

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais, teve sua origem no século IV, a partir das invasões:
Húngaras
Germânicas
Coloniais
Carolíngia
Leia o texto a seguir.
''As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram;
Novo reino, que tanto sublimaram ( ... )"
(Trecho de 'Os Lusíadas' de Luís de Camões, 1572)
Publicado no século XVI, os 'Lusíadas' de Luís de Camões trata-se de uma ode ao pioneirismo lusitano no processo de expansão marítima europeia no final do século XIV. Que fatores possibilitaram tal pioneirismo português?
A centralização política de Portugal e a aliança entre a nobreza e os setores mercantis.
A vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e a posição geográfica favorável.
A absorção de tecnologias náuticas dos ingleses e o isolamento da nobreza.
A dependência portuguesa ao Reino de Castela e o emprego de navegadores holandeses.
A aliança com os comerciantes genoveses e o monopólio português do comércio no Mar Mediterrâneo.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A relação capitalista da produção, que aparentemente parece livre, não passa de uma relação servil. Uma relação servil em que o capital está subordinado ao trabalho e o sujeito humano aos objetos por ele produzidos. O domínio do capital sobre o trabalho converte o produtor real em meio de produção de riqueza e esta não lhe pertence, mas lhe aparece como riqueza estranha. Quanto mais o trabalhador produz, mais objetos contrapõem-se a ele com poder hostil, os quais não lhe pertencem, mas o subordinam.
II. Uma segunda característica da alienação na sociedade capitalista está ligada à própria atividade produtiva do homem. A riqueza resultante da atividade produtiva pertence ao trabalhador, mas se contrapõe a ele como riqueza estranha e que o domina, a própria atividade vital do homem surge como uma atividade estranha. O estranhamento também resulta do fato de não ser o homem que emprega os meios de produção, mas os meios de produção empregarem o homem.
III. Quando o trabalhador chega à fábrica, defronta-se com os meios de produção como uma força estranha que dele independe e que o domina. Um meio pelo qual a atividade vital do homem se converte em atividade estranha é a própria divisão do trabalho. Pela divisão do trabalho a atividade humana transforma-se em atividade maquinal, unilateral; uma atividade separada do pensamento e idêntica ao agir animal.
IV. A atividade maquinal não oferece satisfação ao trabalhador, mas, ao contrário, o trabalho lhe aparece como atividade estranha, que não o realiza, mas que o nega, desgasta suas energias físicas e mentais. O trabalhador que vende sua força de trabalho por um salário não se afirma no trabalho, não desenvolve livremente suas energias físicas e mentais, mas as esgota. O trabalhador se sente em si, livre, fora do trabalho, e quando trabalha sente-se estranho, fora de si.
Estão corretas as afirmativas:
I e II, apenas
II e III, apenas
III e IV, apenas
I e III, apenas
II e IV, apenas
Assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as afirmações falsas:
(__) A Idade Média foi o período entre os séculos XV e XVIII.
(__) Uma das principais características da Idade Média foi o sistema de vassalagem.
(__) Os senhores feudais ficavam sob as ordens dos servos, e dividiam as terras para proteção mútua.
V-F-V.
F-V-F.
F-F-V.
V-V-F.
No sistema feudal, havia duas tradições possíveis dentro da organização estrutural de um feudo. Essas tradições eram o comitatus e o colonatus. Sobre o colonato, é correto dizer que:
O proprietário de terras mantinha seus colonos escravizados, em troca de toda produção.
O senhor feudal tinha uma relação de parceria com os colonos, e a produção era dividida em partes iguais.
O proprietário de terras doava aos seus colonos boa parte da produção para que o trabalho fosse sempre constante.
O senhor feudal concedia trabalho e segurança aos seus colonos, em troca de parte de toda a produção.
Sendo característica importante da Idade Média as Cruzadas. Assinale a alternativa CORRETA sobre as Cruzadas:
Um ato espontâneo que firmava um compromisso de fidelidade de um cavaleiro (vassalo) para outro nobre (suserano) durante uma cerimônia, a homenagem era dividida em dois atos. No juramento, o vassalo prometia auxílio militar quando requisitado, conselhos e ajuda financeira quando necessário.
Os servos trabalhavam nos feudos que procuravam para proteção. Ficavam sob as ordens do Senhor Feudal que herdava e transmitia seu feudo hereditariamente. Suas terras eram divididas da seguinte forma: manso senhorial, as terras reservadas ao cultivo do senhor; manso servil, lotes de terras destinados à produção dos servos; manso comunal, terras de uso comum.
Expedições militares e religiosas organizadas pela Igreja com vários objetivos, entre os principais: expulsar os muçulmanos de Jerusalém, restituir a unidade cristã no Império Bizantino, sofrer o martírio em nome da fé e obter terras para os nobres europeus.
