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Os homens que lideraram o processo nacional de independência política na América Latina, de uma maneira geral, estavam imbuídos do ideário burguês liberal como justificativa de seus atos. Alguns, penso eu, acreditavam profundamente naquilo que pregavam. Em nome das ideias de liberdade, igualdade jurídica, legitimidade de propriedade privada, dentre outras, fizeram a independência e aceitaram mesmo algumas alterações mais profundas nas relações sociais, porque tiveram que enfrentar situações limites.
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(PRADO, 1994. P. 70.)
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Além do ideário burguês liberal, que permeou grande parte dos processos de independência da América Latina e a formação de seus Estados Nacionais, podemos destacar como ponto comum desse contexto:
O estabelecimento imediato e unânime de sistemas de governo republicanos condizentes com a ideologia democrática.
A decadência do poder das oligarquias locais que não mais podiam contar com a sustentação econômica por parte da Coroa.
A permanência de imensos contrastes sociais que acabaram se sustentando na nova organização administrativa e política.
A garantia de novas relações sociais alicerçadas pelas constituições nacionais imediatamente promulgadas após cada emancipação.
"Os conflitos surgidos desde a redemocratização do Chile são parte de uma extensa gama de tensões entre a sociedade e o Estado que, para fins analíticos, podem ser discriminados ou subdivididos utilizando-se como parâmetro divisório aquele aspecto central sob o qual se articula a ação reivindicativa de diversos grupos."
Fonte (adaptada): LA CUADRA, F. Apontamentos sobre o conflito e os movimentos sociais no Chile. DILEMAS: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social. Vol. 6 - no 4 - OUT/NOV/DEZ 2013 - p. 581-602.
Considerando as diversas dimensões dos conflitos no Chile no mundo contemporâneo, NÃO podemos identificar:
Conflitos socioambientais com o foco nas concessões para a exploração dos recursos naturais feitas pelo Estado às empresas privadas.
Conflitos trabalhistas vinculados às lutas sindicais e se manifestando por meio de greves e paralisações.
Conflitos jurisdicionais relacionados às lutas travadas na justiça por cidadãos comuns contra as ações do governo consideradas antidemocráticas e ilegais.
Conflitos com os povos originários marcados por lutas pela recuperação dos territórios perdidos.
Nas décadas de 1970 e 1980, predominou uma forte recessão inflacionária, o que agravou ainda mais o quadro de desigualdade na América Latina.
Ao final da década de 1980, o ...................................................................., um conjunto de normas com o objetivo de recuperar a economia na região, mediante empréstimos junto ao FMI e ao Banco Mundial, com o compromisso de implantar reformas econômicas. Entre as reformas propostas estavam o favorecimento da livre circulação de capitais e mercadorias, abertura das economias a investimentos estrangeiros, redução de gastos com o Estado por meio da privatização de empresas estatais. Tais medidas ................................................................................. consideravelmente o desemprego na região.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Pacto Andino • combateram
Tratado de Paris • aumentaram
Consenso de Washington • elevaram
Tratado de Livre Comércio • diminuíram
Acordo de Livre Comércio entre as Américas • incrementaram
Sobre as ditaduras e o processo de redemocratização da América Latina todas as afirmações a seguir estão corretas, EXCETO uma. Assinale-a:
A ditadura chilena terminou em março de 1990. Em abril, quando foi criada a Comissão Nacional de Verdade e Reconciliação, começou a ser trilhado o caminho das políticas da memória naquele país. Como decorrência desta primeira política de larga escala para recomposição-enfrentamento da memória do período autoritário chileno, encontra-se, em 1992, a criação da Comissão Nacional de Reparação e Reconciliação.
Estudos sobre a ditadura uruguaia costumam apontar para a existência de três fases de desenvolvimento do regime autoritário. A primeira fase, que vai de 1973 até 1976, é marcada pela consolidação do Golpe e o aprofundamento das práticas repressivas. [...] A segunda fase, que se estende de 1976 até 1980, é marcada pela tentativa de subordinação da população uruguaia à Doutrina de Segurança Nacional (DSN), e se encerra justamente no momento em que as Forças Armadas organizam e perdem um plebiscito que propunha a elaboração de uma nova Constituição, essencialmente comprometida com a DSN. Após perderem o plebiscito, inicia-se a terceira e última fase da ditadura uruguaia, que vai de 1980 até 1985, e compreende o período em que ocorre a transição para a democracia no país.
