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O verbo indicado entre parênteses deverá adotar uma forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:
Muito do que se ...... (prever) nos usos de uma nova técnica depende, para realizar-se, do que se chama “vontade política”.
Nenhuma das vantagens que ...... (oferecer) a tecnologia mais ousada é capaz de satisfazer as aspirações humanas.
Quando não se ...... (reconhecer) nas ciências o bem que elas nos trazem, as saídas místicas surgem como solução.
Orson Welles talvez não imaginasse o risco da tragédia que ...... (poder) provocar as dramatizações de sua transmissão radiofônica.
Quaisquer que sejam as técnicas, não lhes ...... (caber) determinar por si mesmas o sentido que ganhará sua aplicação.
Na linha 8, para concordar com os referentes “medo” e “insegurança”, a forma verbal “tem” poderia ser flexionada no plural: têm.
Para manter a correção gramatical do trecho, caso se a» substituísse a expressão “um bebê” (ℓ.1) por bebês, as formas verbais do primeiro período do texto deveriam ser flexionadas no plural.
Certo
Errado
Nas palavras abaixo, há uma com erro de flexão. Assinale-a:
papeizinhos
balõezinhos
irmãozinhos
lençolzinhos
Em 3.ª pessoa do singular, a frase – Quando vos perguntarem quem sois, não vades revolver o nobiliário de vossos avós, ide ver a matrícula de vossas ações. – assume a seguinte redação:
Quando o perguntarem quem és, não vás revolver o nobiliário de teus avós, vás ver a matrícula de tuas ações.
Quando te perguntarem quem você é, não vai revolver o nobiliário de seus avós, vai ver a matrícula de suas ações.
Quando lhe perguntarem quem você é, não vá revolver o nobiliário de seus avós, vá ver a matrícula de suas ações.
Quando lhe perguntarem quem você é, não vai revolver o nobiliário de seus avós, vai ver a matrícula de suas ações.
Quando perguntarem a você quem és, não vá revolver o nobiliário de seus avós, vai ver a matrícula de suas ações.
O poema “ Ternura”:
Tem predominância das 1ª e 3ª pessoas do singular.
Tem predominância das 2ª e 3ª pessoas do plural.
Tem predominância das 1ª e 2ª pessoas do singular.
Tem predominância das 1ª e 2ª pessoas do plural.
Em "Ou porque tomam aqueles remédios... " (l. 13), substituindo- se o complemento em destaque por um pronome, obtém-se tomam-nos. Dentre as frases abaixo aquela que apresenta pronome oblíquo de terceira pessoa do plural é:
As bulas dos remédios confundem-nos ao empregar palavras desconhecidas dos leitores leigos.
As informações são indispensáveis aos consumidores: informem-nos prontamente, pois eles merecem.
A resolução da Anvisa facilitou-nos a leitura das bulas de remédios.
Podem causar-nos males irreparáveis a ingestão de remédios sem prescrição médica.
Os dicionários dão-nos explicações inúteis acerca das drogas usadas nas fórmulas dos laboratórios.
1 As campanhas publicitárias não estão dando o
resultado esperado, ou não são eficazes para que as pessoas
atendam aos apelos de prevenção. O fato é que começamos
4 o ano com mais vítimas da dengue do que em 2009 — até a
segunda semana de fevereiro, o número registrado foi mais que
o dobro do registrado no mesmo período no ano passado.
7 Foram mais de 108 mil casos da doença, com 21 mortes. Tudo
indica que teremos uma epidemia de largo espectro este ano,
com muitas internações em diversos pontos do território
10 nacional.
Jornal do Commercio (PE), 15/3/2010 (com adaptações).
No trecho, o emprego de verbos na primeira pessoa do plural, em “começamos” (𝓁.3) e “teremos” (𝓁.8), tem a função de
inserir o autor e os leitores como participantes dos fatos focalizados pelas informações do texto.
conferir ao texto um tom de modéstia por parte do autor, que não quer chamar a atenção para si.
revelar que o texto é escrito por mais de um autor, que são colaboradores de outras áreas.
identificar o poder público, os dirigentes da área da saúde, como autores do texto.
reforçar a ideia de que a publicação é produzida coletivamente, por vários jornalistas.
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:
A lista de itens que representam os objetivos do BNDES ...... (dizer) respeito ao apoio aos projetos de transporte urbano.
Caso não se ...... (levar) em conta os objetivos do BNDES, nenhum projeto de transporte urbano contará com o apoio desse órgão.
Não ...... (faltar) a essa relação de objetivos, como é óbvio, os que se apresentam intimamente associados à preservação do meio ambiente.
A cada objetivo ...... (corresponder), é claro, medidas específicas de gerenciamento e fiscalização das iniciativas a serem tomadas.
