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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as características dos referidos estágios de evolução do arquivo.
Coluna 1
1. Arquivo de Primeira Idade ou Corrente.
2. Arquivo de Segunda Idade ou Intermediário.
3. Arquivo de Terceira Idade ou Permanente.
Coluna 2
( ) Pode ser mantido em local de fácil acesso para facilitar a consulta.
( ) A sua permanência nessa fase é transitória.
( ) Nele se encontram os documentos que perderam o valor administrativo.
( ) Eles são conservados somente por causa de seu valor histórico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
3 – 1 – 2 – 2.
1 – 2 – 3 – 3.
2 – 3 – 1 – 2.
2 – 1 – 3 – 2.
3 – 1 – 2 – 3.
Entre os marcos referenciais para a construção da nova museologia, qual foi o que estabeleceu que os museus devem se constituir em espaços e meios de comunicação, servindo de interação entre a sociedade e os processos e produtos culturais?
Código de Ética do Icom para Museus, 2001.
Declaração de Quebec, Canadá, 1984.
Declaração de Santiago, Chile, 1972.
Declaração sobre a Preservação do Spiritu Loci, Quebec, Canadá, 2008.
Declaração de Caracas, Venezuela, 1992.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto às ações educativas realizadas pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entre o período de 1937 a 1960, de acordo com Florêncio et al. (2014).
Ações à criação de museus.
Atuações de incentivo à exposição.
Ações de salvaguarda ao entorno ambiental.
Ações relacionadas à salvaguarda de coleções.
Salvaguarda de acervos artísticos.
Todas as unidades do Iphan têm trabalhado para se tornar Casas do Patrimônio. Sendo assim, sobre as premissas básicas para a implantação de uma Casa do Patrimônio, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A realização de ações educativas, de promoção e de fomento que articulem as áreas de Patrimônio Cultural com outros campos da ação pública.
II. O estímulo à participação da população na gestão da proteção, salvaguarda, valorização usufruto do Patrimônio Cultural.
III. A promoção permanente de oficinas, cursos e outros eventos voltados à socialização de conhecimentos e à qualificação de profissionais para atuar na área.
IV. O fomento e fortalecimento da atuação em redes sociais de cooperação institucional e com as comunidades.
Todas estão corretas.
Todas estão incorretas.
Apenas I está correta.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
Sobre o conceito de fontes imateriais, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. São os vestígios que sobrevivem nas sociedades e que são detectáveis em suas tradições, costumes, lendas, ritos e folclore.
II. Pode-se apontar que se trata dos vestígios, que podem ser ruínas, objetos e afins, bem como os documentos e os registros.
III. São formas visuais, como uma imagem de determinado tema, importantes como fontes informativas de épocas.
IV. Podem ser definidas como imagem, pinturas, fotografias e anúncios de publicidades, bem como, utensílios, objetos variados.
Todas estão corretas.
Todas estão incorretas.
Apenas I está correta.
Apenas I e II estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
Hoje sou um ser inanimado, mas já tive vida pulsante em seivas vegetais, fui um ser vivo; é bem verdade que do reino vegetal, mas isso não me tirou a percepção de vida vivida como tamborete. Guardo apreço pelos meus criadores, as mãos que me fizeram, me venderam, e pelas mulheres que me usaram para suas vendas e de tantas outras maneiras. Essas pessoas, sim, tiveram suas subjetividades, singularidades e pluralidades, que estão incorporadas a mim. É preciso considerar que a nossa história, de móveis de museus, está para além da mera vinculação aos estilos e à patrimonialização que recebemos como bem material vinculado ao patrimônio imaterial. A nossa história está ligada aos dons individuais das pessoas e suas práticas sociais. Alguns indivíduos consagravam-se por terem determinados requisitos, tais como o conhecimento de modelos clássicos ou destreza nos desenhos.
FREITAS, J. M.; OLIVEIRA, L. R. Memórias de um tamborete de baiana: as muitas vozes em um objeto de museu. Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica, n. 14, maio-ago. 2020 (adaptado).