Nenhuma das alternativas.
Hoje, não há clarezas suficientes sobre as reais causas e origens da conquista de Ceuta. Porém, sabe-se que alguns fatores que serviram de oportunidades e que são devotamente defendidos por historiadores como Joaquim Bensaúde, Jaime Cortesão, António Sérgio e Vitorino Magalhães Godinho como causa. Marque a alternativa da qual não representa fator oportuno para conquista:
A posição geográfica de Ceuta permitiria controlar a entrada e saída dos navios vindos do Atlântico para o Mediterrâneo e vice-versa através do estreito de Gibraltar, de modo que a costa do Algarve parasse de ser atacada por piratas oriundos ou baseados na cidade muçulmana.
Havia um desejo de expansão da fé cristã através do incremento de territórios onde o cristianismo poderia ser implantado.
As classes mais abastadas tinham vários interesses nesta conquista. A nobreza buscava novas terras, honras e rendas; o clero desejava expandir a fé cristã; e a burguesia estava à procura de novos produtos e mercados.
O reino português procurava aumentar sua importância no quadro dos parlamentarismos ibéricos através do estabelecimento de Ceuta como o ponto mais oriental da reconquista islã a ser feita por Roma no Oriente Africano.
O Reino Franco tornou-se importantíssimo e sua trajetória pode ser percebida desde seu início com:
Átila.
Clóvis.
Gebngis Khan.
Rasputin.
Leia o texto.

O fragmento acima extraído da Dictatus Papae, faz parte das reformas gregorianas e refere-se ao conflito entre as duas espadas ou gládios que na baixa Idade Média representou o conflito entre o poder:
temporal e os senhores feudais
temporal dos reis e as ordens mendicantes.
temporal dos reis e o poder espiritual dos papas.
espiritual dos papas e o poder espiritual dos patriarcas do oriente.
espiritual do papa e o clero regular.
A cidade contemporânea, apesar de grandes transformações, está mais próxima da cidade medieval do que esta última da cidade antiga. A cidade da Idade Média é uma sociedade abundante, concentrada em um pequeno espaço, um lugar de produção e de trocas em que se mesclam o artesanato e o comércio alimentados por uma economia monetária. É também o cadinho de um novo sistema de valores nascido da prática laboriosa e criadora do trabalho, do gosto pelo negócio e pelo dinheiro.
(Jacques Le Goff, Por amor às cidades. Adaptado)
O trecho faz referência à cidade medieval
do contexto árabe-islâmico.
da Alta Idade Média.
da Baixa Idade Média.
das invasões germânicas.
do Império Carolíngio.
Analise os itens sobre a ordem feudal.
-
1 - A economia tinha base rural, com produção de poucos excedentes e uma restrita circulação de moedas cunhadas no próprio feudo.
2 - O clero encarrega-se da vida religiosa e a ele cabia, também, o papel de justificar a dominação exercida na sociedade pela Igreja Católica, a maior proprietária de terras na época.
3 - Cada feudo era independente do outro, tinha autonomia e era governado por um senhor feudal que fazia parte da nobreza.
-
Marque a opção correta.
Os itens 1, 2 e 3 são corretos.
Apenas os itens 1 e 3 são corretos.
Apenas o item 3 é correto.
Apenas os itens 1 e 2 são corretos
Os itens 1, 2 e 3 são incorretos.
“Com a cristianização do Império, os bispos e o clero das províncias ocidentais, assumindo a conversão em massa da população rural, latinizaram permanentemente sua fala durante os séculos IV e V. As línguas romanas foram o efeito desta popularização, um dos elos sociais mais essenciais de continuidade entre a Antiguidade e a Idade Média”
ANDERSON, Perry. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. 5a.ed. São Paulo: Brasiliense, 2004.
De acordo com Anderson, o cristianismo durante transição da antiguidade para o feudalismo:
Impôs os seus dogmas religiosos e barrou qualquer síntese entre a cultura romana e a germânica na Idade Média.
Foi importante no processo de desintegração do Império Romano, mas, ao mesmo tempo, foi de extrema importância na preservação da cultura latina na Idade Média.
Transformou a sociedade romana numa sociedade intolerante e austera, eliminando qualquer traço da cultura clássica na Idade Média.
Serviu de aparelho ideológico para salvaguardar a cultura clássica do colapso romano, difundindo a filosofia grega.
Promoveu a eliminação completa da cultura romana, sendo esta essencial no processo de dominação ideológica cristã.
Considerando-se o mundo medieval na alta Idade Média, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Ocidente.
(2) Mundo bizantino, muçulmano e China.