No caso de ...... (ocorrer) quaisquer irregularidades na implementação de um projeto, o apoio do BNDES estará suspenso, até que tudo se apure.
“Não há felicidade numa vida assim.” Substituindo o verbo haver, no verso destacado, pelo verbo existir e flexionando-o para o plural, no mesmo modo e tempo, obtemos, seguindo a norma culta, a seguinte estrutura:
Não existe felicidades assim.
Não existiriam felicidades assim.
Não existem felicidades assim.
Não existia felicidades assim.
Não existiram felicidades assim.
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se no plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
...... (costumar) seguir os nossos atos de indisciplina a invocação das sábias palavras daquela velha frase.
Entre os adolescentes não ...... (ser) de hábito respeitar os limites da liberdade individual.
A ninguém da classe ...... (deixar) de tocar, naquela época, seus alertas contra o nosso anarquismo.
Nas aulas em que ...... (caber) invocá-las, a professora repetia as palavras daquele velho ditado.
Um desafio que aos homens sempre se ...... (impor), em razão dos seus impulsos egoístas, está em respeitar o espaço alheio.
“Mas esse papo meu tá qualquer coisa, de modo que, se for impossível dizer coisa com coisa, não pense duas vezes: vote na coisa.
Seja com a coisa uma só coisa. Coisifique- -se!” (l.33-35)
Assinale o item que apresenta a segunda pessoa do singular dos verbos sublinhados na passagem acima.
Não pensemos, votemos, sejamos, coisifiquemo-nos.
Não pensem, votem, sejam, coisifiquem- -se.
Observe as frases:
I Tantos feriados eram, para ele, verdadeiras bênçãos.
II. Eram tantos degrais, que ele preferiu ir de elevador.
III. São muitos os cidadões que não gostam da segunda-feira.
O plural das palavras destacadas está correto, apenas, em
I.
II.
III.
I e II.
II e III.
Retiramos do primeiro parágrafo, um fragmento que apresenta um adjetivo composto: “...quer pela divisão político-administrativa do país...”. Marque a opção em se apresentou a correta flexão de número para o adjetivo em destaque.
quer pelas divisões políticas-administrativas.
quer pelas divisões político-administrativo.
quer pelas divisões político-administrativas.
quer pelas divisões políticos-administrativos.
quer pelas divisões política-administrativas.
A forma verbal que aparece originalmente no singular, no Texto II, e que poderia ser empregada corretamente no plural está grifada na frase:
... sem o que se decidiu ...
... um processo de negociações que possa levar a compromissos ...
... que o aquecimento já apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas é inequívoco ...
... um texto que inclua os compromissos de todos os países ...
... cada um deles, desenvolvido ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de gases ...
Em relação ao texto, assinale a opção correta.
A forma verbal “têm” (ℓ.8) está no plural porque concorda com “textos literários” (ℓ.9).
Na linha 9, a forma verbal “tem” está no singular porque concorda com o pronome demonstrativo “isso”.
Trata-se de um texto estruturado predominantemente como dissertação.
O objetivo do texto é dar instruções para a adoção de determinados procedimentos.
A forma verbal que deveria ter sido corretamente empregada no plural está grifada na frase:
O emprego de algumas palavras, tanto entre escritores quanto entre lingüistas, não parece ser consenso.
Poeta e por vezes cronista, Mario Quintana discorda do uso de uma palavra, desnecessária, em sua opinião.
Mesmo entre os lingüistas, o uso de determinadas palavras pode dar margem a opiniões conflitantes
A complexidade de certos fatos da língua sempre permitiu a ocorrência de posições divergentes entre especialistas.
Muitos autores divergem quando entra em discussão essas questões sobre emprego de certas palavras.
Instruções: Para responder às questões de números 5 e 6, considere a seguinte frase do texto:
... a que o cavalo permitisse. (2º parágrafo)
A forma verbal permitisse indica, considerando-se o contexto,
dúvida real da realização de um fato passado.
finalidade de um fato ocorrido anteriormente.
ocorrência de uma ação contínua, em determinado tempo.
probabilidade da ocorrência de um fato.
desejo de que um fato se realize, num tempo futuro.
Justifica-se inteiramente o emprego na forma plural de ambos os elementos sublinhados na seguinte frase:
Já que se desprezam os atores, por que não se corrigem as mentiras da vida de cada um?
A esses eleitores impõem-se admitir os preconceitos de que se nutrem seu julgamento na hora de importantes decisões.
Nenhum dos votos, nas democracias, deixam de ter conseqüências, já que a todos se darão a mesma acolhida, com o mesmo peso.
O que nessas frases se sugerem, quanto ao ator e seus filmes, é que, por serem medíocres, a eles não se devem reagir senão com desprezo.
Teriam havido momentos, na História, em que se viessem a retribuir aos atores apenas com aplausos e homenagens?