

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Após as primeiras expedições, os enviados da Coroa portuguesa perceberam que não seria possível obter aqui [no Brasil] lucros fáceis e imediatos
(COTRIM, Gilberto. História Global – Brasil e Geral. p. 217)
Qual foi o principal motivo que levou os colonizadores portugueses a entenderem que a exploração da colônia na América do Sul não seria fácil?
A incapacidade de utilizar a mão de obra indígena na nascente produção agrícola do café.
O alto custo do cativo africano que dificultava a utilização do trabalho escravo em larga escala no plantio da cana-de-açúcar.
A ação econômica e militar de nações europeias que não reconheciam o Tratado de Tordesilhas assinado entre Portugal e Espanha.
Os portugueses não encontraram jazidas de ouro como ocorrera em outras regiões da América do Sul, especialmente em áreas exploradas pelos espanhóis.
A escassa população portuguesa que inviabilizava uma imigração em número suficiente para colonizar o Brasil.
Quanto aos eventos denominados “Massacres de Cunhaú e Uruassu’’, ocorridos no ano de 1645, é correto afirmar que estes foram
massacres perpetrados por holandeses e indígenas (Potiguaras e Tapuias) contra portugueses, que na sua maioria eram civis e estavam desarmados.
eventos dramáticos em que diversos indígenas pertencentes ao povo potiguara foram massacrados por portugueses, sendo em sua maioria mulheres e crianças.
confrontos entre portugueses e franceses pela posse da capitania do Rio Grande do Norte.
praticados por portugueses católicos contra famílias francesas calvinistas, tendo sido motivados pela intolerância religiosa.
episódios marcados pela disputa por engenhos de açúcar entre portugueses e franceses no Rio Grande do Norte.
Acerca dos jesuítas no Brasil, julgue as frases abaixo.
I. Os muitos privilégios de que gozavam os jesuítas provocaram diversas animosidades entre os padres e os proprietários de terras locais e funcionários do governo, pois estes viam os jesuítas como monopolizadores de mão-de-obra e recursos.
II. Em 1649, o português D. João III enviou a primeira missão jesuíta ao Brasil, sob a liderança do padre Antônio Vieira, durante o segundo governo-geral na Bahia do governador Tomé de Souza.
III. Por se tratar de uma ordem francesa, os jesuítas acabaram sendo expulsos do Brasil com a chegada da família real portuguesa em 1808.
Está (ão) CORRETA (S) a (s) seguinte (s) proposição (ões).
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas I.
Apenas II.
Analise o texto abaixo.
Estre os principais autores e obras que tratam da evolução histórica e da cultura brasileira, destacam-se: Oliveira Viana, com .............(1) ..............; Sérgio Buarque de Holanda, com Visão do Paraíso: os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil; e ..............(2).............., com Formação do Brasil Contemporâneo.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
(1) O Processo Civilizatório • (2) Darcy Ribeiro
(1) A Revolução Burguesa no Brasil • (2) Celso Furtado
(1) Populações Meridionais do Brasil • (2) Caio Prado Júnior
(1) Homens Livres na Ordem Escravocrata • (2) Raymundo Faoro
(1) Capítulos de História Colonial • (2) Capistrano de Abreu
Quando as capitanias hereditárias foram introduzidas no Brasil, os donatários distribuíram aos colonos lotes de terra que deveriam ser explorados economicamente. Sobre estes lotes de terra, assinale a alternativa CORRETA:
Reinos.
Burgos.
Engenhos.
Fortificações.
Sesmarias.
A legislação colonial apresentava diferentes arranjos em função da classificação estabelecida para cada grupo, legitimando atividades e atitudes a eles destinadas.
Certo
Errado
Antes de sua chegada ao Brasil em 1500, Portugal assinou com a Espanha um acordo que visava dividir as terras do continente americano recém-encontrado por espanhóis no final do século XV. Este acordo assinado em 1494 é chamado:
Tratado de Madrid.
Tratado de Santo Idelfonso.
Tratado de Córdoba.
Tratado de Tordesilhas.
Considerando a formação da sociedade brasileira no período colonial, a respeito da escravidão indígena assinale a afirmativa correta.
O indígena não se adaptou ao trabalho sistemático e foi reduzido a uma vida de roubo e contravenções.
A resistência indígena desapareceu quando a prática missionária disciplinou a população autóctone.
A escravidão permaneceu como um modo de exploração relevante de parte da população nativa.
O trabalho escravo dos indígenas foi extinto a partir da importação de africanos.
A lei de 1570 determinou a substituição de mão de obra indígena por africana.
“Um mercantilismo de tipo clássico, tardio, mas ajustado à defasagem da sociedade lusa, adequado ao absolutismo reformador que dele se serve como instrumento de aceleração das mudanças. Insere-se, então, como problemática mais profunda, a transição do feudalismo ao capitalismo. Ilustração numa sociedade periférica, longamente fechada sobre si mesma, na qual o movimento ilustrado foi fatalmente uma coisa vinda de fora, do ‘estrangeiro’. Em consequência, diversidade de discursos, ecletismo das formas de pensamento, redefinição das práticas ao sopro de uma realidade que se dobra, mas continua a resistir. Encontro, teoricamente inexplicável, de dois fenômenos que deveriam, a princípio, repelir-se um ao outro: omercantilismo e a ilustração.”
