Questões de Concurso sobre Emprego dos tempos verbais

 
 
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Analise o termos destacados no período abaixo e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os tempos verbais de cada verbo:


“O não acanhado abriu espaço para o não sem medo que virou não sem culpa”

“Cada “não” abre espaço para o respeito próprio”


A

futuro do pretérito, presente.


B

pretérito imperfeito, presente.


C

pretérito perfeito, presente.


D

pretérito imperfeito, pretérito perfeito.


E

futuro do presente, pretérito imperfeito.

Marque a alternativa onde a frase está no tempo futuro.


A

O professor corrigirá as provas amanhã.


B

Aurora fala três línguas.


C

Alice foi à escola esta manhã.


D

Amanda leu o livro no fim de semana passado.

Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal da forma em destaque no período: Natural de Araras, no interior paulista, começou a trabalhar em 1978, ainda adolescente, na Rádio Clube Ararense.


A

Presente.


B

Futuro.


C

Infinitivo.


D

Passado.


E

Imperativo.

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 03.


Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

(...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em < https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da-universidade-neoliberal/>.


"[Oswaldo Cruz e Carlos Chagas] seriam penalizados por publicar ‘pouco’, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas.”


As locuções verbais destacadas no trecho acima referem-se a ações:


A

no tempo presente, na voz ativa, seguidas pelas respectivas ideias de consequência.


B

num futuro certo e real, na voz passiva, seguidas pelos respectivos agentes da passiva.


C

num futuro certo e real, na voz ativa, seguidas pelas respectivas ideias de consequência.


D

num futuro hipotético, na voz passiva, seguidas pelos respectivos agentes da passiva.


E

num futuro hipotético, na voz passiva, seguidas pelas respectivas ideias de causa.

O excerto “Alexandria, batizada em homenagem a seu patrono desumilde, seria a nova capital da região” apresenta uma combinação de tempos verbais que


A

estabelece uma relação entre ações simultâneas, reforçando a ideia de continuidade histórica.


B

articula um fato passado já consumado à projeção de uma intenção futura à época da narrativa.


C

retoma um evento presente e o insere em uma sequência narrativa atemporal, com foco permanente.


D

introduz um juízo de valor do autor, que altera o tempo verbal para expressar opinião subjetiva.


E

contrapõe uma ação incerta a um fato pretérito objetivo, sugerindo dúvida à fundação da cidade.

A conjugação do verbo “haver”, empregado no trecho “É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior”, se apresenta no:


A

pretérito imperfeito do modo indicativo.


B

pretérito perfeito do modo indicativo.


C

pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.


D

pretérito imperfeito do modo subjuntivo.


E

futuro do modo subjuntivo.

Determine a alternativa onde temos um verbo no tempo passado.


A

Casaremos no próximo ano.


B

Assustei quando ela apareceu.


C

Jogaremos futebol no domingo.


D

Nílton não bebe nada de álcool.

Indique a alternativa onde temos um verbo no tempo futuro.


A

Estarei no trabalho o dia todo.


B

Alice vive na casa dos avós.


C

Iara dormiu no sofá.


D

Amanda vai à escola.

O verbo da oração: “Tu fazes promessas vãs”, classifica-se em tempo e modo do:


A

Pretérito mais que perfeito do indicativo


B

Pretérito perfeito do indicativo


C

Presente do indicativo


D

Pretérito imperfeito do indicativo

O emprego dos tempos e modos verbais é crucial para a construção do sentido de um texto, permitindo ao enunciador situar os eventos no tempo e expressar sua atitude em relação a eles. Em "Se ele viesse, eu o ajudaria", o pretérito imperfeito do subjuntivo ('viesse') e o futuro do pretérito do indicativo ('ajudaria') indicam uma hipótese e sua consequência, respectivamente, enquanto que em "Quando ele vier, eu o ajudarei", a mesma ideia é expressa com um tom de maior certeza, embora o segundo caso se refira a um evento futuro e o primeiro a uma condição irrealizada no passado, o que torna a substituição entre eles semanticamente inviável sem alteração da modalidade.


C

Certo


E

Errado

Assinale a alternativa em que o verbo se encontra no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo:


A

Se eu discutisse com os professores.


B

Eu discutirei com os professores.


C

Quando eu discutir com os professores.


D

Eu discuti com os professores.


E

Eu discutiria com os professores.

Em relação às escolhas linguísticas quanto ao tempo verbal no texto, pode-se afirmar que:


A

O presente do indicativo é empregado, pois retrata um fato ocorrido no momento da enunciação.


B

O tempo verbal predominante indica diferentes sentidos, entre eles um fato tido como concluído.


C

Predominantemente, ocorre o emprego do presente do indicativo, de modo a conferir atualidade ao enunciado proposto.


D

Há emprego de diferentes tempos e modos verbais demonstrando a progressão textual temporal em que as ideias são apresentadas.

