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Na sociedade medieval, fortemente penetrada pelos valores da Igreja, ou seja, da comunidade cristã, muitas atividades, anteriormente consideradas de foro pessoal, passaram, pelo menos até o século XIII, a ser vistas como de interesse comunitário, dentre elas, a atividade sexual. Entretanto, apenas ao longo do século XII, a Igreja conseguiu completar a definição da única modalidade aceitável de vida sexual cristã. Foi, então, instituído o seguinte sacramento:
castidade
eucaristia
matrimônio
confissão
batismo
Entre as características da Alta Idade Média (Sec. V ao X), podemos citar o poder descentralizado por vários senhores feudais. Já com o início da Baixa Idade Média (Séc. XI ao XV), começa a existir uma série de transformações. Entre as transformações ocorridas no período destacado, é correto afirmar:
o aumento da produção de alimentos contribuiu para o crescimento da população.
os camponeses continuaram a morar no campo e se tornaram comerciantes.
os campos e as cidades continuaram como eram, ou seja, não houve alteração.
nas cidades aumentaram as indústrias e surgiram operários assalariado.
os militares se tornaram força expressiva nesse período aumentando suas tropas.
A educação na Idade Média era privilégio de poucos, pois somente os filhos dos nobres estudavam. Grande parte da população era analfabeta e não tinha acesso aos livros.
Os professores eram pedagogos e formados em diversos cursos superiores
Os cursos oferecidos eram em várias línguas e não exigia-se do estudante muito empenho.
O processo de educação na Idade Média era responsabilidade da Igreja.
O mesmo método aplicado na Europa era aplicado em todas as partes do mundo.
Os alunos eram oriundos de vários lugares, inclusive do Brasil.
Calendário medieval, século XV.

Disponível em: www.ac-grenoble.fr. Acesso em: 10 maio 2012.
Os calendários são fontes históricas importantes, na medida em que expressam a concepção de tempo das sociedades. Essas imagens compõem um calendário medieval (1460-1475) e cada uma delas representa um mês, de janeiro a dezembro. Com base na análise do calendário, apreende-se uma concepção de tempo
cíclica, marcada pelo mito arcaico do eterno retorno.
humanista, identificada pelo controle das horas de atividade por parte do trabalhador.
escatológica, associada a uma visão religiosa sobre o trabalho.
natural, expressa pelo trabalho realizado de acordo com as estações do ano.
romântica, definida por uma visão bucólica da sociedade.
A crise do sistema feudal dá ensejo ao surgimento do fenômeno histórico conhecido como Estado Moderno. Entre as mudanças históricas que este introduz, podemos mencionar, dentre outros:
exércitos e polícias regulares, burocracia estatal permanente, e sistema tributário nacional
descentralização política, fim do universalismo dos feudos e do regionalismo imposto pela Igreja Católica
ruptura com o Catolicismo e imposição dos valores da Reforma Protestante em todo o continente europeu
rompimento com o Protestantismo e nova aproximação entre os reis europeus e a Igreja Católica
primeiro esboço de uma moeda internacional, e união da Europa contra as populações islamizadas
Considere o texto e a obra do autor a seguir. Segundo o historiador José Rivair Macedo, “Sabe-se hoje que a visão retrospectiva da Europa medieval como uma “idade de trevas” foi elaborada por eruditos renascentistas e, sobretudo, por eruditos iluministas. (MACEDO, Rivair José. Repensando a Idade Média no Ensino de História. In: ____. História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Editora contexto, 2003, p 110.)
( ) O autor sugere que houve ou ainda existe uma visão estereotipada da Idade Média.
( ) Durante a Idade Média havia os pressupostos teocêntricos, portanto o termo luzes era uma contraposição a trevas.
( ) A perspectiva da época apontada pelo autor é nacionalista, liberal e anticlerical, num momento em que ser humanista significava colocar em questão as ideias da igreja.
( ) Para o autor, é possível concluir que os estereótipos relacionados à Idade Média não desapareceram.
( ) Hoje qualquer estudioso sobre o tema defenderia com seriedade os velhos chavões criados pelos eruditos renascentistas.
( ) Idade das trevas é, de fato, um termo adequado para pensar historicamente a Idade Média em sala de aula.
Identificando as afirmações com (V) para verdadeiro ou (F) para falso, sendo a sequência de cima para baixo, marque a alternativa correta.
V – V – F – V – F – V.
V – F – V – V – V – F.
F – F – V – V – V – V.
V – V – V – V – F – F.