As Forças Armadas argentinas concretizaram o sexto golpe de Estado ocorrido na história do país no século XX, mais exatamente em 24 de março de 1976, em meio à crise, e conjugando fatores como a existência das guerrilhas com a falta de controle estatal sobre os sindicatos e os problemas decorrentes de uma economia semifechada.
Mais de uma dezena de países latino-americanos, entre 1979 e 1990, viveram a transição democrática: na América do Sul, por exemplo, o fim do regime militar ocorreu em 1982, na Bolívia; em 1983, na Argentina; em 1984, no Uruguai; em 1985, no Brasil , e em 1988 no Chile.
O processo de redemocratização no Brasil iniciou-se com um grande movimento cívico chamado Diretas-Já, o qual resultou na eleição de Tancredo Neves como primeiro presidente civil eleito pela via direta no Brasil pós-ditadura.
A respeito da Revolução Mexicana de 1910, assinale a alternativa correta.
O plano de Ayala considerou o governo Madero traidor das aspirações camponesas e exigiu a recuperação das terras de pequenos proprietários e dos pueblos indígenas, usurpadas durante o regime anterior.
O Porfiriato promoveu a reforma agrária do país, o que agradou os pueblos indígenas e os camponeses, impedindo que estes aderissem aos revolucionários liderados por Madero e Zapata.
Não houve participação camponesa na Revolução Mexicana, que se constituiu em um movimento eminentemente urbano e operário.
O governo de Porfírio Díaz, herói das campanhas de resistência contra os franceses, inaugurou uma época de modernização, crescimento econômico e combate à pobreza, resultando na pacificação social tanto no campo quanto na cidade.
A Constituição Mexicana de 1917, apesar de seu pendor nacionalista e anticlerical, não mostrou avanços significativos quanto aos direitos sociais e econômicos dos trabalhadores.
Analise as afirmativas a seguir:
I. A colonização de todo o continente americano, inclusive a do norte da América inglesa, obedeceu à lógica do sistema colonial. Este baseava-se no pacto colonial, segundo o qual caberia aos comerciantes reinóis o privilégio de intermediar o comércio das colônias.
II. No período imperial brasileiro, três produtos agrícolas que tinham sido importantes no período colonial (o açúcar, o algodão e o fumo) deixaram de ter alguma relevância na pauta de exportações, pois o café ultrapassaria definitivamente o açúcar como o principal produto exportado, em termos de valor, no início da década de 1630.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadeira, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
A conquista espanhola sobre o Império Asteca ocorreu entre os anos 1519, com a chegada de Hernán Cortez, até 1521 com a conquista da capital Tenochtitlán. Sobre este processo é CORRETO afirmar:
Os espanhóis se aproveitaram da rivalidade que os outros povos tinham com os astecas para criar alianças e destruí-los, sem devolver-lhes nada em troca.
Os espanhóis contrataram outros povos indígenas como mercenários que se tornaram “cabildos” após a conquista, e deram origem aos atuais criollos.
Foi formada uma aliança entre Portugal, Espanha e França para conquistar os territórios astecas, apoiados pela Igreja Católica que tinha interesse em aumentar sua influência.
Cortéz se aproveitou do desconhecimento que os povos astecas tinham sobre doenças comuns na Europa e desencadeou uma epidemia em suas cidades.
Os espanhóis se aproveitaram do fim das Cruzadas e mobilizaram os soldados que retornaram para as campanhas na América, transferindo um enorme contingente de soldados e armas para lutar.
Além de Cuba outro país viveu uma experiência socialista, no entanto, pela via pacífica e eleitoral, mas que acabou também com um golpe militar no dia 11 de setembro de 1973. Este país foi:
Argentina.
Paraguai.
Uruguai.
Bolívia.
Chile.
I.
Ainda que tivesse dedicado a vida à causa da independência, percorrendo vastas extensões da América do Sul e perdendo saúde e fortuna pessoal, Bolívar morreu no exílio, em Santa Maria, criticado e desprezado por seus antigos aliados. Porém, na década de 1840, quando o país vivia um período de intensas lutas políticas que ameaçavam sua coesão interna, as visões sobre Simón Bolívar sofreram alterações radicais que o conduziram da posição de traidor da pátria ao altar dos heróis consolidadores da unidade nacional.
