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A colocação, em aérea de sinalização, de um quadrado vermelho com diagonais amarelas indica que os pousos estão proibidos e que tal proibição pode permanecer por longo período.
As informações que se seguem, relativas ao aeródromo de BELMONTE, indicam, de acordo com o Manual Auxiliar de Rotas Aéreas (ROTAER), que o aeródromo é público, destina-se ao tráfego de aeronaves em geral e possui elevação de 436 m, sendo a dimensão da pista igual a 1.500 m. BELMONTE / Veracel, BA SJXS 16 06 16S/039 21 50W PRIV UTC-3 VFR L22, 26 133 (436) 08 – (1500 x 30 ASPH 13/F/C/X/T L14) – 26
É compulsória a apresentação do plano de voo nas seguintes situações: antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS; antes da partida de determinados aeródromos desprovidos de órgão ATS, de acordo com os procedimentos estabelecidos em publicação específica; imediatamente após a partida de aeródromo desprovido de órgão ATS, caso a aeronave disponha de equipamento capaz de estabelecer comunicação com órgão ATS e não esteja estabelecida, em publicação específica, a obrigação de realizá-lo antes da partida; e sempre em caso de voo através de fronteiras internacionais.
Nos casos em que as radiodifusões sejam realizadas por período predeterminado, cada estação deverá encerrar a transmissão somente após ter completado a transmissão de todo o texto.
Caso o piloto de uma aeronave no solo, em SBMS (designativo ICAO do aeródromo de Mossoró-RN), apresente o plano de voo na sala AIS às 16:30Z, com EOBT para às 19:30Z, o plano de voo será válido até às 20:15Z.
O piloto que, operando aeronave de acordo com as regras de voo por instrumentos (IFR), decidir mudar para ajustar-se às regras de voo visual (VFR) deverá notificar, especificamente, ao órgão apropriado dos serviços de tráfego aéreo o cancelamento do voo IFR e as mudanças que tenham de ser feitas em seu plano de voo.
Uma pista que apresenta a codificação PCN 29/F/A/X/T possui pavimento flexível, subleito de alta resistência, média categoria de pressão máxima admissível dos pneus e avaliação técnica do pavimento.
O Anexo 14 da ICAO versa sobre o intercâmbio, de forma padronizada, de informações aeronáuticas entre os signatários dessa convenção.
A infraestrutura aeronáutica compreende, entre outros, o sistema de proteção ao voo, o sistema de registro aeronáutico brasileiro, o sistema de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos e o sistema de formação e adestramento de pessoal destinado à navegação aérea e à infraestrutura aeronáutica.
O comandante de aeronave que receber ordem de órgão controlador de voo para pousar deve dirigir-se de imediato para o aeródromo (AD) que lhe for indicado e nele efetuar o pouso, ou, caso haja razão técnica impeditiva de pouso naquele AD, solicitar ao órgão controlador que determine AD alternativo, com melhor condição de segurança à aeronave.
A juízo da autoridade aeronáutica, e somente em caso de falta de tripulantes brasileiros, é permitida a contratação provisória de instrutores estrangeiros como tripulantes, por um período de até seis meses.
Não obstante a campanha pela tolerância zero ao uso do álcool (substância psicotrópica) por motoristas de transporte terrestre, não está prevista na legislação vigente a aplicação de multa a aeronauta que operar aeronave embriagado.
A existência do planejamento de voo simplificado deverá ser verificada com todas as tabelas preparadas para as diferentes etapas do voo, como subida, cruzeiro e descida.
Duas aeronaves em voo que se aproximem de frente ou quase de frente, com perigo de colisão, devem alterar seus rumos para a direita.
A carga útil é igual à soma da carga paga com o peso do combustível de decolagem.
Se, por alguma razão, o pouso for realizado em aeródromo que não seja o de destino declarado no plano de voo e que não disponha de órgão ATS, o piloto deverá transmitir a informação de chegada, composta por dados como identificação da aeronave, aeródromo de partida, aeródromo de destino, aeródromo de chegada e hora de chegada, por qualquer meio de comunicação disponível (radiotelefonia da aeronave ou de outra, telefone, radioamador etc.) a um órgão ATS.
Nos termos do Código Brasileiro de Aeronáutica, o explorador da aeronave responde pelos danos a terceiros na superfície, causados, diretamente, por aeronave em voo. Considere hipótese específica em que quem pilotava a aeronave, causadora dos danos a terceiros na superfície, era o preposto do explorador, inexistindo qualquer causa legal excludente de responsabilidade. Acerca do fato narrado,
responderá pelos danos o explorador.
trata-se de hipótese de responsabilidade subsidiária, isto é, o explorador somente responderá caso os danos não possam ser ressarcidos pelo preposto.
responderá pelos danos o preposto, não havendo qualquer responsabilidade por parte do explorador.
o explorador e o preposto responderão em igualdade de condições, isto é, cada um arcará com metade dos prejuízos causados.
trata-se de hipótese em que inexiste qualquer responsabilidade pelos danos causados.
De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica, analise: I
II
. As aeronaves civis são consideradas como situadas no território do Estado de sua nacionalidade, independente de suamissão.
III
. É facultada ao piloto em comando, de uma aeronave proveniente do exterior, a decisão para definir se o primeiro pousoem território nacional deva ser efetuado em aeroporto internacional.
IV
. Não prevalece a extraterritorialidade em relação à aeronave privada, que se considera sujeita à lei do Estado onde seencontre, salvo na hipótese de estar a serviço do Estado.
Considerando V (Verdadeiro) e F (Falso), os itens
I, II, III, e IV são, respectivamente:V; F; F; V.
F; V; F; F.
F; V; V; V.
F; V; V; F.
V; F; V; V.
O gerenciamento dos riscos à segurança operacional dos serviços de navegação aérea é um processo que inclui a identificação de perigos concretos, a avaliação dos riscos decorrentes e a adoção de medidas corretivas ou mitigadoras que eliminem ou minimizem esses riscos. A responsabilidade pela regulamentação desse processo, no âmbito nacional, é
da Secretaria de Aviação Civil.
da Agência Nacional de Aviação Civil.
do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.
do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
O fornecimento das informações meteorológicas às aeronaves em voo é realizado por meio do serviço VOLMET, o qual divulga as informações de acordo com os padrões de fraseologia especificados para esse serviço (português ou inglês). Ao ser utilizada a fraseologia inglesa para a transmissão de um METAR ou SPECI para uma aeronave em voo, o operador do CMV deverá identificar tais mensagens utilizando-se, respectivamente, das expressões:
“METAR” e “SPECI”.
“WEATHER REPORT” e “SPECIAL WEATHER REPORT’.
“METEOROLOGICAL AIR REPORT” e “SPECIAL INFORMATION”.
“METEOROLOGICAL AIR REPORT” e “SPECIAL WEATHER REPORT”.
“WEATHER REPORT” e “SPECIAL INFORMATION”.