

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O pronome “cuja” (segundo período do terceiro parágrafo do texto 1A1) estabelece uma relação de pertencimento entre a expressão “paisagem desoladora” e
“áreas ermas”.
“áreas comerciais”.
“serviços públicos”.
“conjuntos”.
“colônia penal”.
Marque a alternativa correta sobre as funções sintáticas dos pronomes relativos:
Servem para substituir um substantivo em uma oração principal.
Ligam duas orações independentes.
Introduzem orações subordinadas e referem-se a um termo anterior.
São utilizados para enfatizar um substantivo na oração.
Está adequado o emprego dos elementos sublinhados na seguinte frase:
A tese contra a qual refuta o autor do texto é defendida pelos idealistas que lhe sustentam com firmeza.
A supremacia da consciência, de que tantos defendem com convicção, não resiste numa apuração objetiva.
Somos a única espécie aonde a consciência pode se exercer sob si mesma.
O mundo onde vivemos tem uma realidade cujas propriedades básicas não dependem de nossa determinação.
A realidade em que se supõe como criação nossa tem atributos aos quais não interferimos.
Considerando as regras da Língua Portuguesa, os pronomes relativos promovem a chamada “coesão referencial catafórica” porque retomam termos anteriormente mencionados.
Certo
Errado
Os referentes dos pronomes destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:
[...] uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!), que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado [...].” (o excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny)
“[ ] todos tinham um psicanalista e que esse profissional tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras.” (o sujeito)
“As derrotas nos ensinam que nem tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e muito aprendizado.” (As derrotas)
“Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.” (maturidade)
Leia o texto a seguir para responder a esta questão.
Línguas mudam
Sírio Possenti
Desde a década de 1960, um fator foi associado sistematicamente à mudança linguística: a variação. Isso quer dizer que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem – inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos; depois, a antiga desaparece. Qualquer exemplo de mudança serve para ilustrar o fato: tomemos “igreja”, derivado de “ecclesia”. São mudanças gerais na passagem do latim ao português. As mais óbvias são a sonorização do ‘c’ (k), uma surda que se torna sonora (g) entre vogais; o ‘e’ que se eleva e se torna ‘i’. Fixemo-nos neste caso, para ilustrar a tese mencionada acima: a grafia “egreja” é atestada, o que significa que a pronúncia com ‘e’ inicial esteve em variação com outra, com ‘i’.
O que quer dizer [que determinada forma] “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente. De vez em quando, há discussões sobre certos casos. Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do plural dos verbos (‘jogai’ etc.).
Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe: desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente.
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em cartazes de torcedores em estádios de futebol, especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por nós”. Apesar de utilizada em torcidas de times de futebol, em especial a do Corinthians, a segunda pessoa do plural tende a desaparecer, ficando limitada a situações muito específicas.
Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga, traduzida do latim. Os ‘vocativos’ são títulos de Nossa Senhora: Arca da Aliança, Torre de Marfim etc. A cada invocação, os fiéis respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula inspirada em outra fórmula, típica dessa oração.
Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do plural não desapareceu, seria necessário que seu uso fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis, Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero que nenhum colunista sustente que isso ocorre…
O uso eventual de uma forma não significa que ela está viva; significa que resiste em certos casos, os mais óbvios sendo os textos antigos ou muito formais, como alguns dos religiosos. Sempre cito a Carta de Caminha para mostrar mudanças, das quais ninguém reclama, aliás. Caminha pede a Sua Alteza que traga seu cunhado de volta do exílio, e lhe diz que “será de mim mui(to) bem servida”. Mesmo quando a Carta é atualizada, estas formas permanecem.
[POSSENTI, Sírio. Línguas mudam. Ciência Hoje. Coluna Palavreado. 2015. Adaptado]
Possenti avalia o uso do item ‘cujo’ na seguinte passagem:
“Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer ‘desapareceu’? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais.”
Considere as sentenças a seguir em que se verifica o uso do pronome cujo e suas flexões.
I. A opção pela expressão Círculo dá-se em virtude de sua tradicional utilização na referência a um grupo de pensadores russos cujo encontro está ligado à cidade russa de Niével.