No começo da Alta Idade Média, tendo como uma das experiências mais expressivas a iniciada por Bento de Núrsia (480-547), em Monte Cassino, vimos surgir um novo fenômeno na história educacional do Ocidente, que fixa um novo espaço, no sentido espiritual e cultural, de formação de corações e mentes. O fenômeno e sua caracterização em linhas gerais encontram-se descritos na opção:
o ensino universitário medieval; através deste verifica-se a incorporação do realismo aristotélico ao misticismo cristão, e o estudo do direito e do que viria a ser o que hoje chamamos de medicina se funde ao estudo da teologia, dando origem a uma rede interligada de instituições cristãs que, em um só movimento, universalizam valores cristãos e conhecimentos leigos universais
a incorporação das igrejas às escolas; depois do Concílio de Latrão, tornou-se obrigatório que cada igreja agregasse a si uma escola, o que deu origem à difusão de um novo modelo educativo comunitário que, muitas vezes, conciliava a ação pastoral da Igreja com iniciativas leigas de ensino de crianças
o desenvolvimento das Escolas Palatinas; com o objetivo de permitir uma formação mais ampla aos filhos dos nobres, essas escolas permitiram o surgimento de uma comunidade de leigos e cristãos, clero secular e clero regular, fundindo, sem divisões hierárquicas claras, saber clássico e doutrina cristã
o monasticismo; neste, a ascese espiritual do isolamento dá ensejo à elaboração de uma nova natureza de cristianismo que, num só movimento, incorpora e se torna herdeiro da tradição clássica, por um lado, e, por outro, permite ressignificação da tradição, através da meditação sobre temas cristãos, da contemplação e do desenvolvimento de um primeiro modelo de educação cristã
o surgimento de escolas leigas; a ação dos beneditinos, desde os primeiros séculos do cristianismo, permitiu a incorporação do saber clássico e da doutrina cristã, admitindo inclusive o surgimento de escolas leigas que atuavam nas proximidades dos mosteiros
Segundo Hilário Franco Jr. (1986), os homens medievais não teriam a menor ideia do que se está falando ao se utilizar diante deles a expressão “Idade Média”. Segundo o referido autor, o conceito foi cunhado no contexto do período:
renascentista, em pleno século XVI, expressando um indisfarçado desprezo pelos séculos localizados entre a Antiguidade Clássica e o próprio século XVI
romântico, na primeira metade do século XIX, significando uma busca de revalorização do mito nacionalista das origens históricas da pátria
da Revolução Científica do Século XVII, motivado pela busca de rigor científico na construção de uma periodização histórica racional
do Iluminismo, no século XVIII, buscando encontrar um contraponto para a ideia de um mundo ordenado pela Razão Científica e pelo individualismo burguês
do Positivismo, final do século XIX, em que se estabeleceu etapas evolutivas do conhecimento humano, correspondendo a Idade Média à etapa Teológica
O período de apogeu e crise do feudalismo, na Baixa Idade Média, foi marcado por um conjunto de transformações
As opções a seguir descrevem corretamente algumas destas transformações, à exceção de uma. Assinale-a.
O crescimento da produção artesanal associada ao setor têxtil lanífero, em centros dinâmicos ao redor do mar Mediterrâneo.
A prática de atividades bancárias se apoiou nas trocas monetárias, na concessão de créditos, e em depósitos remunerados com juros.
A expansão das feiras comerciais atraíam negociantes de várias partes da Europa, os quais utilizavam salvo-condutos concedidos por senhores locais.
O desenvolvimento da atividade comercial no eixo mar do Norte e mar Báltico, era dominado por mercadores alemães.
O aumento da produtividade agrícola foi possível pelo desbravamento de florestas, pelo uso sistemático da rotação trienal, da charrua e de moinhos de água e de vento.
Sobre a caracterização política, social e econômica do feudalismo, assinale a alternativa correta.
Apesar de haver uma troca de favores entre o senhor feudal e os camponeses, não havia uma relação de dependências pessoais na sociedade feudal.
Na organização do feudo, as terras comunais eram de uso exclusivo do senhor feudal.
A política era descentralizada, pois em geral, o rei possuía status, mas não exercia o poder do Estado sobre os feudos. A autoridade maior no feudo era do senhor feudal.
O contrato de enfeudação era estabelecido entre o rei e o senhor feudal mediante o pagamento de uma taxa que era destinada à Igreja.
A economia no feudo era parcialmente agrária, pois a partir do século XV iniciaram-se as produções em pequenas indústrias.
Leia a seguir um trecho do apelo do Papa Urbano II para libertar a Terra Santa do domínio muçulmano, pronunciado no Concílio de Clermont (1095).
Oh filhos de Deus, (...), é necessário que vos apressais a socorrer os vossos irmãos orientais, que necessitam de vossa ajuda e muitas vezes a requisitaram. De fato, como já foi dito a muitos de vós, os Turcos, gente que vem da Pérsia e que já multiplicou as guerras ocupando as terras cristãs até os limites da Romania [Império Bizantino], matando a muitos e escravizando‐os, arruinando as igrejas, devastando o Reino de Deus, chegaram até o Mediterrâneo (...).