II.
Logo após a independência, havia controvérsias sobre quem deveria ser apontado como herói da emancipação. Os conservadores, particularmente, difundiram uma visão negativa dos padres Miguel Hidalgo e José Maria Morelos. A Igreja – que durante a guerra de independência excomungou Hidalgo e Morelos – continuou a pintar Hidalgo como um demônio que enganara o povo crente. Com a derrota da Igreja frente aos liberais em 1867, no panteão dos heróis nacionais passou a haver lugar para todos, desde Hidalgo e Morelos, os líderes populares, até José de Iturbide, o artífice conservador da independência.
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no Século XIX: Tramas, Telas e Textos. Adaptado)
Os textos I e II, respectivamente, apresentam
a Argentina e a Bolívia.
o México e o Chile.
a Venezuela e o México.
a Colômbia e a Bolívia.
o Chile e a Argentina.
O Congresso Constituinte de 1916 foi composto, majoritariamente, por políticos experientes e leais a Venustiano Carranza, os quais, divididos entre alas reformistas e conservadoras, lograram fortalecer os poderes presidenciais e vetar as demandas anticlericais encampadas pelos aliados de Obregón, principalmente o interesse de proibir a educação religiosa nos estabelecimentos oficiais de ensino primário do país.
Certo
Errado
Analise o fragmento de texto a seguir.
“Aqui nesta região do mundo, que a memória mais recente instituiu que se chama América, aqui nesta parte mais restrita, que nós chamamos de Brasil, muito antes de ser América e muito antes de ter um carimbo de fronteiras que separa os países vizinhos e distantes, nossas famílias grandes já viviam aqui. Essas nossas famílias grandes, que já viviam aqui, são essa gente que hoje é reconhecida como tribos (...). Nessa antiguidade desses lugares a nossa narrativa brota, e recupera os feitos dos nossos heróis fundadores (...). Quando eu vejo as narrativas, mesmo as narrativas chamadas antigas, do Ocidente, as mais antigas, elas sempre são datadas. Nas narrativas tradicionais do nosso povo, das nossas tribos, não tem data, é quando foi criado o fogo, é quando foi criada a Lua, quando nasceram as estrelas, quando nasceram as montanhas, quando nasceram os rios. Antes, antes, já existe uma memória puxando o sentido das coisas, relacionando o sentido da fundação do mundo com a vida, com o comportamento nosso, com aquilo que pode ser entendido como o jeito de viver”
(KRENAK, Ailton. Antes, o mundo não existia. In: NOVAES, Adauto (Org.). Tempo e história. São Paulo: Companhia das Letras; Secretaria Municipal de Cultura, 1992. pp.201-202).
É correto afirmar que o fragmento evoca uma reflexão sobre
o papel da historiografia na superação das narrativas míticas.
o caráter exemplar da história e uma concepção cíclica do tempo.
o papel do historiador no estabelecimento de uma teleologia da história.
a importância da objetividade na construção do conhecimento histórico.
os usos da memória e a historicidade da própria temporalidade histórica.
Leia as afirmações a seguir.
I - O crescimento populacional da América Latina, no século XX, foi um dos maiores do mundo, levando a um acelerado processo de urbanização que, contudo, não alterou o perfil agrícola da região, exceto pelos casos do Brasil e da Argentina.
II - O processo de industrialização e de urbanização na América Latina não foi homogêneo; apesar disso, foi comum a praticamente todos os países da região uma aguda concentração da renda da população.
III - Tanto o setor industrial como o setor de serviços avançaram enormemente na conformação das economias dos países latino-americanos ao longo do século XX, levando à perda relativa de participação do trabalho agrícola na composição do PIB regional.
IV - O processo de industrialização da América Latina, heterogêneo e lento, não impactou a estrutura urbana dos países da região, permitindo, ao contrário, o fortalecimento das regiões agrícolas na maioria dos países.