(3) Inventos medievais que datam da antiguidade, mas são expandidos na Idade Média.
( ) Progresso tecnológico quantitativo.
( ) Esplendor da economia monetária e luxo.
( ) Moinhos d’água e arado medieval.
1 - 2 - 3.
3 - 2 - 1.
2 - 3 - 1.
2 - 1 - 3.
Na coletânea organizada por Leandro Karnal sobre a História na sala de aula, o medievalista José Rivair Macedo destaca a importância de repensar a Idade Média que é ensinada na escola, na medida em que os temas mais enfocados continuariam sendo os da Idade Média Ocidental e ainda serviriam para legitimar uma visão predominantemente ocidental sobre a experiência histórica passada. José Rivair Macedo propõe, então, uma “descolonização” do ensino da Idade Média, com o intuito de “repensar alguns pontos sobre o que ensinar de História Medieval no Brasil”.
Com base nas propostas de J. Rivair Macedo, podemos afirmar que esta descolonização consiste em
apresentar os mitos e lendas medievais sobre fadas, elfos e dragões, como patrimônio cultural da sociedade europeia da cristandade ocidental, entre os séculos V e XV.
caracterizar o feudalismo como sistema social estruturante do período medieval, com ênfase nas relações de classe baseadas na tenência das terras.
enfatizar o estudo de aspectos históricos próprios da Península Ibérica no período medieval, como o da coexistência étnico-religiosa de diferentes grupos sociais.
descrever as perseguições às bruxas e aos hereges, para denunciar as raízes medievais de conflitos e processos de exclusão contemporâneos.
mostrar a Idade Média por imagens, sobretudo por meio da filmografia, de modo a estabelecer um contato empático com uma civilização de gestos e imagens.
Considere o fragmento abaixo:
Durante a Idade Média, a figura feminina revestiu-se dos piores atributos imagináveis. Para os teólogos, além de infantil e inconstante, a mulher era mãe de todo pecado: Thomas Murner chamava-a de “Diabo doméstico”, enquanto Tomás de Aquino reservava-lhe a pecha de “macho deficiente”. Essas características levaram-na a ser o elo fraco das sociedades cristãs, a janela pela qual Satã adentrava territórios sacramentados. Sendo fraca de vontade e caráter, a mulher ficava à mercê das tentações demoníacas, tornando-se facilmente discípula e amante do Diabo.
(SOUZA, Aníbal. Missionários e Feiticeiros. História: Questões e Debates, Curitiba, v. 13. jul./dez., 1996. p. 118.)
Em relação ao imaginário na Idade Média, é correto afirmar que vigorava uma forte influência:
cristã protestante e alto poder do clero, com grande perseguição contra os considerados heréticos.
cristã protestante e alto poder do clero, além de pouca mobilidade social e grande perseguição contra os considerados vassalos.
católica e alto poder do clero, além de pouca mobilidade social e grande perseguição contra os considerados heréticos.
católica e alto poder dos nobres, além de grande mobilidade social e perseguição contra protestantes, considerados heréticos.
católica e alto poder do clero, além de grande mobilidade social e perseguição contra os considerados vassalos.
Segundo Hilário Franco Júnior, autor da obra “A Idade Média: o nascimento do Ocidente”, se em uma conversa com pessoas que viviam no período denominado “Idade Média”, e lançássemos mão desta expressão para tipifica-los como viventes daquele tempo, certamente eles não se identificariam com esta tipificação. Sobre a construção da expressão “Idade Média” como forma de denominar um dado período histórico, situado entre os séculos IV e XIV/XV, bem como a leitura que se faz sobre o referido, assinale a alternativa que NÃO condiz com a construção dos estudos sobre o referido período:
O italiano Francesco Petrarca (1304-1374), admirador dos “clássicos” já se referia ao período anterior a ele como tenebrae, marcando o mito historiográfico da Idade das Trevas.
No século XVI Giorgio Vasari, ao publicar uma obra biográfica de grandes artistas do seu tempo lança mão do termo Renascimento, e em oposição a este a expressões como media antiquitas e media tempora.
A ilustração, em sua vertente antiaristocrata e anticlerical, acentuou o menosprezo à Idade Média, vista como momento áureo da nobreza e do clero.
Os estudos recentes promovidos sobre o período medieval, especialmente após meados do século XX, têm conseguido mostrar que a sociedade medieval não estendeu seu legado cultural e político à sociedade europeia pós século XVI.
O Romantismo do século XIX será muito importante para reverter a leitura historicamente depreciativa feita sobre o período medieval.
Analise o mapa-múndi a seguir.

Mapa-múndi Orbis typus universalis tabula, elaborado pelo veneziano Jerônimo Marini em 1511. Disponível em: <http://www.mapas-historicos.com/jeronimo-marini.htm> Acesso em: 4 maio 2016.