(Traduzido de Fulquério de Chartres, Historia Iherosolymitana, in F. Cardini, Il movimento crociato, Sansoni, Firenze 1972, pp. 73‐74.)
Com base no trecho citado, assinale a alternativa que identifica corretamente os “irmãos em perigo” que devem ser salvos pelas milícias cristãs da Primeira Cruzada.
Os mercadores germânicos, cuja rota pelo Danúbio ficou comprometida pela expansão do Islã.
Os peregrinos que viajavam de forma insegura para os lugares sagrados da Palestina.
Os cristãos gnósticos que habitavam a Terra Santa desde a época de Cristo.
Os hebreus da Palestina, irmãos de Roma e subjugados pela expansão muçulmana.
Os cristãos ortodoxos do Império Romano do Oriente, sob ocupação islâmica.
Entre os acontecimentos que marcaram a passagem da Idade Média para a Idade Moderna está a expansão marítima européia. Sobre os aspectos que contribuíram para impulsionar ou acelerar as viagens marítimas da época, podemos corretamente afirmar:
As empresas ultramarinas da época eram grandes empreendimentos comerciais desvinculados do Estado e patrocinadas pelos mercadores ciosos de controlar os investimentos e garantir resultados.
A perda de grandes centros econômicos que eram dominados pelos europeus durante a Idade Média, como Celta, em 1415, impulsionou a busca de outras praças comerciais no extremo oriente.
O pioneirismo inglês nas grandes viagens marítimas pelo Oceano Atlântico incentivou outras nações a buscarem rotas comerciais alternativas ao Mediterrâneo.
Os avanços tecnológicos e os investimentos estatais, somados aos interesses econômicos e de fortalecimento do poder dos monarcas foram fatores importantes para a busca de rotas comerciais no além mar.
O historiador francês especializado na Idade Média Jacques Le Goff, foi um dos idealizadores da corrente conhecida como "Nova História", Le Goff dedicou boa parte de sua carreira à antropologia medieval, disciplina que enriqueceu ao abordar todos os aspectos da vida em sociedade. A partir dos anos 70 foi um dos pais do movimento “Nova História”, com uma reflexão sobre a profissão do historiador, em ensaios como “Faire de l'histoire” (1986, Fazer História, com Pierre Nora) ou “Histoire et mémoire” (História e memória, 1988).
(Adap. http://www.estadao.com.br/noticias/arte‐e‐lazer,
historiador‐jacques‐le‐goff‐morre‐aos‐90‐anos,1147726,0.htm )
Sobre a contribuição de Jacques Le Goff para a historiografia, conhecida como Nova História, analise as afirmativas a seguir.
I. Seus estudos sobre o período medieval mostraram a importância do nível estrutural de análise, investigado por Le Goff a partir da relação do homem com o meio, que o historiador denominou geohistória.
II. A nova história se caracterizou pela retomada do valor da análise econômica de base marxista, representada, no trabalho de Le Goff, por seus estudos sobre ciclos econômicos de curta e longa duração, com forte metodologia estatística.
III. A história do imaginário medieval foi uma das frentes de trabalho de Le Goff, que estava atento às estruturas mentais, aos hábitos de pensamento e aos aparatos intelectuais, buscando detectar, por exemplo, mudanças nas representações da vida depois da morte.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente a afirmativa II estiver correta.
se somente a afirmativa III estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
A presença do cristianismo e da institucionalização da Igreja não significou o desaparecimento de todas as práticas religiosas pagãs. Com efeito, são mais ou menos constantes as queixas de bispos e dos clérigos sobre a manutenção das práticas pagãs.
ROUCHE, M. Alta idade média ocidental. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 509.
Acerca do texto apresentado, assinale a alternativa correta.
A instituição a que o texto se refere foi erguida no período medieval a partir do fortalecimento da Igreja Católica Apostólica Romana.
O Clero Regular era integrado aos homens e à sociedade. Era composto pelos bispos, pelos arcebispos e pelos padres.
O Clero Secular era composto por monges, por frades, por freis, por freiras e por frades, sendo dedicado à meditação e as pesquisas de assuntos religiosos.
O monasticismo era o ato de cristãos se isolarem para encontrar uma vida de desprendimento e isolamento das questões mundanas.
Existiam os padres copistas que eram responsáveis por copiar as Sagradas Escrituras e os textos clássicos greco-romanos.
Sobre as estruturas feudais que se organizaram na Europa Medieval, é correto afirmar que:
Entre os séculos V e X, houve uma expansão da atividade comercial, monetária, da produção agrícola e artesanal, o que gerou o feudalismo medieval europeu.
Os domínios senhoriais feudais eram grandes extensões de terras de uso exclusivo de seus proprietários, enquanto os trabalhadores camponeses eram submetidos à escravidão.