II. Um exemplo de controle do texto encontra-se em uma redação do vestibular Unicamp de 2000 cujo tema estava relacionado aos 500 anos do descobrimento do Brasil.
III. Os autores são escritores cujo o texto é, usualmente, considerado “correto” do ponto de vista da norma linguística.
Tendo em vista as regras da gramática normativa, estão CORRETAS as sentenças:
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Leia atentamente as estruturas abaixo.
1. Encontrei um amigo de infância.................nome não me lembrava mais.
2. Passamos hoje por uma fazenda.................. se criam búfalos.
3. [...] e diz respeito a valores ....................... não deveríamos abrir mão.
4. Aqui está o documento.................... me referi.
5. Meu pai é a pessoa .................... mais confio.
Assinale a alternativa que emprega CORRETAMENTE o pronome relativo no preenchimento das lacunas.
que, em que, que, a que, na qual.
de cujo, onde, dos quais, a que, em quem.
o qual, onde, cujos, que, na qual.
de cujo, na qual, aos quais, em que, que.
O pronome relativo é aquele que retoma um termo da oração mencionado anteriormente no enunciado. O pronome “que”, sublinhado no texto, retoma a qual termo?
Princípios liberais da democracia.
Fronteiras nacionais.
Comunidade global livre.
Período de hiperglobalização.
Com relação à expressão os quais (/
l. quais consiste em um pronome relativo acompanhado do artigo os.
ll. A expressão os quais poderia ser substituída, no texto, por que.
lll. Trata-se de uma expressão invariável.
Está(ão) CORRETA(S):
Apenas I e ll.
Apenas ll e lll
l, ll e lll.
Apenas ll.
Apenas lll.
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. O referente do pronome relativo “que” (l. 02) é a palavra “autonomia” (l. 01).
II. Na linha 10, o pronome possessivo “deles” tem como referentes as palavras “alunos” (l. 09) e “participação” (l. 10).
III. Na linha 33, a palavra “jovens” retoma o vocábulo “adolescentes” (l. 31).
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Está CORRETO o emprego do elemento sublinhado na frase:
O contingente de idosos residentes no Brasil aumentou quase 40%, aos quais 14,7% tinham mais de 60 anos de idade em 2021.
Depois dos 25 anos, inicia o período nos quais o organismo começa a perder a reserva funcional.
O organismo cuja a vitalidade encontra-se comprometida tem mais chances de sofrer com doenças como diabete e hipertensão.
A situação à qual a geriatra aludiu no texto faz cada vez mais parte do contexto dos países na contemporaneidade.
Nenhum idoso deve ser obrigado a consultar com um profissional da saúde a quem não confie integralmente.
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por enunciado de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do pronome relativo.
... piada de mau-gosto que você sabiamente não contou... [aonde você sabiamente não fez menção]
... imitação do parceiro da sua melhor amiga que você não mostrou para ninguém. [na qual você não fez demonstração a ninguém]
... exames de ressonância magnética funcional, que medem o fluxo de sangue... [aos quais é aferido o fluxo de sangue]
...tentativa de fala de pessoas que perderam essa capacidade... [cuja capacidade não há mais registro]
... neurocientista da Universidade do Texas que ajudou a conduzir a pesquisa... [a quem é devida a condução da pesquisa]
A pipoca
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas. (...)
Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chefe. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas.
Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. (...)
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.
Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a ideia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. (...)
Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas! (...)
É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. (...)
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos. (...)
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. (...) A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante. (...)
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem. (...)
Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. (...) A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...
ALVES, Rubem. A pipoca. In:_____. O amor que acende a lua.
Campinas, SP: Papirus,
1999.
O pronome destacado na passagem “(...) sofrimentos cujas causas ignoramos.” (11º parágrafo) estabelece uma relação coesiva, recuperando, no texto, o termo:
“ansiedade”.
“sofrimentos”.
“causas”.
“pipoca”.
“depressão”.
Em: “Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão.”, estão corretas as afirmativas sobre os pronomes destacados, EXCETO:
O pronome relativo “onde” não pode ser substituído por “em que” ou “no qual”, em referência a lugar.
O pronome relativo “onde’’ só pode ser usado quando se refere a lugares físicos.