Tomando-se como referência o momento em que se fala, a ação expressa pelo verbo pode ocorrer em diversos tempos. Sobre os tempos verbais do indicativo, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Pretérito Mais-que-perfeito: Expressa um fato ocorrido antes de outro fato já terminado.


B

Pretérito Imperfeito: Expressa um fato corrido num momento anterior ao atual, mas que não foi completamente terminado.


C

Futuro do Presente (simples): Enuncia um fato posterior ao momento atual, mas já terminado, antes de outro fato futuro.


D

Pretérito Perfeito (simples): Expressa um fato ocorrido num momento anterior ao atual e que foi totalmente terminado.

"As autoridades determinaram o abate do plantel afetado, a desinfecção completa das instalações e restrições de movimentação na região."


Considerando o tempo e o modo do verbo 'determinar', identifique a alternativa correta.


A

O verbo encontra-se no pretérito perfeito do subjuntivo, expressando hipótese ou possibilidade.


B

O verbo encontra-se no pretérito perfeito do indicativo, indicando uma ação concluída no passado.


C

O verbo encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação habitual no passado.


D

O verbo encontra-se flexionado no pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo, indicando anterioridade a outra ação passada.

Considerando o emprego dos tempos verbais ao longo do texto, analise as assertivas a seguir:


I. No segundo parágrafo, a autora emprega verbos no presente do indicativo a fim de descrever o estado em que vive na atualidade, algo que é perene.

II. No terceiro parágrafo, a autora emprega a maioria dos verbos no pretérito imperfeito do subjuntivo a fim de imprimir um caráter de possibilidade ao que narra.

III. No quinto parágrafo, ao narrar fatos vividos por ela, a autora alterna entre o uso do pretérito perfeito e do imperfeito do indicativo.


Quais estão corretas?


A

Apenas I.


B

Apenas I e II.


C

Apenas I e III.


D

Apenas II e III.


E

I, II e III.

O tempo ou a temporalidade dos verbos, assim como o modo verbal não são escolhidos aleatoriamente na construção textual. Enquanto o tempo verbal marca a posição que os fatos enunciados ocupam no tempo, o modo exprime sentidos diversos, desde ideias mais certas, concluídas, a incertezas, dúvidas instruções ou ordens. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:


I.No texto há predomínio de dois tempos verbais: pretérito perfeito e pretérito imperfeito, ambos no modo indicativo, considerando os fatos a que eles se referem em sua certeza de acontecimento.

II.Em "A manchete anunciava", o verbo está no pretérito imperfeito do indicativo e exprime, para o leitor, a ideia de um fato passado, mas não concluído, dando uma ideia de continuidade. O mesmo ocorre em: "seria ele o célebre escritor argentino?".

III.Em "além de estarem dispostos a abandonar a residência caso as 'visagens' continuassem", a escolha pelo pretérito do subjuntivo para a conjugação do verbo continuar se dá porque, nesse contexto, apesar de a ação estar localizada no passado, ela se refere a uma possibilidade, a uma hipótese.


É correto o que se afirma em:


A

II e III, apenas.


B

I, II e III.


C

I, apenas.


D

I e III, apenas.


E

II, apenas.

Muitos verbos mostram a mesma forma verbal para o infinitivo e o futuro do subjuntivo.


Assinale a frase a seguir em que a forma verbal sublinhada corresponde à do futuro do subjuntivo.


A

Dar amor é fazer, e há sempre mais a fazer.


B

Você não pode obrigar alguém a amar você.


C

Amizade é como dinheiro: mais fácil de conseguir do que de manter.


D

Convém tratar as amizades como os vinhos, desconfiando das misturas.


E

Se chover amanhã, todas as comemorações serão transferidas.

As seguintes frases transcritas do texto apresentam o mesmo tempo verbal, EXCETO:


A

“Todos somos muito ligados a ele, [...]” (2º§)


B

“Embebeu de éter a bolinha de algodão, [...]” (9º§)


C

“O sogro e a sogra apelaram no mesmo tom.” (5º§)


D

“E saiu para a rua, pequenino por dentro, angustiado, [...]” (10º§)

No segundo parágrafo do texto, o presente do indicativo é empregado na descrição de propriedades abstratas e na narrativa de fatos que se estendem aos dias atuais.


C

Certo


E

Errado

"Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado.


Sobre o uso dos modos e tempos verbais no trecho acima, é correto afirmar que:


A

O verbo "são" está no modo subjuntivo, pois expressa uma possibilidade relacionada à importância dos estudos de coorte.


B

O verbo "investigar" encontra-se no infinitivo, pois funciona como complemento de "essenciais" e indica uma ação abstrata e genérica.


C

O verbo "desenvolver" está no particípio, pois expressa uma ação já finalizada ao longo do tempo.


D

O verbo "podem" está conjugado no modo indicativo para expressar uma certeza sobre o desenvolvimento da demência ao longo de décadas.

   
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