Por ceder parte do manso servil às famílias camponesas, o senhor recebia parte da produção e a corveia, que era o trabalho servil na reserva senhorial.
A perseguição aos cristãos durante a Idade Média fez com que a Igreja Católica perdesse quase todas suas terras para os senhores feudais, o que explica a submissão papal aos nobres europeus.
Historicamente, o Feudalismo dominou boa parte da Europa e antecedeu ao capitalismo. Sobre este sistema é correto afirmar:
O modo de produção feudal tinha como estrutura básica de seu desenvolvimento a propriedade do senhor sobre a terra (feudos) e a propriedade limitada do senhor sobre o camponês (servidão).
A servidão significava que o senhor podia reivindicar o pagamento de vários tributos de seus servos inclusive possuindo o direito sobre a vida dos camponeses.
A servidão tinha o mesmo status da escravidão, uma vez que os servos eram destituídos completamente de sua liberdade.
Ao mesmo tempo em que os servos deviam pagar suas obrigações ao senhor os senhores não tinham qualquer obrigação com o servo, exceto permitir-lhe habitar no feudo.
O trecho a seguir caracteriza, de maneira sucinta, o calendário gregoriano.
“O calendário gregoriano pode ser representado por uma linha contínua e infinita. Envolve a compreensão de que cada um dos pontos dessa linha é distinto dos outros e que cada ponto corresponde a uma datação. As datações são, assim, distintas umas das outras, especificando um dia, um mês e um ano.”
(BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental: História. Brasília: MEC/SEF, 1998, p.99.
Diferentes sociedades criaram concepções de tempo para representar suas temporalidades.
No exemplo do texto acima está presente a concepção de tempo
mítica.
cíclica.
cronológica.
salvacionista.
escatológica.
O Cristianismo se expandiu proporcionalmente à decadência do Império Romano e tornou-se uma das maiores religiões do mundo na atualidade. Sobre a história do Cristianismo é correto afirmar:
Surgido nas camadas mais ricas da sociedade romana, o Cristianismo se expandiu na medida em que grandes proprietários de terras aderiram à nova religião como forma de garantir a dominação sobre os menos favorecidos.
adesão das massas ao Cristianismo, ao longo da crise do Império Romano, pressionou para que, em 313, o imperador Constantino concedesse liberdade de culto aos cristãos, pelo Edito de Milão.
A expansão do Império Romano para o Oriente fez com que o cristianismo assumisse características iguais em toda extensão do Império, mantendo-se assim, mesmo depois da decadência do Império no Ocidente e a manutenção do Império no Oriente até o século XV.
A Igreja Ortodoxa Grega surgiu de uma dissidência do Cristianismo, abandonou os cultos e rituais cristãos, tendo hoje uma formação teológica completamente voltada para o Islamismo.
A servidão estabelecia vinculações entre o que se entregava a um senhor. O princípio da reciprocidade entre o protetor e o protegido, alegada no documento do século VIII, era uma fórmula pela qual um homem livre se transformava em servo. Observe que a condição econômica, segundo o documento, é o principal argumento para que se aceitasse a servidão.
ESPINOSA, F. Antologia dos textos históricos medievais. 3.ed. Lisboa, 1981. p. 163.
Com relação ao texto apresentado, assinale a alternativa correta.
As classes sociais e políticas eram determinadas pelo nascimento. Uma sociedade estamental em que o servo somente poderia elevar sua condição social, caso servisse à cavalaria medieval.
O Clero, quando formado por camponeses que compunham a condição de servos, formavam o Baixo Clero, ou seja, um grupo eclesiástico especial que tinha a função de celebrar missas em locais de menor condição social.
A condição econômica subsistente e a servidão têm como um de seus precursores o processo de ruralização que marcou o Baixo Império Romano, o colonato.
A suserania e a vassalagem eram o principal acordo de servidão que ocorria no período feudal. O vassalo era o servo que assumia a condição de camponês em troca de moradia e alimento para a sua família.
Entre as obrigações dos servos, destaca-se a talha, pois eram os dias da semana determinados ao trabalho destinado ao feudo. Com isso, nos outros dias, o servo produzia para a sua família.
Dentre as características do sistema feudal europeu, que se desenvolveu tendo como princípio a obrigação servil, assinale a alternativa CORRETA:
Produção voltada para as trocas comerciais, o que gerava constantes quadros de fome e pobreza.
O poder político monopolizado pelos senhores feudais, donos da terra que exerciam o grande comércio gerado pela produção de excedentes.
Uma sociedade estamental, na qual as relações entre os servos e os senhores eram determinadas por obrigações recíprocas.
O mundo feudal se constituiu pela decomposição do sistema escravista romano, aprofundada pela invasão dos povos gregos, que expandiram o império na Alta Idade Média.