Ao descrever-se como patrimônio museológico, o objeto abordado no texto associa a sua história às
habilidades artísticas e culturais dos sujeitos.
vocações religiosas e pedagógicas dos mestres.
naturezas antropológica e etnográfica dos expositores.
preservações arquitetônica e visual dos conservatórios.
competências econômica e financeira dos comerciantes.
Schellenberg (2006), em seus estudos, destaca que há algumas diferenças básicas no acervo entre arquivo e biblioteca. Em relação a este tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O arquivo conserva documentos para fins funcionais e seus documentos existem em um número limitado de cópias.
( ) A biblioteca tem sua lógica própria, de acordo com a instituição a que está vinculada, e nos seus arquivos os documentos são acumulados.
( ) Nos arquivos, existe uma classificação padronizada segundo parâmetros internacionais.
( ) Na biblioteca, os documentos são colecionados e adquiridos por meio de compra, doação ou permuta.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
V – V – F – F.
V – F – V – F.
F – V – F – V.
F – F – V – V.
Os museus, espaços dialógicos e encantadores, estão cada vez mais inseridos nas atividades do ensino e, especialmente, no ensino de História. Uma visita museal, porém, não é apenas uma atividade de lazer. Para além dessa perspectiva, ela pode ser uma oportunidade para descobrir novos mundos, rememorar e tocar afetos.
Dentro dessa reflexão, Lana Mara Castro Siman e outros, no artigo “Sentidos do passado no museu: concordância e dissonância de vozes”, ao retratarem a questão dos objetos musealizados, estimulam a reflexão sobre práticas mais críticas no ensino de História mediado pelo museu.
Com relação a essa discussão específica, nas reflexões da autora sobre os objetos museais, assinale a alternativa correta.
Os objetos à mostra em museus podem ser pensados como portadores de pistas, indícios e rastros em relação ao passado e ao sentido único que cada museu confere à sua exposição, perpassada pelo recurso de análise do passado e exaltação dos feitos de importantes personagens da história.
Os objetos expostos no museu estão fora de seu contexto, por isso, falta-lhes o mundo ao seu redor. Dessa forma, não seriam “rastros / objetos” operadores do tempo da experiência e do conhecimento histórico, dificultando, dessa forma, uma apropriação efetiva.
Os objetos expostos no museu têm a pretensão de produzir uma narrativa totalizante da História no Brasil de forma linear, assim, auxiliando uma melhor visualização por parte do público.
Os objetos são apresentados de forma a guardar relações temáticas e compor cenários que constroem narrativas e argumentos históricos, convidando os visitantes a estabelecerem com eles relações de encantamento, de surpresa, de suspeição, de alegria e, por vezes, de dor.
O Museu Fritz Plaumann é um museu brasileiro, situado no distrito de Nova Teutônia, interior da cidade de Seara, em Santa Catarina. Abriga o acervo criado pelo entomólogo alemão Fritz Plaumann. O acervo do pesquisador é composto por:
moluscos
pedras
selos
insetos
máquinas
“Quando visitamos um museu, temos, em geral, contato com a exposição. Esta é constituída por objetos do acervo museológico dispostos de maneira a constituir um discurso. Esses objetos do acervo foram sendo colecionados ao longo do tempo, seguindo critérios não necessariamente técnicos; também os critérios para selecionar o que deveria ser conservado, restaurado e pesquisado, nem sempre é ou foi cientifico.” (ALMEIDA, A.M.; VASCONCELLOS, C. de M. Porque visitar Museus. In: BITTENCOURT, Circe (org.). O SABER HISTÓRICO NA SALA DE AULA. 12ª edição. São Paulo: Contexto, 2012, p. 105).
O museu abriga um espaço destinado a contar a história da ocupação territorial do Pantanal e sua economia; nele, o visitante encontra obras de artistas plásticos, como Boggiani e Levi Strauss, que se inspiraram na cultura dos índios pantaneiros. Além dos conteúdos ligados à arqueologia, etnologia, história e antropologia social, o museu se propõe a cumprir diversas outras funções junto à comunidade, com objetivo de envolvê-la nas questões de preservação e valorização cultural.