Mapas históricos são importante fonte para o ensino. Ao analisar o planisfério apresentado, o professor deve assinalar aos alunos que o mapa
é uma crítica ao sistema de representação cartográfica europeu, com o objetivo de reforçar os princípios formadores das identidades afro-asiática.
está invertido devido à deficiência da base tecnológica do século XVI, que tinha no conhecimento astronômico limitado um empecilho à projeção verossímil.
revela o imaginário dos descobrimentos, que inseria nas projeções cartográficas da Era Moderna figuras míticas e pontos de referência inexistentes.
é orientado pelo sul, o que decorre da influência da cartografia árabe, concluindo assim que todo mapa materializa determinada visão de mundo.
(...) ao falarmos de Europa Medieval tratamos quase sempre de França, Inglaterra, Alemanha e Itália. Outra seria a Europa do Leste Europeu, a Europa Nórdica e, segundo nos interessaria mais saber, a Europa Ibérica. Descolonizar o ensino de História significa, portanto, reconhecer identidades em geral deixadas por nós em segundo plano.
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de
História, In Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:
conceitos, práticas e propostas)
A partir do excerto, assim como do debate trazido pelo autor no referido artigo, é correto afirmar que
se deve reconhecer a importância do estudo dos aspectos históricos da Península Ibérica durante a Idade Média porque contribui para uma compreensão mais ampla das tradições culturais ibero-americanas e da constituição de identidades coletivas no Brasil e na América Latina.
entre os povos ibéricos ocorreu o domínio das organizações feudais mais ortodoxas e complexas, com as quais as relações servis de produção separaram radicalmente senhores feudais e servos da gleba, condição que se reproduziu na América, como no caso das capitanias hereditárias.
a ocorrência do feudalismo na região ibérica merece uma atenção especial de quem pretender estudar as origens de Portugal e a colonização do Brasil, porque o formato de tal feudalismo esteve associado a uma economia de mercado, representada pela liberdade do comércio colonial.
o estudo da Idade Média não deve ser priorizado na formação dos estudantes brasileiros, porque essa etapa da História da humanidade tem poucos vínculos com o Mundo Moderno e, consequentemente, com a formação das estruturas coloniais do Brasil.
durante toda a Idade Média europeia, principalmente nas regiões centrais do continente, verificou-se a ausência de circulação monetária, condição diversa da Península Ibérica, onde as atividades comerciais e manufatureiras nunca cessaram, mesmo durante a crise do século XIV.
O conceito de cristandade foi e é amplamente discutido pela historiografia ocidental, principalmente por medievalistas franceses. Assim, entender o cristianismo é compreender a construção de uma visão de mundo elaborada há pelo menos dois mil anos. Todavia esse conceito foi sendo alterado na medida em que, de princípio religioso erigido no século I romano, tornou-se expressão de legitimidade de poder da Igreja e do Estado no Ocidente medieval a partir dos séculos XI e XII. Assinale a alternativa que apresenta a complexidade desse conceito ao longo da história.
A cristandade abrangia, já no século XII, o território europeu em sua totalidade, inclusive os territórios anteriormente dominados pelos árabes na península ibérica.
Para entendermos a cristandade, é preciso considerar principalmente as transformações econômicas, pois as demais mudanças são consequências diretas da revolução comercial do Ocidente.
O cristianismo é um dos principais elementos que caracterizam a cristandade, pois a religião católica detinha total hegemonia e as heresias estavam circunscritas a grupos localizados fora dos territórios cristãos.
Para se compreender o conceito de cristianismo, é preciso considerar que não se trata apenas de uma concepção de religião, mas de política e de construção mental. É preciso, também, considerar esse conceito dentro de uma linearidade de tempo.
Para os medievalistas, a produção agrícola é, ao lado do cristianismo, um dos principais pilares da cristandade, e valorizar os renascimentos comercial e urbano resulta em uma definição anacrónica da civilização do Ocidente medieval.
O feudalismo foi uma das primeiras instituições sociais, de natureza laica, a ser instituída no Ocidente medieval após o início da Idade Média. A sistematização das relações sociais, segundo os princípios do direito consuetudinário dos nômades, especialmente dos francos e dos germânicos, assegurava e regulava a vida de todos. A partir da sua implantação, em fins do século IX, com a derrocada do império carolíngio as relações sociais passaram a ser, comumente, por meio de três esferas sociais. Quais são essas esferas?
O clero, o senhor e os vassalos.
O senhor, o vassalo e o cavaleiro.
O suserano, o clero e o senhor.
O vilão, o cavaleiro e o padre.
O senhor feudal, o vassalo e o servo.