V - Houve grande crescimento industrial na América Latina, sobretudo após os anos 1950 e a aceleração do processo de urbanização nos países da região, a despeito da política de industrialização substitutiva das importações, que buscava aprofundar a dependência industrial latino-americana com os países desenvolvidos.
É correto apenas o que se afirma em
I e IV.
II e V.
III e V.
I e II.
II e III.
No século XIX, diversas colônias na América Latina conseguiram suas independências diante de suas respectivas metrópoles. Analise as assertivas relacionadas a estes processos de independência e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Todas as independências na América Latina tiveram participação popular e as pautas dessa classe social foram respeitadas ao fim dos processos.
II. Simon Bolivar e José de San Martin foram importantes nomes nas lutas por independência na América Latina.
III. A maioria das independências na América Latina foram finalizadas pelas elites regionais que buscaram atender os seus interesses excluindo as classes populares.
Apenas I e III.
Apenas I e II.
Apenas II.
Apenas II e III.
Apenas I.
“As Madres de Plaza de Mayo rejeitam exumações porque nossos filhos não são cadáveres. Nossos filhos desapareceram fisicamente, mas vivem na luta, nos ideais e no compromisso de todos aqueles que lutam pela justiça e pela liberdade de seu povo. Os restos de nossos filhos devem ficar onde eles caíram. Não há túmulos para enterrar um revolucionário. Um punhado de ossos não os identifica porque eles são sonhos, esperanças e exemplos para as gerações vindouras.”
A partir da leitura do trecho do manifesto citado por Bevernage (2018, p. 84), “Nuestras Consignas”, tornado público pelas Madres de Plaza de Mayo, grupo de mães argentinas, que surgiu em 1977, logo após o golpe militar no país e do início da primeira onda de desaparecimentos, para organizar a busca de seus filhos e filhas e dar voz ao seu protesto, é possível perceber a reivindicação de um novo conceito de tempo histórico. Segundo elas, o que pretendiam
era estabelecer “julgamentos pela verdade” que, mesmo que não produzissem um tipo de processo judicial que levaria à condenação dos militares envolvidos no desaparecimento de seus filhos, ao menos procurassem a verdade.
era oferecer a receita de uma “memória fértil” para lutar contra o esquecimento, considerando o valor da vida como supremo, assegurando a reabilitação dos desaparecidos como ativistas e tentando construir pontes para novas gerações solidárias aos militantes.
era mostrar que, apesar do tempo histórico ter de fato um caráter de irreversibilidade, ao ser impossível trazer seus filhos de volta, as reparações econômicas, além das punições aos responsáveis pelos seus desaparecimentos, são elementos para se se alcançar a justiça.
era corroborar com o discurso de encerramento e conciliação nacional preconizado no processo de redemocratização da Argentina pelo presidente Raul Alfosín, cuja política de direitos humanos ao mesmo tempo em que cumpria seu papel anulando a autoanistia dos militares, orientava-se para o futuro.
era resgatar, como chamavam, uma “memória da morte” ou “memória de cemitérios”, que encerraria a questão dos desparecidos ao reconhecer o óbito de seus filhos, e que os transformassem em mártires e exemplo para todas as gerações de militantes futuras.
“Embora as áreas marginais, quer no norte do México, quer no sul da América do Sul, se mostrassem rebeldes à dominação, não obstante persiste o fato de que as regiões povoadas por uma população indígena maior e mais densa caíram sob o domínio espanhol no espaço de uma única geração. Como se pode explicar a extraordinária rapidez desse processo de “conquista”?”
BETHEL, Leslie. (Org.) História da América Latina. São Paulo: EDUSP/Fundação Alexandre de Gusmão, Crítica, 1999. v 1. p. 159.
Tomando por base a conquista do México (Império Asteca) e do Peru (Império Inca), assinale a alternativa que corretamente responde à pergunta do excerto:
Por serem sociedades centralmente organizadas, altamente dependentes da autoridade de um único governante, os impérios Asteca e Inca caíram com relativa facilidade sob a espada dos espanhóis uma vez efetuadas a captura de seus respectivos líderes, Montezuma e Atahualpa, e a usurpação da estrutura administrativa existente.