O prédio que abriga o Museu, construído em 1876, se destaca pela sua arquitetura e estrutura. O piso e a escada de ferro com desenhos exóticos vieram da Inglaterra. Funcionou como um dos principais armazéns do Porto Geral e foi sede da 14ª agência do Banco do Brasil, instalada em Corumbá em 1916. Quem o visita, conhece de perto a história do homem que habitava a região pantaneira há oito mil anos, até a chegada do colonizador, e é composto por diversas peças arqueológicas.
O texto trata do:
Museu de História do Pantanal, em Corumbá, MS.
Museu do Ipiranga, em São Paulo, SP.
Museu Lídia Baís, em Campo Grande, MS.
Museu de História Natural do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, MS.
Museu Imperial, em Petrópolis, RJ.
Leia o fragmento.
"Senti um consolo equivalente, a mesma compreensão profunda, à medida que andava a esmo em torno dos museus.
Não estou falando do Louvre nem do Beauborg, nem dos outros museus lotados e importantes da mesma estirpe; estou falando dos muitos museus vazios que encontrei em Paris, coleções que ninguém jamais visita. Havia o Museé Édith Piaf, fundado por um grande admirador, onde com hora marcada pude ver escovas, pentes e ursos de pelúcia".
ORHAN, Pamuk. O Museu da Inocência. Tradução Sergio Flaksman. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 523-524.
Circe Bittencourt (2008, p. 353) no capítulo intitulado Documentos não escritos na sala de aula, afirma que objetos de museus que compõem a cultura material, são portadores de informações sobre costumes, técnicas, condições econômicas, ritos e crenças de nossos antepassados. Levando em consideração o escrito pela a autora, considere (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) As visitas aos museus merecem atenção, para que possam constituir uma situação pedagógica privilegiada com o trabalho de análise da cultura material.
( ) A potencialidade de um trabalho com objetos transformados em documentos reside na inversão de um “olhar de curiosidade” a respeito das “peças de museus” em um “olhar de indagação”.
( ) Os especialistas em educação museológica afirmam que o processo de descobrimento de um objeto obedece a dois critérios: o estético e o científico.
( ) O princípio básico do método de investigação de objetos reside somente no método de observação livre.
O preenchimento correto das lacunas é:
V – F – V – F
V – F – V – V
F – F – V – F
F – V – V – V
V – V – V – F
De acordo com o Conselho Internacional de Museus, o ICOM, museu é uma instituição permanente, aberta ao público, sem fins lucrativos, que adquire, conserva, pesquisa e expõe coleções e objetos de caráter cultural ou científico para fins de estudo, educação e entretenimento. Analise as alternativas abaixo e assinale aquela que não corresponde ao conceito de museu ou suas tipologias:
Em se tratando de museus de história natural, os dioramas são fundamentais para que o museu possa desenvolver exposições didáticas.
Na atualidade, o ecomuseu tem sido considerado como um museu sem acervo, apresentando uma mudança na concepção de objeto estudado, acompanhando a tendência de dessacralização que a nova museologia prega.
O conhecimento da museologia pode ser empregado conforme a tipologia de espaços culturais.
Quando se trata de interatividade, os museus, sendo fixos ou móveis, podem usar recursos como: exposições temáticas, maquetes, hologramas, audiovisuais, videodiscos, maquete animada, entre outros.
Cada museu possui um espólio exclusivo, constituído por peças únicas e uma realidade singular, definida através dessa mesma exclusividade.
A museologia como campo de estudos no Ensino Superior é considerada recente, encontrando-se ainda em processo de construção, mas seu estatuto científico já é reconhecido. Sobre o conceito e trajetória do ensino de museologia no Brasil, analise as assertivas a seguir.
I. A expansão dos cursos de graduação e a criação de cursos de pós-graduação em museologia no país já era uma necessidade apontada desde os anos 1980. Mas foi a partir dos anos 2000 que a necessidade de formação e capacitação de recursos humanos na área ganhou força, passando a compor um dos eixos programáticos de uma estratégia do governo federal do Brasil: a Política Nacional de Museus.