(CARDOSO, Ciro Flamarion. A crise do colonialismo luso na América Portuguesa. In. LINHARES, Maria Yedda. História Geral do Brasil. 14ª ed. Rio de Janeiro. Elsevier: 1990. P. 114. Adaptado.)
Infere-se que a citação:
Faz uma apologia ao período Pré-Colonial, principalmente no tocante à exposição da relação entre mercantilismo e ilustração.
Narra os desdobramentos das influências capitalistas e socialistas no Brasil, bem como suas disputas na perspectiva geopolítica nacional.
Faz referência ao momento em que a política imperial brasileira se consolidava como definitivamente independente de Portugal no século XIX. Dessa forma, o país se submetia a uma liderança central legitimada.
Remete ao período em que o Marquês de Pombal esteve à frente da administração de Portugal e de suas colônias; onde houve uma grande renovação das estruturas político-institucionais à luz dos novos ideais da época.
A obra Casa-Grande & Senzala (1933), de Gilberto Freyre, representa uma grande contribuição à história da formação da sociedade brasileira, ao lado de Raízes do Brasil (1936), de Sérgio Buarque de Holanda, e Evolução política do Brasil (1934), de Caio Prado Júnior. Foi publicada na década em que Getúlio Vargas, então presidente do Brasil, se dedicou à realização de uma campanha nacionalista para a valorização das raízes africanas da cultura brasileira. Acerca da ênfase de Gilberto Freyre à etnicidade como esfera de interpretação das relações raciais, marque a alternativa INCORRETA.
Segundo o pensamento freyriano, o Brasil era constituído pela mistura de três raças: africana, lusitana e autóctone. E, graças à miscibilidade das sociedades coloniais portuguesas, não houve grande antagonismos culturais a serem equilibrados.
Gilberto Freyre se interessou em analisar a geografia, o clima, a alimentação, a sexualidade, dentre outros aspectos influenciadores da colonização portuguesa.
O autor forneceu à historiografia um estudo sobre a matriz social da mestiçagem no Brasil, antes mesmo do início da colonização portuguesa nos trópicos.
O autor argumenta que a cultura brasileira se enriqueceu graças a um equilíbrio de antagonismos, como por exemplo entre o senhor e o escravo, o branco e o negro.
O Brasil Colônia, é a época que compreende o período de 1530 a 1822. Este período começou quando o governo português enviou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por:
Martim Afonso de Souza.
Pedro Álvares Cabral.
Cristóvão Jacques.
Nenhuma das alternativas.

https://www.infoescola.com/biografias/domingos-jorge-velho/
O embaixador Álvaro Teixeira Soares (1975) declara: “[...] caberá aos bandeirantes de São Paulo a função histórica de triplicar a área do Brasil estabelecida pelo tratado de Tordesilhas” (CARVALHO, 2005).
Com o aumento do comércio e da produção, os paulistas começaram a escravizar os indígenas, e quando os nativos das proximidades escassearam, os paulistas passaram a organizar expedições em busca de indígenas sertão adentro. A respeito destas expedições, assinale a alternativa incorreta.
A historiografia distingue as entradas das bandeiras, diferença firmada por Basílio de Magalhães em 1913. Definiram-se as “entradas” como expedições oficiais do governo e “bandeiras” como expedições de caráter particular
Embora a bandeira seja uma instituição militar portuguesa desde a Idade Média, com o passar do tempo se transformou, adaptando-se às modificações na arte da guerra colonial e conformando-se como companhia de ordenanças ou milícias
Uma bandeira que se notabilizou pelo enorme percurso que realizou foi aquela liderada pelo mestre de campo Raposo Tavares. Iniciada em 1639 em São Paulo, essa bandeira foi ao Sul do Brasil
A maior parte das expedições em direção ao interior do continente, que extrapolaram os limites de Tordesilhas, pode ser classificada como entrada, pois possuía essencialmente dois objetivos particulares: as entradas de apresamento e de pesquisa e exploração mineral
“O processo de interiorização da colonização sofreu bastante resistência dos povos indígenas. As Guerras do Recôncavo, por sua vez, foram uma série de conflitos ocorridos entre 1651 e 1679 na região do Recôncavo Baiano, caracterizada pela resistência ao trabalho e a chamada “Guerra Justa”.”
Sobre esse tema, analise as afirmativas abaixo:
I. O empenho em legitimar as expedições para melhorar o relacionamento com os indígenas, durante a segunda metade do século XVII, leva ao fim do uso da guerra justa.
II. Em 10 de setembro de 1611, uma nova lei que recolocava a legalidade do cativeiro em caso de guerra justa ou de resgates. A partir de então, a guerra justa poderia ser declarada por uma junta composta pelo governador-geral, o bispo, os membros da Relação da Bahia, assim como representantes dos missionários, ao rei cabendo o direito de avaliar a decisão.