Vulneráveis a doenças às quais os europeus já haviam obtido imunidade devido ao contato frequente com animais domesticados e aos constantes fluxos migratórias entre Europa e Ásia, ambos os líderes dos Astecas e dos Incas, juntamente com o alto oficialato de seus respectivos impérios, sucumbiram fatalmente à varíola e à malária dias após o primeiro contato com os conquistadores.
Por conta do isolamento geográfico dos planaltos de Cajamarca, Pizzaro viu-se impedido de empregar, ali, métodos que, anos antes, foram decisivos para o êxito de Cortés contra os Astecas, a exemplo da tática do ataque surpresa e da captura do líder, tendo que, ao invés disso, recorrer ao embate aberto contra o numeroso exército de Atahualpa.
Divididos por disputas intestinas desencadeadas por questões tributárias e sucessórias, os impérios Asteca e Inca foram duramente enfraquecidos pela política de aliança dos espanhóis com facções inimigas locais: neste caso, com os partidários de Huascar, filho de Huayna Cápac; naquele, dos Tlaxcala.
Por disporem de armas de pedra e de madeira e vestirem-se com roupas de algodão, os Astecas sucumbiram com facilidade ao sofisticado aparato militar das tropas de Cortés; já os Incas, vestindo armaduras metálicas adaptáveis aos Altos Andes, mostraram-se menos suscetíveis às espadas altamente flexíveis e maleáveis, feitas com aço, do exército espanhol.
Tradicionalmente, as sociedades mexicas (astecas), incas e maias são denominadas “civilizações”. Historiadores, no entanto, problematizam esse uso.
A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Essas sociedades, caracterizadas por uma organização tribal e seminômade, não são propriamente civilizações.
A noção de civilização com frequência constitui-se de uma projeção de valores europeus relativos a sociedades distintas.
Como mexicas e incas eram sociedades extintas à época da chegada dos europeus, a documentação para o respectivo estudo é escassa.
Os maias ofereceram forte resistência contra o domínio espanhol e, por isso, são associados a selvageria e a barbárie.
O diálogo intercultural tornou-se regra a partir da chegada do espanhol no século 16, o que levou Todorov a pensar a ideia de “outro”.
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Na América Espanhola, a colonização se valeu da religião para ter maior êxito. Os missionários geralmente estavam vinculados a __________________. Estas, como a dos jesuítas e a dos franciscanos, eram vistas como possuidoras de zelo missionário.
escolas de formação hispano-americanas
ordens religiosas
igrejas
famílias
"Como muitos governantes mexicanos do século XIX, Diaz era um oficial do exército que chegou ao poder por meio de um golpe. Ao contrário de seus antecessores, no entanto, ele estabeleceu um sistema político estável, no qual a Constituição formalmente representativa de 1857 foi contornada, os chefes políticos locais (caciques) controlaram as eleições, a oposição política e a ordem pública, enquanto um punhado de famílias poderosas e seus clientes monopolizaram poder econômico e político nas províncias.
Fonte (adaptada): https://www.historytoday.com/archive/mexican-revolution
Considerando as causas da Revolução Mexicana, é possível afirmar que esta começou como um:
Movimento de protesto liderado pelos operários da Cidade do México que se inspiravam na Revolução Americana.
Movimento de protesto a opressão vivida pelos camponeses de Chiapas e Chihuahua.
Movimento liderado pela elite econômica que apoiava a exitosa ditadura de Porfirio Diaz.
Movimento de protesto da classe média contra a longa ditadura de Porfirio Diaz.
O incidente de Chiquitos, decorrente de atitude oportunista das autoridades de Mato Grosso, contou com a conivência do governo imperial, pois transmitia imagem de força em um momento no qual a posse brasileira sobre a Cisplatina voltava a ser contestada pelas potências europeias.
Certo
Errado
Os primeiros povos da América referem-se àqueles que viviam, na América, antes da chegada do europeu. Também são chamados de:
Latino-americanos sua organização caracteriza da pela formação de cidades-estados, O poder político era teocrático e hereditário.
Indígenas ajudaram na ocupação europeia do continente e o despovoamento de seus históricos habitat.
Pré-cabralinos grupos isolados, viviam da caça, pesca, coleta e da agricultura no Período Neolítico
Pré-colombianos é a denominação utilizada para designar os povos que já viviam na América antes da chegada de Cristóvão Colombo, em 1492, expressão com grande peso etnocêntrico.