II. O primeiro curso em museologia no país, sob o título de Curso de Museus, apontado como o primeiro do gênero nas Américas, foi criado em 1932 pelo Museu Histórico Nacional, localizado no Rio de Janeiro.
III. A criação do curso em uma instituição museológica se deu para suprir as necessidades do Museu Histórico Nacional por profissionais com formação especializada para atuar no âmbito da instituição, mas também com base nas ideias e correntes de pensamento sobre os museus disseminadas principalmente pela criação de uma organização destinada a sistematizar informações sobre museus de todo o mundo, o Office International des Musées.
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Na década de 1960, Regina M. Real definiu o verbete “exposição” objetivamente como “uma mostra de trabalhos de arte, ciência ou história em recinto apropriado. Pode ser permanente (coleções de museus), temporária (por tempo determinado), itinerante (várias localidades), retrospectiva, comemorativa”
(REAL, Regina M. Termos técnicos e matérias afins, 1962. p. 227).
Essa definição de “exposição” passou por alterações desde os anos 1960, especialmente porque a(s)
mostras passaram, desde então, a se concentrar, sobretudo, em trabalhos artísticos.
expressão “exposição permanente” vem caindo em desuso, sendo mais usual a expressão “exposição de longa duração”.
definição de “recinto apropriado” foi reduzida, tendo em vista que os espaços expositivos demandam recursos financeiros vultuosos.
A partir de nossa experiência como educadores de museu, gostaríamos de apresentar alguns pontos fundamentais que devem ser levados em conta no planejamento de uma visita.
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos, Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
Nesse caso, os autores sugerem, entre outros pontos,
evitar museus que não sejam históricos para que a visita tenha ligação direta com o que é apresentado em sala de aula.
que todos os espaços do museu sejam visitados e que todos os objetos sejam observados e analisados.
que a escolha do espaço a ser visitado deve ter como principal critério a sua ligação com uma universidade pública.
uma visita antecipada à instituição com o objetivo de conseguir uma familiaridade com o espaço a ser trabalhado.
que as visitas privilegiem os alunos de Ensino Médio, capazes de compreender a complexidade de um museu.
"Os museus exerceram papel significativo no contexto dos novos estados nacionais. Criados no contexto dos novos estados nacionais surgidos a partir do século XVIII e no XIX, eles contribuíram tanto para a formação de uma identidade nacional como, também, para reforçar a ideologia imperial das grandes potências, empenhadas em conquistas coloniais. Reuniam artefatos vindos do próprio país e do mundo, como no caso do Museu Britânico ou o Museu do Louvre ou mesmo do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Esses artefatos reunidos já não eram coleções privadas de antiquário, como nos séculos anteriores, mas estavam nos museus públicos, instituições científicas, e serviam, de forma explícita, como fonte de informação para os historiadores positivistas."
Fonte: FUNARI, Pedro Paulo Abreu. "Os historiadores e a cultura material" In: PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Editora Contexto, 2011, p.86.
Em relação aos museus é incorreto afirmar:
Mutuamente interligados, censos nacionais, mapas e museus iluminam o estilo de pensamento dos Estados nacionais e dos impérios coloniais em relação aos seus domínios.
O termo museu, originário do grego mouseion, significava Templo das Musas, filhas de Zeus com Mnemosine, deusa da memória.
Os museus e a imaginação museologizante foram profundamente políticos durante o século XIX, tornando-se instituições de caráter exclusivamente educativo a partir do século XX.
As instituições museológicas são responsáveis pela preservação, em nome desta, justifica-se todas as outras ações como a coleta, pesquisa, a salvaguarda de coleções e/ou referências culturais.
[...] os museus sempre foram pensados como instituições de ensino. Locais onde se acessa um conjunto de objetos com a intenção de obter informações sobre determinado tema ou assunto.
PACHECO, Ricardo de Aguiar. O museu na sala de aula: propostas para o planejamento de visitas aos museus. Florianópolis: UDESC, 2012 p. 64. Disponível em: <https://bit.ly/2ROiset>. Acesso em: 19 ago. 2018.