III. A lei de 1570 proclamava a liberdade dos índios, permitindo, no entanto, o seu cativeiro em caso de guerra justa, determinada pelo governador-geral, ou ainda o seu resgate em determinadas situações. Capturados deveriam ser postos em liberdade e todos os recibos e contratos relativos a sua venda, anulados.
A respeito da Resistência dos povos Indígenas, assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas
As afirmativas I, II e III estão corretas
Apenas as afirmativas II e III estão corretas
Apenas as afirmativas I e III estão corretas
O estanque do sal, em 1631, significou:
a delimitação rigorosa de áreas para instalação de serviços de exploração e negociação do sal nas regiões produtoras
o confisco de toda a produção de sal do Brasil para pagamento de dívidas do Reino de Portugal
a proibição da extração e do comércio do sal que passaram a ser monopólio da Coroa Portuguesa
a introdução de novas técnicas de extração e processamento do sal, por Leger Palmer, na salina Mossoró
Conforme definido legalmente em 1503, ___________ consistia em uma concessão pela coroa a um conquistador, um soldado, um oficial ou outros de um determinado número de nativos vivendo em uma determinada área. O receptor da concessão podia cobrar tributo dos nativos em ouro, em espécie ou em trabalho e era obrigado a protegê-los e instruí-los na fé cristã. Vale destacar que a prática era muito comum nas colônias americanas e filipinas da Espanha.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente.
uma asociación
uma hacienda
uma encomienda
um repartimiento
O mercantilismo, conjunto de práticas econômicas que presidiu em larga medida a exploração da América, fundamentava-se na balança de comércio favorável e na noção de riqueza nacional centrada na acumulação de metais preciosos.
Certo
Errado
Considerando que as bandeiras foram uma das marcas mais específicas da colonização portuguesa na América, relacione adequadamente os tipos de bandeiras às suas respectivas características.
1. Apressamento ou preação.
2. Prospecção ou mineração.
3. Sertanismo de contrato.
4. De monções.
( ) Tem como objetivo encontrar metais preciosos.
( ) Combate quilombolas e índios rebelados.
( ) Simboliza as expedições de caça aos índios.
( ) Caracteriza as expedições comerciais que saíam de São Paulo e navegavam pelo rio Tietê em direção ao Centro-Oeste.
A sequência está correta em
2, 3, 1, 4.
3, 2, 4, 1.
1, 2, 3, 4.
2, 3, 4, 1.
Acerca da economia no período inicial da colonização portuguesa no Brasil, assinale a alternativa correta.
Bahia e Pernambuco foram os principais centros de produção açucareira da colônia.
O litoral da capitania de São Vicente constituiu-se como o mais importante núcleo econômico e de povoamento.
A produção açucareira estabeleceu-se na colônia entre as décadas de 1610 e 1620.
Grande parte da força de trabalho nos engenhos de açúcar era constituída por mão de obra assalariada de indígenas provindos das aldeias jesuíticas.
Adotou-se a convenção de dividir o movimento em fases distintas, abrangendo o “bandeirismo defensivo”, o apresamento, o movimento colonizador, as atividades mercenárias e a busca de metais e pedras preciosas. Contudo, apesar dos pretextos e resultados variados que marcaram a trajetória das expedições, a penetração dos sertões sempre girou em torno do mesmo motivo básico.
(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo)
Para Monteiro, esse “motivo básico” das expedições dos bandeirantes foi
a busca pela ampliação constante do território colonial, sempre em acordo com as autoridades portuguesas.
o acordo tácito, renovado em períodos irregulares, com as ordens religiosas para controlar os povos indígenas.
a atuação de guarda-mor das terras coloniais, evitando a formação de potentados locais e destruindo os já formados.
o combate persistente aos invasores dos espaços coloniais, caso dos espanhóis ao Sul e dos franceses ao Norte.
o imperativo crônico da mão de obra indígena para os empreendimentos agrícolas dos paulistas.
Bem nas primeiras linhas da sua História geral das guerras angolas (1681), Cadornega, o pai da historiografia angolista, menciona o “resgate de peças que servem de utilidade ao comércio, e com estes resgates se evitam não haver tantos açougues de carne humana, e instruídos na Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo indo batizados e catequizados se embarcam para as partes do Brasil ou para outras que têm uso católico”.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Texto adaptado)
Na sua manifestação, Cadornega parece
justificar o tráfico negreiro para a América, por permitir que povos africanos fossem salvos das práticas antropofágicas e das guerras intertribais.
identificar o estabelecimento do tráfico negreiro como uma iniciativa que se contrapunha aos interesses das lideranças políticas africanas.
condenar o uso das práticas religiosas para convencer as pessoas a virem trabalhar na América.
separar as dimensões econômicas, representadas pelo tráfico de escravos, da dimensão religiosa, marcada pela expansão da fé cristã.
reconhecer a existência de incompatibilidades entre as práticas escravistas e as doutrinas essenciais do catolicismo.