O pronome relativo “cujo” não pode ser substituído por nenhum outro pronome.
O pronome relativo “cujo” estabelece com o antecedente “uma rampa” uma relação de posse.
Está plenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
A diversidade de valores, da qual tantos fazem questão de ignorar, deveria ser vista como natural num mundo globalizado.
As reações hostis com que são vítimas os imigrantes constituem um crime contra a humanidade.
Os preconceitos culturais aos quais tantos povos que se dizem superiores se nutrem são abomináveis.
Os valores por cujos algumas culturas se afirmam podem ser perfeitamente contraditados por outras.
Os critérios de valor dos quais algumas civilizações não prescindiram acabaram por se tornar anacrônicos.
Assinale a frase em que ocorre o emprego adequado do pronome relativo “cujo”.
No Jardim Botânico descobriu-se uma estátua enterrada, cuja estátua aludia ao mito de Narciso.
Os automóveis, de cujos necessitavam, foram transportados para a posse do presidente em Brasília.
A Biblioteca emprestou vários livros para a pesquisa, cujos livros eram bastante importantes.
Os aviões cruzaram os céus rapidamente, cujos aviões tinham a incumbência de transportar as autoridades.
Foram comprados relógios de ouro, cujas correias eram de couro de elefante.
Assinale a alternativa na qual o termo sublinhado exerce a mesma função sintática que o pronome relativo em “A repercussão que a judicialização da saúde alcançou em âmbito político e institucional se reflete no âmbito acadêmico.”
“As pesquisas acadêmicas têm recebido influência e têm influenciado iniciativas institucionais e a atividade adjudicativa.” (linhas de 8 a 10)
“De outro lado, tal visão seria temperada por outros pesquisadores, que reconhecem nas deficiências ou insuficiências do Sistema Único de Saúde (SUS) um fator que conduz à judicialização.” (linhas de 18 a 21)
“Desde então, tem ganhado ainda mais força a visão de que há uma “judicialização excessiva”, e, assim, a ideia de judicialização da saúde foi sendo gradativamente reduzida para se referir, em geral, a uma distorção que tem duas principais faces” (linhas de 26 a 30)
“vulgarizou-se a ideia de que ‘o Poder Judiciário estaria se metendo no que não deve’.” (linhas 33 e 34)
“Nesse sentido, há evidente intenção de grande parte dos pesquisadores de colaborar para que a judicialização não desestruture o SUS, mas, ao mesmo tempo, sirva de instrumento para que seus usuários busquem efetivo acesso aos bens e serviços de saúde.” (linhas de 43 a 47)
Os pronomes interrogativos e indefinidos têm por função principal apontar para as pessoas do discurso, ou se relacionar com elas, indicando-lhes sua situação no tempo ou no espaço.
Certo
Errado
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
O termo “cujas” (linha 10), classificado morfologicamente como uma conjunção subordinativa, estabelece no texto uma relação de causa entre duas orações.
O termo “cujas” (linha 10), classificado morfologicamente como uma conjunção coordenativa, estabelece no texto uma relação de posse entre duas orações.
Depreende-se do texto que as causas do pânico, do medo, da ansiedade e da depressão são conhecidas.
De acordo com o texto, as causas do pânico, do medo, da ansiedade e da depressão são desconhecidas.
No trecho “sofrimentos cujas causas ignoramos” (linhas 10 e 11), o termo “cujas”, classificado morfologicamente como um pronome relativo, estabelece uma relação de concordância nominal com o termo antecedente, “sofrimentos” (linha 10).
O trecho — No fundo, a minha secreta esperança é de que estas linhas sejam lidas por alguém... (4º parágrafo) — pode ser assim reescrito, em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego dos pronomes relativos:
No fundo, espero secretamente de que estas linhas sejam lidas por alguém...
No fundo, tenho secretamente o desejo cujas estas linhas sejam lidas por alguém...
No fundo, secretamente anseio por que estas linhas sejam lidas por alguém...
No fundo, tenho secretamente esperanças onde estas linhas sejam lidas por alguém...
No fundo, secretamente almejo de que estas linhas sejam lidas por alguém...