Ricardo de Aguiar Pacheco propõe que, para um trabalho com fins pedagógicos em museus, o professor de história deve
ater-se ao roteiro pré-definido, descartando outras possiblidades que possam surgir durante a visitação.
iniciar sua abordagem antes da visita, orientá-la, e, após sua finalização, desenvolver atividades sobre ela.
limitar a visita a um trabalho de campo e solicitar aos estudantes um relatório livre do acervo em exposição.
priorizar os museus reconhecidos como históricos, por guardarem relação direta com a disciplina lecionada.
Dessa maneira não basta apresentar os objetos em uma sequência que só faz sentido para o pesquisador das áreas de História, Arqueologia e Etnologia, pois, neste momento – que já não é mais o da preocupação da pesquisa básica dessas áreas –, os objetos devem estar reunidos para produzirem um discurso museográfico inteligível para os leigos, através dos documentos materiais ali apresentados.
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos. Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o fragmento em questão, é correto afirmar que a visita aos museus é
um recurso didático que deve ser utilizado excepcionalmente pelo professor de história, uma vez que, normalmente os materiais exibidos nesses espaços são de uso restrito de especialistas no assunto.
uma inovação metodológica alinhada aos recentes estudos da História Temática que, por sua vez, busca priorizar os saberes da Arqueologia e da Etnologia em detrimento do estudo da História.
algo superado metodologicamente, a partir de concepções inovadoras sobre os estudos de campo, que sugerem a extinção de visitas a espaços ultrapassados, como os museus e institutos de artes.
um importante recurso didático, desde que o discurso museográfico sugerido em diferentes contextos e espaços seja traduzido de acordo com a intenção do estudo para diferentes públicos e faixas etárias.
uma técnica de estudo criada por especialistas com o intuito de considerar a especificidade da Etnologia, restrita aos museus, como exemplo de preocupação básica de pesquisas.
Observe a fotografia que segue e responda à questão proposta.

Museu do Seringal de Valparaíso no Estado do Amazonas. Retirado do site do próprio Museu. http://museudoseringalam.blogspot.com/2012/10/museu-do-seringal-vila-paraiso.html, acesso em 28 de novembro de 2018.
O Museu do Seringal objetiva recuperar a memória de uma temporalidade em que o trabalho na coleta e formação do látex em balata foi muito importante na Amazônia. O museu nasceu como cenário do filme "A Selva", dirigido por Leonel Vieira. Após o fim das filmagens, se tornou um museu, no qual mostra como era a vida tanto dos seringueiros quanto dos Barões, nos fazendo perceber o contraste de suas vidas. Ele foi dividido em 13 partes, a saber, “A extração do látex, Armazenamento da borracha, Defumação da borracha, Capela, Cemitério, Barracão de aviamento, Casa do Barão, Relógio da casa do Barão, Baú da casa do Barão, Casa de banho, Casa do Capataz, Tapiri dos seringueiros e Casa de Farinha”. Estes espaços da memória do seringal nasceram daqueles vinculados ao processo de trabalho no seringal, tais como os espaços de
Armazenamento da borracha, Defumação da borracha, Barracão de aviamento e o Tapiri dos seringueiros.
Armazenamento da borracha, Defumação da borracha, Casa do Capataz e o Cemitério.
Armazenamento da borracha, Barracão de aviamento, Casa de Farinha e Capela.
Armazenamento da borracha, Defumação da borracha, Casa do Barão, Baú da casa do Barão e Relógio da casa do Barão.

“Nossa cultura não cabe nos seus museus”.
TOLENTINO, A. B. Patrimônio cultural e discursos museológicos. Midas, n. 6, 2016.
Produzida no Chile, no final da década de 1970, a imagem expressa um conflito entre culturas e sua presença em museus decorrente da
valorização do mercado das obras de arte.
definição dos critérios de criação de acervos.
ampliação da rede de instituições de memória.
burocratização do acesso dos espaços expositivos.
fragmentação dos territórios das comunidades representadas.