamento para recebimento da dieta, higiene oral e estimulação miofuncional. A sonda nasoenteral é uma via alimentar utilizada quando o paciente:
apresenta uma possível alteração da deglutição, visualizada através da presença de sinais clínicos de aspiração, como tosse, voz molhada, ou quando se verifica rebaixamento cognitivo
apresenta condições estruturais e funcionais para a deglutição
recebe alimentação via oral e via enteral simultaneamente e um baixo rebaixamento cognitivo
apresenta um padrão alimentar eficaz e seguro
A fonoaudiologia atua preventivamente com relação ao paciente laringectomizado, tendo EXCETO:
Orientar o paciente antes e depois da cirurgia de retirada da laringe.
Orientar a família do paciente para que esta entenda a importância do apoio que o paciente necessita para a sua completa recuperação.
Orientar o paciente a realizar ainda uma anamnese detalhada e uma avaliação das habilidades físicas e de deglutição.
Orientar outros profissionais objetivando a completa integração do paciente ao meio em que vive.
Sobre as microcirurgias de laringe, o repouso vocal absoluto em período pós-operatório não protege contra a ocorrência de alterações vocais quando comparado à fonoterapia. O repouso vocal simplesmente elimina a função fonatória, quando o objetivo de uma abordagem comportamental, em mau uso e abuso vocal, é modificar esta função. Qual a única condição para repouso vocal absoluto em pós-operatórios de microcirurgias laríngeas?
Hemorragia de prega vocal.
Paralisia bilateral.
Cordectomia.
Leucoplasia.
A traqueostomia é um procedimento cirúrgico comum, realizado para facilitar o suporte ventilatório prolongado em pacientes críticos, permitindo alta precoce da UTI e menor mortalidade associada à ventilação mecânica (VM). Em relação à indicação do uso da traqueostomia, assinale as proposições corretas.
I – obstrução de via aérea.
II – toilete pulmonar.
III – traqueostomia protetora.
IV – respiração espontânea eficaz.
I, III, IV.
II, III e IV.
I, II, III.
I e II.
Após tireoidectomia, paciente adulto apresentou, como consequência, uma prega vocal fixada em posição mediana, sem comprometimento de palato mole, tendo como efeitos na fonação, soprosidade, rouquidão e intensidade reduzida. Tais dados podem ser indicativos de paralisia unilateral de nervo
laríngeo superior.
faríngeo inferior.
faríngeo superior.
laríngeo inferior ou recorrente.
laríngeos inferior e superior.
Não há previsão de fonoaudiólogos para a UTIN tipo III.
Certo
Errado
Após avaliação vocal, o paciente apresenta disfonia orgânica com fenda posterior e voz “molhada”, compatível ao quadro neurológico.
Certo
Errado
Para habilitar-se como Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) tipo II, o serviço hospitalar deverá contar com equipe mínima de um fonoaudiólogo para cada dois leitos, em cada turno.
Certo
Errado